sexta-feira, 2 de outubro de 2009

NETJETS DESPEDE 80 FUNCIONÁRIOS EM PORTUGAL

A Netjets Europe está a preparar o despedimento colectivo de 70 a 80 do total de 430 funcionários que trabalham na Netjets Transportes Aéreos, em Paço de Arcos, no âmbito de uma reestruturação das suas áreas de actividade. "Os despedimentos deverão afectar, sobretudo, chefias intermédias nas áreas do catering (fornecimento de refeições) e dos transportes", revelou uma fonte do SITAVA (Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos).

A crise no sector da aviação, que afecta em particular os voos para executivos, poderá estar na origem destes despedimentos. O Expressou tentou contactar, sem sucesso, Robert Dranitske, chefe operacional da Netjets Europe e Joanna Derrain, responsável pelas relações públicas da empresa, que "não comenta, nem confirma rumores da indústria".

Há duas semanas, a Netjets anunciou um corte de 5% nos 8.000 efectivos que emprega nos Estados Unidos, uma despedimento que deverá eliminar entre 350 e 400 postos de trabalho, a maioria dos quais, em Port Columbus (Ohio). A Netjets sofreu perdas de 349 milhões de dólares (cerca de 237 milhões de euros), no primeiro semestre de 2009, depois de registar uma diminuição de facturação de 43% no segundo trimestre. As suas receitas operacionais na aviação desceram 22% e as vendas de fracções de aviões caíram 81%.

A reestruturação em curso na Netjets segue-se à suspensão de actividade, no início de Setembro, da Jet Republic - companhia que pretendia rivalizar com a Netjets neste segmento da aviação - na sequência do cancelamento da encomenda de 110 aviões feita ao construtor canadiano Bombardier.

Fundada em 1996, a Netjets Europe foi pioneira na venda fraccionada de aviões executivos, tendo escolhido Portugal para implantar a sua base operacional, porque a legislação favorecia a venda de aeronaves em regime de co-propriedade. A empresa opera, hoje, uma frota de 165 aviões, de 11 tipos diferentes, voando para 43 aeroportos na Europa (onde emprega mais de 1.600 pessoas) e para mais de 5.000 em todo o Mundo. O grupo Netjets é detido pela Berkshire Hathaway, sociedade de investimentos do milionário Warren Buffet.

fonte/expresso.pt

MITSUBISHI RECEBE PEDIDO DE 100 AVIÕES DE EMPRESA DOS EUA





O conglomerado industrial japonês Mitsubishi Heavy Industries (MHI) anunciou nesta sexta-feira ter recebido uma encomenda de 100 aviões regionais MRJ (50 confirmadas e 50 opções de compra) da americana Trans States Holdings (TSH).

Esta encomenda eleva a 125 as unidades encomendadas do Mitsubishi Regional Jet, lançado comercialmente em março de 2008. A japonesa All Nippon Airways (ANA) já fez um pedido confirmado de 15 aviões e uma opção de compra de mais 10 unidades.

O negócio representa uma vitória para a Mitsubishi, que desafia a brasileira Embraer e a canadense Bombardier com seu projeto de US$ 2 bilhões para o desenvolvimento do primeiro avião comercial no Japão desde o YS-11, pequeno avião lançado nos anos 50.

A TSH disse que a eficiência de combustível e outras vantagens econômicas sobre as ofertas rivais motivaram a empresa a optar pelos jatos da Mitsubishi. A companhia japonesa informou que a primeira entrega à TSH ocorrerá em 2014. Os outros 99 aviões serão entregues num prazo de cinco a seis anos após a primeira unidade.

A fabricante tem como meta vender 1.000 aviões entre 20 e 30 anos, mas até a encomenda da TSH tinha apenas um pedido de até 25 aeronaves de 70 a 90 passageiros. Analistas calculam que cada avião custe entre 3 bilhões e 4 bilhões de ienes (de US$ 33 milhões a US$ 45 milhões).

A TSH compreende a Trans States Airlines, que opera com a marca US Airways Express para a US Airways, e a GoJet Airlines, que opera como United Express para a United Airlines.

A Trans State Airlines tem 48 aviões de 50 lugares da Embraer. A GoJet possui frota de 15 jatos de 66 assentos da Bombardier. Juntas, as companhias realizam 350 voos por dia entre 50 cidades.

fonte/AFP/Reuters foto/divulgação


AFP
Trans States Holdings fecha acordo com a Mitsubishi para 100 aviões regionais

BOLÍVIA ADQUIRE 6 AVIC K-8 KARAKORUM

K-8 Karakorum em cores Chinesas - (observe ao fundo um 737 chinês).

O presidente Boliviano Evo Morales aprovou na ultima quarta-feira o decreto 0310, que autoriza o pagamento de $ 57,8 milhões para a compra direta, sem licitação de seis aviões de treinamento a jato chinês K-8 Karakorum. A compra prevê o fornecimento de dois motores extras por aeronave, um simulador de vôo, uma bancada de teste KTS instalada em um veículo 2000 BM, um sistema de planejamento de missão interativo Multimédia (IMI), peças de reposição, ferramentas e equipamentos. Além de pagar a formação do pessoal da Força Aérea Boliviana (FAB), manuais, montagem e assistência técnica, frete e seguro de transporte dos equipamentos até a Bolívia.

Segundo o Ministro da Defesa, Walker San Miguel, Mais detalhes sobre a compra devem ser anunciados em 10 de outubro data de aniversário da criação da FAB – Fuerza Aérea Boliviana, pelo próprio presidente Evo Morales.

As aeronaves devem ser usadas na luta contra o tráfico de drogas e na proteção do espaço aéreo boliviano, substituindo gradativamente os TF-33 ainda em operação mas que tem sofrido repetidas panes.

K-8 from Pakistan

O K-8 Karakorum (nome do vento que percorre a cordilheira que separa o Paquistão e China denominada Karakoram) é um projeto de treinador avançado desenvolvido em cooperação com o Paquistão (Complexo Aeronáutico do Paquistão) e a Chinesa Nanchang Aircraft Manufacturing Corporation. (hoje AVIC).


É utilizado pelo Egito (120 unidades - sendo que 40 foram produzidos no Egito), Ghana (4 unidades), Myanmar (12 unidades), Namibia (12 unidades), Paquistão (~40 Unidades), China (~300 unidades), SiriLanka (6 Unidades), Sudão (12 unidades), Tanzânia (6 Unidades), Venezuela (18 Unidades encomendadas), Zambia (8 unidades) e Zimbabue (12 unidades).

Inicialmente, a Bolívia iria comprar seis aviões de combate L-159, fabricado na República Checa (arte acima), entretanto a comprar dos aparelhos foi vetada pelo Governo Americano já que o treinador Tcheco tem peças fabricadas nos EUA. Ventilou-se a possibilidade de compra dos Super Tucanos Brasileiros mas certamente o Governo Americano não autorizou a venda. Além disso as condições de financiamento chinesas foram superiores (como sempre!) as que em geral são oferecidos pelo BNDES a EMBRAER.

Sem alternativa, restou a Bolívia que neste caso a opção de adquirir seus aviões da China ou Rússia (que em geral não vende menos que doze unidades de qualquer aparelho, alem disso o treinador russo Yak-130 oferecido é bem mais caro que os K-8 - Arte acima).

K-8 from Zambia Air Force

AVIC K-8 Karakorum

Características gerais
* Tripulação: 2 (em tandem)
* Comprimento: 11,6 m (38 0 in)
* Envergadura: 9,63 m (31 7 in)
* Altura: 4,21 m (13 ft 9 in)
* Peso vazio: 2,687 kg (5.924 lb)
* Peso máximo de decolagem: 4,330 kg (9.546 lb)
* Motor: 1 × Garrett TFE731-2A-2A turbofan, 16,01 kN (3.600 lb)
Desempenho
* Velocidade máxima: Mach 0,75 (800 km / h, 498 mph)
* Alcance: 2,250 km (1.398 Km)
* Teto de serviço: 13.000 m (42.651)
* Max. fator de célula de carga: 7,33 g / -3,0 g
Armamento
* Armas: um pod de canhão externo de 23 milímetros (montado no sub-hardpoint fuselagem).
* Pontos Duros: 5 (com capacidade total de 1000 kg):
O 1 × sub-fuselagem (capaz de carregar um pod de canhão de 23 milímetros)
O 4 × sob as asas, com capacidade de 250 kg cada
* Foguetes: capaz de carregar pod de foguetes de 57 mm sob as asas
* Mísseis: Ar-Ar infravermelhos de curto alcance e Ar-terra-ar (PL-5, PL-7)
* Bombas:
o 200 kg, 250 kg de bombas gravidade
bomba cluster o BL755
* Outros:
capaz de carregar 2 tanques de combustível sob as asas




Evo Morales ainda espera de doação de helicópteros UH-1H que o Brasil está retirando de operação (e substituindo pelo Blackhawk). Entretanto o Governo Brasileiro ainda aguarda a autorização dos Estados Unidos, proprietário da tecnologia dos helicópteros. As aeronaves foram oferecidas em abril pelo ministro da Defesa Brasileiro, Nelson Jobim, em visita a La Paz.

Os helicópteros serão usados para policiar a fronteira com o Brasil, que tem cerca de 3.100 km de comprimento, abrange varias cidades fronteiriças que, de acordo com relatórios oficiais são considerados pontos críticos para o comércio de cocaína.

fonte/Vinna/Aviation SudAmeérica/LaPrensa/

OPERAÇÃO LAGUNA - AVIÕES DE TRANSPORTE E DE CAÇA NOS CÉUS DE CAMPO GRANDE

Manhã do dia 30 de setembro. As tropas de paraquedistas do Exército estão prontas. Na Base Aérea de Campo Grande, há intenso movimento de preparação das aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). Caças, aviões de transporte e de reabastecimento aguardam a ordem para partir. As cenas lembram filmes de guerra. De fato, são imagens do dia “D” da Operação Laguna.

De casa, quem vê pela televisão o lançamento de paraquedistas não imagina o esforço de apoio para o cumprimento da missão. São horas de planejamento para que tudo ocorra com sucesso. Cerca de 100 militares da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro vão entrar em ação em território inimigo, no cenário fictício de conflito, em busca dos objetivos definidos pelo Comando Conjunto da Operação Laguna.

A missão da Força Aérea envolve o emprego de aeronaves de caça F-5EM e A-29 Super Tucano, responsáveis pelo reconhecimento aéreo armado da zona de lançamento, pelo patrulhamento do espaço aéreo e pela escolta das aeronaves de transporte. Os paraquedistas seguem a bordo de aviões C-130 Hércules e C-105 Amazonas. Ao mesmo tempo, o reabastecedor (K-130) está pronto para fornecer combustível aos caças, em pleno ar, para aumentar a capacidade de apoio à missão. Todos estão sob a coordenação e vigilância do avião-radar E-99.

Paralelamente, em outros horários, são realizadas missões de reconhecimento, com a aeronave R-99 (a mesma que localizou, no Oceano Atlântico, os destroços do voo AF-447). Outras missões de patrulhamento aéreo, escoltas e reabastecimento em voo ocorrem de forma coordenada ao longo do dia.

Os paraquedistas saltam sobre a zona definida, no interior do Mato Grosso do Sul. A partir de agora, serão ressupridos por meio do emprego de aeronaves transporte da FAB (lançamento de carga) e terão o apoio de caças, sempre que for necessário para o cumprimento da missão.



Fonte: CECOMSAER

PILOTOS DO JATO LEGACY MENTIRAM, AFIRMA PREITO

Jornal da Câmara
O perito Roberto Peterka, especialista em investigação de acidentes aéreos, disse que se pode afirmar, com base na análise de dados como caixa preta e de voz, que os dois pilotos do jato mentiram quanto aos procedimentos de segurança adotados para aquele voo.
Os pilotos disseram que haviam realizado o teste obrigatório do T-CAS, quando todas as evidências, segundo o perito, tornam óbvio que esse teste nunca foi realizado, pois isso teria deixado uma série de registros que não existem. "Na análise do momento da colisão, toda uma série de alarmes teriam sido acionados e percebemos que nenhum desse alarmes apareceu. Eles nunca ligaram o equipamento", detalhou.

O especialista descartou também que tenha havido defeito no equipamento Transporder. Pela avaliação de Peterka, não houve defeito ou mal-funcionamento do aparelho. Se ele não estava ligado foi porque ele também não foi acionado pelos dois pilotos norte-americanos.

Roberto Peterka apresentou, na reunião, um parecer baseado nas investigações da Aeronáutica.

Nesse parecer, relata que os pilotos do Legacy não estavam aptos, de acordo com a legislação brasileira, a pilotar aquele jato. "Eles não tinham pré-requisitos, como número de horas voadas aqui.

Também não prestaram atenção ao planejamento e ao plano de voo, trafegavam em uma altura para a qual não estavam autorizados e ainda por cima deixaram de acionar o mecanismo T-CAS, que deve ser utilizado em conjunto com o aparelho Transponder, que aliás, estava desligado", disse. Surpresos com a informação, os deputados Gustavo Fruet (PSDB-PR) e Emanuel Fernandes (PSDB-SP) quiseram saber se as informações apontadas por Peterka eram inéditas e se a Aeronáutica havia tomado conhecimento delas durante as investigações. Fernandes questionou também se a investigação poderia ser reaberta diante de fatos novos.

O chefe do centro de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro do ar Jorge Kersul Filho, não quis responder se havia alguma novidade nas conclusões de Peterka, mas relatou que as investigações poderiam ser reabertas se houvesse algum fato relevante, mas esse não era caso. Dando a entender que não há surpresa para a Aeronáutica nas conclusões do especialista.

Questionado por Emanuel Fernandes sobre a existência de um ponto cego para radares sobre a região amazônica, Kersul negou que esse ponto exista. "Posso dizer com segurança que isso não existe no Brasil. No momento do acidente, aquele Legacy aparecia em cinco radares diferentes. Os radares não falharam, o jato é que deixou de ser cooperativo com o controle aéreo", afirmou.

Acidente com o avião da Gol pode ficar sem punição, alerta advogado

O advogado da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907, Dante D'Aquino, disse que os responsáveis pelo acidente entre o jato Legacy da Embraer e o avião da empresa aérea Gol, que ia de Manaus para Brasília, em 29 de setembro de 2006, poderão escapar da Justiça sem nenhuma punição.

D'Aquino participou, na terça-feira (30), de audiência pública da Comissão de Viação e Transportes para avaliar a as providências tomadas após três anos do acidente. "Existe um sério risco - com a morosidade do andamento dos processos e as táticas da defesa, como a lista de testemunhas estrangeiras e outros expedientes - de os processos caducarem em 2011", alertou.

Ele lembrou que, desde 25 de maio de 2007, quando os dois pilotos do jato e alguns controladores de voo tornaram-se réus, já se passaram mais de dois anos, e o prazo para terminar o processo é de quatro anos. Além disso, D'Aquino explicou que só o primeiro dos processos já acumula mais de 20 volumes e não tem nenhuma previsão de ser concluído.

Um dos vários problemas está na quantidade de testemunhas de defesa arroladas pelos pilotos do jato no exterior. "São oito testemunhas nos Estados Unidos e uma na Suíça para falar sobre algo que nenhuma delas viu, já que não restou nenhuma vítima viva", disse.

O deputado Vanderlei Macris (PSDBSP), autor do requerimento para a realização da audiência, lamentou a necessidade da reunião. "Não podemos deixar que essas questões passem em branco ou que a resultante delas nos campos civil e penal deixe de ser aplicada", disse.

Ele propôs, e teve o apoio dos demais, que um grupo de parlamentares da comissão vá até o presidente do tribunal regional federal em que o caso tramita alertar dos riscos desse processo ficar sem punição e pedir que seja dada celeridade à resolução dele.

Familiares se emocionam ao lembrar passageiros

Convidada para a audiência, a viúva de uma das vítimas, Rosane Prates de Amorim Gutjahr, lembrou que um passageiros do jato relatou em seu blog que as autoridades brasileiras seriam como os três patetas e os pilotos teriam dito, no voo, que esta seria uma terra de índios e macacos. Ela afirma que a caixa de voz da aeronave confirma isso.

"Somos 154 famílias dignas de direito e de respeito, tanto por parte dos civis quanto por parte dos militares. Perdemos nossos entes, somos desrespeitados e ninguém vai ser punido, porque, para esses norte americanos, somos mesmo tupiniquins e macacos. Eles vêm aqui, eles matam e acham que tudo deve ficar por isso mesmo. A mãe do piloto Lepore teve coragem de falar 'espero que tudo termine bem para todos'. Bem para quem?", relatou.

fonte/Jornal da Câmara

VÍDEO - OVNI-UFO NA ESPANHA





tradutor google:
Espanha - 09-29-09 As questões de poder com o sobrenatural exerce sobre as pessoas é extraordinário. O exemplo mais recente é um vídeo que chegou à redação do Terra Noticias, juntamente com um bilhete anônimo em que o remetente diz que o medo que sentiu quando viu um UFO em seu barco.
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Apesar de questionar a credibilidade das imagens, pois a ausência de dados que não poderiam recolher mais informações, o vídeo é digno de ser publicado pelo impacto e criar a curiosidade despertada pela eventual existência de OVNIs na Espanha.
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A imagem mais impressionante do vídeo, o qual está gravado o mais elegante 'Blair Rec' ou 'Witch' é não só, obviamente, o suposto OVNI que cai no mar, mas também a emergência de "combatentes" e quer saber dos pescadores surpreendente de perseguição.
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O pescador galego decidiu tornar público o que, segundo eles, vivida e sentida quando em seu barco. Apesar de alguns aviões militares perseguindo um aparente "objeto estranho" que atinge o mar e fez um mergulho espetacular, de proveniência desconhecida helicóptero sobrevoa o barco dos pescadores e ordenou a pressa de fugir do lugar onde estão.
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'Deixe a área imediatamente, entre em contato com o porto. Eles recebem instruções ... "são as palavras para a pesca.
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A nota que acompanha a gravação, mostra o medo do remetente em tal situação: "O envio deste vídeo depois de muito pensar, mas depois do susto, eu acho que meu dever de informar que isso aconteceu e eu não vejo nenhuma explicação"

LÍDER AVIAÇÃO INICIA INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA TRAINEE 2010

Estão abertas as inscrições para o Programa Trainee 2010 da Líder Aviação para a Unidade de Operações de Helicópteros e Diretoria Financeira. As inscrições podem ser feitas através do site www.lideraviacao.com.br ou www.hunting.com.br, até o dia 25 de outubro de 2009.

Os candidatos devem ter formação superior concluída entre julho/2007 a dezembro/2009, nos cursos de Engenharia Aeronáutica; Engenharia Mecânica; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica; Economia; Ciências Contábeis ou Administração de Empresas. É necessário ter domínio de informática (pacote Office), inglês fluente, disponibilidade para trabalhar nas cidades de Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Macaé/RJ, São Tomé/RJ, Vitória/ES e Navegantes/SC. Os candidatos selecionados receberão remuneração e benefícios compatíveis com o mercado. O programa tem duração de 09 meses, período em que os trainees participam de treinamentos nas principais bases da empresa e desenvolvem projetos.

Com mais de 50 anos de experiência no mercado, a Líder Aviação oferece soluções completas e personalizadas em aviação executiva com segurança, agilidade e qualidade. Presente nos principais aeroportos do Brasil, com 23 bases operacionais, conta com mais de 1.500 colaboradores e possui uma frota composta por 27 aviões e 51 helicópteros. Presta serviços de fretamento e gerenciamento, manutenção e vendas de aeronaves, atendimento aeroportuário, operações de helicópteros, corretagem de seguros aeronáuticos e treinamento para mecânicos e pilotos, sendo líder de mercado em todos os segmentos que atua.

Fonte: Portal Fator Brasil

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