sexta-feira, 22 de abril de 2016

F-16 REQUISITADO PARA SALVAR DOENTE



O caso, ocorrido a 4 de abril, envolveu um paciente que necessitava de uma técnica de suporte vital de último recurso designada oxigenação por membrana extracorporal, conhecida pelo acrónimo ECMO, do inglês "extracorporeal membrane oxygenation".

O hospital em causa, situado em Bodo, no centro da Noruega, não tinha o equipamento para realizar aquele procedimento, mas outro hospital, em Trondheim, 450 quilómetros a sul do primeiro, dispunha da máquina, uma espécie de pulmão artificial.

O hospital de Trondheim contactou então a força aérea pedindo ajuda para levar o equipamento e, segundo as notícias, o pedido chegou numa altura em que dois caças F-16 se preparavam para descolar de uma base aérea próxima.
"Não fizeram perguntas, apenas quiseram saber o tamanho da máquina", disse à imprensa o diretor da unidade de anestesia do hospital de Trondheim, Anders Wetting Carlsen.

Um dos F-16 que estavam próximos tinha um compartimento de carga externo que permitiu transportar o equipamento até Bodo.

"Normalmente fazemos essa distância em 35 minutos, mas dada a natureza especial da carga, o piloto acelerou e chegou ao destino em menos de 25 minutos", disse o chefe da esquadra, Borge Kleppe, ao diário Verdens Gang.

 fonte/foto/JN.pt

AEROPORTO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS PERDE 75% DOS PASSAGEIROS EM CINCO ANOS


Aeroporto de São José. Foto: Alan Collet/O VALE. Aeroporto de São José. Foto: Alan Collet/O VALE.


O movimento de passageiros no Aeroporto de São José dos Campos caiu 73% em cinco anos, o que coloca em risco o futuro comercial do empreendimento, administrado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).
A quantidade de pessoas no aeródromo reduziu de 236.084 em 2011 para 63.622, no ano passado --172.462 passageiros a menos. Desde 2006, o aeroporto passa por situações opostas nas estatísticas. Até 2011, os passageiros subiram 693,6%, de 29,7 mil para 236 mil. A partir daí, o movimento só cai: 212,5 mil em 2012, 160,2 mil no ano seguinte, 86 mil em 2014 e 63,6 mil em 2015.
E a tendência é de o movimento ser ainda menor neste ano. Em 1º de junho, a TAM Linhas Aéreas deixará de operar o único voo comercial do aeroporto, que faz a rota São José-Brasília.
"Os aviões que operavam em São José eram inadequados, muito grandes para a demanda. Precisava de um estudo muito detalhado com relação a isso", avaliou Respício Espírito Santo Junior, professor de Transporte Aéreo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Segundo ele, as empresas deveriam ofertar voos com mais frequência e destinos a partir do aeroporto levando em conta as cidades ao entorno, o que ele chama de "demanda potencial". "O aeroporto pode atender Jacareí, Taubaté e municípios que podem aumentar a demanda para justificar os voos".
O problema é convencer as empresas. Nos últimos oito anos, o aeroporto perdeu voos de quatro companhias, três delas entre as maiores do país: Gol, OceanAir, Azul e TAM.

Outro lado. Procurada, a Infraero disse que não comenta movimento, mas que sempre busca empresas com interesse de operar na cidade. "A atratividade do aeroporto foi atestada por estudos independentes", disse a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Em um deles, de 2014, com 100 aeroportos regionais, o terminal foi apontado como sendo o de "maior potencial"

fonte/foto/OVale

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