terça-feira, 17 de junho de 2014

AMERICAN AIRLINES REDUZIRÁ DRASTICAMENTE VOOS À VENEZUELA A PARTIR DE JULHO

A American Airlines cortará quase 80% dos voos com destino a Venezuela a partir de julho por causa da falta de solução na disputa com o governo sobre a transferência do faturamento das companhias aéreas internacionais.

As companhias aéreas querem transferir em dólares a receita gerada na Venezuela, mas precisam de autorização oficial e liberação da moeda.

A American, maior companhia aérea do mundo, disse que a partir de 2 de julho operará dez voos por semana para a Venezuela em vez dos atuais 48, argumentando que as autoridades venezuelanas devem US$ 750 milhões à empresa.

"Eventos recentes resultaram na necessidade de reduzirmos nossas operações entre os Estados Unidos e a Venezuela entre 2 e 31 de julho", disse a companhia em nota, na qual lembrou que serviu "com orgulho" ao país durante 27 anos.

A American Airlines só voará para Caracas saindo de Miami, e eliminará os voos de Nova York, San Juan (Porto Rico) e Dallas (Texas). Os voos entre Miami e Maracaibo serão mantidos.

As companhias aéreas internacionais e a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) calculam que o governo venezuelano deve US$ 4 bilhões às companhias aéreas, dívida que é consequência do sistema de controle de câmbio no país.

O controle de câmbio na Venezuela deixa nas mãos do Estado a compra e venda de dólares e trabalha com três preços diferentes, que oscilam entre os 6,3 bolívares por dólar, os 10 do Sistema Complementar de Administração de Divisas (Sicad) I e os cerca de 50 do Sicad II.

Diante da falta de pagamento das divisas, companhias como Alitalia e Air Canadá optaram por suspender as operações na Venezuela, e outras diminuíram a frequência.

O ministro de Transporte Aquático e Aéreo, Hebert García Plaza, anunciou no último dia 6 o cancelamento total da dívida correspondente aos anos de 2012 e 2013 com seis companhias aéreas: Aeroméxico, Tame Equador, Avianca, Tiara Air, Insel Air e Aruba Airlines. 

fonte/EFE/OVale

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