terça-feira, 14 de julho de 2009

ENCONTRADOS RESTOS DE HELICÓPTERO DE DONO DA AVIBRAS

Foto Colibri/divulgação

Destroços da aeronave estavam em área de mata fechada no município de Ubatuba, litoral de São Paulo

SÃO PAULO - Foram encontrados na segunda-feira, 13, os restos do helicóptero que era pilotado pelo presidente da Avibras Aeroespacial, João Verdi de Carvalho Leite, quando desapareceu em janeiro de 2008, no litoral norte de São Paulo. Verdi e a mulher, Sonia Brasil Leite seguiam de Angra dos Reis para São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

Os destroços estão na região serrana da praia de Maranduba, em Ubatuba, conhecida como 'sertão' em meio à mata densa. Caiçaras que localizaram a aeronave acidentada informaram que o acesso, dificil, é feito por meio de uma trilha e exige cerca de 5 horas de caminhada. Pedaços da fuselagem e documentos que se encontravam a bordo foram levados para a sede da Avibrás, no município de Jacareí. Fontes do grupo disseram que foram feitas fotos do local e dos restos do helicóptero. No final da tarde diretores da corporação informaram a polícia local e o Comando da Aeronáutica. A perícia e o resgate devem ser providenciados nesta quarta-feira.

Controlador da principal indústria de equipamentos militares do país, Verdi era um piloto experimentado e cauteloso. Proprietário de dois helicópteros comprados nos Estados Unidos, fez pessoalmente as viagens de traslado de ambas as aeronaves que usava diariamente. Ele e a mulher tinham uma casa de praia em Angra dos Reis (RJ). O casal tinha um filho, João Brasil, atual superintendente da Avibrás. A empresa que entrou em recuperação judicial no segundo semestre de 2008, prepara a saida do regime especial. Seu principal cliente no momento é o Exército da Malásia, para o qual exportou, em dois diferentes contratos, cerca de R$ 800 milhões em foguetes com alcance até 100 km, veículos lançadores, carros comando e comunicações.

Depois que as buscas realizadas pela Marinha e pela Aeronáutica foram encerradas, em 28 de janeiro do ano passado a empresa continuou recebendo informações. Várias pistas e indicações foram examinadas, sem exito. A maioria delas apontava pontos no litoral sul do Rio - também de mata fechada e águas profundas - como locais onde o helicóptero teria sido avistado. Na verdade, João Verdi havia coberto um trecho bem maior do percurso pretendido. No momento do acidente já havia atingido o litoral norte de São Paulo, tomando a direção de São José dos Campos.

Roberto Godoy, de O Estado de S. Paulo

AVIÃO MONOMOTOR QUE FAZIA ACROBACIAS CAI E ATINGE CARRO NA ALEMANHA



Três pessoas de uma mesma família escaparam no domingo (12) de uma tragédia quando um avião de pequeno porte que fazia acrobacias quase se chocou com seu carro na cidade alemã de Grossostheim, próximo a Frankfurt.



Segundo a polícia, o carro da família estava estacionado em uma estrada secundária perto do aeroclube.

Um vídeo amador mostrou o momento em que o monomotor bateu no chão, perigosamente próximo a quem estava em solo. Sua colisão com o carro, que aconteceu logo a seguir, não é visível.

O impacto da colisão arrancou parte do avião e fez com que ele e o carro fossem parar longe.

O casal que estava no carro só sofreu arranhões, e a filha dele teve ferimentos leves. O piloto também se feriu levemente. Ninguém precisou ser hospitalizado.

fonte: AP

BUQUÊ DE CASAMENTO CAUSA ACIDENTE DE AVIÃO NA ITÁLIA


A tradição de jogar buquês de flores durante casamentos causou a queda de um avião na noite do último sábado na Itália, informou o jornal "Corriere della Sera".

O acidente teria acontecido no parque Montioni, na cidade de Suvereto, na região da Toscana. De acordo com a publicação, o casal de noivos contratou um pequeno avião para jogar o ramalhete de flores para as mulheres convidadas.

As flores, no entanto, teriam sido sugadas pelo motor do avião no momento em que foram jogadas, causando um incêndio e uma explosão na aeronave.

O avião caiu em uma pousada nas proximidades. O piloto, Luciano Nannelli, de 61 anos, escapou sem ferimentos. O passageiro Isidoro Pensieri, de 44 anos, que era o responsável por jogar o buquê para os convidados, no entanto, sofreu traumatismos no crânio e na face e fraturas em ambas as pernas.

Nenhuma das pessoas que estavam na pousada onde a aeronave caiu sofreu ferimentos.

Fonte: BBC via UOL Notícias - Foto: Il Tirreno

BURACO EM AVIÃO PROVOCA POUSO DE EMERGÊNCIA NOS EUA



Washington, 13 jul (EFE).- Um avião da companhia Southwest Airlines fez hoje um pouso de emergência na cidade de Charleston, no estado americano da Virgínia Ocidental, após a descoberta de um buraco que causou a despressurização da cabine da aeronave.

Um porta-voz da empresa disse à rede de televisão "CNN" que não houve feridos e que o problema foi detectado quando o avião, um Boeing 737, estava a quase 30 mil pés de altitude (ao redor de dez mil metros).

A aeronave fazia a rota entre Nashville, no Tennessee, e Baltimore, em Maryland, com 126 passageiros e cinco tripulantes a bordo.

Segundo o porta-voz da Southwest Airlines, um buraco de cerca de 30 centímetros foi descoberto na cabine e, até agora, não se sabe o que o provocou.

O incidente está sendo investigado pela Administração Federal de Aviação e a Junta Nacional de Segurança no Transporte americanas, disse o representante da companhia aérea.

Os passageiros continuaram o voo para Baltimore em outro avião, acrescentou o porta-voz.

fonte: EFE/UOL

BRASIL PREPARA NOVA AVIAÇÃO DE PATRULHA




De olho na vigilância dos tesouros do mar territorial brasileiro a aviação especializada na defesa oceânica vai mudar, muito, a partir de 2010. Com nove novas aeronaves P-3Br, convertidas a partir de um lote de doze, o grupo especializado da Força Aérea vai levar a observação oceânica até o limite da África, expandindo consideravelmente a capacidade de busca e resgate. A área de cobertura de segurança sob responsabilidade do País é de cerca de 6 milhões de quilômetros quadrados sobre o Atlântico.

Mais que isso, os grandes turboélices de quatro motores ganharam notável capacidade de combate. Podem lançar o míssil ar-superfície Harpoon, com alcance de 90 quilômetros, e despejar minas antinavio. A capacidade total de carga é de 9 toneladas, incluídos aí torpedos, bombas guiadas, cargas de profundidade e mísseis ar-ar de curto alcance da classe Piranha.

O P-3Br é a versão militar do Electra, utilizado na Ponte Aérea entre Rio e São Paulo entre 1975 e 1992.

Em abril, segundo o Comando da Aeronáutica, chegam à Bahia as duas primeiras aeronaves, pesadas e de grande porte, que podem permanecer em voo por 16 horas no limite de alcance de até nove mil quilômetros - ou metade disso em missão de ataque. O complexo sistema de procura e de localização eletrônica é muito avançado, identifica objetos de 60 centímetros sobre a água e esquadrinha blocos de centenas de quilômetros simultaneamente. A capacidade de detecção submarina é informação classificada, sigilosa.

O ministro Nelson Jobim, da Defesa, acredita que "se esse recurso já estivesse disponível no Brasil, as buscas por eventuais sobreviventes e por destroços do A330-200 da Air France (o jato que fazia a rota Rio-Paris caiu no mar dia 1º de junho) ganhariam um poderoso incremento". Jobim gostaria de antecipar a entrega talvez para novembro próximo.

Os 12 aviões são usados, comprados por meio de negociação direta entre governos. Foram fabricados entre agosto de 1964 e dezembro de 1965. Estavam estocados no Centro de Manutenção e Recuperação (Amarc) mantido pela Força Aérea americana em Tucson, no extra seco deserto do Arizona. Os esquadrões saíram de serviço depois de operar por mais de 25 anos. O custo de cada um é estimado em US$ 800 mil - só a aeronave.

A história é diferente no miolo eletrônico. As unidades estão sendo revitalizadas. O sistema de bordo, digital e de alto desempenho, é de última geração, fornecido pela EADS-Casa, empresa espanhola. O valor total do contrato é de US$ 470,946 milhões.

A Aeronáutica vai receber nove aviões operacionais. Manterá, na reserva, três deles, para canibalizar - vão servir como depósito de peças e de componentes. Um terá arranjos internos para instrução de operadores, mantendo a capacidade de uso regular. Não foi um processo fácil, esse, da aquisição dos P-3 e da encomenda da configuração eletrônica. Em 2004, dois anos depois de a escolha ter sido feita pelo Comando da Aeronáutica, o deputado Carlos Melles (DEM-MG) e o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) solicitaram informações ao Ministério da Defesa preocupados com o que definiram como "a não adoção da solução nacional" para a encomenda. Os parlamentares, alertados pela Associação das Indústrias Aeroespaciais Brasileiras (Aiab), queriam saber o motivo pelo qual o jato P-99, da Embraer, não havia sido escolhido. O avião, montado sobre a plataforma do modelo de passageiros Emb-145 de 50 passageiros, divide. O Comando da Aeronáutica, na época, argumentou que o alcance do P-99 era de apenas 3 mil quilômetros. A Força anunciou em 2005 que estava interessada no desenvolvimento de um patrulheiro maior, provavelmente baseado no Emb-190, cuja versão civil transporta além de 100 pessoas por 4.500 quilômetros. Outros argumentos: os P-3, da Lockheed-Martin, voam em 16 países, somam 420 unidades e, modernizados, terão a vida útil estendida por 25 anos - o mesmo tempo previsto para os P-99, segundo o esclarecimento prestado ao senador e ao deputado.

O programa de revitalização da EADS-Casa está sendo conduzido na Espanha. O primeiro P-3Br, o FAB 7200, voou no dia 29 de abril na base aérea de Getafe, próximo a Madri. A entrega formal, no final do semestre, será seguida de um período estimado entre 90 e 120 dias de operações de adestramento no próprio avião. Pilotos e técnicos estão sendo preparados pelo Ejército del Aire para a transição.

O empreendimento implica ampla transferência de tecnologia, afirma o ministro Jobim. O conhecimento está sendo partilhado com a iniciativa privada, por meio da Atech Tecnologias Críticas, de São Paulo. A empresa mantém, na Espanha, 14 especialistas diretamente aplicados, mais três engenheiros supervisores na matriz.

Os investimentos nesse segmento do processo são da ordem de US$ 9,4 milhões, algo como 2% do pacote financeiro completo. O engenheiro Cláudio Carvas, da Atech, sustenta que "o País vai ganhar independência no domínio do conhecimento para, mais adiante, utilizá-lo em outros empreendimentos que exijam sistemas embarcados, como, por exemplo, nos novos submarinos a serem incorporados pela Marinha". O patrulheiro mede 35,5 metros de comprimento por 30,3 metros de envergadura. Leva 11 tripulantes e tem seis consoles digitais de trabalho. A sede do time será o 7º Grupo de Aviação, em Salvador.

Primeiro voo do P-3BR ocooreu em 29 de Abril, nas instalações de Getafe (Espanha) da Airbus Military

De olho na vigilância dos tesouros do mar territorial brasileiro, a aviação especializada na defesa oceânica vai mudar, muito a partir de 2010. Com nove novas aeronaves P-3Br, o grupo especializado da Força Aérea vai levar a observação oceânica até o limite da África, expandindo a capacidade de busca e resgate. A área de cobertura de segurança sob responsabilidade do país é de cerca de 6 milhões de quilômetros sobre o Atlântico.

Os grandes turboélices de quatro motores podem lançar o míssil ar-superfície Harpoon, com alcance de 90 quilômetros e despejar minas antinavio. A capacidade total de carga é de 9 toneladas.

O P-3Br é a versão militar do Electra, utilizado na Ponte Aérea entre Rio e São Paulo de 1975 a 1992. Em abril, segundo a Aeronáutica, chegam à Bahia as duas primeiras aeronaves, pesadas e de grande porte, que podem permanecer em voo por 16 horas no limite de alcance de até 9 mil quilômetros – ou metade disso em missão de ataque.

fonte: Estadão/clicrbs

PORTA AVIÕES SÃO PAULO - O GIGANTE DOS MARES VOLTOU APÓS QUATRO ANOS PARADAO

Maior navio de guerra do Hemisfério Sul retoma este mês suas operações navais

Um gigante de ferro em contagem regressiva para retornar ao mar. Quatro anos após o acidente que matou três militares e deixou sete feridos, o porta-aviões São Paulo, maior embarcação da esquadra brasileira, vai voltar a navegar em operações de inspeção e adestramento pelo litoral de Santos e Vitória. A previsão é que, até o fim do mês, o navio saia do Arsenal da Marinha, no Centro do Rio, para testar todos os sistemas e equipamentos e treinar os pilotos dos esquadrões de helicópteros e de caça Skyhawk. Militares a bordo do porta-aviões ainda não sabem qual será a primeira missão oficial. Mas, se passar no teste naval, o São Paulo estará pronto em 2010 para proteger recursos ainda não explorados da Amazônia Azul, a fronteira brasileira no mar, e resguardar as reservas de petróleo, principalmente as do pré-sal.

Maior navio de guerra do Hemisfério Sul retoma este mês suas operações navais

Desde 2005, o São Paulo está parado para a sua primeira grande reforma às vésperas dos seus 50 anos. Neste período, foram gastos R$ 80 milhões para manter e modernizar máquinas e equipamentos. Ganhou novos sistemas de radares capazes de detectar o inimigo a 380 km de distância e três lançadores de mísseis. A catapulta, que impulsiona as aeronaves, foi revisada. Tubulações de combustível, água e até a de vapor na padaria, onde houve o vazamento de gases superaquecidos, foram substituídas. A embarcação também recebeu novos equipamentos de segurança para o CAV, grupamento de resgate e combate a incêndios e alagamentos — os bombeiros do navio. “É item prioritário para garantir a sobrevivência de todos nós”, diz o comandante do São Paulo, o capitão de mar e guerra, Rodolfo Frederico Dibo. Para ele, o navio aeródromo assegura a defesa nacional. “O mundo inteiro vê que o Brasil opera um porta-aviões. Ele impõe respeito aos países vizinhos.”

Apenas nove países possuem porta-aviões, quase uma cidade com autonomia para permanecer até 30 dias em alto mar. Corredores que parecem não ter fim levam a 1.850 cômodos. Os 1.400 militares a bordo contam com UTI, salas de cirurgias e enfermaria com 21 leitos, consultório odontológico, capela, academia de ginástica, sala de jogos, quatro cozinhas, padaria, açougue e refeitórios onde são servidas diariamente 6 mil refeições, com café, almoço, jantar, além do rancho noturno.

Área interna do porta-aviões São Paulo, atracado no Rio

Quinta-feira, o almoço foi feijão, risoto de frango, salada e doce de abóbora com coco. Responsável pelo cardápio, o imediato e capitão de fragata Sérgio Chaves Júnior tem que fazer milagres para garantir cinco refeições/dia ao custo total de R$ 3,50 para cada um dos 1.400 tripulantes. Número que sobe para 2 mil pessoas quando vai ao mar, com o reforço de pilotos e mecânicos de aeronave. O maior navio de guerra abaixo da linha do Equador espera continuar em tempos de paz.

FOTOGALERIA: Os diversos ambientes do porta-aviões que está no Rio

Piloto nem usa toda a pista de 160 metros

A façanha é digna dos grandes ases: pousar um caça Skyhawk em pista de apenas 160 metros, 10 vezes menor do que a de um aeroporto. Mesmo assim, só se usam 100 metros. “Quando olho de cima, só vejo água. Não há uma referência e tenho de checar os instrumentos”, diz um dos nossos Top Guns, o capitão de fragata José Vicente de Alvarenga Filho, 40 anos, chefe do Departamento de Aviação do São Paulo.

É nesse trecho mínimo que o piloto mostra perícia e arrojo. O jato tem de tocar o chão na medida exata para que o gancho em sua cauda engate no cabo de aço que cruza a pista. A velocidade cai de 220 km/h a zero quase instantaneamente. Se não houver o engate, o piloto ainda pode usar os 60 metros restantes de pista para arremeter.

Em 25 anos de Marinha, Alvarenga ostenta 80 pousos no porta-aviões e 1.500 horas de voo. “Não posso entrar muito veloz na pista porque o avião pode cortar o cabo de aço como uma faca corta um barbante. Se for muito lento, posso pegar o cabo com as rodas no ar e jogar a aeronave contra o navio”, observa.

Para quem fica no convoo — a área de pouso e decolagem —, os riscos são de assustar. Ele é considerado o lugar mais perigoso para se trabalhar no mundo. O treinamento é rigoroso e as normas de segurança, seguidas à risca. “Não é difícil. É perigoso. Temos que treinar muito. Mas depois entra no sangue”, brinca o piloto.

Detalhes do São Paulo:

PODER DE FOGO

Capaz de transportar de uma só vez 39 aeronaves: 17 helicópteros e 22 caças.

DESLOCAMENTO

É o peso da embarcação: 34 mil toneladas (a plena carga).

VELOCIDADE

Máxima de 30 nós (54 km/h), alta para navios de seu porte. Tem autonomia para navegar sem reabastecer por um mês.

CONDOMÍNIO

Se fosse um condomínio, teria 20 blocos de 15 andares e 1.850 cômodos. Para inspecionar todos os compartimentos do navio são necessários 10 dias.

PASSADO

Comprado da França por US$ 12 milhões (R$ 24 milhões), em 2000, para substituir o Minas Gerais. Construído entre 1957 e 1960, combateu na Guerra do Golfo.

Fonte: Maria Luisa Barros e Élcio Braga (O Dia) - Fotos: Alexandre Vieira (Agência O Dia)

AVIÃO DA FAB QUE PARTICIPOU DAS BUSCAS DO AF447 ESTÁ NA INGLATERRA


A aeronave SC-105 Amazonas, do Esquadrão Pelicano, da Base Aérea de Campo Grande, participa na cidade de Fairford, Inglaterra, do RIAT 2009 (Royal International Air Tattoo), considerado a maior feira de aviação militar do mundo. Dez militares embarcaram no último domingo à tarde, com destino ao velho continente.

O Amazonas participou em junho das buscas do Air France 447, na costa de Pernambuco. Segundo a Base Aérea, os militares do Esquadrão Pelicano vão expor equipamentos usados em sua aeronave para busca no mar e interagir com militares de outros países.

O evento espera mais de 300 aviões e 170 mil pessoas. “É a primeira vez que o Esquadrão participa de um evento deste porte”, informa a Base Aérea. Para o evento, o SC-105 foi adesivado com um pelicano estilizado, dando um toque personalizado a aeronave. O retorno dos militares está previsto para o dia 20 de julho.

Fonte: Campo Grande News - Foto: divulgação/FAB

QUEDA DE PEQUENO AVIÃO FAZ UM MORTO EM PORTUGAL


Fotos: Arménio Belo (Agência Lusa)

Foto: Artur Machado (JN)

O piloto de um pequeno avião perdeu a vida neste domingo (12) quando o aparelho que pilotava caiu no solo. Aconteceu numa freguesia de Ponte de Lima (vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte).

As causas do acidente estão ainda por apurar mas a falta de visibilidade pode estar na origem do acidente.

O alerta foi dado pelas 12h14, Um avião tinha caído no Alto da Vacariça, freguesia de Refóios do Lima, distrito de Ponte de Lima.

O Centro Distrital de Operações de Socorro da Protecção Civil de Viana do Castelo confirma um morto. "Existe a confirmação de um cadáver", afirmou fonte da Proteção Civil.

O morto é o piloto da avioneta, Valentim Pastor, um espanhol de 68 anos, que tinha decolado do aeródromo de Cerdal, em Valença, ao aeródromo de Ávila, nos arredores da cidade de Madrid.

O corpo do piloto foi encontrado a cerca de cem metros dos destroços. O celular que tinha no bolso, resistiu ao choque, tendo sido fundamental para identificar Valentim Pastor e comunicar à família, em Madrid, o trágico desfecho de alguns dias de aventura sobrevoando o Alto Minho.

A investigação do acidente está entregue ao Instituto Nacional de Aviação Civil, a quem caberá apurar as circunstâncias do acidente.

De acordo com os bombeiros a causa provável terásido o nevoeiro que fez com que o piloto tivesse perdido a visibilidade e chocado contra o monte. Foi aliás ao ouvir o estrondo que um individuo que por ali passava deu o alerta para as autoridades.

Fontes: RTP Notícias / Manuela Teixeira (Correio da Manhã)

MONOMOTOR COM EMPRESÁRIO BRASILEIRO DESAPARECE NA VENEZUELA


Um monomotor Beechcraft, modelo BR-36 A Bonanza, desapareceu no último sábado no espaço aéreo da Venezuela quando fazia a rota Antilhas Francesas - Boa Vista, em Roraima, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave transportava o diretor Financeiro e de Relações com os Investidores da companhia Magnesita, Maurício Lustosa de Castro, e era pilotada por Alessandro Traugott Binder Morais.

De acordo com a Magnesita, a aeronave saiu inicialmente de Miami e tinha Belo Horizonte como seu destino final. O último contato feito pelo monomotor com o Centro de Controle Maiquetia, Venezuela, foi realizado por volta das 18h (horário de Brasília) de sábado.

A FAB informou que enviou uma aeronave SC95 Bandeirante para auxiliar nas buscas. O trabalho foi iniciado na manhã desta segunda-feira e limitou-se à fronteira do Brasil com a Venezuela, na rota prevista do avião. Uma aeronave Bandeirante da FAB permanecerá de sobreaviso em Manaus.

Redação Terra

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