segunda-feira, 6 de maio de 2013

POLÍCIA INVESTIGA POUSO FORÇADO DE ULTRALEVE, EM ARIQUEMES,RO



Piloto de ultraleve fez pouso forçado no domingo, em Ariquemes (Foto: Ivon Camilo/Alerta Notícias) 
Piloto de ultraleve fez pouso forçado no domingo, em Ariquemes (Foto: Ivon Camilo/Alerta Notícias)
A Polícia Civil de Ariquemes (RO) investiga as causas que motivaram um pouso forçado de um ultraleve experimental, no domingo (5). O incidente, que deixou o piloto com uma das pernas fraturadas, ocorreu no loteamento Jardim Vitória. 

Um passageiro da aeronave sofreu ferimentos leves. De acordo com a Polícia Militar, que ouviu testemunhas, o ultraleve sofreu uma pane mecânica, logo após a decolagem no aeroporto do município, e ficou danificado, segundo a PM. 

Por se tratar de um modelo experimental, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Seripa 7) informou ao G1, que o caso não deve ser investigado pela Aeronáutica. 

Segundo o suboficial da Aeronáutica Dalson Trigueiro Lima, os ultraleves experimentais são de responsabilidade dos pilotos. “De acordo com nossa regulamentação, este tipo de aeronave é por conta e risco dos operadores”, explica.

Mas para o delegado regional da PC, Thiago Flores, o caso deve ser investigado. “A perícia está trabalhando. Com o resultado poderemos saber o que pode ter causado o acidente e se o piloto tinha autorização para voar”, explica. Flores salienta que, em virtude da complexidade do acidente, a conclusão do laudo deve sair em 30 dias.

De acordo com familiares, o piloto Adalberto Duarte Martins Lopes, de 43 anos, passou por uma cirurgia na perna, logo após o acidente, e segue internado. O passageiro que teve ferimentos leves não foi localizado.

Estrutura de ultraleve experimental ficou danificada (Foto: Ivon Camilo/Alerta Notícias)Estrutura de ultraleve experimental ficou danificada (Foto: Ivon Camilo/Alerta Notícias)
fonte/G1
 

COMISSÁRIO DA GOL DIZ QUE RORAIMA É "FIM DO MUNDO" E CAUSA REVOLTA


Postagem foi feita na manhã desta quarta-feira (1º) (Foto: Reprodução/Facebook)Postagem foi feita na manhã desta quarta-feira (1º) (Foto: Reprodução/Facebook)

Internautas roraimenses se revoltaram nesta quarta-feira (1º) após postagem de um funcionário da Gol Linhas Aéreas em uma rede social. Segundo eles, o comissário de bordo ofendeu o estado quando publicou: '#boavista  #roraima #fimdomundo #bvexiste #medo #maismedo'.

A proprietária de uma agência de turismos de Boa Vista, Shirley Cabral de Brito, disse que o sentimento é de revolta. Ela conta que visualizou a foto com o comentário ao acessar sua rede social.
"Ele deveria saber mais sobre geografia. O Brasil começa aqui, no Caburaí (Roraima) e termina no Chuí (Rio Grande do Sul). Merecemos mais respeito por parte das grandes empresas e seus funcionários", disse.
Shirley, que está há mais de 30 anos no mercado e é membro da Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav), fará uma representação contra a empresa e o funcionário. Ela disse que respeitar o brasileiro, ainda mais neste segmento, é obrigação.

O professor José Maria Rodrigues Neto compartilhou a informação em seu perfil na internet. Ele disse que como roraimense, e filho de pais nascidos em Roraima, é revoltante ler comentários como este.
"Como professor defendo o respeito. Como roraimense espero uma retratação da empresa. Mandei um manifesto por meio do site da Gol", disse.

Em 7 horas de postagem, mais de 500 pessoas já haviam compartilhado a  publicação do funcionário da empresa, além dos comentários.

A publicação foi retirada pelo usuário logo após o G1 entrar em contato com assessoria de comunicação da empresa Gol Linhas Aéreas. Além disso, o funcionário da Gol mudou o nome e a foto do perfil da rede social.

A reportagem tentou entrar em contato, por meio da rede social, com o comissário de bordo, mas não obteve resposta.

Outro lado
Por meio de nota, a Gol Linhas Aéreas informou que expressões individuais de seus colaboradores não refletem a opinião oficial da Companhia. Diante dos fatos, a Gol irá tomar as medidas cabíveis e lamenta o ocorrido.

fonte/G1/RO

VOO É CANCELADO EM BOA VISTA E CAUSA TRANSTORNOS A PASSAGEIROS


O voo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras que sairia às 10h desta segunda-feira (06) do Aeroporto Internacional de Boa Vista Atlas Brasil Cantanhede, em Roraima, com destino a Manaus (AM) foi cancelado. Aos clientes, a empresa teria informado que a falta de passageiros foi o que motivou a suspensão do voo.    

O advogado Teodoro Júnior, que veio a Boa Vista participar de concurso, informou que o gasto extra com estadia não estava nos planos. Ele relatou que o dia a mais na capital também deverá resultar em problemas no trabalho.

"Teria que retornar ao trabalho ainda hoje. Como só vou sair daqui à noite, chego apenas amanhã em casa, ou seja, terei que faltar mais um dia. Além disso ainda perdi a conexão que faria em Manaus. Comprei minha passagem com antecedência e ainda tenho que passar por isso", destaca.

A funcionária pública Izete Garcia também perdeu conexão que faria em Manaus para seguir em voo de outra empresa a Belém. " Eles já tinham confirmado o voo. Fiz até o meu check-in e agora eles cancelam a nossa viagem. Só para remarcar a passagem que perdi na outra empresa a taxa que estão me cobrando é de R$ 1 mil", relata.

Ao G1, a Azul Linhas Aéreas informou que o voo 5211 foi cancelado por razões operacionais. A empresa afirmou que todos os clientes foram reacomodados em voos da companhia e congêneres, além de ter prestado o auxílio necessário conforme a Resolução 141 da ANAC. "A Azul lamenta eventuais transtornos ocorridos aos seus clientes", informa.

fonte/G1/RO

HELICÓPTERO CAI NA SIBÉRIA

Um helicóptero MIL-Mi-8, da Angara Airlines,  caiu próximo a Irkutsk Oblast, por motivos desconhecidos.

A aeronave transportava quase duas toneladas de explosivos e dez ocupantes.
 
Teme-se que ninguém sobreviveu ao acidente.

fonte/ASN
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AVIÃO DA TAM RETORNA APÓS PANE HIDRÁULICA EM FORTALZA

Um Airbus A319-100, da TAM linhas Aéreas, registro PR-MAM, realizando o voo JJ-3785 de Fortaleza (CE) para Brasilia (DF), retornou para Fortaleza quando a tripulação observou alarme de pane hidráulica durante a subida no domingo (5).

Aeronave pousou com segurança e o voo foi cancelado.

fonte/AvHerald

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CRISE IMPULSIONA AVANÇO DA AVIAÇÃO EXECUTIVA NO BRASIL

O Brasil vive um de seus melhores momentos no setor da aviação executiva, sendo hoje o país com a segunda maior frota de jatinhos, atrás somente dos Estados Unidos, e o terceiro que mais produz aeronaves deste tipo. À frente da Embraer, fabricante nacional, só estão a canadense Bombardier e a americana Cessna.

O bom desempenho se deve, em grande parte, à crise internacional iniciada em 2008, que criou um ambiente favorável à compra desses aviões em outros países, além do crescimento dos emergentes.
"O real sobrevalorizado, o mercado externo deprimido, o surgimento de melhores taxas de juros e até descontos, que acabaram reduzindo o preço, além do bom desempenho da economia nacional, são fatores que tornaram mais fácil para os brasileiros comprarem essas aeronaves no exterior", avalia Francisco Lyra, diretor da consultoria C-Fly Aviation e ex-presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral).

Ele explica que tradicionalmente havia mais aviões executivos nos Estados Unidos e na Europa, mas com a contínua crise nesses mercados e o avanço das economias em desenvolvimento, sobretudo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) outros centros tornaram-se os grandes motores desta indústria - e a tendência é de expansão.

"É claro que eles estão se beneficiando do momento circunstancial, mas além disso, esses países têm dimensões continentais e estão investindo para expandir o setor. A China está construindo centenas de aeroportos regionais e o Brasil planeja construir mais de 200. Há uma demanda enorme, e o crescimento vai continuar", afirma Lyra.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem 5.565 municípios, mas destes, de acordo com o analista ouvido pela BBC Brasil, apenas 130 têm aeroportos atendidos por companhias aéreas.

Em contrapartida, há 4.105 pistas de pouso para aviões de pequeno porte, sendo 713 pavimentadas e 3.392 de terra. Em comparação, os Estados Unidos têm 500 aeroportos atendidos por linhas comerciais e 18 mil voltados aos jatos executivos.

As pistas de terra só podem ser utilizadas por aviões turboélice, e geralmente estão localizadas em regiões do interior do país, além de fazendas. A cifra denota o potencial de crescimento do mercado de jatos no país e a demanda reprimida por mais aeroportos regionais.

"A capilaridade do sistema se dá pela aviação executiva. Num país das dimensões do Brasil é inviável para um empresário ter alcance nacional por meio das linhas aéreas comerciais. Esta se torna a única opção", indica.

Expansão
Mirando obter uma parcela maior deste segmento, a Embraer, que desde 1969 se tornou a terceira maior fabricante de aviões comerciais e de defesa do mundo, atrás somente da Boeing e da Airbus, tem planos de aumentar seus investimentos no mercado executivo.

Embora o primeiro avião do tipo tenha sido entregue em 2002, a empresa só montou uma linha completa de jatinhos cinco anos atrás, com modelos que custam de US$ 4,1 milhões (R$ 8,2 milhões) a R$ 55 milhões (R$ 110,06 milhões).

Neste pouco tempo a Embraer já detém uma posição de destaque global, tendo sido responsável por 15% das entregas dessas aeronaves em todo o mundo em 2012 - e a intenção é elevar esse número, inclusive entre o público brasileiro.

"O Brasil está indo bastante bem, o mercado está comprador, e nós esperamos entregar uma quantidade significativa de aeronaves no país neste ano", diz Marco Túlio Pellegrini, vice-presidente da Embraer Aviação Executiva, que atualmente conta com fábricas em Portugal, Estados Unidos e na China, além do Brasil.

Os jatinhos respondem atualmente por 21% do faturamento da Embraer, e a intenção, diz Pellegrini, é que a cifra seja elevada para 25% até o fim de 2013.

Ele explica que mesmo nos países em crise ainda há mercado, e que os Estados Unidos, por exemplo, apesar de não registrarem aumento das vendas, continuam sendo o número um em compras mundiais.
"O número de milionários no Brasil e no mundo continua, os negócios estão florescendo. Existe uma dúvida quanto à economia mundial, mas é uma dúvida. As pessoas que lideram o mundo dos negócios aceitam tomar riscos em momentos de indefinição. E é onde se dão bem", avalia.

Os Estados Unidos estão no topo da lista de compradores da Embraer, com 40% dos 630 jatos executivos brasileiros em operação no mundo atualmente. O Brasil fica em segundo, com 20%, seguido da Grã-Bretanha, Alemanha e Emirados Árabes Unidos.

Luxo x Negócios
O analista Francisco Lyra diz que há um estereótipo entre o público de que os jatinhos são associados ao mercado de luxo, quando na verdade, apesar da sofisticação, eles são primordialmente voltados ao mundo dos negócios e ajudam a otimizar o tempo e os recursos das grandes companhias.

"Há essa visão de mordomia, luxo, mas na verdade trata-se de um escritório móvel, com internet, telefones e locais para reuniões. Hoje, 80% das viagens de jatos executivos estão relacionadas a tomadas de decisões sobre investimentos. São CEOs, presidentes, diretores, e o custo por hora dessas pessoas é tão elevado para as empresas que vale mais a pena enviá-los num avião particular do que deixá-los ociosos em trânsito", explica.

Além disso, grandes redes bancárias e varejistas, como de supermercados, que têm presença nacional, não poderiam ser gerenciadas de outra forma, e há ainda a questão de segurança e confidencialidade. "Você discutiria decisões estratégicas que levam em conta investimentos de bilhões de dólares num voo com 150 pessoas, ou num ônibus?", diz.

Lyra explica que os jatos Ultra Long Range (ULR, ou jatos de longo alcance), com maior autonomia de voo, foram um dos segmentos que mais cresceram dentro da aviação executiva nos últimos anos e que eles são comprados por mega investidores e as maiores multinacionais. "Esse tipo de aeronave teve procura na Europa. Em tempos de crise, é preciso buscar novos negócios", diz.

No caso da Embraer, o modelo desta categoria é de tamanho semelhante ao ERJ-190, que é usado por companhias aéreas de todo mundo, e que na configuração executiva pode levar até 19 passageiros. "Os compradores dessas aeronaves são em geral grandes empresas, e até governos dos mais variados países", diz Marco Túlio Pellegrini.

Ele explica que o avião é capaz de fazer rotas para os Estados Unidos e a Europa com apenas uma parada e que entre seus diferenciais estão cinco áreas de cabine, com hall de entrada, sala de estar e reuniões e até uma suíte com cama de casal e banheiro com chuveiro.

"É como se fosse a sua casa, tem todo o conforto, mas com a diferença de estar a 40 mil pés de altura", diz Pellegrini, acrescentando que há centenas de opções disponíveis para configurar o interior da aeronave - bastam R$ 110 milhões para personalizar o seu.

fpnte/BBC/Terra

PILOTOS DEIXAM COMISSÁRIAS NO COMANDO DE AVIÃO

Os pilotos do voo AI-333, da Air India deixaram duas comissárias de bordo ao comando do avião para poderem dormir, até que foram acordados repentinamente quando uma delas desligou acidentalmente o piloto automático.

Os dois pilotos terão dormido durante aproximadamente 40 minutos até ao momento de pânico, em que tiveram que levantar-se e correr para o cockpit para estabilizar da aeronave, noticiou hoje a imprensa a local.

Trata-se do voo AI-133 que fazia a ligação Banguecoque-Nova Délhi, a 12 de Abril. O incidente ocorreu a 10 mil metros de altitude, num Airbus-321 com 166 passageiros, de acordo com fontes anónimas citadas pelo Mumbai Mirror.

Segundo a publicação, o co-piloto Ravindra Nathel abandonou o cockpit rumo à primeira classe, enquanto o comandante B.K. Soni explicava às comissárias o básico para controlar o avião, antes de seguir «para a cama».

Por seu lado, a companhia aérea defendeu-se argumentando que os pilotos não deixaram o cockpit, mas reconheceu que as hospedeiras ficaram durante um longo período na cabine de comando.

Na versão da transportadora aérea, terá sido o co-piloto que desligou o piloto automático, «por distração».

A Direcção-Geral de Aviação Civil da Índia confirmou que os pilotos e as comissárias envolvidos no caso foram despedidos e que a ocorrência está a ser alvo de investigação.

fonte/OSapo

LATINO FAZ VOO COMO "CO-PILOTO"

Será verdade ??? e a aeronave é um Airbus....onde fica a segurança????



Latino deixou o microfone de lado para realizar um novo projeto em sua vida, que não tem nada a ver com música. O cantor assumiu a cadeira de co-piloto, pela primeira vez, em um avião comercial, contrariando a rigidez das empresas aéreas.

“Foi assim a minha primeira experiência ontem como co-piloto !! Já comecei por cima num 737. Amei !!! ”,infomou Latino.

fonte/foto/Ofuxico

ACIDENTE COM LEARJET NA VENEZUELA







 Neste domingo, 05ABR13,  aproximadamente às 10:00 local, uma aeronave de de bandeira norte-americana, matricula N119FD, marca, LEARTJET INC, modelo: 60, série: 029, ano: 1994, cores fundo branco com listas cinzas, se precipitou em terra quando se aproximava da pista do aeroporto Internacional "Arturo Michelena" (SVVA), Valencia, Venezuela, na mesma provincia do Aeroporto "Oscar Machado Zuloaga" (SVCS), Charallave, estado Miranda, Venezuela.

A aeronave era tripulada pelos Cap. LUIS ALFREDO MALDONADO ZWANENBURG. C.I. N°: V- 13.693.401, FN: 03ABR75 e como co-piloto o Cap. RODOLFO ENRIQUE DI LEMA DIAZ, FN: 10DIC56, que faleceram no local do acidente. A aeronave caiu em  terrenos da Urb. Parque Valencia, afetando residências do setor Flamingo Park y Villas del Sol 1, entre elas uma casa, um andar térreo de um edifício e um estacionamento com seis veículos que pegaram fogo após a colisão da aeronave.

fonte/SAR/rescate/foto/twitter

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