sexta-feira, 27 de março de 2009

VIDEO - POUSO COM VENTO DE TRAVÉS

VIDEO - AVIAÇÃO NO CONGO - I

VÍDEO - AVIAÇÃO NO CONGO - II

CESSNA SKYCATCHER "UNDER REVIEW"


O primeiro entrou em parafuso chato a 10.000 pés. O piloto tentou acionou o paraquedas balístico do avião que não funcionou. O piloto pulou fora a 5.000 pés e aciounou o seu próprio paraquedas. O segundo protótipo caiu no dia 19 de março de 2009 após testes de parafuso. O avião mesmo modificado com um estabilizador vertical maior, entrou em um parafuso não recuperável. Desta vez o piloto resolveu ficar no avião o o paraquedas balístico funcionou parcialmente quebrando o nariz e as rodas do avião no solo. Depois o vento o arrastou e ele capotou junto a uma cerca. O piloto não se feriu.A Cessna colocou no dia 25 de março oficialmente o programa "under review" (sob revisão).

fonte: Aviation News

AVIÃO CUJA TURBINA CAIU SOBRE CASAS EM MANAUS NÃO TINHA AUTORIZAÇÃO PARA TRANSPORTAR CARGAS





O avião DC-10, cuja turbina caiu sobre casas na zona norte da capital amazonense, estava carregado no momento da decolagem. Mas, a aeronave não tinha autorização para transportar cargas. De acordo com nota da Força Aérea Brasileira (FAB), o avião tinha autorização para realizar voo sem fins lucrativos e sem carga. Na madrugada desta quinta-feira, o avião decolou do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Logo após a decolagem, uma das turbinas e outros pedaços da fuselagem do avião caíram sobre o bairro Terra Nova, na periferia de Manaus. As peças atingiram 21 casas, mas ninguém ficou ferido.As Defesas Civis de Manaus e do governo do Amazonas já terminaram o levantamento das casas atingidas pelas peças da turbina. Uma relação será encaminhada para a Aeronáutica e para a Arrow Cargo, responsável pelo avião. De acordo com o coordenador do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-7), tenente-coronel Vladimir Passos, a turbina e as outras peças do avião que se descolaram já foram recolhidas e estão sendo armazenadas num hangar da Aeronáutica, onde serão vistoriadas.


Fonte: Portal Amazônia via O Globo

PILOTO DO AVIÃO QUE PERDEU PARTE DA TURBINA NÃO INFORMOU O PROBLEMA, DIZ AERONÁUTICA


A Força Aérea Brasileira informou na tarde de quinta-feira que o comandante do avião cargueiro, cuja parte da turbina caiu sobre um bairro de Manaus durante a madrugada, não reportou problema algum aos Órgãos de Controle de Tráfego Aéreo após a decolagem. A aeronave deixou o terminal de cargas anexo ao Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, na capital amazonense, por volta de 1h30, com destino a Bogotá, na Colômbia.De acordo com a Aeronáutica, os bombeiros do aeroporto internacional informaram aos operadores da torre de controle terem ouvido um estrondo durante a decolagem do cargueiro. A torre questionou o piloto, que negou qualquer anormalidade. Ao tomar conhecimento da queda de peças do avião, ocorrida por volta de 1h45, o Centro de Controle de Aérea (ACC), do Cindacta 4, também entrou em contato com o piloto, que então informou um problema em uma das turbinas e decidiu continuar o voo.
Fonte: Agência Estado via IG

CTA ESTIMULA VEÍCULOS NÃO TRIPULADOS


O Mercado alvo são as operações de reconhecimento aéreo e monitoramento da natureza, entre outros. O CTA Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, reconhecido como um dos mais importantes centros de ensino, pesquisa e desenvolvimento de tecnologia aeroespacial da América Latina, também está se tornando um importante pólo tecnológico na área de veículos aéreos não tripulados (VANT). A Embravant, especializada na produção desses veículos, acaba de instalar uma unidade na incubadora de empresas de base tecnológica, inaugurada ontem no CTA.
Primeira incubadora de tecnologia aeroespacial do País, a IncubAero iniciou suas atividades com seis empresas e atividades voltadas para as áreas de veículos aéreos não tripulados, homologação aeronáutica, segurança e inspeção industrial. O empreendimento, instalado em uma área de 900 metros quadrados, é um projeto gerenciado pela Fundação Casimiro Montenegro Filho (FCMF), organização de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico, em parceria com o ITA/CTA, Sebrae, Ciesp Regional e Prefeitura de São José dos Campos.
A localização da Incubaero é considerada estratégica pelas empresas incubadas, que poderão utilizar as facilidades de infra-estrutura e laboratórios oferecidas pelo CTA/ITA no desenvolvimento dos seus projetos. O CTA também acumula experiência na área de veículos aéreos não tripulados e está à frente do desenvolvimento de um VANT com aplicações civis e militares de reconhecimento aéreo, monitoramento de recursos naturais, redes elétricas e de dutos de petróleo.
O projeto do CTA tem um custo estimado de R$ 27 milhões. Parte desse valor, cerca de R$ 10 milhões, está sendo financiado pela Finep e o restante pela FCMF, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Exército (IPD) e Instituto de Pesquisas da Marinha (IPQM). Segundo o coordenador do VANT no CTA, Flávio Araripe, o objetivo do projeto é o desenvolvimento de um sistema de navegação e controle que terá aplicação em veículos aéreos não tripulados.

"Em 2006 faremos os testes em vôo das versões preliminares desses sistemas, utilizando duas plataformas ou aeronaves já existentes - o Acauã, veículo desenvolvido pelo CTA na década de 80 e o Harpia, da Marinha, ambos com três metros de envergadura", explicou.
A Flight Technologies, uma das empresas da IncubAero, também pretende participar de projetos de veículos aéreos não tripulados. "Fizemos uma parceria com a Embravant para desenvolver a parte de modelagem e o projeto do sistema de controle dos veículos da empresa", explica um dos diretores da Flight, Nei Salis Brasil Neto.
A Embravant iniciou o desenvolvimento do seu primeiro modelo de VANT em 2003, com o projeto Gralha Azul. Dois protótipos da aeronave, que tem 3,75 metros de envergadura e 2,56 metros de comprimento, já fizeram diversos testes em vôos telecomandados. "No final de 2004 entramos em uma nova fase do projeto, visando um veículo autônomo, com sistema de pilotagem e navegação baseados em GPS e outros sensores", explica um dos diretores da Embravant, Valter Ricardo Schad.
O mercado alvo para os veículos da Embravant, segundo Schad, são os setores de transporte, topografia, imageamento em geral (aerofotogrametria, aerofilmagens), supervisão e reconhecimento, levan-tamento de dados, monitoramento agropecuário, aplicação de produtos químicos em plantações, entre outros.
"A principal vantagem do VANT é o custo operacional, que chega a ser três vezes mais barato do que o de uma aeronave tradicional. Além de não ser operado por um piloto, pode fazer operações de maior risco, como vôos em altitudes muito baixas", disse. O custo unitário de um VANT, segundo Schad, varia conforme a versão, mas gira em torno de R$ 80 mil.
O mercado de VANT, segundo o diretor do CTA, brigadeiro Adenir Siqueira Viana, está em expansão. Segundo previsão do Departamento de Defesa dos EUA, os gastos com o desenvolvimento dos chamados unmanned aerial vehicle (UAV), devem totalizar US$ 3,2 bilhões em 2009. Os gastos mundiais com pesquisa de veículos não tripulados devem atingir a cifra de US$ 8 bilhões em 2008. No Brasil, segundo o diretor da Flight Technologies, Benedito Maciel, existem atualmente mais de 10 iniciativas públicas e privadas na área de VANT. A Universidade de São Carlos, o Centro de Pesquisa Renato Archer, em Campinas e a Fitec (Fundação para Inovações Tecnológicas), também desenvolvem projetos semelhantes. O veículo FiTuav, da Fitec, com apenas 2,40 metros de envergadura, tem capacidade de voar de forma autônoma e de transportar uma carga máxima de aproximadamente 2,5 kg.

fonte: Gazeta Mercantil

BOMBEIROS LOCALIZAM CORPO E ULTRALEVE EM ILHA COMPRIDA







O Corpo de Bombeiros de Ilha Comprida, no litoral sul de São Paulo, encontrou na tarde desta quinta-feira o ultraleve que caiu no mar matando um jovem de 15 anos. O aparelho foi localizado hoje, às 15h30, no recanto Volpara, a 900 m da praia e a 7 m de profundidade. A vítima, identificada como Mateus Souza Signorini, estava presa ao equipamento pelo cinto de segurança.Segundo os Bombeiros, um cabo submerso foi utilizado nas buscas e, ao enganchar nas ferragens do ultraleve, permitiu que o equipamento fosse encontrado. Pescadores e moradores locais também ajudavam no trabalho procurando sinais de óleo que pudessem indicar a localização dos destroços. A Capitania dos Portos auxiliou na busca nos dias anteriores. O acidente ocorreu às 10h45 desta sexta-feira, dia 20/3, e já havia feito uma vítima: Marcelo Tadeu Tilhof, 40 anos.Segundo a Polícia Civil, a perícia deve determinar a causa do acidente ainda nesta sexta-feira.

fonte/fotos: terra.com.br

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