quarta-feira, 5 de agosto de 2009

EQUIPAMENTOS DE AVÕES NÃO MEDEM INTENSIDADE DE TURBULÊNCIAS

Os equipamentos dentro de uma cabine de avião não conseguem medir a intensidade das turbulências durante o voo, segundo meteorologistas. Uma forte turbulência atingiu na segunda (3) um voo no trajeto entre o Rio e a cidade de Houston, nos Estados Unidos, deixando 26 pessoas feridas.

Meteorologistas dizem que na segunda (3), no Caribe, havia formação de nuvens convectivas. Isso é quando há uma diferença de temperatura. Ar frio desce, ar quente sobe. Correntes de ar em direções contrárias significam turbulência. O problema é que às vezes nessas correntes há poucas partículas de água.

A severidade de uma turbulência é medida de acordo com a quantidade de partículas de água pela frente. Quando as correntes de ar são fortes, sem água, vem a surpresa.

A turbulência é a principal causa de ferimentos em aviões, fora as quedas.

A cada ano, nos Estados Unidos, oito vôos, em média, passam por turbulências fortes. Dez passageiros sofrem ferimentos graves. Por ano, as turbulências custam para as empresas aéreas o equivalente a R$ 50 milhões.

O valor é repassado para as passagens, para o passageiro que, ao apertar o cinto, pode reduzir esse custo e poupar a própria vida.

A companhia aérea Continental Airlines disse que o sinal de "apertar cintos" estava aceso. Mas o alerta está em descrédito. Não é tão respeitado. Como os pilotos não conseguem prever a intensidade da turbulência - muitas vezes a luz é acionada e o avião nem chacoalha. No caso do voo 128, vê-se que o inverso também acontece.

'Achei que ia morrer'

Um brasileiro de 13 anos estava a bordo do voo não esquece os momentos de pânico.

"Todo mundo foi pro teto e começou a gritar que o avião tava caindo. Achei que fosse morrer", conta o Thiago Cândido, que estava dormindo no voo e acordou voando dentro do avião.

Um susto díficil de esquecer, segundo a mãe de Thiago, Rosana Cândido. "Ele falou que fechava os olhos e via tudo que tava acontecendo. Ele fica animado depois chora. Hoje ele está melhor e espero que não fique nenhuma sequela."

Thiago é um dos passageiros do voo que hoje diz: "Se tivesse de cinto, não teria me machucado." "Agora vou usar cinto com luz acesa, ou não", diz Thiago.

A Continental Airlines informou que o vôo 128 realmente encontrou turbulência de céu claro - sem a presença de nuvem e água. Ainda há um passageiro internado. A nacionalidade dele não foi informada. Segundo o consulado, os onze brasileiros hospitalizados tiveram alta ontem mesmo.

Fonte: G1

EQUIPES ENCONTRAM CORPOS NO AVIÃO QUE CAIU NA INDONÉSIA

Uma equipe de resgate aéreo avistou os destroços do avião em meio a uma dessa floresta

Equipes de resgate da Indonésia encontraram hoje (5) os corpos dos 16 ocupantes do pequeno avião que desapareceu no domingo na remota região de Papua (leste), informou a companhia aérea local Meparti Nusantara.

Um dia depois de uma aeronave de reconhecimento ter avistado os restos do aparelho, uma patrulha terrestre, ajudada por moradores da região, achou os cadáveres, segundo Bambang Bhakti, presidente da empresa.

O pequeno avião, um bimotor, caiu numa região de mata, quando cobria a rota de 260 quilômetros entre as cidades de Sentani e Oksibil.

De acordo com a Merparti Nusantara, a aeronave decolou sem problemas e sob condições meteorológicas boas. Porém, pouco depois, perdeu contato com a torre de controle.

O avião, fabricado em 1979 e que faz pousos e decolagens em pistas curtas, tinha capacidade para 20 passageiros.

A estatal Meparti Nusantara é uma das companhias aéreas indonésias proibidas de sobrevoar o espaço aéreo da União Europeia (UE) devido a problemas de segurança.

Neste ano, mais de 150 pessoas já morreram na Indonésia vítimas de acidentes aéreos.

Fonte: EFE via G1 - Foto: AFP

COLÔMBIA VAI CEDER 7 BASES AOS EUS

O acordo discutido entre Washington e Bogotá deverá permitir que as forças americanas utilizem sete e não apenas três bases militares da Colômbia, disse na terça-feira, 4, o comandante das Forças Armadas colombianas e ministro interino da Defesa, general Freddy Padilla. O anúncio foi feito em meio ao início de um giro do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, pelos países da região para explicar os objetivos do acordo militar.

Até então, a Colômbia havia confirmado a intenção de ceder apenas três bases aos EUA: Malambo, Palanquero e Apiay. As novidades estão no anúncio das bases do Exército de Tolemaida e Larandia e das bases navais de Cartagena e Bahía Málaga. "Serão três bases aéreas, duas bases do Exército e duas bases navais", confirmou Padilla, na abertura de uma conferência sobre segurança regional, na cidade colombiana de Cartagena de Índias, da qual participam representantes de nove países, entre eles o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser.

"É importante deixar claro que ainda não temos nenhum tipo de acordo", disse Fraser. A prudência do general deve-se à resistência que os países da região - o Brasil à frente - manifestaram à assinatura do acordo, o que obrigou tanto a Colômbia quanto os EUA a visitarem diversos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para explicar suas intenções.

O rechaço ao acordo teve início com a Venezuela e o Equador. Ambos temem que os EUA possam, a partir das bases colombianas, lançar operações aéreas contra países vizinhos. Outros países, como o Brasil e o Chile, dizem que os assuntos militares que possam ter implicações regionais devem ser debatidos em foros amplos, como a Unasul, que se reunirá no dia 10, em Quito.

A mensagem de Uribe aos presidentes latino-americanos deve seguir o tom expressado por seu ministro interino da Defesa em Cartagena. "Ninguém, a não ser os terroristas e narcotraficantes, deve ter medo deste acordo transparente, que respeita as soberanias e os acordos internacionais", disse Padilla. Segundo ele, a colaboração com os EUA "busca simplesmente fortalecer a capacidade na luta contra esse flagelo global".

Fraser lembrou que "já existem militares americanos trabalhando em colaboração (com a Colômbia). Isso (é feito) de forma muito aberta, em coordenação com o Congresso dos EUA e vai continuar", disse. O general americano não deu detalhes sobre o tipo de material militar que seria levado a essas bases, nem explicou que tipo de avião poderia operar nestes locais. "Não tenho, neste momento, detalhes específicos sobre o tipo de material (que seria levado às bases), mas é importante ressaltar que o tipo de material que estará ali depende da Colômbia", disse Fraser.

O encontro em Cartagena contou com a presença de chefes militares da Argentina, Chile, México, Panamá, Paraguai, Peru, EUA e Uruguai, além da Colômbia, anfitriã da reunião. O chefe do Estado-Maior da Defesa do Brasil, almirante Prado Maia, não foi ao encontro. A assessoria do Ministério da Defesa também não enviou nenhum representante e informou que Maia teve de "ficar em Brasília preparando um relatório para o presidente (Luiz Inácio Lula da Silva), atendendo a um pedido do (ministro da Defesa, Nelson) Jobim". A assessoria do Itamaraty também diz não ter enviado nenhum diplomata a Cartagena.

Fonte: O Estado de S. Paulo

FOGO EM AIRBUS ANTES DA DECOLAGEM DEIXA OITO FERIDOS EM PARIS


Foto mostra o avião parado no aeroporto de Orly após o fogo

Oito pessoas a bordo de um jato Airbus operado pela companhia espanhola Vueling ficaram feridas nesta quarta-feira (5) quando um dos motores da aeronave pegou fogo pouco antes da decolagem prevista no aeroporto de Orly, em Paris, informou a empresa.

O avião foi esvaziado após o início do incêndio no motor direito do modelo A320 da Airbus às 10h36 (5h36 de Brasília). O fogo começou quando a aeronave taxiava, informou a Vueling em comunicado.

A empresa não especificou se os feridos eram passageiros ou tripulantes. Um avião substituto continuaria o voo para Alicante, na Espanha.

Fonte: Reuters via G1 - Foto: AFP

VÍDEOS - SUSTO - PERÍCIA - QUASE ACIDENTE ????? ESQUADRILHA DA FUMAÇA - AFA









LUFTHANSA - SALA DE CONTROLE

A imagem logo abaixo não saiu de nenhum filme de ficção científica, apesar de parecer uma versão “clean” da ponte de comando da Enterprise, com seu formato semicircular, trata-se na realidade de uma sala de controle de vôos criada pela WhiteVoid para a Lufthansa, e está instalada em sua academia em Frankfurt.

A mega tela tem 14 metros de comprimento e forma um semicírculo de 180 graus, nela os 16.000 vôos diários da Lufthansa e Star Alliance são rastreados em tempo real. Mas não são só imagens, o equipamento conta ainda com um sistema de som em 3D de seis canais (assista o vídeo acima), que servem para reproduzir o som dos aviões e gerar uma experiência ainda mais realística, visto que cada rota de vôo está ligada à um elemento sonoro especial.

fonte: Por Gilberto "Knuttz" em 1/07/09 em High Tech

CATORZE ESQUADRÕES E 600 MILITARES PARTICIPAM DE REUNIÃO DE AVIAÇÃO DE TRANSPORTE

Na tarde da sexta feira, dia 31, no pátio de aeronaves militares da Base Aérea de Campo Grande, já estavam dispostos avíões dos 14 esquadrões de Transporte da Força Aérea Brasileira que juntos realizam a XXVIII Reunião de Aviação de Transporte – RAT.

Sob a coordenação da V Força Aérea - V FAE, competições aéreas, disputas esportivas e avaliações operacionais irão marcar os oito dias da RAT que ao seu final promove ao campeão o esforço de todos integrantes nas disputas.

Nas barracas das unidades aéreas foram apresentadas as tradições dos diversos rincões do nosso país. Reunidos, no pantanal matogrossense durante as missões aéreas, diversos exemplos da rica cultura brasileira como cariocas, paulistas, gaúchos, candangos, entre outros.

Participam desta edição cerca de 600 militares entre pilotos e mantenedores das aeronaves C-130 Hércules, C-105 Amazonas, C-99, C-98 Caravan, C-97 Brasília, C-95 Bandeirante e Boeing 707 da Força Aérea.

No evento, os militares revivem missões realizadas em outras operações reais e de treinamento, reforçam doutrinas de emprego e sedimentam amizades que espalham por todo o território nacional o profissionalismo da Aviação de Transporte da FAB.

Fonte: CECOMSAER

HELICÓPTERO H-60 BLACK HAWK COMPLETA 5 MIL HORAS DE VOO E COM MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR

Helicóptero H-60 Black Hawk completa 5 mil horas de voo e com muita história para contar

Em 21 de julho, o 7º/8º GAV, Esquadrão Harpia, completou a expressiva marca de cinco mil horas de voo na operação dos Helicópteros H-60 Black Hawk. Foram variadas missões.

Em 35 meses, o H-60L participou de missões como ajuda às vítimas das enchentes ocorridas na Bolívia, Santa Catarina, Maranhão e Piauí. Os militares com a moderna aeronave também atuaram em operações de resgate em acidentes aeronáuticos, como no caso dos acidentes com os voos 1907 e AF 447.

O esquadrão transportou profissionais da Polícia Federal para libertar trabalhadores em situação de escravidão em São Félix do Xingu (PA) e combater o narcotráfico.

Outras ações que ganharam destaque foram apoios ao Ministério das Relações Exteriores nas demarcações de fronteiras na Região Amazônica e ao Ministério da Saúde nas missões de vacinação. O helicóptero transportou servidores e urnas de votação em comunidades isoladas no interior da Amazônia.

Em paralelo, a Unidade Aérea capacitou todos os seus integrantes na operação do novo equipamento, além de incrementar a doutrina de Resgate em Combate (C-SAR), implantar a operação com óculos de visão noturna (NVG) e empregar a metralhadora minigun M-134 .

Para o Comandante do Esquadrão, Tenente-Coronel-Aviador Valter Borges Malta, o H-60 L, nessas cinco mil horas, potencializou o emprego da FAB na Região Amazônica e no País, apresentando um retorno significativo para os investimentos do Governo Federal na sua aquisição. “Mais do que capacitar uma equipe de profissionais na operação de um equipamento, pudemos ajudar muito ao País, nas mais variadas missões”, afirma.

fonte/Foto: FAB

BOEING P-8A É OFICIALMENTE ENTREGUE A US NAVY



A Boeing mostrou oficialmente no dia de 30 de julho o primeiro P-8A Poseidon, aeronave de patrulhamento marítimo que sucederá o venerável P-3 Orion. Enquanto este último usa a base do antigo turboélice Electra II, da Lockheed Martin, o P-8ª é um Boeing 737-800 convertido.

Além de mais capaz tecnicamente, o Poseidon é também possui alcance e capacidade de carga superior. Os testes com a US Navy começam este ano ainda e seguirão até que em 2013 o primeiro esquadrão esteja operacional – a encomenda prevê um total de 117 aeronaves.

fonte: Airway




FX-2 - RELAÇÃO BRASIL-FRANÇA CAUSA POLÊMICA


ABRAÇO: Sarkozy e Lula no Palácio Eliseu, em Paris, durante uma visita oficial, em abril. A França nega que o caça Rafale (à esq.) use tecnologia militar americana

A cantora Carla Bruni deixou de ser a única companhia do presidente da França, Nicolas Sarkozy, a provocar inveja em seus pares. Nos próximos dias, o Brasil deverá anunciar um investimento de pelo menos US$ 4 bilhões na compra de 36 caças supersônicos. A disputa envolve a francesa Dassault, a americana Boeing e a sueca Saab. Às vésperas da decisão, Sarkozy provoca suspiros de admiração por sua proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Embora o nome do eventual vencedor seja um segredo de valor incalculável, quem convive nos bastidores dos grandes negócios de Brasília tem a impressão de que o governo Brasileiro já se decidiu pela Dassault. Isso explicaria o esforço notável de suecos e americanos para recuperar o terreno perdido nos últimos dias. Nesta semana, o general americano James Jones desembarca no país para uma série de conversas com autoridades civis e militares. Jones é o principal assessor do presidente Barack Obama para assuntos de segurança nacional.

Ainda que a Força Aérea Brasileira (FAB) sustente que está fazendo uma escolha técnica, alguns componentes políticos trabalham a favor dos franceses. Um deles seria o apoio de Paris ao esforço de Brasília para ganhar assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Outro sinal foi a compra de helicópteros e submarinos franceses, numa disputa na qual, conforme vários analistas, os alemães fizeram uma oferta considerada melhor em vários aspectos.


Até agora, a disputa entre o americano F-18 (Boeing), o francês Rafale F-3 (Dassault) e o sueco Gripen NG (Saab) vinha sendo travada de forma serena. A temperatura esquentou na semana passada. Um mês depois de as empresas terem encaminhado suas ofertas finais à FAB, o governo americano partiu para o ataque. Em conversas com autoridades Brasileiras, passou a sustentar que o F-18 dispõe de tecnologias que estão em um patamar “significativamente superior” ao que é oferecido pelos concorrentes.

ÉPOCA teve acesso a um documento da Embaixada dos Estados Unidos em que ela afirma que seu governo tem condições de comparar as ofertas dos três países porque parte da tecnologia usada por suecos e franceses é americana. Conforme o documento, “o governo americano aprovou a transferência de tecnologia americana existente nas propostas da Suécia e da França”. Ou seja: embora se apresentem como fornecedores de um produto próprio, suecos e franceses estariam, em determinados aspectos, servindo de intermediários da tecnologia americana. O diretor da Gripen no Brasil, Bengt Jáner, disse que há componentes americanos no avião sueco, mas ressaltou que seu caça será mais avançado que o produzido pela Boeing. “Nossa aeronave não está ‘congelada’. Em pouco mais de um ano, será a mais moderna do mercado. O F-18 já ‘congelou’ sua configuração há algum tempo. Também temos interesse em substituir tecnologias americanas por Brasileiras”, disse. A Dassault afirma que todos os componentes militares do Rafale são desenvolvidos pela França. Afirmou ainda que outros componentes americanos usados no Rafale não precisam do aval americano para ser vendidos.

O governo americano rebate: diz que há, sim, tecnologia americana em sistemas eletrônicos e de segurança e em componentes de navegação do Rafale. Afirma que o Rafale só pode ser vendido por causa de autorizações já despachadas pelo Congresso americano. “Isso é uma novidade mundial”, diz uma autoridade envolvida na negociação. “Os franceses não gostam de admitir o uso de certa tecnologia americana em seus aviões.”

Principal porta-voz dos interesses americanos na matéria, o general James Jones desembarca em Brasília para uma conversa que vai muito além dos aviões. Jones pretende agradar a seus interlocutores ao lembrar o reconhecimento de Barack Obama pela liderança do Brasil no continente. (Seria mais fácil se Obama fosse a favor do assento Brasileiro no Conselho de Segurança.) Jones vai defender a construção de uma aliança militar entre o Brasil e os Estados Unidos.

Um ponto crítico dessas negociações é a transferência de tecnologia. Vários países fazem compras em Washington, mas sem condições de aproveitá-las para ampliar seu conhecimento. Os americanos dizem que essa fase foi superada. Numa conversa recente com Lula, Obama deixou claro que a transferência de tecnologia estará assegurada. Jones vai dizer o mesmo.

Apontado como o mais animado defensor da opção francesa, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a fazer um teste em velocidade moderada em um Rafale. Ele também visitou a Boeing nos EUA. Com a sintonia fina dos diplomatas, funcionários do governo americano se queixam que, de uns tempos para cá, Jobim tem se mostrado frio no tratamento.

Para Expedito Bastos, especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, os 36 caças são insuficientes para suprir as necessidades Brasileiras, mas a compra levará o país a outro estágio de tecnologia. “A última vez em que tivemos caças modernos foi no início dos anos 70, quando compramos os Mirages III da França. Os caças que usamos hoje, com tecnologia do fim dos anos 80, não estão aptos a defender o Brasil”, diz.

A imagem “http://2.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/SQpJMJPRkKI/AAAAAAAAAz4/8gVVcXeQ6mY/s1600/fx2_faseII.JPG” contém erros e não pode ser exibida.

Gôndola militar


As principais características dos três concorrentes:
http://www.indiadefence.com/F18-3.JPG
Super Hornet F-18
Fabricante Boeing (EUA)
Raio de combate 1.800 km
Velocidade máxima 2.100 km/h

Motores 2 (GE 414)
Peso máximo de armamentos 8 toneladas
Ponto forte: É o mais testado. Foi muito usado no Afeganistão, Bosnia e Iraque e está sendo produzido em larga escala, a fabricante garante abrir mercado americano exatamente no momento em que a USAF lança requerimento para comprar 100 aeronaves similares ao Super Tucano.
Ponto fraco: Há poucas chances de o Brasil aperfeiçoar a tecnologia, pois o modelo já está consolidado.

http://www.naval-technology.com/projects/rafale/images/rafale_9.jpg
Rafale F-3
Dassault (França)
Raio de combate 1.800 km
Velocidade máxima 2.100 km/h
Motores 2 (sNeCMa M882)
Peso máximo de armamentos 8 toneladas
Ponto forte: Foi muito usado no Afeganistão além disso o Brasil já tem aliança na área com a França: está comprando helicópteros e submarinos
Ponto fraco: É apontado por especialistas como o mais caro e só a França usa o equipamento


http://www.defenseindustrydaily.com/images/AIR_JAS-39_Gripen_Top_Smokewinders_lg.jpg
Gripen NG Saab (Suécia)
Raio de combate 1.300 km

Velocidade máxima 2.100 km/h

Motor 1 (GE 414)

Peso máximo de armamentos 6,5 toneladas
Ponto forte: Seria o mais barato e poderá agregar tecnologia até o início da produção
Ponto fraco: Como é um projeto em desenvolvimento, poderá ficar mais caro que o previsto - Nunca foi testado em combate

fonte: Revista Época

FUSELAGEM DO AIRBUS A350 - FUSELAGEM EM FIBRA DE CARBONO

A fuselagem com comprimento de 18m (59pés),chamada pela Airbus, Barrel 1B, é descrita como de segunda geração e foi construida em Hamburgo, e é bem próxima do design definitivo da fuselagem do A350, e será utilizada para fins de ceritifcação dos princípios de design e estudos de dimensionamento.

O diâmetro da Barrel 1B é maior que 6m e é construida em três secções. Foi utilizado no desenvolvimento e validação do processo de produção e manufatura dos painéis individuais; teste de montagem das demais secções e produção da juntas de ligação.

´´ Os testes realizados nesta fuselagem de testes vão focar a fadiga e a tolerância aos danos que estruturas em material composto podem suportar, e esta peça é parte do processo de certificação do avião,´´ informou a Airbus.

´´ O uso intensivo de fibra de carbono é um avanço significativo: os painéis,peças estruturais, bordas das janelas, e as portas serão feitas deste material, e com uma estrutura de camada híbrida para a porta, consistindo de fibra de carbono e titânio. Esta solução estará sendo usada pela primeira vez,´´ destaca a Airbus. A fuselagem contém alguns componentes metálicos no soalho e em uma área chamada, ´´área de introdução da carga de teste.´´




Fonte: FG/ Max Kingsley-Jones/BGA

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...