sexta-feira, 12 de junho de 2015

FAB - AVIAÇÃO DE TRANSPORTE


DUAS TRAGÉDIAS INESPERADAS AFETAM FUNCIONÁRIOS DA ALITÁLIA EM ROMA

Aero Fiumicino_Roma 1200px

A imprensa italiana e as redes sociais dão conta que na quinta-feira, dia 11 de Junho, dois trabalhadores da Alitalia cometeram suicídio em instalações da companhia no Aeroporto Internacional de Fiumicino/Roma.

O primeiro foi um piloto de 50 anos de idade que estava suspenso de funções desde há dois meses na sequência de uma discussão familiar em que foram disparados tiros contra uma parede do local onde se encontravam, sem que alguém tivesse ficado ferido. Contudo, depois da polícia ter reportado o incidente, a Alitalia entendeu que deveria suspender o piloto até completo apuramento do ocorrido, mesmo sem ter sido provada uma eventual culpa do funcionário nos disparos da arma de fogo.

Curiosamente este comandante tinha sido escolhido pela Alitalia há poucos meses para transportar o Presidente da República Italiana, Sergio Mattarella, num voo civil entre Roma e Palermo.
O outro suicídio foi cometido por um trabalhador de rampa da companhia que foi encontrado enforcado num dos armazéns do Terminal de Carga. Tinha 41 anos de idade.

Seguindo um pedido internacional dos trabalhadores da Alitalia, através das redes sociais, damos notícia destes atos tresloucados dos dois funcionários, cometidos certamente num momento de grande desespero em que deixaram de acreditar nas suas paixões, pois, na opinião dos colegas eram funcionários exemplares, cujas mortes abalaram ontem toda a Alitalia e os funcionários do Aeroporto Internacional de Fiumicino. Trata-se de dois casos isolados, sem relação um com o outro, explica a imprensa italiana desta sexta-feira.

“Talvez se sentissem injustiçados, resolveram voar ainda mais alto”, lê-se num dos epitáfios nas redes sociais. Uma frase que poderá levantar o véu acerca dos motivos de tanto desespero. Paz às suas almas!

fonte/foto/NewsAvia

AJUSTE DE LEVY PODE ATRAPALHAR COMPRA DE CAÇAS PARA O PROGRAMA F-X2



Caça Gripen NG, que venceu concorrência internacional para reequipar a FAB. Foto: Arquivo Caça Gripen NG, que venceu concorrência internacional para reequipar a FAB. Foto: Arquivo


Alerta máximo na área de defesa: a insistência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, em tentar reduzir as taxas de juros fixadas pelo contrato de compra dos 36 caças Gripen da Suécia, pode atrapalhar o fechamento do negócio.
Na semana passada, Levy se reuniu com o ministro da indústria sueco, Mikael Damberg, e pediu uma revisão imediata dos termos do contrato assinado em outubro do ano passado.
Os suecos não estão disposto a rever os juros, porque não existe esta cláusula no contrato. Além disso, eles já aceitaram um pedido do governo brasileiro de redução de R$ 1 bilhão para R$ 200 milhões do desembolso da primeira parcela, em função do forte ajuste fiscal que está em curso no País.
Segundo o ministro da Defesa, Jaques Wagner, isso não vai atrapalhar a ratificação do contrato de financiamento, que tem de ser feito até 24 de junho, isto é, em duas semanas.
Até agora, foi assinado um pré-contrato entre os dois países, em outubro de 2014, e um dos seus itens prevê que, em até oito meses, tem de ser ratificado o financiamento com o banco de fomento sueco SEK. Caso isso não ocorra, todo o processo de negociação perde efeito e todos os termos do acordo da compra dos aviões terão de ser reavaliados.
Outro problema é que, no caso de adiamento, de acordo com técnicos da Força Aérea Brasileira e da empresa fabricante do caça, a Saab, a transferência de tecnologia é afetada de forma irreversível.
Wagner tentou minimizar a polêmica, assegurando que não há nenhuma ameaça à decisão. Segundo ele, “o contrato comercial está assinado e só estamos em uma última negociação, o famoso ‘puxa estica’ do valor dos juros que estão cobrados”.

Dilma. O ministro disse que a decisão política já foi tomada pela presidente Dilma Rousseff (PT), que tem conversado sobre isso com ela e todos só estão procurando “uma vantagem a mais, um custo um pouquinho menor”.
“O contrato foi feito com seguro para as duas partes. Se subir eles bancam, se baixar a gente banca. É óbvio que quando ele foi discutido os juros estavam em um patamar e agora estão em outro. Essa é a discussão. Não tem um número mágico pra dizer eu quero xis de juros. O que se está tentando é um ganho a mais no contrato de financiamento. A decisão nossa é de manter esse contrato e iniciar a transferência de tecnologia”,disse. 

fonte/foto/OVale

MONOMOTOR FAZ POSUO FORÇADO DURANTE TREINAMENTO EM GOIÂNIA


Avião monomotor faz pouso forçado em chácara de Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/PM)Avião monomotor pousou em uma chácara próximo à GO-070 (Foto: Divulgação/PM)

Um avião monomotor fez um pouso forçado em uma chácara às margens da GO-070, no setor Vista Bela, em Goiânia, nesta quinta-feira (11). De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas pessoas estavam dentro da aeronave, mas ninguém se feriu.

Os bombeiros informaram que o avião era utilizado para treinamento e, durante o voo, fez uma manobra para tentar arremeter, mas o piloto não conseguiu. Como o pouso, algumas partes do avião ficaram danificadas. A propriedade rural fica atrás do Aeroclube de Goiânia.

A corporação não soube informar se o avião era de uso particular ou utilizado para dar aulas. O Corpo de Bombeiros ainda não tem informações do que teria provocado o pouso.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que já foi notificado da ocorrência e enviou uma equipe para iniciar os trabalhos de investigação do acidente.

Avião monomotor faz pouso forçado em chácara de Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)Bombeiros ainda não sabem o que provocou o pouso forçado (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
 
fonte/foto/G1/CB

SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL REALIZARÁ SEMINÁRIO SOBRE O SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VOO EM AERÓDROMO REMOTO

A SAC (Secretaria de Aviação Civil) realizará, nos dias 9 e 10 de julho, em Brasília, um workshop em parceria com o governo japonês, via Ministério dos Transportes (responsável pelo setor aéreo no Japão). O objetivo é viabilizar a troca de conhecimentos da tecnologia de AFIS Remoto (sigla em inglês para Serviço de Informação de Voo de Aeródromo Remoto).

Trata-se de uma estação de telecomunicações aeronáuticas que fornece informações para os pilotos a respeito da meteorologia, das condições de vento, das condições da pista, da temperatura e da pressão.

Mundialmente, estão sendo desenvolvidas tecnologias de operação de AFIS, ou seja, os operadores dos serviços estão fisicamente localizados em lugares diferentes dos aeroportos onde as aeronaves fazem seus pousos e decolagens.

O diretor do Departamento de Gestão e Planejamento de Navegação Aérea Civil da SAC, Rafael Botelho Faria, explica que os especialistas japoneses apresentarão a tecnologia do serviço remoto, relatando as dificuldades para a implantação do sistema, quantificando e qualificando os ganhos com esse tipo de operação.

“O Brasil possui clima, situações e infraestrutura diferentes do Japão, mas possuímos um dos maiores mercados de aviação do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Por isso, precisamos conhecer profundamente a tecnologia remota para adaptarmos às nossas condições e utilizarmos aqui”, avalia Rafael Botelho Faria.

Segundo ele, para a implantação desse sistema na rede de aeroportos regionais, previstos no PIL (Programa de Investimentos em Logística), existem alguns desafios a serem enfrentados, tais como: regulamentação e legislação aplicável sobre o assunto, atribuições, competências e evolução da tecnologia.

A SAC já possui acordos bilaterais com os Estados Unidos, França, Holanda, Espanha e Canadá em diferentes áreas da aviação civil.
 
fonte/Secretaria de Aviação Civil

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