quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

BRASIL ESCOLHE CAÇA SUECO GRIPEN NG - VITÓRIA BENEFICIA EMBRAER E AKAER

English: Saab JAS 39 Gripen NG in Sweden
English: Saab JAS 39 Gripen NG in Sweden (Photo credit: Wikipedia)
English: Saab Gripen NG Demonstrator 39-7 at R...
 Saab Gripen NG Demonstrator 39-7 at RIAT 2010. (Photo credit: Wikipedia)
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – Depois de quase 17 anos de espera e muita especulação, o caça sueco Gripen NG foi o escolhido pelo governo brasileiro na concorrência para a aquisição de aviões de combate da Força Aérea Brasileira (FAB), no âmbito do programa FX-2, segundo o Valor apurou. O anúncio oficial será feito às 17h de hoje pelo ministro da Defesa, Celso Amorim e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito.

A empresa brasileira Akaer e a Embraer serão as principais beneficiadas pela vitória do caça sueco Gripen na concorrência, que também envolveu as empresas Boeing, com o caças F-18 e a francesa Dassault, com o caça Rafale. A parceria entre a Akaer e a Saab, fabricante do Gripen, já dura quatro anos. A Akaer foi contratada pela Saab para projetar a fuselagem central, traseira e as asas do Gripen NG, nova geração de caças da Suécia.

“A vitória do Gripen representa o nascimento das empresas de base do setor aeronáutico brasileiro. Este contrato dará um grande impulso às pequenas empresas do setor e a Akaer está no centro disso”, disse uma fonte do setor. Toda a parte de estrutura do avião será produzida em uma nova fábrica que a Saab pretende construir em São Bernardo do Campo (SP). O investimento previsto é de US$ 150 milhões.

A Saab também adquiriu 15% de participação no capital social da Akaer. A operação, conhecida como empréstimo conversível em ações, poderá ser estendida até o limite de 40%, segundo informou a Akaer, na época do acordo.

Pela proposta da Saab, cerca de 40% do caça Gripen e até 80% da sua estrutura serão feitos no Brasil.

fonte/ValorEconomico
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BRASIL ESCOLHE CAÇA SUECO GRIPEN



Brasil escolhe caça sueco Gripen Copyright Saab AB/Divulgação
Foto: Copyright Saab AB / Divulgação
 
O caça de fabricação sueca Gripen, da Saab, é o escolhido para aparelhar a Força Aérea Brasileira. O anúncio oficial sobre a concorrência que já foi adiada por cerca de 10 anos foi feito nesta quarta-feira pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. Além dos suecos, estavam na disputa caças da França, o Rafale, e dos Estados Unidos, o F-18. O custo total do negócio, que envolve 36 aeronaves, seria de US$ 4,5 bilhões.


Na Força Aérea, o Gripen sempre foi considerado favorito porque, apesar de ter muitos componentes dos EUA, é um projeto a ser desenvolvido em parceria conjunta com o Brasil. Na semana passada, de acordo com o que apurou a reportagem, a presidente Dilma Rousseff teria mandado recado para o presidente francês, François Hollande, que não desejava tratar deste assunto durante a visita porque estaria insatisfeita com questões na parceria para compra de equipamentos da Marinha.

Da mesma forma, Dilma está muito insatisfeita com os EUA por causa da espionagem sobre ela e empresas do governo. Este fato praticamente enterrou a parceria com os norte-americanos. Desta forma, sobrou o avião sueco.
— O que precisamos é de um caça, o mais rápido possível porque a partir de dezembro o nosso deixa de operar. Estamos muito felizes com a notícia — comemorou um brigadeiro, após ouvir a informação dada pela presidente.
fonte/AgEstadão/ZeroHORA

FUNCIONÁRIO DE EMPRESA AGRÍCOLA MORRE ATINGIDO POR HÉLICE DE AVIÃO


Funcionário de empresa agrícola morre atingido por hélice de avião Divulgação/Polícia Civil
Avião teria pousado pela oitava vez para ser reabastecido com fertilizante quando aconteceu o incidente Foto: Divulgação / Polícia Civil

Um funcionário de uma empresa agrícola morreu, na manhã desta quarta-feira, ao ser atingido pela hélice de um avião em Itaqui, na Fronteira Oeste. De acordo com a Polícia Civil, Christiano Mandicaju Goudinho Valle, 21 anos, carregava a aeronave com ureia e foi atingido na cabeça enquanto saía do veículo, que havia pousado, mas estava com o motor ligado.

Segundo a delegada Elisandra Mattoso Batista, Valle estava acompanhado de mais um colega, também responsável pelo carregamento do avião com fertilizante, e do piloto. O incidente teria ocorrido quando o grupo fez o oitavo pouso para reabastecimento.

— Conforme o relato das testemunhas, a vítima teria saído pela porta da frente do avião, o que seria incorreto. O outro funcionário teria saído pelos fundos e não se feriu. Já o piloto contou que só ouviu o barulho — afirma Elisandra.

A aeronave pertence à empresa Rural Aviação Agrícola, com sede em Itaqui, que prestava o serviço na lavoura de arroz da Granja Ibicuí, localizada a cerca de 15 quilômetros do Centro de Itaqui.

O incidente aconteceu por volta das 10h e especialistas do Instituto-Geral de Perícias (IGP) de Santana do Livramento chegaram ao local, que foi isolado, por volta das 14h. O corpo deve ser encaminhado para necropsia.

— Vamos investigar se foi uma fatalidade por um descuido da própria vítima ou se houve alguma falha nos procedimentos, se havia condições de segurança adequadas ou se houve negligência — observa a delegada.

Valle estaria trabalhando há apenas três meses na Rural Aviação Agrícola. A empresa ainda não se manifestou sobre o acidente. 
fonte/ZeroHora

EMPRESA AÉREA INGLESA DESISTE DE LEVAR SELEÇÃO DO PRÓPRIO PAÍS À COPA


 A British Airways desistiu de levar a Inglaterra ao Mundial. A empresa não quer arcar com uma despesa de 10 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões) referente à chegada da seleção ao Brasil e às viagens em torno do território do país durante a Copa do Mundo de 2014.

 A companhia aérea alega que a competição será disputada durante o período de alta temporada na Europa e, por isso, além do custo da manutenção, teria a frota desfalcada.

"Seria gastar quase 10 milhões de euros (R$ 32 milhões) para praticamente tirar um avião de serviço, dedicá-lo para a Inglaterra, e rasgar o calendário, além de ter que dedicar tripulações para a duração do torneio", disse um funcionário ao jornal Daily Mail.
A Inglaterra está no Grupo D da Copa do Mundo, ao lado de Itália, Costa Rica e Uruguai.

fonte/Terra

PILOTO DE MATO GROSSO QUE SUMIU HÁ 16 DIAS LIGA PARA A MÃE E DIZ QUE FOI SEQUESTRADO

O piloto Paulo Cézar Bertocini, que estava desaparecido desde o dia 1º de dezembro, fez contato telefônico com a família, na manhã desta terça-feira (17), em Juína, a 737 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, o rapaz de 30 anos ligou para a mãe e disse que foi sequestrado, teve o avião roubado e foi liberado. Segundo a polícia, o piloto disse que está na fronteira da Bolívia com o Brasil.

Ao G1, o delegado que investiga o caso, Rodrigo Costa Rufato, disse que vai aguardar o retorno do piloto ao Brasil para dar maiores informações sobre o que ocorreu. O delegado informou que, após receber a ligação do piloto, a família avisou a Polícia Civil. A mãe de Paulo, Brígida Bertocini, disse que foi ela quem atendeu a ligação, logo no começo da manhã.

“Ele ligou no telefone fixo da minha casa e avisou que estava bem. Disse que roubaram o avião dele, o sequestraram e o liberaram na Bolívia. Ele chorava muito e pediu para eu ficar calma. O pior já passou”, disse Brígida ao G1.

Ainda segundo a família, o piloto disse que os  sequestradores lhe devolveram o celular e uma quantia em dinheiro, mas levaram o avião.
A família e o piloto devem decidir ainda como ele voltará ao Brasil. A ideia é que um amigo, também piloto, vá buscar o rapaz no país vizinho utilizando o próprio avião.

Desaparecimento
Na manhã do dia 1º, Paulo iria levar um grupo de passageiros do aeroporto de Juína para Cuiabá. No entanto, teria decolado na própria aeronave, de pequeno porte, antes do horário combinado e não foi mais visto. Desde então não tinha sido feito nenhum tipo de contato ou pedido de resgate. Desde o começo a polícia tratou o caso como roubo da aeronave seguido de sequestro do rapaz.
No mesmo dia do desaparecimento a mãe de Paulo registrou boletim de ocorrência sobre o sumiço do filho. A família acreditava que alguma pessoa estava esperando o piloto dentro do avião e o rendeu. Mais conhecido como Paulinho ‘Pium’, ele trabalha há dois anos na profissão e mora em Juara, a 690 km de Cuiabá.

fonte/G1

MÉDICO GOIANO DIZ QUE FOI AGREDIDO POR FUNCIONÁRIO DA GOL NO RIO



O cirurgião pediátrico Zacharias Calil, que trabalha no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia, afirma que foi agredido por um funcionário da companhia aérea Gol, quando tentava viajar do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) para a capital goiana. Em entrevista ao G1, ele conta que a confusão aconteceu no portão de embarque, quando os passageiros pediam informações sobre o voo G3 9038, que estava atrasado. O médico filmou um bate-boca entre um funcionário e clientes  e afirma que o atendente segurou o seu braço com força.

“A partida estava marcada para as 22h05 de domingo (15), mas nenhuma informação sobre o voo aparecia nos painéis eletrônicos. Eu estava acompanhado da minha esposa e filha e muita gente tentava saber o que acontecia no guichê da empresa, mas ninguém falava nada. Foi quando eu vi um funcionário destratar um passageiro e comecei a filmar”, conta o cirurgião.

Em nota enviada ao G1, a Gol disse lamentar o ocorrido e informou que o voo G3 9038, que operaria o trecho Galeão/Rio de Janeiro para Goiânia, no domingo, foi cancelado devido a "manutenção não programada para ajustes no equipamento de navegação da aeronave". A empresa pediu desculpas pelo desconforto causado pelo cancelamento do voo. Sobre a gravação feita pelo cliente, a companhia afirma que vai analisá-las, investigar o que ocorreu e tomará as medidas cabíveis.

Nas imagens, o funcionário aparece inicialmente calado, sem responder às solicitações dos clientes. Calil se aproxima e informa que é médico e que tem uma cirurgia agendada para as 7h de segunda-feira (16), mas segue sem resposta sobre o voo.

Segundo Calil, ao perceber que estava sendo filmado, o funcionário da GOL teria ficado irritado. “Ele começou a falar palavrões e veio na minha direção. Tomou o celular da minha mão e segurou com força no meu braço. Eu disse que ele não podia fazer aquilo e que não era uma conduta adequada, mas ele continuou batendo boca, não apenas comigo, mas com outras pessoas que estavam lá”, relata. Nesse momento, a filmagem para e em seguida é retomada, já quando clientes e o funcionário discutem.

“Ele chegou a retirar o celular da minha mão e confiscou, pois eu disse que iria divulgar a má qualidade dos serviços prestados. Quando eu disse que iria chamar a polícia, ele acabou me devolvendo e eu retomei a gravação. Mas ele continuou xingando sem se intimidar. Todos ficamos estarrecidos com a atitude dele”, ressaltou o médico.


Outros problemas
Calil afirma que, após a confusão, a companhia aérea só informou que o voo havia sido cancelado por volta da meia-noite. “Foi quando eles nos mandaram para uma fila gigantesca para pegar o voucher do hotel, pois nosso voo tinha sido remanejado para o dia seguinte, às 13h”, lembra.

Depois disso, o médico diz que chegou no hotel por volta da 1h30. “Nos disseram que teríamos direito ao jantar, mas quando chegamos no local estavam disponíveis apenas sanduíches congelados. E o pior e que gastamos mais 40 minutos para conseguir a refeição”, reclama.

Quando finalmente voltou ao aeroporto para embarcar para Goiânia, Calil lembra que teve outra surpresa. “O voo que eu comprei era direto, sem escalas. Mas me mandaram para São Paulo, para só depois seguir para casa, onde cheguei após as 15h. Isso me prejudicou muito, pois além de não conseguir realizar a cirurgia, ainda deixei de atender 18 pacientes da rede pública que estavam agendados”, afirma o cirurgião.

Além da cirurgia, o médico diz que precisava estar na capital para receber as gêmeas siamesas que nasceram no Mato grosso do Sul e que foram transferidas na segunda-feira (16) para o HMI. “Eu tinha urgência em voltar, pois o caso delas é grave. Eu cheguei a informar os funcionários da Gol sobre isso e pedi para me colocarem em um voo de outra companhia, mas apenas me disseram que isso não seria possível”, diz.


Calil explica que não registrou boletim de ocorrência sobre o caso, mas lamenta a situação vivida. “Nunca pensei em ver um descaso tão grande. Não era apenas eu que estava lá aguardando sem nenhuma informação, mas tinham mães com bebês, idosos, pessoas com deficiência. Os funcionários precisam ser mais treinados para lidar com o público, pois isso é inaceitável”, concluiu Calil.

Sobre a demora no atendimento, a Gol informou que, "com o objetivo de evitar um longo tempo de espera no aeroporto, prestou o atendimento necessário previsto na Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que prevê hospedagem, transporte e alimentação para os clientes."

Segundo a companhia, "tendo em vista o horário em que os clientes foram para o hotel, após as 23h,  o serviço de refeição já não estaria disponível. A equipe do aeroporto teve o cuidado de avisar a todos que solicitassem a refeição no aeroporto, concedida pela companhia, para não se restringirem as opções de lanche do hotel", destacou e nota.

A Gol ainda explicou que "os clientes foram reacomodados nos próximos voos da companhia na segunda-feira. Considerando que, nesta rota, o voo cancelado (G3 9038) não é diário e é o único que opera de forma direta entre as duas capitais, os voos para reacomodação tinham escala ou conexão".


fonte/foto/G1

FAMÍLIA DE CRIANÇA AUTISTA RECLAMA DE TRATAMENTO EM VOO DA AZUL

Otávio é uma criança sorridente que adora andar de avião. Fica sempre eufórico ao entrar na aeronave e já voou muitas vezes com os pais. Mas ele não suporta, por enquanto, usar o cinto de segurança no avião desde o início, antes da decolagem. O garoto, de 10 anos, é autista. 

A última viagem, no sábado, não foi como as outras. No voo da Azul que ia de Navegantes (SC) para Porto Alegre, a tripulação se recusou a dar início ao taxiamento enquanto ele não estivesse sentado e com o cinto afivelado. 

Os pais tentaram negociar, já haviam voado com a Azul outras três vezes, e sabiam que o menino colocaria o cinto no momento da decolagem e do pouso, porque estava condicionado a isso. O tempo de viagem, previsto para 50 minutos, aumentou para quase duas horas, depois de muito estresse, ameaças e bate-boca entre a família do garoto e a tripulação, que acabou aceitando o compromisso do pai de que o cinto seria usado quando o avião estivesse subindo. 

— Seria tranquilo. Ele colocou o cinto na hora, passou o voo pulando, brincando, rindo. Foi desnecessário e fica como um exemplo negativo de que uma pessoa portadora de necessidades é um estorvo na sociedade. Ele é alegre, mas meu marido disse que num momento, quando estava sentadinho, as lágrimas escorriam — diz a mãe de Otávio, a nutricionista Silvia Sperling Canabarro.
O uso do cinto de segurança está sendo trabalhado com Otávio há dois anos. Para Douglas Norte, responsável pelo acompanhamento terapêutico do garoto, o incidente pode ter prejudicado o desenvolvimento dele nessa atividade.
— A comissária chegou e começou a obrigar. Isso pode ter se tornado punitivo ao invés de um reforço. Provavelmente, a gente pode ter dado um passo atrás na terapia dele. Pode estar instaurado nele um comportamento à força. 

Para o comandante Paulo Roberto Alonso, consultor técnico da Diretoria de Segurança e Operações de Voo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a colocação do cinto é obrigatória no taxiamento, e não existe meio-termo. Ele afirma que a maioria dos incidentes ocorre nessa fase — o avião pode dar uma parada brusca se houver a entrada inadvertida de uma viatura ou um animal na pista.
— Esse assunto não é dúbio. É sim ou sim. Essa exigência é justamente para não colocar em risco a pessoa, independente de quem seja, nem os demais passageiros. A gente não tem como abrir mão. Não tem muito o que discutir — afirma Alonso.

Em nota, a Azul informou que segue os padrões de segurança exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que a ocorrência será apurada pela companhia. "A Azul Linhas Aéreas Brasileiras informa que tem profundo respeito pelas normas de segurança e, por isso, cumpre com as exigências estabelecidas pela Anac. A Azul lamenta os transtornos causados à família da senhora Silvia Canabarro e ressalta que o caso está sendo apurado para que situações como essa sejam evitadas", diz o texto. 

O depoimento da mãe do garoto, a nutricionista Sílvia Sperlin Canabarro
"Otávio, como grande parte dos autistas, não obedece às regras sociais da maneira esperada pelos demais. Entra no avião eufórico e quer ficar de pé à frente da poltrona ou sentado no chão. 

Conversamos com ele para que, no momento exato da decolagem e aterrissagem, permaneça um breve período sentado, com o cinto afivelado. Às vezes, há comissários de bordo mais compreensíveis e amigáveis, e, outras vezes, alguns mais rudes e intolerantes, mas nunca houve problemas."

"O comandante reiterou que não decolaria e queria que déssemos a percentagem de probabilidade de que conseguiríamos que Otávio ficasse com o cinto na decolagem. O que eu estava ouvindo? Teríamos que dar uma previsão numérica da chance de seu bom comportamento? Nunca passei por isso."

"Como já imaginávamos, ele sentou na poltrona no momento da decolagem e da aterrissagem. Agora posso gritar bem alto minha indignação ao preconceito, contra o qual tanto se luta todos os dias. Eu, como uma simples mãe que escreve sua dor, sua vitória, seu lamento e sua obstinação, vou continuar gritando e dando voz a meu filho e garantindo seu direito de ser feliz e conviver em sociedade a seu modo."

Resolução da Anac estabelece procedimentos de acessibilidade
Uma norma da Anac publicada em julho deste ano estabelece os procedimentos de acessibilidade de passageiros. A resolução 280 foi criada a partir de um debate entre o Conselho Nacional de Pessoas com Deficiência e a Anac, em virtude de queixas recorrentes de acesso no transporte aéreo. Entre os dispositivos, está a obrigatoriedade de que companhias aéreas ofereçam cursos de capacitação para os funcionários lidarem com pessoas com deficiência, incluindo aquelas que têm dificuldade de compreender regras. A regra vale a partir de janeiro.

Para a pedagoga Clarissa Alliati Beleza, diretora técnica da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (Faders), a preparação dos profissionais é importante para que eles possam perceber o que é possível ou não fazer, baseado na condição da pessoa com deficiência. Clarissa afirma que, atualmente, está sendo adotada uma nova abordagem na discussão acerca do tratamento, com base na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil em 2008.
— Antigamente, havia a concepção de que os problemas da pessoa com deficiência seriam só relativos à pessoa, então ela teria que se adaptar aos procedimentos padrões, e não esses procedimentos se adequarem à pessoa. Mas isso mudou. As dificuldades não estão só na pessoa, mas nas barreiras do meio e da estrutura da sociedade. Hoje se trabalha o conceito social da deficiência.

Como lidar com situações semelhantes
Para os pais
- O autista não deve ser tratado como um doente. É uma criança especial, com déficit no desenvolvimento, mas entende tudo e é capaz de progredir fazendo terapia.
- Leve a criança para a rua. Sair, caminhar e interagir com as pessoas são atividades terapêuticas. Ao frequentar supermercados e restaurantes, pegar ônibus e ir ao estádio torcer para o time, ela conhecerá o mundo da maneira dela.
Para a comunidade
- Seja mais tolerante. Pessoas com autismo podem não obedecer às regras sociais da maneira esperada, por isso podem não entender conceitos como esperar sua vez na fila e usar o cinto de segurança.
- A terapia comportamental aborda os conceitos de reforçar o bom comportamento, por meio da repetição e da recompensa, e punir o mau. Não interfira obrigando porque o autista pode associar isso com punição.
- Você tem a capacidade de flexibilizar, o autista não.
Fonte: Douglas Norte, acompanhante terapêutico da Re-Fazendo Assessoria Educacional Especial (www.autismo.com.br)

fonte/ZeroHora

CONGONHAS INAUGURA NOVA TORRE DE CONTROLE

A torre, de 44 metros de altura, começou a operar em maio, mas a estrutura ainda não estava totalmente concluída


A nova torre de controle do Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital, será inaugurada oficialmente nesta terça-feira, 17, após sete meses de funcionamento. A torre começou a operar em maio, mas a estrutura ainda não estava totalmente concluída.

A nova torre tem 44 metros de altura, o dobro da antiga, e é pelo menos três vezes mais espaçosa que a construída em 1945. Desde maio, sistemas digitais e estações de trabalho exclusivamente voltadas ao tráfego de helicópteros estão em funcionamento. São Paulo possui cerca de 900 movimentos diários de helicópteros e é a única cidade do mundo a ter um controle específico para essas aeronaves. Além da altura, a localização da nova torre também facilitou o trabalho dos controladores. Ela está em uma posição mais central, permitindo uma visão ampla de todo o sítio aeroportuário. A antiga era considerada adequada, mas ficou obsoleta com o aumento do tráfego aéreo.

A nova torre de Congonhas faz parte dos investimentos da Força Aérea Brasileira, por meio do Departamento do Controle do Espaço Aéreo (Decea), para aumentar a capacidade de controle do espaço aéreo. 

Atrasos. A torre entrou em funcionamento seis anos depois de ser anunciada. A antiga serviu como "back up" durante um mês, enquanto todos os ajustes de aparelhagem e sistema foram feitos, e não pode ser demolida nem transformada porque o aeroporto é tombado pelo patrimônio histórico.

Prometida pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) desde o acidente com o Airbus da TAM que matou 199 pessoas, em 2007, a obra da nova torre de controle só teve início dois anos depois. O orçamento inicial, de R$ 11 milhões, saltou para R$ 14,5 milhões.

A promessa era de que ficasse pronta em 2010, mas a Infraero só comprou os equipamentos necessários em 2011 e eles levaram mais um ano para ser instalados. Mesmo com o projeto da nova torre, a antiga chegou a passar por reformas.

fonte/Estadão

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