sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

HELICÓPTERO VOA BAIXO NA ORLA DO RECREIO E ASSUSTA LEITOR

RIO - No último domingo, o leitor Paulo Cesar Viana se assustou ao ver um helicóptero da empresa Heli-Rio sobrevoar a Avenida Lucio Costa, no Recreio, Zona Oeste do Rio, muito próximo a postes e árvores, durante uma procissão. Ao enviar as imagens para o Eu-Repórter, nossa seção de jornalismo participativo, o internauta falou sobre suas impressões de que todos os envolvidos corriam risco:
"Não é apenas ilegal, mas também irresponsável e absurdo o voo rasante efetuado pelo helicóptero matricula PP-MEU da Heli-Rio Táxi Aéreo, durante uma procissão promovida pela Paróquia Imaculada Conceição do Recreio. Ao sobrevoar os carros na Avenida Lucio Costa, a aproximadamente 10 metros de altura, voando entre os postes e os edifícios, o piloto colocou em risco não apenas a sua vida e a de seus passageiros mas, principalmente, as das pessoas que por ali passavam." 

Procurada, a Heli-Rio informou que as fotos foram feitas durante "voo de pétalas", quando o helicóptero se aproxima da procissão para lançar pétalas sobre a multidão. Ainda de acordo com a companhia, a operação é segura e autorizada pela Anac, através de Autorização para Operação Excepcional. A bordo, estavam o comandante e um funcionário da empresa treinado para realizar o procedimento de lançamento de pétalas. A Aeronática informou que está investigando se o procedimento está de acordo com as normas. 

fonte/OGlobo

NOTA OFICIAL DA META LINHAS AÉREAS


 
 
Aos
Representantes
Agências de Viagem
Colaboradores

Reiterando mensagem anterior enviada em 15/12/2010, informamos que a Meta Linhas Aéreas por determinação da ANAC paralisou temporariamente sua operação. O motivo desta paralisação de deve única e exclusivamente a carga horária de nossa tripulação não estar mais compatível com nossa malha atual de vôos.
Desta forma optamos por reestruturar nossa malha de vôos reavaliando freqüências, destinos e horários a fim de que todos os vôos estejam adequados a carga horária de nossa tripulação mostrando com isso nosso comprometimento com as normas vigentes da ANAC e também prezando pela segurança dos nossos passageiros e tripulantes.

Conforme mencionado acima o motivo da paralisação, que é temporária, é apenas este, não existe qualquer outro impedimento da Meta junto a ANAC, tudo que se refere à manutenção, documentação, funcionários está de acordo com as normas vigentes como sempre esteve.

Retornaremos com a operação o mais breve possível onde iremos comunicar a todos por mensagem via sistema e e-mail.

As agências de turismo que tem bilhetes comprados solicitamos que seja enviado por e-mail para suporte@voemeta.com a relação de bilhetes para providências de cancelamento das compras.
Qualquer informação adicional estamos a disposição.


fonte/Meta Linhas Aéreas
Enhanced by Zemanta

ANAC SUSPENDE LICENÇA DA EMPRESA META

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou a suspensão da autorização de operação da empresa aérea Meta. Segundo informou a Anac, a 'cheta', como é chamada a autorização, foi suspensa na quarta-feira (15) por questões de segurança de voo.

A Meta opera desde a década de 80 nos principais estados da região Norte, incluindo o Pará. A empresa também opera no Suriname. Ainda segundo a Anac, foram detectados problemas com a tripulação, entre eles a escala e o treinamento inadequado, que estariam prejudicando a segurança dos voos. A companhia só poderá voltar a operar depois de corrigir as irregularidades encontradas pela Agência. Com a suspensão da licença, todos os voos da empresa foram cancelados.

A Anac informa que os passageiros que comprar tíquetes a partir desta data devem procurar a empresa para providências de reacomodação em outras companhias aéreas ou reembolso dos valores. Em caso de algum problema com esses procedimentos, os passageiros podem entrar em contato com a Anac pelo fone: 0800-7254445. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas.

fonte/AmazoniaNews
Enhanced by Zemanta

ANAC REFORÇA ATENDIMENTO EM 11 AEROPORTOS

De hoje ao dia 3 de janeiro de 2011, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai reforçar o atendimento aos passageiros em 11 aeroportos do país. Uma equipe de atendimento, composta por 120 pessoas, entre inspetores, diretores e pessoal de apoio, reforçará a fiscalização com relação aos direitos dos passageiros nos aeroportos.

No último dia 22 de novembro, as seis maiores companhias aéreas brasileiras, a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Polícia Federal, a Receita Federal e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica, se comprometeram, em reunião com a Anac, a tomar medidas visando o bom funcionamento do setor e o atendimento aos passageiros durante o período das festas de fim de ano. 

fonte/ZeroHora
Enhanced by Zemanta

VARIGLOG ACERTA DÍVIDAS TRABALHISTAS E COMEÇA A GANHAR FÔLEGO

200Image via Wikipedia
Após um período de turbulência a VarigLog volta a ganhar força no mercado. A recuperação das finanças da empresa acabou permitindo que a companhia protagonizasse um caso raro entre empresas em recuperação judicial: a quitação de seu passivo trabalhista nove meses antes do prazo limite de um ano imposto pela Lei de Recuperação Judicial.

Em julho, a VariLog colocou cerca de R$ 4 milhões à disposição do juízo responsável para o pagamento da dívida com os ex-funcionários e os pagamentos começaram a ser realizados a partir de novembro. Além disso, neste ano, a empresa voltou a pagar em dia todos os seus funcionários, incluindo o 13º salário, cuja primeira parcela já foi quitada em outubro e a segunda no início de dezembro.

“Com muito sacrifício, começamos a buscar o equilíbrio econômico das contas internas visando honrar, tanto o pagamento do passivo como o compromisso com nossos funcionários. Estes são pontos fundamentais que mostram que a empresa está no rumo certo”, afirma Lup Ohira, CEO da VarigLog. De acordo com ela, no próximo ano, com a chegada de novas aeronaves, a VarigLog deverá avançar ainda mais no seu processo de recuperação. “Temos voltado a ganhar confiança do mercado e nossas operações têm sido lucrativas. Podemos afirmar, sem medo de errar, que estamos caminhando para uma recuperação completa”, destacou.
 
fonte/DOnline
Enhanced by Zemanta

ALITALIA ESCOLHE EMBRAER E DESISTE DO JATO RUSSO SUPERJET

An Embraer 175, one of the newest and most suc...Image via Wikipedia
 A companhia aérea italiana Alitalia desistiu do plano de comprar o atrasado jato regional russo Superjet e, em vez disso, irá fazer leasing de 20 novos aviões da Embraer, disse o presidente-executivo da Alitalia, Rocco Sabelli, nesta sexta-feira.

O Superjet, projeto em que a russa Sukhoi tem participação majoritária e que a empresa italiana aeroespecial Finmeccanica detém uma fatia minoritária, tem sido atingido por uma série de atrasos no seu desenvolvimento.

"Nós preferíamos aquela opção (do Superjet) exatamente por causa do envolvimento de uma companhia italiana e então nós adiamos nossa decisão (de compra) em entre seis e 12 meses", disse Sabelli.

"Mas o problema fundamental é que até hoje (o avião da) Sukhoi não iniciou testes de voo", acrescentou.

No começo deste mês, a Sukhoi disse que a companhia pretendia vender de 20 a 24 aeronaves para a Alitalia.

A Alitalia receberá os aviões fabricados pela brasileira Embraer entre 2011 e 2012, disse Sabelli.

fonte/Reuters/ContatoRadar
Enhanced by Zemanta

MALDADE (NOVAMENTE) NA DIVISÃO DA EMBRAER EM DUAS

 

ALERTA DO blog Democracia & Politica PARA O UFANISTA (?) ANÚNCIO: “EMBRAER CRIA UNIDADE PARA ÁREA MILITAR E JÁ PREVÊ RECEITA DE R$ 1,5 BI EM 2011

Este blog (
blog Democracia & Politica) vê com preocupação essa notícia aparentemente boa (ler reportagem do ‘Estadão’ mais abaixo).

Isso porque, nos anos 90, no governo FHC/PSDB/PFL-DEM, em situação semelhante, quase houve grave perda para o Brasil.


A EMBRAER, então já privatizada e controlada principalmente por braço do banco Bozano com sede em paraíso fiscal (hoje, o Bozano é do banco espanhol Santander) também quis separar a parte civil (aviões regionais de passageiros) da parte militar. Na época, de militar, havia somente o difícil (por falta de recursos) final da produção do AMX.


Acidentalmente, veio a ser descoberto que a agenda oculta neoliberal nessa separação era facilitar o fechamento em São José dos Campos da produção de aviões regionais no Brasil e reimplantá-la nos EUA. As justificativas eram “estar mais perto do principal cliente”, “diminuir custos logísticos”, “racionalização”, “melhor gestão empresarial” e outras desculpas bonitas. A empreitada seria em parceria com a sueca SAAB, que, na época, também produzia aviões turboélice para vôos regionais. A SAAB também instalaria sua linha de produção nos EUA, associada à EMBRAER.


Travestidos, enrolados na bandeira nacional, os controladores (banqueiros) da EMBRAER aqui fingiam ser brasileiros e nacionalistas, proclamando que, com a divisão, “a empresa nacional ganharia maior porte internacional” e que tiveram o cuidado patriótico de a parte militar permanecer no Brasil por ser “estratégica”, “indispensável braço industrial da FAB”, por haver “compromisso da empresa com a Defesa Nacional”. Tudo blá, blá, blá para enganar os ingênuos.


A realidade seria outra, diferente do enganoso cenário por eles propagandeado. O resultado seria a morte por inanição da parte aqui remanescente, do tal “braço militar estratégico”, nossa única indústria aeronáutica. Futuro de falência garantido naquele governo demotucano obcecado em reduzir ao mínimo o Estado Nacional e em também levar ao mínimo as nossas Forças Armadas. No governo e na mídia predominava o conceito de que, no “mundo moderno, com a globalização, Forças Armadas no Brasil para quê?”. Há muito tempo, a empresa já não recebia novas encomendas de aviões para a FAB. Esta, coitada, por sua vez, quase nada podia voar, “canibalizava” os obsoletos aviões sobreviventes e obrigava-se a “meio expediente”. Não recebia recursos nem mesmo para a espartana alimentação de seus integrantes, dispensados para não almoçarem. Não era permitido um centavo sequer para novas aquisições de aeronaves na EMBRAER.


A dolosa divisão da empresa em militar e civil e a posterior transferência total da parte civil para os EUA foram tratadas com muita confidencialidade entre os controladores da empresa (especialmente pelo banco “Bozano Privatization”, com sede nas Bermudas, Caribe) e o então Ministério da Indústria e Comércio e a Presidência da República. Mas isso vazou e este blog veio a saber por leitor testemunha da trama. O que fez não dar certo aquela tramoia antinacional foi a coincidência feliz da desistência da parceira sueca SAAB de ir para os EUA.


Hoje, como trágica consequência dos vendavais neoliberais que destruíram o patrimônio público e grandes empresas brasileiras, a maioria quase absoluta dos controladores da EMBRAER é estrangeira. A quase totalidade das ações ordinárias da “empresa nacional” está em mãos estrangeiras e de seus "laranjas" nacionais contratados para "agir em nome e por conta" deles. Essas ações dão direito à propriedade e controle da empresa, além dos dividendos. Foram vendidas na Bolsa de Nova York. Em outras palavras, os proprietários e controladores da EMBRAER hoje são majoritariamente estrangeiros. Frente à essa realidade, a pseudoproteção da “golden share” e o limite de votos de estrangeiros nas Assembléias Gerais são restrições ridiculamente inócuas. São medidas para acalmar e enganar os brasileiros incautos.


Portanto, está ainda mais forte e presente o risco de decisões contrárias aos interesses nacionais.


Por isso, me preocupo ao ler a seguinte notícia, que parece boa, até ufanista, mas pode esconder, de novo, minúscula semente de ‘jogada’ danosa aos interesses brasileiros:


GRUPO ANUNCIOU CRIAÇÃO DE UNIDADE DE NEGÓCIOS AUTÔNOMA, DESTINADA A CUIDAR DOS PROJETOS DA ÁREA MILITAR

Roberto Gogoy, do
O Estado de São Paulo

Uma nova empresa no ar – e isso quase literalmente: o grupo Embraer anunciou sexta-feira a criação da “Embraer Defesa e Segurança”, unidade de negócios autônoma, destinada a cuidar dos projetos e negócios da área militar. Com essa nova corporação ficarão ainda as atividades ligadas às tecnologias sensíveis – tanto a absorção como o desenvolvimento.


A “Embraer Defesa” nasce poderosa. De acordo com Luiz Carlos Aguiar, executivo que assume a presidência da organização, a receita prevista para o segmento "vai bater em R$ 1,5 bilhão já em 2011". Aguiar é o atual Vice-Presidente Financeiro e de Relacionamento com Investidores, mas esteve anteriormente à frente da área Defesa do grupo. O atual titular do setor, Orlando Nogueira Neto, continua no cargo de vice-presidente.


O presidente da Embraer, Frederico Curado, considera que o movimento "era inevitável, não apenas considerados os benefícios para a racionalização da gestão empresarial, mas, também, o alinhamento com os conceitos fixados pela Estratégia Nacional de Defesa" (a END é o programa do Ministério da Defesa que estabeleceu prioridades para a reorganização das Forças Armadas e fixou diretrizes da base industrial).


Para Curado, a ação confirma o compromisso da empresa com o País: "é um sinal claro: podem contar com a gente".


FÁBRICA PRÓPRIA


A nova unidade tem fábrica própria, em Gavião Peixoto, na região de Araraquara, a 300 quilômetros de São Paulo. Ali trabalham 2,2 mil funcionários envolvidos na construção dos turboélices de ataque leve Super Tucano e na transformação de 46 caças supersônicos F-5, americanos com 30 anos de idade, em modernas versões “M”. A revitalização está chegando para 53 bombardeiros leves de precisão AMX e para o caça subsônico Skyhawk, da Marinha.


Um novo hangar vai abrigar a linha de produção do cargueiro e avião tanque KC-390, militar, a maior aeronave já criada na Embraer. Os produtos mais discretos do catálogo, grandes jatos birreatores tipo Emb-145 convertidos em estranhas configurações eletrônicas cheias de antenas e bulbos externos, para cumprir missões de inteligência, vigilância e reconhecimento, saem dos mesmos prédios. Sem alarde, pela porta dos fundos.


O complexo abriga o ninho dos jatos Phenom executivos. A pista de ensaios mede 5 mil metros, a maior da América Latina. É repleta de sensores eletrônicos. A Embraer surgiu, faz 41 anos, como iniciativa estritamente da Força Aérea Brasileira. "Felizmente, ao longo do tempo, os dirigentes perceberam que era preciso expandir a atividade no rumo do mercado civil – e isso fez da empresa, em 2010, a fabricante líder de jatos comerciais para até 120 passageiros. Agora, retomamos o caminho da Defesa", explica Curado. Ele lembra que em 1997 todo o faturamento da Embraer era do tamanho da carteira de negócios militares atual, "alguma coisa como os US$ 760 milhões alcançados esse ano".


INTELIGÊNCIA


Não por acaso, as prioridades da “Embraer Defesa e Segurança” que receberá os novos investimentos estão ligadas à sofisticada tecnologia de sensoriamento eletrônico – na prática sistemas de espionagem, escuta, e produção de informações.


Os sistemas avançados são os do tipo C4I, integrando Comando, Controle, Comunicações, Inteligência e Computadores. "Será fundamental no domínio do cenário estratégico dos grandes eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, aplicados sobre plataformas Aéreas", enfatiza o presidente Frederico.


NÃO APENAS


Um levantamento recente do Pentágono, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, estima em 300 unidades a demanda internacional por aeronaves configuradas em estações C4I. Um terço delas, estarão em países emergentes. Onde mora a clientela da Embraer.”


fonte/introdução e imagem do blog Democracia & Politica, seguida de transcrição de reportagem de Roberto Godoy publicada no "O Estado de São Paulo" e postada no portal da FAB./BlogHangarDoVinna
Enhanced by Zemanta

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...