quarta-feira, 29 de julho de 2009

CBF DÁ SHOW DE DESPERDÍCIO COM JATINHO


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mostra, a cada dia que passa, que o importante não é o tamanho do custo, mas o seu status. Em 2001, vendeu a sua sede própria, no Centro do Rio, para pagar um aluguel de R$ 150 mil em um andar de edifício na Barra da Tijuca, bairro nobre da Zona Oeste do Rio. Mas para se deslocar, Ricardo Teixeira, presidente da entidade, não quer saber de aluguel. Em janeiro, adquiriu um jatinho em nome da Confederação, ao custo de US$ 10 milhões (R$ 23,1 milhões no câmbio da época).

O luxuoso jatinho da CBF é um dos mais modernos modelos da empresa americana Cessna. O Citation CJ4 (similar ao da foto acima) foi liberado por autoridades e a CBF se apressou em adquirir um exemplar. Em janeiro, a aeronave foi registrada no Brasil pelas autoridades. O objetivo é transportar os membros da Fifa para as cidades que sediarão os jogos da Copa de 2014, embora as visitas sejam raríssimas. Joseph Blatter, quando vier ao Brasil no final deste ano, será um dos passageiros.

Mas Ricardo Teixeira também é usuário frequente do jato. Em junho, ele foi para Recife com ele. O que causou espanto até aos governantes da capital pernambucana.

E não são apenas os R$ 23,1 milhões do custo da aeronave, que seriam capazes de bancar as Séries C e D do Brasileirão e a Copa do Brasil Feminina por dois anos. O custo de manutenção do avião também entra na história. A única operadora autorizada no país é a TAM Jatos Executivos.

Vale lembrar que a CBF ainda tem de custear a tripulação a cada vez que o avião levantar voo, além dos custos com combustível, aluguel de hangares, licença em aeroportos, entre outros. Mas o jatinho pode ser sublocado, o que diminui os custos. O LANCE! procurou a assessoria da entidade, que não quis se manifestar sobre o assunto.

Fonte: Lancepress - Foto: Divulgação

ROLLOUT DO PROTÓTIPO CF-1 DO F-35C PARA US NAVY

A Lockheed Martin, apresentou a primeira versão naval do caça F-35 Joint Strike Fighter, em uma cerimônia de roll-out, em sua unidade de montagem final, em Fort Worth, Texas.

O Almirante Gary Roughhead (foto abaixo), chefe de operações navais, declarou ser uma honra e um privilégio, a apresentação do caça. A marinha americana pretende operar 260 F-35C na versão para porta-aviões, mas o programa como um todo, envolve 2.443 aviões. Roughead afirmou que o F-35 tem a capacidade de enfrentar vitoriosamente qualquer outro avião inimigo.


O primeiro protótipo do modelo para porta-aviões, a sair da linha de produção - CF-1, é a continuação natural do programa do F-35 que ja demonstrou a versão convencional para a USAF, ocorrida em 2006 e a versão de pouso e decolagem verticais, o F-35B, em junho do ano passado.

A versão naval usa o mesmo sistema de propulsão usado pela versão da USAF, mas apresenta outras modificações, incluindo uma asa maior com pontas dobraveis, estrutura e trem de pouso reforçado, além de revestimento anticorrosão em toda a estrutura.

O F-35C será o primeiro caça tático a entrar em serviço na marinha americana em muitas décadas, sendo dotado por apenas uma turbina. Também será o primeiro caça baseado em porta-aviões, com capacidade stealth.

Preve-se a entrada em serviço em 2015, embora, no Pentáfgono alguns prevejam um atraso de 2 anos.

O protótipo CF-1 iniciará testes de voo no fim de dezembro, e será o quarto a efetur tais testes, após testes com uma versão que não será de produção, a AA-1 e as versões STOVL, BF-1 e BF-2.
fonte: blog do Vinna

EMBRAER NA PESQUISA DE BIOQUEROSENE

Após a desistência da norte-americana Boeing de continuar participando das pesquisas para o desenvolvimento do bioquerosene, a Tecbio — empresa cearense pioneira na montagem de plantas industriais de produção de biodiesel — agora tem como sócia no projeto a brasileira Embraer e uma multinacional da área de petróleo, cujo nome ainda é mantido em sigilo por exigência de contrato.

“Esta tecnologia não se faz em um ano. A Boeing e a Nasa (Agência Espacial Americana) saíram do projeto mas temos outros parceiros”, afirma José Neiva, sócio do engenheiro Expedito Parente na Tecbio.

O Diário do Nordeste informou, com exclusividade, na edição de 27/08/2006, o interesse da Boeing em relação ao bioquerosene. À época, um técnico da companhia, o norte-americano Danny Hatfield, esteve em Fortaleza, visitando as instalações da Tecbio no Pici.

Os testes começaram no ano seguinte, mas o desenvolvimento de um produto final pode levar anos de estudo. De acordo com Neiva, o bioquerosene substituiria o tradicional querosene de aviação (QAv), sendo menos poluente — assim como o biodiesel em relação ao diesel mineral. “O novo combustível renovável é obtido a partir de oleaginosas palmáceas, como o coco babaçu, que produz óleos laurídicos, mais leves”, diz ele, rechaçando a possibilidade de se obter o bioquerosene de plantas como a mamona, a soja, o girassol ou o pinhão manso.

O primeiro teste com o combustível ecológico foi feito em 1984, quando um avião militar Bandeirante voou de São José dos Campos (SP) a Brasília, com bioquerosene. O programa sofreu um processo de interrupção, porque na época não havia preocupação com as questões ambientais e nem com a falta do petróleo.

Hoje, o cenário mundial é diferente. O bioquerosene foi testado por gigantes multinacionais, entre as quais a Boeing, a Rolls Royce, a Shell Aviation — maior distribuidora mundial de querosene de aviação, além da Parker, a General Eletric, a Embraer e a Nasa.

Segundo José Neiva, a Financeira de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério de Ciência e Tecnologia (MC&T), está investindo R$ 7 milhões na instalação, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, de um laboratório de referência internacional para novas pesquisas da equipe de Expedito Parente. “Quanto aos nossos projetos com biodiesel, estamos tentando reconstrui-los porque houve um arrefecimento do mercado”, disse.

Fonte: Diário do Nordeste - Foto: AFP

ALFÂNDEGA DE AEROPORTO DO CEARÁ FLAGRA CARGA IRREGULAR EM AvIÃO DA TAF

Avião cargueiro da TAF Linhas Aéreas ainda não autorizado a transportar foi pego com 17 volumes de mercadorias diversas. Entre elas, um quadriciclo e um cortador de grama elétrico. O crime assumido pelo engenheiro do voo tem como penalidade a perda dos produtos.


Aviação da TAF flagrado em Fortaleza pela Receita Federal

A Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional Pinto Martins flagrou um crime de descaminho - a entrada no País de mercadoria permitida mas sem os devidos recolhimentos tributários - em um avião cargueiro adquirido pela TAF Linhas Aéreas. A aeronave, que ainda não estava autorizada a transportar, trazia 17 volumes de mercadorias diversas. Entre elas: um quadriciclo, três carrinhos de bebê, um cortador de grama elétrico, cremes, perfumes e relógios.

Segundo o inspetor substituto da Alfândega, Iran de Souza Pinheiro, foi lavrado um auto de infração de perdimento porque a penalidade nesses casos é a perda total dos produtos. Ele destaca que, além de não ter os impostos recolhidos, eles entraram em meio de transporte indevido já que o avião ainda se encontra em processo de admissão temporária pois foi adquirido numa operação de leasing - contrato denominado na legislação brasileira como "arrendamento mercantil". Antes disso, não poderia operar. Adiantou que o engenheiro que acompanhava o voo informou que a mercadoria foi trazida por ele não tendo nada a ver com a empresa.

O diretor da TAF, Ariston Pessoa Filho, negou que o avião tenha sido apreendido. Informou que a aeronave adquirida nos Estados Unidos chegou em Fortaleza na última sexta-feira à tarde e passa pelo processo normal de desembaraço. Adianta que em toda importação a aeronave é vistoriada, bem como a documentação e os contratos até ser nacionalizada. Explica que depois disso a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também fará vistoria e só então o avião fica autorizado a operar.


Desde março deste ano a TAF não opera mais com o transporte de passageiros, segundo Ariston Filho, por uma decisão estratégica da empresa. Ele explica que só uma aeronave, em parceria com a Air Caraibes, faz o voo regular de Belém (PA) a Guiana Francesa. Antes esse voo partia de Fortaleza. Hoje a TAF conta com cinco aviões 727-200 e um 737 com 155 lugares. Os cargueiros, com capacidade para transportar 25 toneladas, tem voos diários de carga que incluem os trechos Fortaleza/Salvador/São Paulo/Belo-Horizonte e Belo-Horizonte/Salvador/Fortaleza. Também opera Brasília-São Paulo. A ideia da companhia com a aquisição de mais um avião é fortalecer o mercado de cargas.

Fonte: O Povo Online - Foto: Mauri Melo

VÍDEO - TUBO DE PITOT

INCIDENTE ENVOLVE AVIÃO AIRBUS A320 EQUIPADO COM AO NOVOS TUBO DE PITOT

Um novo incidente ligado às sondas Pitot de um avião Airbus A320 da Air France ocorreu em julho, informaram na quarta-feira um sindicato de pilotos e a empresa.


O Sindicato Nacional de Pilotos de Linha (SNPL) pensa em exigir que a empresa mude de fornecedor das sondas que medem a velocidade.

O incidente ocorreu em 13 de julho num voo entre Roma e o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, disse à Reuters Erick Derivry, porta-voz do SNPL, confirmando informação divulgada pelo site Figaro.fr.

As sondas Pitot fabricadas pela empresa Thalès, usadas para medir a velocidade do avião, são uma das causas aventadas para explicar o acidente do voo AF 447, que fazia a rota entre Rio de Janeiro e Paris que causou a morte de 228 pessoas em 31 de maio.

Trata-se do primeiro incidente do qual se tem conhecimento envolvendo a nova geração de sondas BA, que após o acidente substituiu as sondas AA em toda a frota da empresa, segundo informou a Air France.

"O incidente está ligado às novas sondas. Durou alguns segundos, sem ter qualquer consequência para os passageiros. Uma análise está sendo feita em conjunto com os construtores e o BEA (órgão francês responsável pela investigação de acidentes aéreos)", disse um porta-voz.

Os pilotos do voo Roma-Paris anotaram em seu relatório "uma perda brutal de indicações de velocidade, e depois o desaparecimento dos dados anemométricos."

"Pedimos à Air France que investigue para confirmar se estamos diante do mesmo tipo de incidente, que produziu os mesmos efeitos que outros incidentes conhecidos desde meados de 2008", disse Derivry.

"Seria uma informação nova e importante. Desde já, exigiríamos a substituição das sondas Thalès por sondas Goodrich, em nome do princípio da precaução", ele acrescentou.

A empresa americana Goodrich fornece 70 por cento das empresas aéreas do mundo, e suas sondas nunca apresentaram o menor problema.

"Ouvimos falar na possibilidade de que, além da sonda, talvez seja preciso também trocar o calculador que transforma a pressão em medida de velocidade", acrescentou o porta-voz do SNPL.

Em junho, sob pressão do sindicato minoritário Alter, a Air France teve que trocar todas as sondas Pitot de suas aeronaves A330 e A340, depois de já ter efetuado a troca nos aviões A320.

Desde 2008 foram constatados vários casos de congelamento de sondas AA em alta altitude, em aviões de diferentes empresas. O SNPL informou que o vôo Roma-Paris ainda se encontrava em alta altitude no momento do incidente.

Fonte: Reuters/Brasil Online via O Globo

PROCURADORIA QUER QUE TAM TROQUE SENSORES DE VELOCIDADE DE AVIÕES AIRBUS

A Procuradoria Regional da República da 3ª Região quer que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) obrigue a TAM e outras companhias aéreas que operem com modelos Airbus a substituir os sensores de velocidade das aeronaves.

Uma falha no sensor, chamado tubo “pitot”, é apontada como uma das prováveis causas do acidente com o Airbus A330 da Air France, que caiu no oceano no 1º de junho, quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris. Todos os 228 ocupantes do avião morreram.

Na manifestação (veja a íntegra aqui) entregue à presidente da Anac, Solange Vieira, o procurador Sérgio Monteiro Medeiros pede que a agência informe se já houve fiscalização para comprovar a troca do equipamento e lembra que a própria Air France, depois de uma mobilização de seus pilotos, anunciou “a substituição das peças como medida para prevenir novos desastres”.

Procurada pela reportagem de Última Instância, a Anac disse, por meio de sua assessoria, que ainda não foi notificada sobre a recomendação. Mas informou, no entanto, que a TAM já havia substituído os sensores antes do acidente do voo 447 e que essa é a única companhia que opera com modelos Airbus no país. A assessoria da TAM confirmou que já executou a troca em toda a frota em operação.

A reportagem buscou esclarecer a informação, mas a Procuradoria, devido ao horário, não tinha quem explicasse o motivo da recomendação.

Sérgio Medeiros quer que a agência reguladora estabeleça prazos para que a companhia realize a operação de troca, além de dar "conhecimento à opinião pública, em homenagem aos princípios da publicidade e da eficiência", informando tudo o que for feito e os resultados obtidos.

"Não se trata de medida açodada, é claro, pois o transporte aéreo, ainda que reputado o mais seguro do mundo (…) vem sofrendo graves turbulências em sua reconhecida credibilidade”, prossegue Medeiros, acrescentando que “todo investimento em segurança é mais do que justificado, exigível", observa o procurador.

Fonte: Última Instância

MONOMOTOR CAI EM LAGO ÀS MARGENS DA PISTA DO AEROPORTO


O acidente foi por volta das 16 horas, quando o piloto tentava manobrar após o pouso. O avião, um Aero Boero AB-115, prefixo PP-GOI, acabou saindo da pista e derrapando na grama.

O piloto, cuja identidade não foi divulgada pelo aeroclube, conseguiu saltar antes do avião cair na água. Um guindaste com capacidade para 45 toneladas foi utilizado para tirar o monomotor do lago.

Mais de 15 homens participaram da operação, que terminou somente às 17h50. Dez minutos depois o aeroporto voltou a operar. O avião pertence à União e é utilizado para instrução na escola de voo do aeroclube.

Fonte: Sancler Ebert (Jornal Gazeta do Sul) - Fotos: Lula Helfer (Ag. Assmann)

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