sexta-feira, 6 de novembro de 2009

AVE QUEBRA PARA-BRISA DE UM BEECH C99 À 11.000 PÉS


Às 7:50 da manhã de quarta-feira (04/11)
, um avião da AMERFLIGHT, um Beech C99 em rota de Phoenix para Show Low colidiu a11.000 pés com uma grande ave .

O resultado foi sangue, vísceras e um piloto ferido.

O pássaro adentrou pelo pára-brisa do piloto e explodiu em pedaços , o piloto pousou em segurança no aeroporto de Show Low, sofrendo algumas pequenas lacerações no rosto e um hematoma no ombro. Ele recebeu oito pontos e foi liberado do hospital.









PILOTO DA AMERICAN AIRLINES COFESSA QUE AVIÃO ESTÁ DANIFICADO, MAS QUE VIAJARÁ MESMO ASSIM PARA RECIFE







No vôo AA 980, vindo de Miami no domingo passado, já comentado aqui, alguns vídeos foram gravados que comprovam o que estava sendo dito aqui no blog e no Diário de Pernambuco. Diversas filmagens foram feitas pelos passageiros, como estas quatro que coloco à disposição.

A primeira delas é a declaração do piloto de que a aeronave teve um problema elétrico, e que ele viajaria mesmo assim, pois não representava “perigo”, mesmo depois de ter dado uma pane geral no taxiamento para a decolagem.

O vídeo está em inglês, mas em resumo o piloto começa explicando a situação em que o procedimento ocorreu*.

Ele fala que o avião teve um problema inicial (na turbina), que comprometeu o ar-condicionado, e que os mecânicos teriam resolvido o problema.

Depois fala que teve uma espécie de pane elétrica na aeronave, mas que não precisaria disso para voar. Em outras palavras, tentou dizer que a pane que fez com que o avião parasse na pista não representava perigo no vôo da aeronave. Que a parte quebrada era necessária apenas para o ar-condicionado e para a parte elétrica. Ele avisa que não iria usar mais esta parte do avião.

Diz que todo avião sempre tem alguma parte que não funciona (hããã???). Em seguida confessa que isso aconteceu porque o avião funcionou por muitas e muitas horas seguidas, e por isso, infelizmente a aeronave deu um problema técnico aquela noite. Mas o mecânico tinha checado, e que ele iria viajar mesmo assim.

Ele disse que entendia quem não se sentia seguro para viajar, mas que se não fizesse isso era uma opção da pessoa (em outras palavras disse que ou ia com ele, ou ficava à própria sorte). Diz que os próximos vôos estariam lotados, e que não voar era uma opção da pessoa.

Nesta segunda parte ele confessa também que o avião que ia para Recife era uma aeronave maior (767), mas que foi trocada por uma menor (757).

Pouco antes, o funcionário da American Airlines (que falava português), falou também que a aeronave realmente não conseguia chegar ao Brasil direto. E ainda deu a bela sugestão de 25 pessoas saírem do avião para que não parasse em San Juan, capital de Porto Rico.

Os passageiros foram surpreendidos com essa singela parada em Porto Rico, na aeronave danificada.

Essa parada técnica não era o que estabelecia o vôo. Isso aconteceu apenas porque a American Airlines colocou um avião menor.

Para fechar o funcionário confessa:

Essa aeronave é uma decisão errada da American Airlines. Essa aeronave não tem autonomia de chegar a Salvador (conforme era prometido). Se estiver lotado, não tem autonomia de 8 horas de vôo.

Isso tudo depois do avião dar duas panes seguidas no taxiamento, chegando a parar no meio da pista.

O funcionário ainda disse (no vídeo acima) que quem não embarcasse não conseguiria mais vaga em vôo nenhum, na tentativa de forçar os passageiros a entrarem de qualquer jeito. Reclama que está sendo filmado, e logo depois a outra funcionária manda chamar a polícia.

A pergunta que deve ser feita é: você viajaria neste vôo, depois do piloto confessar que o avião estava quebrado porque estava voando sem parar há muito tempo?

blog/PousadaDasNoticias/DanieleCarreiro

JOBIM ESTUDA IMPOR LIMITE A CONGONHAS EM DIAS DE CHUVA

São Paulo - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, determinou ao seu secretário de Aviação Civil, brigadeiro Jorge Godinho, que estude a viabilidade de tornar mandatórias as recomendações de segurança dirigidas ao Aeroporto de Congonhas no relatório sobre a tragédia do voo 3054 da TAM, em 2007. No documento, o Centro de Investigação de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado ao Comando da Aeronáutica, sugere que não se opere com pista molhada.

Das 33 recomendações do Cenipa destinadas à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), nove dizem respeito às regras de funcionamento de Congonhas. Além de "restringir, de imediato, a operação da pista principal à condição de "pista seca"", os militares sugerem que as pistas principal e auxiliar só sejam declaradas "praticáveis" quando suas características superficiais, como atrito e textura, atenderem aos requisitos de resistência à derrapagem previstos na legislação aeronáutica vigente.

O Cenipa recomenda ainda que a Anac fiscalize se a Infraero realiza o monitoramento periódico dos indicadores de qualidade do asfalto e estabeleça parâmetros para garantir a segurança das operações nas pistas principal e auxiliar, em casos de chuva. As informações são do jornaL.

fonte/Estadao

MODELO DE CIV ELETRÔNICA - HELICÓPTEROS

Este modelo de Caderneta Individual de Voo (CIV), exclusiva para helicópteros, elaborada por Maurício Rocha de Oliveira, já vem sendo utilizado por alguns pilotos da Aviação Policial, sendo alvo de elogios pelos funcionários da ANAC, pois evita rasuras e erros de soma das horas voadas. Lembramos que, segundo a ANAC, as CIVs deverão ser individualizadas, ou seja, uma para avião e outra para helicóptero, não mais podendo ser o modelo antigo, que contemplava os dois tipos de aeronaves.

Instruções para confecção da CIV ELETRÔNICA – Helicópteros

Estas instruções são exclusivamente para o arquivo “CIV MODELO HEL.xls”. O arquivo foi elaborado para impressão em papel A4 na posição “paisagem”(landscape). O usuário somente terá acesso aos campos em que irá preencher, estando todos os outros bloqueados (instruções, fórmulas, etc).

O interessado deverá ainda mandar confeccionar capa dura para a nova CIV, que recomendamos as medidas de 21,3 cm por 30 cm. A capa dura frontal deverá ainda ter uma parte flexível para permitir a consulta da CIV.

Capa da CIV

Recomenda-se ainda uma folha em branco entre a capa e o início da parte impressa da CIV, lembrando que deverá ter a capa de rosto e as instruções de preenchimento da CIV, também disponíveis no arquivo.

Uma vez identificada e montada a CIV do interessado, o lançamento de horas voadas deve ser feito sequencialmente da folha 1 até a 99.

O interessado preencherá normalmente os campos “ANO”, “DATA”, “MODELO DA ANV”, “IDENTIFICAÇÃO DA ANV”, designativos de decolagem e pouso (“DE”, “PARA”), “OBSERVAÇÕES” e “POUSOS”. Neste caso o usuário poderá se beneficiar com os recursos do Microsoft Excel® para lançamento de vários vôos, como os recursos de copiar dados já lançados;

O lançamento da conferência deve ser feito manualmente, como nas CIVs tradicionais, nas folhas 100 a 105 e o usuário deve também lembrar-se de assinar as folhas 1 a 99, quando impressas e afixadas na CIV.

Para o lançamento de horas voadas deve preencher o campo respectivo entre as células “AI” a “AR” de cada folha de lançamento, sendo que as horas nas células da esquerda e os minutos nas células da direita de cada campo (“DIURNO”, “NOTURNO”, etc).

As células de preenchimento das horas voadas, quando o valor for menor que 1 hora, deve ser preenchido com o valor “0″ (zero). As células dos minutos devem ser preenchidas com o valor real voado, sem a conversão em décimos de hora, pois a própria planilha faz essa conversão e lança na parte que será impressa;

Os campos “INSTRUTOR DE VÔO”, “NAVEGAÇÃO”, “INSTRUM. REAL”, “SOB. CAP.” e “SIMULADOR”, não seguem as duas regras anteriores e devem ser preenchidas pelo interessado, diretamente na faixa de impressão, devendo, portanto, calcular inclusive os décimos de hora voados. Somente a soma no final da folha não precisa ser preenchida.

As células “AG” e “AH” servem de conferência para o lançamento dos dados. Elas confrontarão os dados lançados nos campos “DIURNO”e “NOTURNO” com os dados lançados nos campos “DUPLO COMANDO”, “PILOTO EM COMANDO” e “CO-PILOTO”. Caso esteja algum desses dados em desacordo, estas células ficarão vermelhas, respectivamente, a da esquerda (“AG”) para o lançamento de horas e a da esquerda (“AH”) para o lançamento dos minutos.

Não há a necessidade de se imprimir as folhas de 1 a 99 e deixar todas na CIV, apenas aquelas preenchidas e conferidas (conferência das folhas 100 a 105). É pelo campo da conferência que a ANAC saberá quantas folhas de lançamentos de vôos que a CIV possui. Todas as demais deverão estar impressas e preenchidas, exceto a última folha, que embora impressa, deverá somente ser preenchida no encerramento da CIV.


Faça o download do arquivo: CIV MODELO HEL.xls e bons voos!

fonte/PilotoPolicial

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