quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

FAA COBROU MODIFICAÇÕES NO PHENOM 300

O site flightglobal informou que a FAA, órgão que regula a aviação civil nos EUA, cobrou da Embraer diversas exigências como condição para o jato Phenom 300 receber a certificação final. Entre as exigências estaria a limitação da aeronave para voos acima de 30.000 pés.

A FAA testou o jato em altitudes mais elevadas que as autoridades brasileiras em relação à formação de gelo sobre a aeronave, exigindo da fabricante brasileira um “anti-icing” para o bordo de ataque das asas e do estabilizador horizontal quando a aeronave voar acima de 30.000 pés. A agência norte-americana, em seu relatório técnico, informou que foi reportado a presença de formação de gelo em três ocasiões acima de 30.000 pés.

Dentre as duas opções encontradas, proibir o voo em condições de formação de gelo acima de 30.000 pés ou restringir o voo nesta altitude, a Embraer optou pela segunda opção segundo a FAA.

A Embraer não foi consultada pela Flightglobal sobre o caso.

fonte/ Flightglobal

VÍDEO - ÚLTIMO VOO DO BOEING 737-200 DA AEROLINEAS ARGENTINAS - SHOW

VÍDEO - ANTONOV 124 TRAZENDO OS MI-35M NA BASE AÉREA DE PORTO VELHO

CHEGAM AP BRASIL OS MI-35 DA FAB

Estão sendo desembarcados na Base Aérea de Porto Velho (BAPV), neste momento (17h45, horário de Brasília), os três primeiros helicópteros de ataque Mi-35M, de fabricação russa, adquiridos pela Força Aérea Brasileira (FAB). Os aparelhos foram trazidos por pelo Antonov An-124-100 “RA-82078” (C/n 9773054559153/710) da companhia civil Volga-Dnepr, que pousou no Aeroporto de Porto Velho por volta das 16h00. O cargueiro irá pernoitar no Brasil, pois o desembarque dos três Mi-35M deverá levar cerca de duas horas, retornando para a Europa amanhã. Dois dias depois (18, sexta-feira), virá um Ilyushin Il-76TD, trazendo sistemas de apoio, peças e outros itens.


Toda a operação foi realizada em extremo sigilo e com medidas excepcionais de segurança, que impediram qualquer acesso da imprensa à área, assim como qualquer registro fotográfico do momento histórico. Segundo nossa reportagem pôde apurar, o Comando da Aeronáutica aparentemente planeja fazer um grande evento em janeiro de 2010, com autoridades e acesso da imprensa, para então apresentar oficialmente as aeronaves.
 
fonte/MoraisVinna/blog

IRÃ ESPERA ATAQUE ISRAELITA ATÉ O FINAL DO ANO

No espaço de três dias, Damasco foi o palco para uma grande reunião de amigos: Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, Ahmad Vahidi, o general ministro da Defesa iraniano, e claro, o anfitrião, Ali Habib, o ministro da de Defesa sírio. Estes três homens importantes não se encontraram por acaso entre os dias 8 e 10 de Dezembro. Eles acreditam que o Irão vai ser alvo de uma "agressão sionista patrocinada pelos americanos." Até ao final de 2009 ou no início de 2010. No espaço de um mês, portanto.

As informações recolhidas pelas agências secretas iranianas - assumindo o fracasso da via diplomática aberta pela Administração Obama - asseguram que, logo a seguir ao natal, Telavive terá luz verde de Washington para atacar Teerão.

Ninguém no regime islâmico quer ser apanhado desprevenido: "A contagem decrescente para a guerra está perto do fim e devemos ter a nossa parceria estratégica em grande forma", exultou o general Vahidi no comité de defesa Irão-Síria.

Vahidi viajou num avião do exército iraniano liderando a maior comitiva militar alguma vez vista na capital síria - havia representantes das forças armadas, dos Guardas Revolucionários e das agências secretas.

A delegação mostra as intenções iranianas em Damasco: cimentar alianças estratégicas e garantir o apoio militar sírio na preparação de um ataque a Israel. "Laços defensivos mais fortes entre o Irão a e Síria são elementos de dissuasão contra as ameaças sionistas aos países da região", disse Vahidi.

A resposta síria foi de encontro aos desejos dos decisores militares de Teerão. Citando Ali Habib, a IRNA, agência noticiosa iraniana, apresentou as garantias do titular da defesa sírio: qualquer ataque ao Irão será encarado como um ataque à Síria.

No tabuleiro de guerra, Teerão conta também com o Hezbollah e o Hamas, dois braços armados pela República Islâmica absolutamente providenciais na destabilização das fronteiras de Israel.

Tanto Israel como o Irão têm vindo a participar num longo jogo de poker, usando e abusando dos seus melhores bluffs. Mahmoud Ahmadinejad fez a sua declaração de intenções há anos - varrer Israel do mapa - e, por seu turno, Telavive não se fia nas virtudes da dissuasão nuclear: bombas atómicas no Irão, nem pensar.

No entanto, esta é a primeira vez que, na defesa do deu programa nuclear, Teerão admite abertamente estar à espera da "cavalaria" judaica.

A temperatura política no Médio Oriente sobe ainda mais uns graus depois de, na passada segunda-feira, ter sido revelado pelo "The Times" um memorando secreto que mostra Teerão a trabalhar num iniciador de neutrões - componente sem qualquer aplicação na campo nuclear civil e procurado apenas por quem quer uma bomba atómica.

Neste patamar de evolução tecnológica, onde os iranianos já passaram claramente as linhas vermelhas traçadas pelos israelitas, vários analistas acreditam que Benjamin Netanyahu é forçado a intervir com ou sem o apoio norte-americano, embora a última hipótese seja improvável.

Aparentemente, só uma duríssima ronda de sanções internacionais poderá abrandar o ímpeto israelita. A Rússia, membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tem sido a maior aliada de Teerão. Mas com a normalização das relações entre o Kremlin e a Casa Branca - Obama abdicou do escudo antimíssil na Europa de Leste - Ahmadinejad pode perder o seu seguro de vida: o veto russo. Até porque Moscovo também não vê com bons olhos a proliferação nuclear no Médio Oriente.

Com Ahmadinejad fragilizado pelo processo de eleições, a secreta israelita percebeu que tem uma janela de oportunidade e multiplicam-se os avisos: "se a comunidade internacional não actuar, os israelitas vão resolver o assunto à sua maneira", diz um diplomata citado pelo "The Times".

Para neutralizar o programa nuclear iraniano, as forças israelitas acreditam que pode ser necessário atingir 12 alvos (com Natanz, Esfahan e Arak, à cabeça). Uma operação arriscada que só pode assentar no poder aéreo das esquadras de F-15 e F-16 israelitas, em ataques tão massivos quanto cirúrgicos. Estes, nem sequer são desafios novos para a Força Aérea. Em 1981, os caças israelitas não precisaram de muito tempo para arrasar central nuclear de Osirak, nos arredores de Bagdade. Em apenas 100 segundos, as ambições atómicas de Saddam Hussein ficaram reduzidas a pó.


fonte/IOnLine/Portugal

LIVRO SOBRE ACIDENTE DA TAM PODE SER RECOLHIDO


Familiares das vítimas do acidente do voo 3054 da TAM ajuizaram ação na Justiça paulista pedindo indenização e concessão de liminar para recolher exemplares do livro "Voo da Esperança", no qual um medium defende a tese de que os passageiros morreram, porque tinham de pagar dívidas de vidas passadas. Segundo o autor, Woyle Figner Sacchetin, as vítimas seriam os "algozes de Gália", um exército mercenário romano que teria queimado pessoas vivas 60 anos Antes de Cristo.

O acidente da TAM ocorreu em 18 de julho de 2007, na região do aeroporto de Congonhas, quando o Airbus, que vinha de Porto Alegre, perdeu o controle na aterrissagem, saiu da pista e bateu num prédio da TAM Expres, causando a morte de todos os 199 passageiros.

A ação foi impetrada pela professora Carmem Caballero, que teve duas filhas, Júlia Elizabete, 14 anos, e Maria Isabel, 10 anos, além da mãe, Maria Elizabete, 65 anos, mortas no acidente. "A família ficou profundamente abalada por este livro. Ela ainda se recupera das perdas e agora aparece este livro para trazer mais sofrimento", disse o advogado Marco Aurélio Bdine, que defende Carmem.

Segundo o advogado, "ao invés de trazer a misericórdia, o livro, pelo contrário, tenta justificar as mortes trágicas como punição". "Essas pessoas que morreram eram inocentes e não podem ser culpadas, depois de mortas", afirmou. Bdine citou trechos do livro como: "ontem vocês queimaram seres humanos, hoje veem seus corpos queimados", frase que é atribuída pelo autor ao espírito de Santos Dumont. Ou "a providência divina, em sua sabedoria infinita, não colocou neste avião espíritos inocentes, mas almas seriamente comprometidas com um passado de erros". Conforme Bdine, o livro, embora sem dar nomes, também faz referência direta aos familiares de Carmem, quando relata a morte de seu irmão em acidente automobilístico. De acordo com o advogado, os autores (escritor e editora) não pediram autorização para a família.

Além do pedido de liminar para recolher os exemplares nas livrarias e bancas, a ação pede o pagamento de indenização no valor de mil salários mínimos (cerca de R$ 465 mil). "A liminar serve para que o livro pare de circular até que o mérito da ação seja julgada, o que pode demorar", disse. A ação seria distribuída quarta-feira no Fórum de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, onde mora Carmem. Bdine disse que Carmem, em viagem, não comentaria o assunto.

O autor

O gerente administrativo e jurídico da editora Luchâtre, Henrique Serafim Júnior, disse ter ficado sabendo hoje, pela imprensa, da ação que tramita no Fórum de Rio Preto. Segundo ele, a editora espera receber um comunicado oficial para se manifestar sobre o assunto. Ele não soube dizer se o autor do livro já foi informado da ação. "Não consegui falar com ele ainda", disse Serafim. A reportagem ligou para Sacchetin, mas uma pessoa que atendeu - e disse se chamar Renato e ser irmão do escritor - afirmou que ele não poderia atender à ligação e que retornaria. Até as 16h40, Sacchetin não havia retornado.

De acordo com Serafim, a editora Lchâtre é especializada em publicar livros espíritas. O "Voo da Esperança" teve duas impressões, a primeira com 3 mil exemplares e a segunda, com 7 mil exemplares. Segundo ele, por enquanto não há previsão de nova edição em futuro próximo.
 
fonte/Terra

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