domingo, 20 de fevereiro de 2011

INCIDENTE NA ÁFRICA DO SUL...


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Um piloto de B737 pousou em Hoedspruit (ex-base aérea),África do Sul, no escuro e errou  a taxiway. Tendo chegado a um beco sem saída, tentou retornar,utilizando o reverso.


Ele calculou mal e acabou colocando o trem de pouso principal fora do concreto.

Em seguida, aeronave deslocou-se para trás e para baixo do banco de concret, então tentou sair com força total. Claro que com os motores próximo ao solo começou a ingerir grama, pedras etc..

Como  não chovia a explosão dos reatores atearam fogo no mato ao redo, observe a grama queimada na última foto.

A aeronave foi dada como perda total. O custo dos motores  ultrapassa o valor segurado. Não havia passageiros a bordo no momento do acidente.

Fonte/foto/flyinginireland

EMPRESA AÉREA ALERTA PARA RISCO DE VOAR NO AMAZONAS E AMEAÇA PARA AS ATIVIDADES


A empresa Trip, uma das poucas que realiza voos no interior do Estado, pode suspender voos para municípios amazonenses devido a existência de aeroportos inadequados.

Cimone Barros

Ronaldo Veras da Inteligência da TRIP
Ronaldo Veras da Inteligência da TRIP (FOTO: LUIZ VASCONCELOS/ACRÍTICA)
 
Nove de 13 municípios do Amazonas, atendidos com voos regulares pela Trip Linhas Aéreas, correm o risco de ficar sem operações da empresa, caso os aeródromos não se adequem às exigências da Resolução 115 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que aumenta os critérios de segurança de prevenção, salvamento e combate a incêndio nos aeródromos civis. 

Na última sexta-feira (18), a Trip, maior empresa regional do País, reuniu prefeitos e deputados  para alertar sobre a situação e se colocar a disposição para assessorar os municípios.

As exigências variam de acordo com a classificação dos aeroportos, mas todos terão de ter uma seção de combate a incêndio (prédio), viaturas, reserva técnica de agente extintor na viatura e pessoal treinado. O prazo terminou em 2010 e a Anac estendeu até 31 de dezembro de 2011 para as localidades com voo regular. “Somos interessados que sejam mantidos os voos. Uma suspensão dessa acarreta problemas pra nós, aos passageiros e à cidade”, disse o diretor de Inteligência e Mercado da Trip, Ronaldo Veras.
Precisam se adequar à norma, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Coari, Lábrea, São Paulo de Olivença, Fonte Boa e Eirunepé. O aeródromo de Carauari, onde a empresa operava, está interditado há dois anos e Parintins está operando apenas à noite, por conta de ação da Justiça. Estão de fora Tabatinga, Tefé, São Gabriel e Humaitá.

“Eirunepé só tem dois pontos que estão dentro das exigências que ainda não foram atendidas: o terminal de passageiros e o carro de bombeiros. Mas tem prazo e, portanto, está fora de qualquer risco imediato de parar. A nossa pista está ok e até boeing já recebemos”, tranquilizou o prefeito de Eirunepé, Dissica  Valério Tomaz.

Conforme Veras, a Anac prometeu capacitar o pessoal aqui no Estado para atuar nas seções de combate a incêndio. Para este ano, a Trip receberá 14 novas aeronaves que serão somadas as 43 existentes, como jatos e Embaer 190 (110 passageiros). O Estado deve passar de 13 para 17 municípios atendidos.

Readequação
Onze aeródromos são objetos de investimentos do governo do Estado para sanar as não conformidades apontadas pela ANAC, em 2007. Entre os problemas estão a falta de cercas operacionais, pequenas rachaduras nas instalações físicas e a falta de seção contra incêndio, conforme o assessor de infraestrutura aeroportuária da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf), José Carlos da Silva. 

Por ordem de prioridade as obras em Parintins foram concluídas e agora estão em Maués, Barcelos e Santa Isabel. Depois seguem para Manicoré, Eirunepé, Labrea, São Paulo de Olivença, Humaitá, Borba e Fonte Boa. Elas são executadas pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), unidade do Comando da Aeronáutica especializada em construção de aeroportos militares.

fonte/foto/ACritica
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CARTA ABERTA DO AEROCLUBE DO PARANÁ


AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA UM CAOS ANUNCIADO

Vem  aí,  outro enorme problema para  tripulantes, usuários, aeroclubes, escolas, empresas de taxi aéreo, de serviços aéreos especializados que compõem a Aviação Geral no Sul do país, o maior segmento aeronáutico, após a Aviação da Região Sudeste. Já à alguns dias, são veiculados insistentes boatos de que  a direção da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, determinou o fechamento do Escritórios de Aviação Civil de Curitiba-EAC-CT e a Unidade Regional de Porto Alegre-UR-POA, em mais um ato que demonstra a falta de  compromisso com a Aviação Civil Brasileira. Só o maior Aeroclube da Região, possui mais de 1.200 alunos que tratam de todos os seus assuntos neste Escritório de Unidade.

Já é de longa data, desde a criação do órgão, que a Aviação Geral, de Pequeno Porte, Escolas, Tripulantes, Mecânicos e Alunos, enfrentam todo tipo de problemas para desempenhar suas atividades e manter o imenso número de documentos e exigências “em dia” como determina este órgão, que vem trabalhando em total falta de sintonia e desconhecimento  da atividade aeronáutica.

Taxas absurdas, atendimento deficiente, atrasos na expedição de documentos, falta de examinadores para revalidação de licenças, questões e impedimentos burocráticos de todos os tipos – em sua maioria direcionados a Aviação Geral – já que as grandes empresas e seus proprietários enfrentam poucos percalços, já que a maior parte das ações do órgão ocorre no interesse de ambos – fazem da vida dos pequenos operadores um verdadeiro inferno, causando-lhes problemas e prejuízos de toda ordem.

Agora, em um posicionamento totalmente contrário as necessidades da Aviação Brasileira no Sul do país, que reflete o já habitual e  total desconhecimento da Atividade Aeronáutica por parte de seus  dirigentes e funcionários, a ANAC decide unilateralmente, arbitrariamente e sem qualquer tipo de consulta, simplesmente fechar estes Escritórios e Gerências, obrigando milhares de empresas, escolas e tripulantes da Região Sul, à viajarem, alguns, por muitos por milhares de quilômetros, até Rio de Janeiro,  São Paulo ou Brasília, para resolverem qualquer tipo de problema, dos mais simples como a revalidação de uma Licença até os mais complexos. Já havendo imensa carência de profissionais no país, tais viagens  agravarão a falta e a indisponibilidade de pilotos, mecânicos e aeronaves, que terão que se afastar de suas funções, enquanto viajam e aguardam a disponibilidade precária do órgão para a resolução de seus problemas.

É realmente um absurdo, que em pleno Século 21, em um país de dimensões continentais como o nosso, com a segunda maior aviação do planeta, um “Órgão Público”, se arvore no direito de desafiar e desestruturar toda a ordem e organização estabelecida, decidindo a “bel prazer” encerrar suas atividades na Região Sul por  sua conveniência – não da nossa,  alunos, tripulantes, escolas e operadores  - que como cidadãos e Contribuintes já pagam impostos – e ainda tem que pagar taxas e emolumentos por qualquer serviço prestado pela Agência, que apenas cumpre sua função e não nos presta favor de qualquer tipo.

Assim, exigiremos o não fechamento dos Escritório de Aviação Civil de Curitiba-EAC-CT como também da Unidade Regional de Porto Alegre-URPOA. Solicitamos à  todas as personalidades públicas e privadas com Poder de Decisão, que diligenciem contra este abuso administrativo, mesmo porquê, a Aviação Geral é ferramenta essencial para que autoridades, empresários e elementos com Poder de Decisão, desempenhem suas funções com eficiência, lucratividade, tranqüilidade e conforto!

Curitiba, 16 de Fevereiro de 2011.

AEROCLUBE DO PARANÁ

PRESIDÊNCIA E  DIRETORIA

DILMA VAI USAR AVIÃO DE LUXO



A presidenta Dilma Rousseff vai ter um avião de príncipe árabe no hangar do Grupo de Transporte Especial, o esquadrão da Força Aérea responsável pelo frota da Presidência da República. É um Lineage, o mais caro e o maior jato da Embraer, uma versão especial para 19 passageiros do modelo 190, que normalmente leva até 122 pessoas.

Cheio de eletrônica e luxo, cada Lineage não sai por menos de US$ 50,4 milhões. Dilma, no entanto, não está comprando a aeronave, nem vai pagar pelo uso - a Embraer está emprestando o modelo para o GTE sem custos. Sob a matrícula FAB 2592, o grande jato será usado para substituir os dois Emb-190 comprados pelo ex-presidente Lula para viagens locais e regionais.

As duas unidades vão para a revisão ao longo deste ano. A presidente vai usar o Lineage nesse período. Coisa de um ano, talvez pouco mais que isso. O jato já foi pintado com as cores oficiais da Presidência e recebeu a insígnia.

O arranjo interno é soberbo. A cabine é dividida em cinco áreas. Tem quatro salas: de estar, de refeições, reuniões e uma ampla seção privativa. Há ainda uma suíte isolada, com ducha, cama e televisão, O bagageiro pode ser acessado em voo. Os passageiros dispõem de dois ou três lavatórios. A rede internet está disponível em toda a cabine. O conjunto eletrônico é de última geração - um sistema Honeywell Primus Epic, com cinco telas de controle multifunção em cristal líquido.

O avião tem duas turbinas. Mede 36,20 metros de comprimento e 28,70 metros de envergadura. Pode decolar de Brasília e pousar em Madri sem escala; o alcance é de 8,3 mil quilômetros. Voa a 890 km/hora. Para isso, leva seis toneladas de combustível a mais que o 190.

Um dos motivos para o jato luxuoso ser entregue com boa antecipação é que a tripulação precisa de instrução específica. Os pilotos, habituados ao emprego do visor superior que permite receber informações do painel olhando para o exterior, um acessório de características militares, terão de receber treinamento adicional para a operação convencional, sem esse componente. A equipe de comissárias também vai passar por ensaios rigorosos. Afinal, ninguém quer correr o risco de errar nos deslocament0s da presidente Dilma, como disse um oficial ouvido ontem pelo Estado.

O Lineage é um avião de xeque - o primeiro cliente foi a empresa Al Jaber Aviation, de Abu Dabi, nobre árabe que se transformou no maior usuário do avião.
 
fonte/TribunaDoNorte
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