domingo, 2 de outubro de 2011

NÚMERO DE ACIDENTES AÉREOS NO BRASIL É O MAIOR EM DEZ ANOS



Rio - O número de acidentes aéreos registrados no Brasil nos oito primeiros meses de 2011 é o maior no período nos últimos dez anos, conforme relatório do mês de setembro do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB). Somente em comparação com o ano passado, houve um crescimento de 60%.

De janeiro a agosto, foram registrados 103 acidentes aéreos em todo o Brasil (84% com aviões e o restante com helicópteros). Média de 12 por mês ou um a cada 60 horas. Nos oito primeiros meses de 2010, o Cenipa registrou 64 casos – um a cada 90 horas. O número de ocorrências registradas pelo Cenipa nos oito primeiros meses de 2011 supera em 35% a média anual dos últimos dez anos (76,1 acidentes/ano) e é maior que o registrado durante o ano todo entre 2001 e 2008.

Além disso, nos oito primeiros meses, 2011 já contabilizou 91% dos acidentes aéreos ocorridos nos doze meses de 2009, atual recordista em acidentes nos últimos anos.

A tendência é que o próximo relatório já aponte um recorde anual no volume de acidentes aéreos no Brasil. Apenas em setembro, o iG contabilizou sete quedas de aeronaves em cinco Estados (duas no Pará, duas em Goiás, uma em São Paulo, outra no Rio de Janeiro e outra no Paraná) com seis mortes. Também em setembro, dois aviões estacionados em São Paulo pegaram fogo e uma outra aeronave perdeu parte da fuselagem em Goiás.

Especialistas apontam fundamentalmente dois fatores que contribuíram para o crescimento do número de acidentes aéreos no país. Falhas no preparo de novos pilotos e um tráfego aéreo mais intenso no país.

O instrutor Jefferson Fragoso, formado pelo Cenipa, afirma que a extinção do Departamento de Aviação Civil (DAC), que foi incorporado à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), por exemplo, fragilizou o processo de treinamento de novos pilotos na aviação geral. “Existe um alto custo para investimentos em simuladores de voo no Brasil. Na aviação comercial, existem estímulos para se arcar com esse investimento. Na aviação geral, não há essa facilidade”, declarou Fragoso. “80% dos acidentes aéreos contam com algum fator humano”, complementou.

Somente na última semana, ocorreram três acidentes aéreos. Dois deles em um mesmo dia. Na quinta-feira (29), em Santarém, cidade distante 1.520 quilômetros de Belém, um monomotor caiu e duas pessoas morreram. Entre elas, o proprietário do avião. Horas depois, em Anápolis, Goiás, uma das portas a de um monomotor se desprendeu, caiu e atingiu uma residência. Três dias antes, também no Pará, um helicóptero do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) caiu sobre uma residência em Itaituba, a 887 quilômetros da capital do Estado.

“O aumento dos movimentos aéreos vem acontecendo em todos os setores da aviação civil brasileira, o que reflete uma maior exposição ao risco”, afirmou ao iG em julho, Carlos Eduardo Pellegrino, diretor de operações de aeronaves da Anac. Em números, nos oito primeiros meses de 2011, houve um crescimento de 18,7% no fluxo de passageiros em todos os aeroportos do país.

Mortes

Apesar de 2011 não ser um ano com registro de grandes tragédias - como a queda do Boeing-737 da Gol em setembro de 2006 e que resultou na morte de 154 pessoas e o acidente com o Airbus A-320 da TAM, em julho de 2007 em Congonhas, com 162 vítimas - 70 pessoas já morreram em acidentes aéreos ocorridos nos oito primeiros meses deste ano. Uma média aproximada de uma vítima a cada quatro dias.

Pelos dados do Cenipa, nos últimos dez anos, esse é o quinto em número de mortes e o terceiro se forem excluídos 2007 e 2008, quando ocorreram duas das maiores catástrofes da aviação civil brasileira. A quantidade de mortes no espaço aéreo brasileiro nos oito primeiros meses de 2011 aumentou 80% em comparação com todos os doze meses do ano passado.

A maior tragédia na aviação civil esse ano ocorreu em Pernambuco, quando 16 pessoas morreram após a queda de um bimotor nas proximidades da praia de Boa Viagem, em Recife. Além destes, também ocorreram em 2011 acidentes parecidos em Manaus, quando sete pessoas morreram na decolagem de um avião de pequeno porte. Em Santa Catarina, oito pessoas morreram em um acidente com um avião da Força Aérea Brasileira.

Os dados também apontam uma maior interiorização dos acidentes aéreos no país. Hoje, uma boa parte das ocorrências são registradas fora das capitais brasileiras. Nos últimos cinco dias, por exemplo, os três incidentes aéreos ocorreram no interior dos estados do Pará e Goiás.

fonte/G1/ODia

VÍDEOS - ACIDENTE COM FÁBIO LUIS DE ALMEIDA, FÁBIO RATÃO





PILOTO FÁBIO (RATÃO) LUIS DE ALMEIDA MORRE APÓS QUEDA DE AVIÃO EM FESTIVAL NO SÁBADO, EM BACACHERI

O piloto Fábio Luis de Almeida, conhecido como Fábio Ratão,  morreu durante uma apresentação de acrobacias com aviões históricos no Aeroclube do Paraná, no bairro Bacacheri, em Curitiba, segundo o Corpo de Bombeiros. O acidente ocorreu por volta das 14h30 deste sábado (1º). A aeronave do modelo Christen Eagle era de propriedade particular e participava do 6º Festival Aéreo do Aeroclube do Paraná.


Ainda não se sabe os motivos do acidente. De acordo com as primeiras informações, o piloto estava realizando a mesma manobra pela terceira vez, quando o avião bateu contra o solo . Às 15h, seis carros dos bombeiros estavam no aeroporto. Às 15h30, a situação estava controlada e a equipe de resgate aguardava a chegada da perícia.

"Nós estávamos uns trezentos metros do local do acidente. Eu não sou piloto acrobático mas pelo que eu sei ele entrou baixo na manobra e não conseguiu sair dela. Mais uns 50 pés ele já saía dela. Ele bateu quase saindo do chão", conta o piloto Deniver Oliveira Costa, que é de Rondônia e  estava assistindo a manobra.

Toda a programação do festival foi cancelada.

fonte/G1/PR

POLÍCIA IDENTIFICA VÍTIMAS DO ACIDENTE COM AVIÃO EM MARABÁ PAULISTA, SÃO PAULO


Queda da aeronave de pequeno porte ocorreu na zona rural de Marabá Paulista. Foto: Toninho Moré/Especial para Terra
Queda da aeronave de pequeno porte ocorreu na zona rural de Marabá Paulista
Foto: Toninho Moré/Especial para Terra

A Polícia Militar divulgou na manhã deste domingo os nomes de três, das quatro vítimas que morreram em decorrência de uma queda seguida de explosão do avião na noite de sábado em Marabá Paulista, no Pontal do Paranapanema (SP). O monomotor modelo Bonanza, caiu e explodiu no Sítio São Sebastião, Assentamento Aparecidinha.

Morreram o empresário Ângelo Rafaele D'elia, 51 anos, Bruna D'elia, 19 anos, Syhlvia Katheiny Torreta, 23 anos, e um menino com idade presumível de 11 anos. A identificação da quarta vítrima foi prejudicada por não serem encontrados seus documentos nos destroços.

Conforme o major Donizete Martins dos Reis, comandante do 42º Batalhão da Polícia Militar com sede em Presidente Venceslau (SP), o acidente ocorreu logo depois das 20h30 do sábado. "Moradores do sítio ouviram um barulho forte seguido da explosão e sentiram o momento em que algo caiu no solo. A princípio, imaginaram ter sido um raio por conta do tempo de chuva que se formava, mas logo depois, notaram que se tratava de um acidente, pois os destroços estavam a cerca de 500 metros da casa. Então, eles avisaram a Polícia Militar", explica o oficial.

Apurou-se que a torre de controle do aeroporto de Londrina (PR), teria recebido o pedido de ajuda do piloto que estava desorientado. Ele teria dito que estava com alguém se sentido mal e precisava pousar com urgência. Ele recebeu a informação de que estava próximo do Aeroporto Estadual de Presidente Prudente, onde poderia pousar e buscar socorro. Momentos depois, o sinal da aeronave desapareceu dos radares.

O impacto da queda do avião abriu um buraco no solo com aproximadamente um metro e meio de profundidade por cinco de extensão.

Pedaços da fuselagem e de peças do avião misturados com partes de corpos dos ocupantes foram encontrados num raio de 100 metros do ponto do impacto.

A informação da torre de controle do aeroporto de Presidente Prudente é de que a aeronave havia decolado de Ponta-Porã (MS) e tinha como destino o aeroclube dos Amarais, em Campinas. Lá, o empresário Ângelo Rafaele D'elia, mantinha negócios no ramo de automação pneumática de indústrias.

A polícia continua mantendo a preservação do local e aguarda técnicos da Infraero para o procedimento de perícia que vai investigar o que deu a causa ao acidente. Tanto Ângelo quanto Syhlvia tinham autorização para pilotar, mas não se sabe ainda quem estava no comando da aeronave.

fonte/foto/Terra

AVIÃO CAI EM MARABÁ PAULISTA E MATA QUATRO PESSOAS



Um avião modelo Bonanza, que partiu de Ponta Porã (MS) com destino a Campinas, no interior paulista, caiu em uma fazenda do município de Marabá Paulista por volta das 21h30 deste sábado (1º). A bordo estavam quatro pessoas que morreram – o empresário Ângelo Rafaeli D’elia, de 51 anos, que pilotava a aeronave, os filhos Bruna D’Elia e Rafael Ângelo, de 18 e 12 anos, e Syhlvia Katheiny Torreta.

Os policiais e o corpo de bombeiros chegaram ao local depois que moradores ligaram dizendo terem visto uma grande explosão na região. Ainda segundo testemunhas, chovia forte na hora do acidente.

Os trabalhos de buscas começaram na madrugada deste domingo (2). Pela manhã, técnicos do Departamento de Aviação Civil devem dar início ao trabalho de perícia. Ainda não se sabe o que causou o acidente.

fonte/G1

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