quinta-feira, 16 de outubro de 2014

JATO DA MITSUBISHI QUE DESAFIA AVIÕES DA EMBRAER ESTÁ QUASE PRONTO







Num prédio onde trabalharam os projetistas do caça Zero, no período pré Segunda Guerra Mundial, engenheiros estão hoje desenvolvendo um novo projeto: o primeiro avião comercial japonês em meio século.

A Mitsubishi Aircraft Corp. deve exibir a nova aeronave pela primeira vez no sábado, após uma série de atrasos. A empresa convidou ministros e parceiros comerciais para o lançamento, em Nagoya, do Mitsubishi Regional Jet, num sinal do status quase nacional do projeto no Japão.

“Muita gente tem perguntado: ‘Quando seu avião vai ficar pronto?’”, disse o presidente da empresa, Teruaki Kawai, numa entrevista ao The Wall Street Journal ontem. “Agora o avião já está quase pronto para voar.”

O primeiro teste de voo do avião, que será oferecido inicialmente em versões com 76 ou 88 assentos, está previsto para o segundo trimestre de 2015, com as entregas começando em 2017. Mas o projeto, que gerou modestas 375 encomendas e opções de compra, enfrenta uma concorrência internacional crescente antes mesmo de ser concluído.

Kawai diz que a empresa, que é controlada pela Mitsubishi Heavy Industries Ltd. , pretende, nos próximos 20 anos, obter uma participação de 50% do mercado global de jatos regionais — que são usados para voos de curta distância e transportam normalmente de 70 a 100 passageiros. A empresa prevê que vai vender mais de 5 mil desses aviões no mundo todo durante o período. 

Rob Morris, que dirige a consultoria Ascend Flightglobal Consultancy, em Londres, estima que, apesar do início lento, a Mitsubishi vai responder por 22%, ou US$ 28 bilhões, dos quase 4.000 jatos regionais que devem ser vendidos no mundo até 2033. Isso colocaria a Mitsubishi em segundo lugar no mercado, atrás apenas da Embraer SA, com 61%, segundo as previsões da Ascend.

O setor de aviões regionais há muito é dominado pela Embraer e pela canadense Bombardier Inc., a exemplo do duopólio no mercado de aviões maiores, dividido pela Boeing Co. e pelo Airbus Group NV. A Bombardier vem perdendo terreno no segmento regional ao investir no desenvolvimento de um novo avião de maior porte para concorrer com o Boeing 737 e o Airbus A319.

O jato da Mitsubishi não é o único estreante no setor. A russa Sukhoi Co. fabrica um avião regional e a Commercial Aircraft Corp., da China, está desenvolvendo um. Mas o Super Jet 100, da Sukhoi, sofreu um revés quando um voo de demonstração caiu na Indonésia, há dois anos, enquanto o ARJ21 chinês ainda tem que ser certificado pelas autoridades aeronáuticas da China, apesar de ter realizado um voo inaugural em 2008.

A Mitsubishi está promovendo seu avião como menos poluente e mais silencioso e confortável que os jatos regionais existentes, graças em parte aos novos motores da Pratt & Whitney, unidade da United Technologies Corp. , que são 20% mais econômicos que aviões similares, segundo a Mitsubishi. A fabricante afirma ainda que seu design, que coloca o compartimento de bagagem na traseira da fuselagem, em vez de embaixo dos assentos, permitirá maior espaço interno que outros aviões regionais, que obrigam os passageiros mais altos a abaixar a cabeça.

Morris diz que o espaço extra e a eficiência de combustível, combinado com o novo design do avião, dará competitividade à Mitsubishi. “Existe uma oportunidade real de mercado aqui.”
A Embraer e a Bombardier estão contando com a modernização de seus aviões regionais existentes, que também, segundo elas, reduzirão o consumo de combustível e os custos operacionais. A Embraer planeja usar os mesmos motores da Pratt & Whitney em novas versões de sua linha de jatos E-Jet.

“Nesse segmento, tudo é uma questão de economia — junto, claro, com confiabilidade e serviço”, diz Andy Solem, diretor de vendas para China e Ásia-Oceania da divisão de aviões comerciais da Bombardier. A Embraer afirmou, num comunicado, que sua longa experiência com aviões regionais dará a ela uma vantagem sobre o novato japonês. A brasileira citou ainda sua “força no suporte ao cliente”.

Os aviões da Mitsubishi custam entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões, comparáveis aos concorrentes, dizem analistas. Entre os clientes que fizeram um compromisso firme com a Mitsubishi estão a japonesa All Nippon Airways e a americana SkyWest, assim como a Air Mandalay Ltd., de Mianmar. A recuperada Eastern Air Lines Group Inc., dos EUA, também fez pedidos e, em agosto, a Japan Airlines Co. (JAL) assinou uma carta de intenções para comprar até 32 jatos.

“Esperamos apoiar o nascimento de um avião de passageiros japonês que consiga se impor no mundo”, diz Jian Yang, porta-voz da JAL.

No mesmo dia de agosto, contudo, a JAL também informou que encomendaria mais aviões regionais da Embraer. A Embraer afirma que já possui 590 pedidos para a próxima geração de seus aviões regionais, ainda que eles só devam entrar em operação em 2018 ou depois.
A demora nos pedidos “é normal”, diz Kawai, “porque nosso avião ainda nem voou”.
]
O último avião comercial japonês foi o YS-11, movido a hélice, que voou pela primeira vez em 1962. A Honda Motor Co. está desenvolvendo um jato executivo de quatro a seis passageiros para ser vendido em 2015.

A Mitsubishi Aircraft investiu quase US$ 1,8 bilhão para desenvolver o novo avião. Os acionistas incluem a Toyota Motor Corp. e o Banco de Desenvolvimento do Japão. O governo ajudou nas pesquisas e testes, mas não financeiramente, diz Kawai.

“Acreditamos que o sucesso da empreitada tem um grande significado para a industrialização japonesa”, afirmou a Toyota num comunicado.

Kawai concorda. “Por muito tempo, o Japão vem tendo sucesso em setores como o de automóveis”, diz. “Isso deve durar, mas precisamos encontrar novos setores. A produção de aviões pode ser um deles.”

fonte/DefesaNet/foto/Divulgação

SUSTO - DE CORTAR A RESPIRAÇÃO


É impressionante como este voo que o vídeo documenta não resultou num acidente grave envolvendo duas aeronaves.

Steve Thorne é um piloto privado canadiano, que voa por prazer, mas que tem uma grande preocupação na segurança dos seus voos. Acredita que a experiência é o melhor caminho para adquirir mecanismos de segurança, e por isso coloca on-line vídeos didáticos, desde a sua aprendizagem como piloto estudante.

Aprender com pequenos erros para evitar os grandes é o seu lema.

A suas partilhas de vídeo, bem editados e com muitas explicações, tornaram-se virais. Agora este canadense é seguido por milhares de pilotos e estudantes de aviação, que privilegiam os seus conteúdos, grafismos e explicações.

Steve, mais conhecido como Flight Chops, recebe de vez em quando alguns vídeos de amigos que pedem para editar e partilhar com toda a comunidade.

Neste vídeo, Zoe, uma amiga de Steve , que filma toda a sua instrução com uma Go Pro fixa à cabeça, efectuava um voo com o seu instrutor, depois de um solo, onde procuravam limar alguns erros comuns que Zoe tinha, nomeadamente nas aproximações lentas e curtas.

Para demonstrar o erro persistente em que Zoe incorria, o instrutor deixou-a voar novamente uma aproximação curta e lenta, ao aeroporto da Ilha de Toronto (Código ICAO – CYTZ).

Contudo estavam a voar logo atrás de uma aeronave turbo-prop de média dimensão o que originou na final uma esteira de turbulência forte.

Quando o Cessna 172 de Zoe começa a ficar fora de controlo, o instrutor assume os comandos aplicando potência máxima. O Cessna estava então numa atitude problemática, que o levava inclusive a uma eminente colisão com a aeronave em espera no táxi. O instrutor adaptou uma posição neutra aos comandos, uma ação que mostrou ser a mais correta deixando o avião recuperar sozinho do stall. (alarme de Stall ou Estol, ao minuto 1,29 do vídeo).

Quem não se livrou do susto foi a Zoe, o seu instrutor e os pilotos do avião em espera que nada poderiam fazer caso este Cessna não recuperasse. O caso está a ser investigado pela autoridade canadiana de aviação.

No restante vídeo podemos ver mais duas proezas desta aluna. Uma quase colisão no ar, quando efectuava um solo, e uma aproximação a um aeroporto com bastante tráfego, onde a indicação do ATC foi de subida para fugir ao tráfego. Opção que quase a colocava fora do voo VFR. Zoe ao aperceber-se da situação indicou que ia descer, contrariando o pedido. De imediato o controlo adaptou-se à situação. O mais importante é a segurança dos pilotos e passageiros.

Esteira de Turbulência, é um fenômeno muito usual que pode levar a acidentes graves. Trata-se uma perturbação deixada por outra aeronave na zona de aproximação ou decolagem onde se registra uma circulação de massa de ar em forma de vortex, resultantes do fluxo e arrasto deixados pelas asas das aeronaves. Esta turbulência de esteira depende sobretudo do peso, envergadura e configuração as aeronaves.

fonte/foto/NewsAvia

ENCOMENDAS DA EMBRAER TÊM RECORDE DE US 22,1 BILHÕES


Funcionário da Embraer trabalha em jato E175. Foto: Claudio Vieira Funcionário da Embraer trabalha em jato E175. Foto: Claudio Vieira

A carteira de pedidos firmes de aeronaves a entregar da Embraer, sediada em São José dos Campos, atingiu US$ 22,1 bilhões no final do terceiro trimestre deste ano, o que configurou o melhor da história da empresa.

Os dados foram divulgados ontem pela companhia.
Em relação ao segundo trimestre deste ano, quando a carteira somou total de US$ 18,1 bilhões, o crescimento foi de 22%.
Já na comparação com o mesmo semestre do ano passado, a alta da carteira de pedidos firmes foi de 24,1%.
No mesmo período do ano passado, os pedidos firmes da companhia somaram US$ 17,8 bilhões.

Impulso. Segundo a Embraer, o resultado das encomendas firmes foi impulsionado pela assinatura do contrato do KC-390 com a FAB (Força Aérea Brasileira).
O contrato foi assinado em maio deste ano, mas incorporado à carteira no terceiro trimestre após formalização da compra.
O valor do contrato é de R$ 7,2 bilhões.
O KC-390 é um jato cargueiro militar desenvolvido pela Embraer sob encomenda da FAB, que comprou 28 unidades. A apresentação oficial do novo avião está programada para a próxima terça-feira.
A Embraer destacou que o pedido firme de 50 jatos E175 da Republic Airways Holding, estimado no valor de US$ 2,1 bilhões, também colaborou para aumentar os pedidos da carteira de encomendas firmes.

Entregas. A empresa citou ainda venda de 15 E-Jets para a Japan Airlines. As entregas estão previstas para começar em 2015, segundo a companhia.
No terceiro trimestre, a fabricante entregou 34 aeronaves, sendo 19 jatos para a aviação comercial e 15 jatos para a aviação executiva.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve recuo, pois foram entregues 44 jatos.
No terceiro trimestre deste ano, foram entregues 16 unidades do E175, 2 E190 e 1 E195.
Para a aviação executiva foram entregues 15 jatos leves.
Já no acumulado deste ano, a companhia entregou 126 jatos, conforme relatório.
Este ano, a empresa projeta entregar de 92 a 97 jatos comerciais e de 105 a 120 jatos executivos, sendo 30 grandes e de 80 a 90 aeronaves leves.
Os pedidos firmes em carteira somam 476 unidades.

Balanço. No final deste mês, a Embraer deve divulgar os resultados financeiros do terceiro trimestre.
No primeiro semestre deste ano, o lucro líquido atribuído aos acionistas atingiu R$ 578,5 milhões no primeiro semestre, um crescimento de 1.000% se comparado com o mesmo período do ano anterior, que foi de cerca de R$ 51 milhões.
A empresa mantém as projeções para este ano, publicadas em fevereiro e relativas à performance financeira.
A companhia de São José espera fechar o ano com receita líquida entre US$ 6 bilhões e US$ 6,5 bilhões.
arte_pedidos embraer

Legacy 450 será exibido nos EUA
São José dos Campos

A Embraer Aviação Executiva exibirá sua linha completa de produtos na Convenção da Associação Nacional de Aviação Executiva (NBAA, na sigla em inglês) em Orlando, Flórida, de 21 a 23 de outubro.
Esta será a primeira vez que a Empresa apresentará as sete aeronaves em exposição estática, incluindo um protótipo do jato Legacy 450, da categoria mid-light, que tem certificação prevista para meados de 2015.
“Estamos muito empolgados por trazer o Legacy 450 para a NBAA junto com o Legacy 500, que foi entregue ao primeiro cliente na semana passada”, disse em nota Marco Túlio Pellegrini, presidente da Embraer Aviação Executiva.
“Estas aeronaves são revolucionárias, introduzindo verdadeira inovação em suas classes”, completou o presidente da unidade de negócios.

fonte/foto/OVale

TRIPULANTES DE CABINE DA TAP ANUNCIAM DOIS PERÍODOS DE GREVE


Os tripulantes de cabina da TAP vão estar em greve nos próximos dias 30 de Outubro e 1 de Novembro e nos dias 30 de Novembro e 2 de Dezembro.

De acordo com um comunicado emitido pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), esta greve “resulta, por um lado, da incapacidade da administração da TAP em aceitar um processo negocial sério e construtivo e, por outro lado, da indiferença e total falta de empenho da tutela em resolver consensualmente a diferença laboral existente.”

A entidade sindical acusa a administração da TAP de “uma gestão operacional caracterizada por reiteradas violações das regras estabelecidas no AE [Ano Económico] vigente, de uma postura intransigente adaptada pela empresa que revela um total desrespeito pelos direitos dos tripulantes de cabina, que leva ao contínuo e sistemático agravamento das suas condições de trabalho.”

A abrir a lista de reivindicações, o sindicato pede que seja cumprido “o estabelecido quer na regulamentação legal quer na que foi fruto da negociação entre as partes, relativamente às colegas lactantes que veem os seus direitos ignorados ou atropelados e às colegas grávidas que são alvo de cortes salariais.”

Prosseguindo, pedem “que se cumpra o definido em relação às alterações às escalas, tempo de repouso entre serviços de voo, períodos nocturnos e do período crítico do ritmo circadiano; que seja respeitada a decisão do Tribunal quanto à atribuição do sétimo fim de semana; que se retirem as faltas injustificadas, aos tripulantes que mais não fizeram do que cumprir o AE; que os tripulantes com contrato a termo integrem o quadro de efectivos por a empresa deles necessitar permanentemente; que seja responsabilizada a empresa pelo incumprimento do serviço de operações e escalas; que haja equidade na distribuição dos voos/rotações.”

Esta greve resulta, de acordo com o documento, “da não aceitação pelos tripulantes de cabina do clima de coação permanente às condições humanas e de trabalho” que, segundo o SNPVAC, “a classe tem vindo a sofrer ao longo dos últimos anos.”

O SNPVAC prevê uma forte adesão à greve e diz aguardar, “com serenidade, uma alteração da posição irredutível da administração da TAP.”

fonte/NewsAvia

DCTA PROMOVE PORTÕES ABERTOS E CONCERTOS SINFÔNICOS PARA COMUNIDADE DO VALE DO PARAÍBA

No domingo, dia 19, o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) vai abrir seus portões para receber a comunidade de São José dos Campos e região e mostrar um pouco do trabalho do Departamento e da Força Aérea Brasileira (FAB).

O evento, que inicia às 9h e vai até às 17h, trará ao público exposições de aviões e helicópteros, paraquedismo, passagens de aeronaves, aeromodelismo e diversas outras atrações culturais. A entrada é gratuita, assim como o estacionamento. Haverá praça de alimentação no local do evento. 

O ingresso dos visitantes será exclusivamente pelo portão da Av. Brigadeiro Faria Lima, próximo ao aeroporto.

O Portões Abertos DCTA 2014 faz parte da programação da Semana da Asa, que contará também com concertos da Banda de Música do DCTA e uma formatura militar de  entrega de medalhas. Todos os eventos são alusivos ao Dia do Aviador e da FAB,  comemorado em 23 de outubro.

O concerto sinfônico será no dia 21, terça-feira, às 20h, no Teatro Municipal de São  José dos Campos (Rua Rubião Junior, 84, 3º piso do Shopping Centro). A apresentação, que trará um repertório com temas de filmes, músicas regionais e peças sinfônicas, também é aberto à comunidade, com entrada franca. Na mesma data e local, mas no turno da manhã, às 10h, a Banda vai realizar um concerto didático para alunos da rede pública municipal. As escolas interessadas ainda podem solicitar participação através da Secretaria Municipal de Educação de São José.

fonte/FAB/NOTIMP

AVIÃO DE LULA PODE SER IMPEDIDO DE POUSAR EM RIO BRANCO



A aeronave particular que trará o ex-presidente Lula ao Acre não poderá pousar no aeroporto de Rio Branco na próxima quinta-feira, às 10h30 da manhã, conforme consta na agenda do Instituto Lula.

A menos que haja um arranjo político de alguma figura petista com influência em Brasilia para ferir a regra estabelecida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, o DECEA, que através do NOTAM (documento com efeito de lei para a aviação que significa aviso aos aeronavegantes) informa que  o Aeroporto Plácido de Castro permanece fechado entre 8h da manhã e meia-noite até o dia 20 de dezembro para obras na pista de pousos e decolagens.

A princípio, Lula terá que escolher outra pista oficial caso queira fazer campanha para Dilma e Sebastião no Acre.

A regra estabelecida pelo órgão subordinado ao Comando da Aeronáutica prevê exceçõess apenas em casos de pousos presidenciais ou de cunho emergencial, como os voos do TFD, por exemplo, que estão ocorrendo pela madrugada entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

Também é por causa dessa regra que todos os voos comerciais do Acre estão sendo feitos a partir da meia noite.
O superintendente da Infraero no Acre, Jailson Fernandes, disse que ainda não foi comunicado oficialmente sobre a visita de Lula e confirmou que a pista está em obras.

Procurado pela reportagem de ac24horas, o presidente do PT no Acre, Ermicio Sena, disse que não tem conhecimento da regra estabelecida no aeroporto local e que vai procurar se “situar”.

“A agenda é do Instituto Lula e eles não procuram saber se tem algum aeroporto interditado. Eles fazem uma agenda e encaminham com a gente. Agora é claro que a gente vai ver essa questão de logística dele”, disse Ermicio Sena.

fonte/Ac24Horas

FEI SELA CONVÊNIO COM UNIVERSIDADE DA SUÉCIA


FEI sela convênio com universidade da Suécia

Soraia Abreu Pedrozo
Diversas invenções nasceram na Suécia, mas depois que se tornaram populares no mundo todo, poucos imaginam qual sua origem. Exemplos são o cinto de segurança de três pontas (o tradicional dos automóveis), a embalagem tetra pak, o assento ejetor de avião-caça e o Skype. O país nórdico se destaca quando o assunto é o desenvolvimento de tecnologia, principalmente quando se fala em segurança veicular.

Essa é uma das razões que motivaram a FEI (Faculdade de Engenharia) a selar convênio com a Universidade de Linköping, instituição pública de Ensino Superior situada na cidade homônima, com foco em pesquisa e tecnologia. Ela é sede, inclusive, do parque tecnológico Mjärdevi, que concentra 260 empresas inovadoras, desde start-ups até multinacionais dos segmentos de internet móvel, imagem e som, segurança automotiva e desenvolvimento de softwares e sistemas.

O acordo deve estimular o intercâmbio de alunos, professores e pesquisadores, tanto de graduação e pós-graduação quanto de mestrado, doutorado e pós-doutorado. “A Suécia possui nível de desenvolvimento tecnológico muito forte, que tem muito a acrescentar aos nossos profissionais. Eles poderão conhecer suas inovações e adequá-las à nossa realidade”, afirma o diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais da FEI, Vagner Barbeta. “O modelo de atuação comum naquele país, que reúne instituições de ensino, iniciativas públicas e privadas é referência de sucesso e permite desenvolver tecnologias de forma mais ágil.”

Com o convênio, Barbeta afirma que há o intuito de despertar o interesse pela Suécia. “Hoje, temos na FEI mais de 200 alunos em programas internacionais, mas a maioria em países como Alemanha e Itália. Muitos até então nem cogitam o país devido ao idioma, mas a barreira da língua não existe lá. Em todos os lugares praticamente todos falam inglês.”
Segundo o diretor, o acordo, que ajuda a estabelecer parcerias interessantes para os dois lados, é voltado aos alunos de Engenharia, Ciências da Computação e Administração.

Para participar, é preciso antes pleitear a aprovação em programas governamentais, a exemplo do Ciências Sem Fronteiras, que utiliza recursos do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), órgão de incentivo à pesquisa no Brasil, e do Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), agência com o mesmo intuito, de fomentar a pesquisa brasileira, que tem, inclusive, edital aberto no momento.

MAIS - Também em Linköping fica a Saab, que fabrica o avião-caça Gripen NG, encomendado pela FAB (Força Aérea Brasileira) para substituir a frota atual de 36 aeronaves. A Saab, em parceria com o grupo Inbra, de Mauá, vai construir fábrica em São Bernardo para montagem de estruturas do caça a partir de 2017. Existe a perspectiva de incorporar produção nacional de parte significativa desses itens. O investimento da montadora será de US$ 150 milhões.

Dentre as peças que devem ser fabricadas na região com ajuda de fornecedores brasileiros, estão a tampa do trem de pouso e parte traseira, mas há chances de se fazer também as partes central e intermediária da fuselagem, incluindo as asas.

Ainda em São Bernardo, existe o Cisb (Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileira), há dois anos e meio, que vem trabalhando como intermediador em atividades para estreitar a rede de inovação aberta entre Brasil e Suécia em colaboração com empresas, universidades e órgãos públicos de financiamento. O Cisb também fomenta intercâmbios.

fonte/JornalDiarioDoGrande ABC

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...