sábado, 27 de agosto de 2011

EMBRAER 120 BRASÍLIA, FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM ANGOLA

Uma aeronave Embraer EMB-120 Brasilia,voando pela Fly540, vôo F5-212 de Cabinda para Luanda (Angola) com 29 passageiros e três tripulantes, teve  problemas de controle (TRIM) após decolar de Cabinda. A aeronave não respondia aos comandos e a tripulação após tentativas de estabelecer os comandos do estabilizador resolveu alternar para Soyo (Angola), cerca de 37nm sul de Cabinda para uma aterrissagem de emergência. 

Apesar do pouso seguro, oito passageiros tiveram que ser levados para um hospital devido a ataques de ansiedade e problemas de pressão arterial, e uma mulher permaneceu no hospital em razão de insuficiência circulatória, os outros 7 foram liberados apósatendimento..

A empresa Fly540 confirmou que a aeronave teve falhas nos comandos de TRIM, causando alterações no comportamento em voo, ora nariz pesado ora cauda.

Os passageiros relataram que o avião fez subia e descia repentinamente, causando fortes acelerações verticais e quedas por cerca de 2 minutos.

fonte/AvHerald/foto/JornalDeAngola

HELICÓPTEROS DA PREFEITURA DE SÃO PAULO LEVAM "CARONAS" PARA PASSEAR PELA CIDADE

SÃO PAULO - Os helicópteros estão pousando e decolando do terraço do Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura de São Paulo, em ritmo jamais visto. Neste ano, de janeiro até o último dia 22, foram em média 107 voos por mês, quase o dobro de 2010. O objetivo oficial é monitorar os 1,5 mil quilômetros quadrados da cidade. Na prática, o que também se vê é uma farra dos voos - os passeios chegam a virar presente de aniversário para servidores municipais.


Em uma análise dos ocupantes desses voos, a reportagem do Estado encontrou pelo menos 25 pessoas que acompanharam técnicos da Prefeitura sem nada ter a ver com o propósito das viagens.

O serviço de monitoramento por helicópteros, que já custou R$ 1,5 milhão à administração municipal em 2011, começou em fevereiro do ano passado com o objetivo de fiscalizar obras, serviços, parques, áreas de risco e invasões de terreno. 


Os "caronas" dos voos oficiais são faxineiros, motoristas, técnico de informática, de recursos humanos, auxiliar de compras, secretária e estagiários. Como quase todas as viagens ocorrem em horário comercial, há indício de que eles abandonaram as atividades nesses dias.


"Os voos precisam ter um responsável, que pode ser o secretário, subprefeito, o chefe de gabinete ou um coordenador", diz Ronaldo Camargo, secretário de Coordenação das Subprefeituras, pasta que mais usa o serviço. Ele acrescenta que os demais ocupantes devem ser técnicos ligados aos objetivos dos voos, como das áreas de obras e desenvolvimento urbano, integrantes da Defesa Civil e da Guarda Civil Metropolitana.

Na Subprefeitura da Vila Prudente, duas pessoas confirmaram que o sobrevoo com os técnicos já virou presente de aniversário para servidor. O ajudante-geral Boaventura Alves de Mello, mais conhecido como Bahia, foi agraciado. A rotina de retirar o lixo, varrer o pátio e cuidar do jardim na subprefeitura foi quebrada no voo de 29 de junho. 


"Fazia aniversário naquele dia. Então, foi um presente que me deram", disse Mello, sem ter noção da irregularidade. Pela mesma subprefeitura também voaram um auxiliar de compras, dois funcionários do RH e um motorista. O subprefeito Roberto Alves dos Santos nega a prática. "Se fosse dar voo para cada aniversariante, precisaria de uma frota de helicópteros."

Motorista. Um motorista da Subprefeitura de Pirituba também pegou a carona de helicóptero. José Messias Pereira disse que foi convidado a voar pelo chefe de gabinete. "Primeiro fiquei com medo, mas depois foi legal. Achei muito gostoso", diz, revelando uma promessa não cumprida. "Disseram que iam me colocar de novo, mas não colocaram." Na Subprefeitura da Vila Maria, uma encarregada de serviços gerais também ganhou a oportunidade de viajar. 

fonte/AgEstado

CADE AUTORIZA GOL A USAR SLOTS DA WEBJET


A Gol deverá receber do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) o aval para usar imediatamente o ativo que a companhia considera mais valioso na compra da Webjet : os slots, informa reportagem de Lorenna Rodrigues para a Folha. 

O termo designa horários e espaços para pousos e decolagens. Em aeroportos como Congonhas e Guarulhos, os slots são disputadíssimos pelas empresas aéreas. 

Segundo a Folha apurou, a Gol assinará com o conselho um Apro (Acordo de Previsão da Reversibilidade da Operação) em setembro. 

Esse tipo de acordo é comum nas fusões mais problemáticas (como no caso Sadia-Perdigão, por exemplo) para congelar a operação até ela ser julgada em definitivo. Isso permite que, caso o conselho decidir vetar o negócio, as duas empresas não estejam totalmente integradas e a fusão possa ser desfeita. 

O acordo com a Gol liberará a companhia para usar imediatamente também as aeronaves e a tripulação da Webjet. 

fonte/Folha

PILOTO DE ASA DELTA MORRE DURANTE CAMPEONATO BRASILEIRO DE VOO LIVRE



Um piloto de asa-delta do Rio de Janeiro morreu neste sábado (27), por volta das 14h, ao saltar do Vale do Paranã, em Formosa (GO). O acidente foi durante as provas do Campeonato Brasileiro de Voo Livre, etapa de Brasília.

De acordo com um membro da organização do campeonato, Paulo Oliveira, o equipamento do piloto teria apresentado problema pouco depois da decolagem e caiu cerca de cinco quilômetros da rampa e de uma altitude de 500 metros, aproximadamente.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Formosa foi acionada para resgatar o corpo, que será encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) da cidade.

No total, 86 praticantes de voo livre estão em Brasília para a 2ª etapa do campeonato nacional, que começou no último dia 21. De acordo com Marcelo Ferreira, da Associação Gaúcha de Voo Livre, o Vale do Paranã é o ponto de partida para todos os voos. “O vale tem uma altura de 730 metros e fica a cerca de 100 quilômetros [de Brasília]”, afirmou em entrevista no último dia 19 de agosto.

Partindo do vale, o tempo médio de voo varia entre 1h30 e 3h, dependendo das condições atmosféricas. Segundo Ferreira, Brasília sedia todos os anos o campeonato nacional porque, nesta época do ano, tem céu claro, sem nuvens e sem risco de chuvas, ótimas condições para o voo livre.

fonte/G1

APÓS SUSTO, PILOTO CONTINUA INTERNADO EM OBSERVAÇÃO


O instrutor de vôo João Carlos Martins que sofreu um acidente no ultraleve que pilotava nesta sexta-feira (26), continua internado em um hospital particular da Capital e deve receber alta médica na manhã do domingo (28).

A informação foi repassada na manhã deste sábado (27), por familiares do piloto que o acompanham na unidade de saúde. João Carlos sofreu um corte na testa, ‘deslocou’ o ombro e teve uma torção no tornozelo.

Após a realização dos exames, a equipe médica que o atendeu, decidiu mantê-lo internado em observação até amanhã.


O acidente

Um ultraleve caiu por volta das 16h40 desta sexta-feira (26), dentro do Aeroclube no bairro do Bessa em João Pessoa.
O piloto, identificado como João Carlos, é instrutor do Aeroclube.

Ele teve ferimentos leves e foi encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena onde teve os primeiros socorros. Em seguida, João Carlos foi levado para um hospital particular da Capital.

De acordo com o próprio piloto, ele estava pousando a aeronave e acabou quicando no solo, logo após, o ultraleve capotou por 100m. 

fonte/PortalCorreio/foto/WalterPaparazzo-G1

VÍDEO - TAMPA AIRPORT TRAFIC - SIMULADOR - FSX


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