domingo, 24 de abril de 2016

TRÊS BALÕES CAEM NO MAR DURANTE FESTIVAL DE BALONISMO EM TORRES


Três balões caem no mar durante Festival de Balonismo de Torres Harleyson Almeida/Especial/Agência RBS
Foto: Harleyson Almeida / Especial/Agência RBS
 
Três balões caíram no mar de Torres por volta das 8h15min deste domingo, durante o encerramento do Festival de Balonismo da praia gaúcha, e seus pilotos tiveram de ser resgatados pelo Corpo de Bombeiros da cidade, com a ajuda de um bote. O caso mais preocupante aconteceu com o balão pilotado por Carlos Augusto Marques, campeão da edição de 2010, que pegou fogo ao cair no mar. Apesar do susto, não houve ferimentos graves em nenhum dos casos. 

De acordo com a secretária do turismo de Torres, Vivian Pereira Rocha, os acidentes aconteceram por conta de uma corrente de ar, que levou os pilotos em direção ao mar durante a Prova das Chaves, uma das etapas que marcaram o encerramento da 28ª edição festival. O Corpo de Bombeiros avalia que o vento tenha jogado os balões a cerca de 1km da orla.

– Nada fora da normalidade. Não causou risco ou prejuízo ao evento – diz a secretária. 
Além do balão de Marques, que teve parte da lona danificada pelo fogo, um dos balões teve de ser retirado com a ajuda de cordas e um bote, e o outro conseguiu sair da água e levantar voo novamente, pousando na areia minutos depois. Os bombeiros não divulgaram as identidades dos outros envolvidos. 

– A cena foi aterrorizante, ainda bem que fomos rápidos no resgate. A corrente de ar estava boa naquela área, mas estes três pilotos estavam a uma altitude maior e acabaram não conseguindo pousar na orla – explica o Sargento Marcelo França, do Corpo de Bombeiros de Torres.

Como o domingo marcava o último dia do Festival e houve chuva intensa em Torres após os acidentes, o restante das atividades foi cancelada e o festival terminou mais cedo.

fonte/foto/ZeroHora

FORÇA AÉREA BRASILEIRA DESATIVA PRIMEIRO IC-95 BANDEIRANTE DO GEIV

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O Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV) da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou a desativação gradual das atuais aeronaves Bandeirante para renovação da frota, que é destinada à inspeção em voo. Ainda neste ano, a Embraer começa o cronograma de entrega dos novos aviões-laboratório da FAB, os Embraer Legacy 500. O primeiro Bandeirante a ser desativado pelo GEIV fez seu último voo na segunda-feira, dia 18 de abril, quando descolou do Aeroporto Santos Dumont com destino ao Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (PAMA-AF), no Rio de Janeiro.

Encarregada da tarefa de inspeção em voo e radiomonitoragem, a aeronave ficou 32 anos em operação e cumpriu mais de cinco mil horas de voo em diversas missões. Para o comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Marcelo de Lima Pinheiro, a aeronave atendeu a todos os requisitos necessários enquanto esteve em operação. “O Bandeirante desempenhou várias funções, como localizar e identificar as fontes emissoras de interferências eletromagnéticas nas frequências dos auxílios à navegação aérea, muitas vezes causadas pelas rádios piratas, que operam sem autorização e que podem representar um risco para as operações aéreas”, lembra.

Este processo de desativação ocorre em paralelo à chegada do jato Embraer Legacy 500, informou a FAB em comunicado de imprensa. Ainda neste ano, o GEIV receberá o FAB 3601, primeira aeronave denominada IU-50, de fabricação nacional e equipada para a atividade de inspeção em voo, que projetará internacionalmente a indústria aeronáutica brasileira por ser a primeira no mundo a construir uma aeronave-laboratório.

Segundo explica o Comandante do GEIV, as novas aeronaves-laboratório, que vão substituir os atuais IC-95 Bandeirante, vão trazer diversos ganhos operacionais às tripulações. O Legacy 500 vai ampliar a capacidade embarcada e permitir que o Brasil realize, com autonomia, a homologação de procedimento de aproximação nos aeroportos chamado de RNP-AR (do inglês “required navigation performance”). O procedimento de aproximação faz parte do conceito de Navegação Baseada em Performance (PBN).

“Outro aspecto importante que a aeronave vai trazer para o GEIV é o ganho de consciência situacional para a tripulação, em função dos modernos sistemas embarcados, mantendo o elevado nível de segurança de voo das operações e diminuindo a carga de trabalho”, explica o Tenente-Coronel Pinheiro.

O Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV) da FAB é a unidade responsável por medir, aferir e calibrar equipamentos de auxílio à navegação aérea instalados em aeroportos de todo o Brasil, garantindo a confiabilidade das informações utilizadas pela aviação civil e militar.

 fonte/NewsAvia/foto/Sargento Batista/FAB

FAA ORDENA REPARAÇÕES URGENTES NO MOTOR DE ALGUNS BOEINS 787

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A FAA, agência norte-americana de aviação civil, ordenou a todas as companhias dos EUA que têm na sua frota aviões Boeing 787 Dreamliner com motores da General Electric GEnx-1B PIP2 que devem proceder a reparações urgentes de acordo com uma diretiva da entidade publicada nesta sexta-feira, dia 22 de abril. (LINK diretiva da FAA em inglês)
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A agência revelou que as reparações, que já tinham sido sugeridas pela própria General Electric no passado dia 1 de abril, são obrigatórias em 43 aviões que estão ao serviço das companhias norte-americanas e que devem estar concluídas no prazo de 150 dias.

O motor em causa equipa já 176 aviões Boeing 787 Dreamliner em 29 companhias em todo o mundo. Embora a FAA não tenha jurisdição sobre empresas de outros países, a maioria das autoridades de aviação civil estrangeiras regem-se pelas normas dos EUA, pelo que, nessas outras companhias, esta ordem assumirá um carácter também obrigatório, ao serem transpostas as normas da FAA para esses países.
Esta notificação segue-se a um incidente ocorrido num voo da Japan Airlines com um avião Boeing 787 Dreamliner, no passado dia 29 de janeiro, que fazia a ligação de Vancouver (Canadá) para Tóquio (Japão), explica a agência de aviação norte-americana no relatório que publicou na sua página de Internet.

No incidente ocorrido com o Boeing 787 japonês, o motor direito do aparelho parou de repente quando a aeronave estava a 20.000 pés (6.096 metros) acima do nível do mar. A equipa de pilotos não conseguiu reiniciar o motor, mas o avião foi capaz de aterrar poucos minutos após o incidente, em segurança.

A FAA alerta que, como resultado das verificações a que procedeu uma equipa de técnicos e de inspetores da entidade, esses motores correm o risco de desligarem-se em pleno voo, sem possibilidades de voltarem a ser ligados da cabina de comando da aeronave.

fonte/foto/NewsAvia

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