sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

HOMENAGEM AO SOLDADO PITHAN - RESGATE EM SANTA CATARINA

Bravura, comprometimento eluta pela vida.
A dramática história do soldado Pithan, o Bombeiro da Força Nacional de Segurança Pública foi soterrado durante operação de resgate em Santa Catarina.
Porto Alegre: Passados quase dois meses da catástrofe natural que atingiu Santa Catarina, as imagens de destruição, caos, morte, sofrimento e os dramas pessoais de quem perdeu tudo o que tinha continuam na memória de muitos brasileiros. Mas a história das equipes de resgate, dos bombeiros, policiais civis e militares, dos integrantes das Forças Armadas e de voluntários de todo país que foram às áreas da tragédia, arriscaram as próprias vidas para salvar as de outros, estas continuam desconhecidas e esperando para serem contadas.Especializado no resgate com cães e socorrista do Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar, o soldado Milton Fernando Pithan, 42 anos, foi enviado à Santa Catarina a serviço da Força Nacional de Segurança Pública. No dia 30 de novembro do ano passado, durante uma difícil operação de salvamento na localidade de Braço do Joaquim, em Luís Alves, no Vale do Itajaí, ele foi soterrado. Sua dramática história, de bravura, comprometimento com o dever e vontade de viver comoveu o Rio Grande do Sul. Agora ela será contada com exclusividade por Defesanet, para que sirva de exemplo a profissionais, que como ele e de forma anônima, trabalham para salvar vidas, mesmo que para isso coloquem a própria em risco.
Policiais e Bombeiros de todo país estavam em Brasília realizando um curso para operações com cães farejadores na Força Nacional de Segurança Pública. Durante mais de 40 dias os novos integrantes da FNSP treinaram uma série de missões específicas. Em fins de novembro, no dia das provas finais do curso, a equipe de 26 homens foi acionada e transportada para Navegantes: iniciava a Missão Labrador. Após um dia apoiando a FAB no descarregamento de doações das aeronaves C-105A e C-130H, os militares partiram para sua primeira missão. Era uma área de escombros onde se faziam buscas a pessoas que estavam soterradas. Segundos após o desembarque do helicóptero, um dos cães labrador correu e sinalizou o local onde estava o corpo de uma criança.
No domingo (30/11) de manhã fomos acionados. O capitão nos disse que era para irmos sem os cães; a partir daí entendemos que algo estava errado. Quando entramos em forma ele nos disse que iria nos levar mas não sabia se poderia nos trazer e, se alguém não quisesse ir ele iria entender. Toda equipe concordou, fez uma oração e embarcou no helicóptero Blackhawk. No voo fizemos um pacto: todos vão e todos voltam. Chegamos ao município de Luis Alves. Na primeira missão conseguimos resgatar algumas pessoas. Em outra área várias famílias não queriam deixar suas residências com medo de saques. A ordem era tirá-los de casa utilizando força policial se fosse necessária. Toda a região havia se tornado Zona Preta.
Recusa das famílias em deixar suas casas dificultou o trabalho dos bombeiros
Muitas pessoas não queriam sair e quando avistavam as equipes de resgate fugiam para o mato. Continuamos nosso deslocamento e chegamos à residência de uma família que havia voltado. Demos a ordem de evacuação ou seriam presos. Posteriormente, soubemos que um grupo de pessoas queria ser evacuado e que a missão era voluntária. Como tínhamos formado uma equipe de quatro pessoas, todos queriam ir, mas o sargento disse que só precisava de dois. Eu e meu colega da Brigada Militar, soldado Rafael Vieira pedimos a missão. Subimos no reboque de um trator e fomos em direção ao local. Estávamos prontos para pular a qualquer momento pois sabíamos que a trepidação provocada pelo trator poderia provocar um novo deslizamento. A situação era delicada e de alta periculosidade.
Acidente
Quando chegamos na área ficamos sabendo que existia outra família isolada e que queria sair. A pé fomos ao local que era de difícil acesso. Pela experiência que tenho, caminhamos com intervalo de 50 metros um do outro para em caso de acontecer alguma coisa, um poderia salvar o outro ou dependendo da situação, pelo menos garantir a própria vida. Tiramos do local uma senhora idosa – que havia retornado – e algumas crianças. Embarcamos todos no reboque do trator e iniciamos o deslocamento quando de repente o colega gritou e tudo veio abaixo: água, lama e árvores desmoronaram. Nessa hora eu pulei.
No momento eu fiquei tranquilo pois estava inteiro, foi quando o trator veio e passou por cima do meu rosto e do meu peito. Imediatamente eu vomitei sangue e por ser da área da saúde eu disse ao Vieira: Poh, velho, eu to morrendo. Ai ele me xingou dizendo que eu não ia morrer. Vieira estava ferido e parcialmente soterrado. No momento aspirei lama, não sentia dor alguma e nem conseguia enxergar, mas ouvia tudo o que acontecia ao redor. A água continuava a descer e eu temia morrer afogado. Populares chegaram ao local e chamaram o socorro.
Resgate e recuperação
Os militares da FNSP que haviam ficado nos alcançaram utilizando motocicletas e com o auxilio de bombeiros militares do Estado de São Paulo iniciaram nosso resgate. A senhora e uma das crianças infelizmente vieram a falecer no local. Eu fui evacuado para o hospital de Itajaí por um helicóptero Esquilo do Grupamento Aéreo da Brigada Militar, que também participava da operação. Sofri múltiplas fraturas em toda face e com certeza fui salvo pelo capacete já que ele foi a primeira zona da minha cabeça a receber o impacto direto do trator. Já no hospital, após quatro dias em coma induzido, recebi a visita do Comandante Geral da Brigada Militar, Cel Paulo Roberto Mendes, que trouxe consigo de avião a minha família também. Nunca havia visto um comandante que viajasse para visitar um soldado ferido e jamais vou esquecer isso.
A partir daí começou uma árdua jornada de luta pela vida. Naquela semana três programas da cadeia nacional de televisão anunciaram a minha morte, o que provocou mais angústia e sofrimento à minha família. Após cirurgias e uma rápida recuperação, 30 dias depois voltei pra casa onde reencontrei meus familiares e passei a virada do ano, que também simbolizou o inicio de uma nova vida, sempre comprometida com meu dever, minha família e minha profissão.
O Soldado Milton Fernando Pithan, há 19 anos é socorrista do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar, em Porto Alegre. É integrante da Força Nacional de Segurança Pública onde trabalha com cães e foi voluntário para a missão de resgate que quase tirou a sua vida.
Fonte: defesa@net
Kaiser Konrad

MISTÉRIO RESOLVIDO - DRONE NAVEGOU POR MAIS DE 8.000 KMS

Depois de vários dias de suspense e mistério podemos revelar a origem do drone que surgiu na praia de Barreiras, em Icapuí, a 202 quilômetros de Fortaleza (Ceará).
Em dezembro do ano passado, o pescador José Evaristo da Silva encontrou o alvo aéreo militar em alto-mar. Segundo ele, estava a 18 milhas (32km) da costa de Icapuí. Mesmo sem saber o que era aquilo, Evaristo e mais cinco pescadores amarraram o equipamento ao barco e o rebocaram até a costa.
O artefato virou atração na cidade. Foram muitos os visitantes curiosos no local. Todos querendo registrar o objeto, que até então, era não-identificado. Defesa@Net realizou inúmeros contatos internacionais e através da UVS International, entidade internacional que congrega as atividade com veículos aéreos não tripulados (VANTs) na terminologia brasileira ou UAVs, termo adotado internacionalmente, obtivemos os dados para o esclarecimento definitivo.
Primeiro a identificação, que já tinha ocorrido até por amadores. Era um Drone Do-DT25 IR produzido pela EADS Defense Security. Um projeto ainda da antiga empresa alemã Dornier, que hoje faz parte do conglomerado EADS. Equipamento usado para exercício de defesa aérea tanto para testes de sistemas de defesa aérea e de bordo e de mísseis em especial com guia infravermelha.
Teorias conspiratórias
Como o drone pode ter sido “pescado” na costa brasileira? O link direto foi com a Operação CRUZEX realizada exatamente entre as bases aéreas de Fortaleza (CE) e Natal (RN) no mês de Novembro de 2008. Portanto poderia ter sido perdido ou fruto de uma manobra secreta entre o Brasil e a França após a realização oficial da CRUZEX. Fontes consultadas por DEFESA@NET negaram que tenham sido realizados disparos de armas reais antes , durante ou após a CRUZEX. (Tanto de tiros de canhões como lançamento de mísseis).
O jornal O Povo, na edição de hoje, traz hipóteses ainda mais estranhas e menciona inclusive o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) na investigação da origem do drone.
O mistério resolvido
A Luftwaffe (Força Aérea Alemã) e outras Forças Aéreas, em especial da Europa, têm usado o campo de provas de Overberg da Força Aérea da África do Sul (SAAF) localizado em Cape West. Inúmeras armas avançadas têm sido testadas em Overberg, como o sistema de armas Taurus KEPD 350, que foi noticiado por Defesa@Net em 2004. É possível que testes de mísseis de última geração como o missil BVR METEOR também sejam testados ali.
O atual drone foi perdido em um exercício de defesa aérea realizado entre a Luftwaffe e a SAAF, em março de 2008. Por erro ou intencionalmente o drone foi atingido durante o exercício. Esta é a informação recebida por Defesa@Net através de fontes alemãs. Porém é possível que tenha sido durantes testes de qualificação de algum armamento avançado.
O drone é equipado com pára-quedas para a sua recuperação posterior, mas devido aos danos este não abriu. Os técnicos alemães avaliaram que ele tivesse sido totalmente destruído e sem recuperação possível, tendo caído no mar exatamente na região do Cabo de Boa Esperança. O drone foi recolhido pela FAB e está sob sua guarda desde o dia 14 de Janeiro.
As correntes Marinhas
O desconhecimento de muitos é de que o fluxo das correntes marinhas é na direção da África para a costa do Brasil. O que tornou possível, por exemplo, a travessia a remo do navegante solitário brasileiro Amyr Klink anos atrás.
O mesmo caminho tomou o drone navegante, que percorreu mais de 8000 km desde o Cabo da Boa Esperança, até a costa do Ceará onde foi “pescado” em fins de Dezembro. Em 9 meses o drone percorreu mais de 8.000km considerando as correntes marinhas pode ser bem maior a distância.
O Do-DT25IR é um drone lançado por meio pneumático por produzido pela EADS Military Air Systems Aerial Target Services. Durante o vôo é lançado uma fita que prova os acertos em especial no caso de canhões de bordo. No caso de mísseis estes geralmente são explodidos antes de atingir o drone ou não levam carga explosiva.Os drones permitem cria cenários de alvos de média e alta altitude para testar armas avançadas. No caso do Do_DT25IR é equipado com duas turbinas para gerar uma imagem térmica constante em especial para mísseis com cabeças térmicas.Desde 1988 a EADS é o contratista principal para o fornecimentos de drones e VANTs para serem usados como alvos no complexo de testes da OTAN localizado em Creta (Grécia).
Defesa@NetO editor agradece ao leitor Eliatan Borges e a Peter van Blyenburgh da UVS International que muito ajudaram na coleta de dados para este artigo.
fonte: Defesa @ Net

AMARAGEM É MANOBRA DIFÍCIL QUE EXIGE TEMPO DE PREPARAÇÃO

A amaragem de um avião com rodas, como a que sucedeu hoje nos Estados Unidos, é "uma manobra difícil" que só é treinada em simulador e exige tempo de preparação dos tripulantes e passageiros, sustentou à agência Lusa o piloto João Roque.Hoje, um Airbus A320, da companhia aérea norte-americana US Airways, fez um pouso de emergência no Rio Hudson, próximo do aeroporto de La Guardia, em Nova Iorque, e ficou a flutuar.Em declarações à Agência Lusa, o piloto de linha aérea João Roque referiu que a amaragem de um avião com rodas, preparado para aterrar no solo, "é uma manobra difícil", cujo sucesso "depende das condições do mar", do "tempo de preparação" para a executar e colocar os coletes salva-vidas.De acordo com João Roque, a manobra, que apenas é treinada num simulador e é usada numa "situação de emergência" de paragem de um ou dois motores do aparelho, exige "controlo da ansiedade" de tripulação e passageiros, para "evitar o pânico".Sem apontar causas para o acidente ocorrido hoje em Nova Iorque, o piloto disse que o avião poderá ter perdido a potência nos dois motores, o que o privou de regressar à pista."É uma sorte que o avião tenha ficado inteiro [depois de amarar]", salientou, acrescentando, sem quantificar casos, que, "numa boa parte" destas situações, os aparelhos partem-se em contacto com a água.João Roque explicou que os aviões, que amaram intactos, conseguem flutuar durante algum tempo devido a "bolsas de ar" dos compartimentos da cabina ou porões.
Fontes: Agência Lusa via Expresso.pt (Portugal)
Notas do Autor:
1) Amarar: pousar na água; amerissar.
2) O piloto do Airbus A320 era o Comandante Chesley B. "Sully" Sullenberger III.

AVIAÇÃO AGRÍCOLA QUER ENTRAR NO COMBATE À DENGUE

Habituados a combater pragas nas lavouras, empresas de aviação agrícola fizeram ao governo a proposta de formar uma frota de combate aéreo ao mosquito da dengue.O sindicato nacional do segmento (Sindag) aguarda uma resposta do Ministério da Saúde sobre a proposta de testar neste verão o uso de aviões no combate ao mosquito Aedes aegypti.Segundo o presidente da entidade, Júlio Kampf, a expectativa é de que a resposta venha ainda em tempo para que se faça os testes ainda em um eventual surto no começo de 2009. E começar em seguida adotar a técnica em larga escala.A ideia é aplicar no Brasil uma técnica utilizada rotineiramente há mais de 30 anos na Hungria, nos Estados Unidos, em Cuba e na Colômbia. E que não é novidade por aqui.Em 1975, o uso de aviões foi responsável pela extinção dos focos de mosquitos culex na região da Baixada Santista, em São Paulo. Na época, com três aplicações em quatro semanas, a estratégia acabou com um surto de encefalite que assolava municípios como Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Sem danos para o meio ambiente, alega o Sindag.Basicamente, os aviões aplicariam por cima das casas o mesmo inseticida atualmente pulverizado por terra, em bombas acopladas sobre caminhonetes (os chamados fumacês) ou por equipamentos portáteis presos às costas de funcionários da Vigilância Sanitária.A pulverização aérea atingiria mais facilmente as áreas nos fundos das propriedades, terrenos baldios com muro e pontos de banhado e áreas de águas paradas afastadas das vias públicas (onde os fumacês muitas vezes não alcançam).Isso além do fator velocidade, já que, com o avião, os mosquitos não têm tempo de fugir da nuvem de produto (neste caso, imperceptível a olho nu).A técnica também é defendida pelo Centro Brasileiro de Bioaeronáutica (CBB), em Ribeirão Preto.A proposta agora é montar um grupo com biólogos, entomólogos (especialistas em insetos), médicos e até ecologistas, com técnicos do sindicato aeroagrícola e do Ministério da Saúde.
Fonte: Lurdete Ertel (Blog da Lurdete/ClicRBS)

AZUL ATENDE A 11 MIL PASSAGEIROS NO PRIMEIRO MÊS

No primeiro mês de atuação no mercado nacional, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras transportou um total de 11 mil passageiros e teve uma ocupação média de quase 50%. Os números são condizentes com os planos da empresa criada pelo norte-americano David Neeleman, que ocupa o cargo de presidente do conselho. Ontem, a companhia começou a operar mais duas frequências a partir de Campinas: Curitiba e Vitória.A empresa solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mais dois destinos para serem lançados nos próximos dois meses. A Azul pretende voar para Recife, capital de Pernambuco, e Rio de Janeiro, com pousos e decolagens no aeroporto do Galeão.O presidente do conselho da Azul afirmou ontem, em Campinas, que solicitou o hotran (horário de transporte) para o Galeão, mas tem esperança de que o Aeroporto de Santos Dumont seja liberado para utilização de outras companhias que não operem apenas voos regionais e a ponte-aérea Rio-São Paulo. A Anac colocou em consulta pública no ano passado a revogação da portaria que restringe o uso do terminal central da capital fluminense. Uma audiência pública será realizada no próximo dia 22 para discutir a abertura. 'Os voos para o Rio devem começar em 12 de fevereiro. Podemos iniciar do Galeão e depois da abertura do Santos Dumont migrar de um aeroporto para o outro', comentou Neeleman.O empresário disse que estão previstos seis voos diários entre Campinas e Rio de Janeiro. A operação de Recife deve ser iniciada em março e terá um voo diário.O norte-americano que fundou a JetBlue destacou que o primeiro mês de operações da Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi muito bom. 'Estamos felizes.' Ele acrescentou que a companhia faz um trabalho de 'treinamento dos passageiros para que descubram as vantagens de utilizar o Aeroporto Internacional de Viracopos e os serviços da Azul'. O executivo reforçou que para passageiros de grandes regiões econômicas do Interior paulista como Piracicaba, Sorocaba e Jundiaí é uma grande oportunidade usar o terminal campineiro. 'Os passageiros vão aprender e voltar sempre para Viracopos e voando com a Azul' .
Fonte: Adriana Leite (Agência Anhangüera/Cosmo Online)

RELAÇÃO DE ACIDENTES AÉREOS DA ÚLTIMA DÉCADA NOSEUA

Nova York, 15 jan (EFE).- Um Airbus 320 da US Airways pousou hoje no rio Hudson depois de ter perdido dois motores ao colidir com vários pássaros.A aeronave saía do aeroporto de La Guardia, de Nova York, rumo a Charlotte, na Carolina do Norte. O piloto conseguiu salvar sua vida e a dos 155 passageiros após cair nas águas do rio Hudson, entre Nova York e New Jersey.
Abaixo, a lista de outros acidentes aéreos ocorridos nos EUA na última década:
2001.- 28 de janeiro: Dez pessoas, entre elas oito membros de uma equipe universitária de basquete de Oklahoma, morrem no acidente de um Beechcraft King Air 200 Catpass, que cai perto de Denver, no Colorado.
- 12 de agosto: Helicóptero cai sobre o Grand Canyon, no Colorado, e mata seis de seus sete ocupantes.2003.
- 7 de junho: Quatro pessoas morrem e sete ficam feridas na queda de um pequeno avião em um prédio de apartamentos em Los Angeles.
- 4 de agosto: Morrem duas pessoas na queda, em Groton, em Connecticut, de um pequeno avião procedente de Long Island, em Nova York.
2005.- 2 de fevereiro: Onze ocupantes de um avião bimotor que bate contra um edifício após sair da pista no aeroporto da cidade americana de Teterboro (Nova Jersey) sobrevivem.
- 14 de junho: Helicóptero cai no rio East, no sul do bairro nova-iorquino de Manhattan, devido a uma falha mecânica, sem deixar vítimas.
- 17 de junho: Helicóptero se precipita no rio que percorre o lado leste de Manhattan, o East, perto do edifício das Nações Unidas, sem que nenhum de seus oito ocupantes ficasse ferido com gravidade.
- 27 de junho: John Walton, herdeiro da cadeia de lojas Wal-Mart, morre quando o pequeno avião que pilotava cai pouco após decolar do aeroporto de Jackson Hole, no Wyoming.
2006.- 2 de janeiro: Polícia e Guarda Costeira dos EUA resgatam dois ocupantes de um pequeno avião que caiu no rio Hudson, entre Nova York e New Jersey.
- 11 de outubro: Pequeno avião pilotado pelo jogador de beisebol Cory Lidle, do New York Yankees, cai em prédio de apartamentos em Manhattan, em Nova York, matando duas pessoas, entre elas o atleta.
2007.- 3 de setembro: Desaparece pequeno avião do aventureiro e multimilionário Steve Fossett, após decolar de um aeroporto de Nevada. Um ano mais tarde seus restos foram encontrados na Califórnia.
- 14 de setembro: Associação de Corridas Aéreas de Reno, em Nevada, suspende provas após a morte de três pilotos de competição em menos de quatro dias.
- 5 de outubro: Pequeno avião bate em estrada nas montanhas da Califórnia, matando piloto e causando grandes problemas de trafico.
- 8 de dezembro: Dois aviões se chocam no ar e caem sobre o parque nacional Everglades, no sudoeste de Miami (Flórida). Morrem os dois pilotos.
2008.- 6 de janeiro: Seis pessoas morrem e outras quatro ficam feridas na queda, no mar, de um pequeno avião a poucos metros do porto de Kodiak, no Alasca.
- 15 de setembro: Pequeno avião da Comissão Internacional de Limites e Águas (Cila) dos EUA e do México cai no Texas e morrem seus quatro ocupantes.2009.
- 15 de janeiro: Airbus 320 da US Airways cai nas águas do rio Hudson, depois de ter perdido dois motores devido ao choque com aves. Todos os seus 156 ocupantes sobrevivem.
Fonte:UOL

AIRBUS A320 DA US AIRWAYS FAZ POUSO FORÇADO NO RIO HUDSON EM NOVA YORK

A aeronave da US Airways tinha 155 pessoas a bordo.Sobreviventes esperaram por socorro sobre asas do avião.
Um avião Airbus A320 da US Airways realizou um pouso forçado nas águas geladas do rio Hudson, em Manhattan, Nova York, na tarde desta quinta-feira (15). Sobreviventes foram vistos sobre as asas da aeronave, aguardando serem resgatados. Imagens de agências de notícias mostravam barcos já fazendo o resgate dos sobreviventes.Segundo a agência Reuters, a aeronave levava 150 passageiros e cinco tripulantes a bordo e havia decolado do aeroporto de La Guardia com destino a Charlotte, na Carolina do Norte, realizando o voo 1549. Ele teria tentado retornar ao aeroporto após se chocar contra pássaros.Um sobrevivente disse à CNN que achava que não havia vítimas, e que todas as pessoas a bordo sobreviveram. Segundo este sobrevivente, momentos antes de o avião se chocar contra o rio, o comandante do voo avisou aos passageiros para se prepararem para o impacto. Segundo a reportagem da CNN, os passageiros que eram resgatados chegavam a terra em boas condições.“Estou certo de que todo mundo saiu”, disse o passageiro que se identificou como Alberto Panero. "É incrível que todos estejam vivos.”Um outro passageiro disse ter ouvido um barulho semelhante ao de uma explosão logo após decolar. “O motor explodiu. Havia fogo em todos os lugares”, disse o passageiro Jeff Kolodjay, de Norwalk, Connecticut, à agência Reuters. “Algumes pessoas estavam sangrando durante o resgate. O impacto na água foi bastante forte. Foi assustador”, completou.
Responsáveis pela segurança interna dos Estados Unidos descartaram qualquer possibilidade de o acidente ter sido causado por terroristas. “Não há nenhuma informação que indique que o incidente esteja relacionado com a segurança”, disse a porta-voz do Departamento de Segurança norte-americano, Laura Keehner. “Continuamos monitorando a situação, que até agora está focando no resgate.”O departamento de aviação está investigando a possibilidade de uma colisão com um pássaro.Segundo a BBC, a Administração Federal de Aviação (FAA, em inglês) confirmou que este é o voo 1549 que decolara pouco antes do aeroporto de La Guardia.
Ainda não há informações sobre as causas do acidente.
Fontes: G1

MILITARES INVESTIGAM ALVO AÉREO ENCONTRADO NA PRAIA NO CEARÁ

O objeto encontrado em Icapuí é um alvo aéreo usado pelas forças armadas e não é produzido no Brasil.Oficiais da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte, foram à cidade buscar o objeto para estudá-lo.
Oficiais do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, com sede em Parnamirim (RN), foram a Icapuí buscar o drone
O equipamento encontrado na praia do Icapuí já está identificado. Trata-se de um drone, um tipo de aeronave não-tripulada usada como alvo aéreo móvel pelas forças armadas. A hipótese, dada como a mais provável até então, foi levantada ontem por O Povo, que noticiou o caso na terça-feira com exclusividade. A certeza da identificação foi dada pela assessoria da EADS, o consórcio europeu que fabrica o objeto. Na manhã de ontem, cinco oficiais do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, com sede em Parnamirim (RN), foram a Icapuí buscar o drone e levá-lo para ser analisado pelo órgão.Os cinco homens chegaram em um veículo modelo Doblò. O inusitado é que o carro não tinha condições de transportar o equipamento, que mede cerca de 3 metros de comprimento. Um outro veículo, desta vez um caminhão, foi solicitado para ir do Rio Grande do Norte a Icapuí buscar o drone. Os homens da Força Aérea de Natal chegaram cedo à cidade de Icapuí e tiveram de esperar até que o caminhão chegasse, à tarde. Fardados, alguns portando coletes à prova de bala e pistolas, eles informaram que levariam o equipamento para ser estudado, mas não aceitaram ser identificados pela imprensa. O caminhão que levou o drone chegou por volta das 15h30min.A assessoria da EADS, que fabrica o drone, afirmou que a empresa está investigando o caso a fim de saber para qual país o artefato encontrado foi vendido. Ainda falta ser esclarecido como o drone chegou à costa cearense e de que missão ele participava. É certo também que o UAV, ou Veículo Aéreo Não-tripulado (Unmanned Aerial Vehicle, em inglês), é movido por um tipo de controle remoto mais sofisticado. O modelo achado em Icapuí não carrega nenhum tipo de equipamento de observação.Na praia de Barreiras, onde estava o drone, as histórias são muitas. Com o objeto exposto em um banco, não parava de chegar gente curiosa para tocar, observar, fotografar e saber mais. O equipamento foi encontrado no dia 24 de dezembro do ano passado. “No fim do ano, chamou muito a atenção, principalmente dos turistas que vieram pra cá. O pessoal que veio passar o Réveillon vinha bater foto. Era todo mundo animado”, conta o pescador Carlos Antônio Alves da Costa. Ele trabalha há 15 anos no mar e nunca tinha achado nada parecido.Francisco Xavier, que mora perto de onde o drone estava exposto, disse que os pescadores chegaram até a cogitar usar o objeto como “enfeite” da praia. Pensaram em colocar pendurado em duas palhas de carnaúba para chamar a atenção dos turistas. Mas não colocaram a idéia em prática. A movimentação ontem, no distrito de Barreiras, em Icapuí, ficou por conta da presença dos militares. “Agora, acabou a novidade”, lamentou um pescador.Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) é um órgão ligado à Força Aérea Brasileira e funciona como um centro tecnológico da Aeronáutica.Lá, são feitas atividades de lançamento e rastreio de peças aeroespaciais, como lançamento de foguetes. Segundo o site oficial do órgão (www.clbi.cta.br), também é missão da Barreira do Inferno “executar os testes e experimentos de interesse da Aeronáutica, relacionados com a Política da Aeronáutica para Pesquisa e Desenvolvimento e com a Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais”.EADS é a sigla em inglês do consórcio europeu responsável por fabricar o drone, usado pelas forças armadas, encontrado em Icapuí.Quando os oficiais da Barreira do Inferno chegaram, eles tentaram impedir que as pessoas tocassem no drone, o que deixou alguns insatisfeitos. Era para evitar danos ao equipamento, alegaram os militares. “Se a gente quisesse, tinha feito o que quisesse com esse objeto”, citou um pescador.Os militares ficaram esperando até as 15h30min, hora em que o caminhão chegou para transportar o drone. Enquanto isso, eles aguardavam embaixo de uma barraca, em frente ao banco onde o equipamento estava. Uns deitaram-se em redes. Outros jogavam sentados.Logo que o drone foi encontrado, contam os pescadores, um estrangeiro que mora na praia de Barreiras havia corrido dali com o filho. Ele teria ficado com medo de que fosse uma bomba e disse que iria embora do lugar. Até ontem, ele ainda estava lá.
Fonte: Daniela Nogueira (O Povo)

OBJETO NÃO-IDENTIFICADO É ENCONTRADO EMALTO MAR NO CEARÁ - AERONAVE NÃO TRIPULADA

Um objeto não-identificado foi encontrado na praia de Barreira, no município de Icapuí, a 202 km de Fortaleza (CE). O artefato foi encontrado pelo pescador José Evaristo, que pescava em alto mar no dia 24 de dezembro.O pescador afirmou que estava a aproximadamente 18 milhas da costa. "Não tenho certeza se é um avião com controle remoto, um lançador de míssil. Só sei que encontrei no mar e nunca tinha visto", disse. "É diferente."Ele rebocou o objeto, que tem uma asa de cada lado e uma cauda, como em um avião, até a frente de sua casa. Evaristo também comunicou a polícia e a Colônia de Pescadores, que visitaram sua residência para avaliar o objeto.De acordo com as inscrições no corpo do objeto, é possível que pertença à European Aeronautic Defence and Space Company (EADSC), que tem escritório no Brasil."A EADS está presente há 30 anos no mercado aeroespacial e de defesa brasileiro. Através da Eurocopter, participou, em 1978, em parceria com o governo de Minas Gerais e outros acionistas brasileiros, da criação da Helibras, atualmente a única fabricante de helicópteros na América Latina, na qual possui 45% do capital", diz o site da companhia. "Em meados de 2006, a EADS Astrium concluiu as negociações para se tornar sócia da empresa brasileira da área de espaço, Equatorial Sistemas, e no fim do mesmo ano foi criada a EADS Secure Networks Brasil." As inscrições levam a crer que se trata do modelo Do-DT 25, tele-guiados utilizados em treinamentos com mísseis.O local onde foi encontrado o objeto não-identificado é o mesmo onde, em 14 de novembro de 2008, um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB), modelo H-1H, matrícula 8532, caiu.A aeronave transportava seis tripulantes - três deles morreram na hora. Eles participavam de um treinamento militar denominado "Cruzex", que tinha por objetivo treinar pilotos e tripulações para situações de combate.O comandante interino da Base Aérea de Fortaleza, coronel Alípio Lopes, descartou a possibilidade de que o equipamento tenha sido utilizado durante o treinamento, classificou como "muito estranho" o achado e prometeu investigar a origem do objeto.
Fonte: Omar Jacob (Especial para Terra)

AVIÃO ARGENTINO COM 84 PASSAGEIROS FAZ POUSO EMERGENCIAL EM PONTA PORÃ, MS

Um avião da companhia argentina Aerolínea Andes modelo MD-82 fez um pouso de emergência por volta das 11h de hoje (12) no aeroporto de Ponta Porã (MS). O avião que estava com 84 pessoas, entre tripulação e passageiros saiu de Buenos Aires, Argentina e seguia para Jujuy norte do país.Segundo a Polícia Federal de Ponta Porã, o vôo 856 da Andes teve que desviar o caminho por causa de uma tempestade e acabou apresentando uma pane nos instrumentos, onde ficaram sem o rádio. Os pilotos operaram o avião por instrumentos com a ajuda apenas de uma bússola.Os pilotos acabaram desorientados e com apenas 1h de combustível o que levou ao uso do transponder para tentar uma localização onde conseguiram interceptar o Sindacta de Curitiba (PR) que guiou o avião até Ponta Porã. A tripulação disse aos policiais que acreditavam estar próximo ao Paraguai, no entanto eles já chegavam ao Brasil.
Neste momento a PF de Ponta Porã está fornecendo uma permissão de 10 dias para que as 84 pessoas que estavam no avião possam permanecer no Brasil, enquanto é aguardado a chegada de um mecânico ou outra aeronave.
Fonte: Redação Capital News

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...