quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ANAC ANULA PELO MENOS R$ 1 MILHÃO EM MULTAS DADAS A EMPRESAS NO CAOS AÉREO..

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) cancelou, nos últimos três meses, cerca de R$ 1 milhão em multas impostas a empresas durante a crise aérea no País, entre 2006 e 2008. As penas foram aplicadas pela própria Anac, em primeira instância, em resposta a reclamações que os passageiros fizeram nos aeroportos. 

O Estado fez um levantamento nas atas das reuniões da Junta Recursal entre maio e julho deste ano. Cabe ao órgão julgar os recursos das empresas em relação aos autos de infração que os funcionários da Anac aplicam em decorrência de processos abertos pelos passageiros nos aeroportos. Nos autos há reclamações de todos os tipos, de atrasos de voos a perda de conexão e desvio de bagagem. 

Os documentos mostram que os funcionários da Anac confirmam, em seus relatórios, a omissão e a responsabilidade das empresas nos episódios relatados. A reportagem identificou, no entanto, que nos últimos 90 dias pelo menos 150 processos que puniram as empresas foram anulados e arquivados pela Anac e outras multas tiveram valores reduzidos.

Alegações. São várias as alegações da Anac para cancelar, em segunda instância, as punições. A agência utiliza, por exemplo, uma resolução de 2008 para cancelar multas anteriores àquele ano. Argumenta que nem sempre a empresa é responsável pelos atrasos e diz que os passageiros não entregam a documentação necessária. 

A agência reguladora chega a defender as empresas em seus julgamentos. "É inegável que buscam, a cada dia, melhorar o nível de atendimento aos usuários do transporte aéreo", diz, por exemplo, um relatório que anulou no dia 6 de julho uma multa de R$ 7 mil aplicada à Gol por prejudicar um passageiro com atraso num voo em 1.º de novembro de 2006.

fonte/UOL

Nota do Blog: ANAC deveria demonstrar o valor das multas aplicadas e o valor recebido das cias. aéreas.

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APÓS REUNIÃO COM SINDICATO, TRIPULANTES DA GOL TROCAM GREVE DO DIA 13POR ASSEMBLÉI

200Image via Wikipedia
Tripulantes da companhia aérea Gol se reuniram na tarde desta quinta-feira (5) com representantes do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), em São Paulo, para tratar das insatisfações dos trabalhadores com a empresa. No encontro, os funcionários decidiram trocar a greve que havia sido anunciada para o dia 13 de agosto por uma assembleia da categoria, segundo Carlos Camacho, diretor do SNA.

A paralisação foi convocada por tripulantes anônimos em um blog criado por funcionários insatisfeitos com o novo modelo de escala de trabalho implementado pela Gol. Na convocatória para a paralisação, além de reivindicar uma escala “mais humana”, os trabalhadores exigiam aumento salarial de 25% para toda a categoria, planos de saúde e previdência privada, além da implementação de um plano de carreira para todos os funcionários.

Até então, os trabalhadores, que não são sindicalizados, ainda não haviam se reunido com o sindicato e tentavam se mobilizar por meio do blog e de listas de emails. Após o encontro com o SNA --no qual participaram mais de 100 trabalhadores, segundo Camacho-- ficou decido que as reivindicações seriam discutidas e redefinidas na assembleia do dia 13. Antes, na segunda-feira (9), tripulantes, sindicato e a Gol se reunirão na Procuradoria Regional do Trabalho.

No início da semana, um alto índice de atrasos e cancelamentos em voos da Gol prejudicou o funcionamento dos aeroportos e atrapalhou a vida dos passageiros em todo o país. A situação só começou a normalizar a partir de ontem.

Nova escala gerou caos aéreo
Em reunião convocada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na terça-feira, a Gol assumiu que problemas em um novo software para planejamento das escalas dos funcionários --implantado no início de julho-- gerou "dados incorretos que culminaram no planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos tripulantes”.

Após se reunir com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a Gol aceitou reformular as escalas para impedir que os tripulantes continuassem trabalhando mais do que o permitido. Com menos mão-de-obra, a Gol não conseguiu dar conta de todos os voos que estavam programados, o que acabou resultando no caos sentido por passageiros em vários aeroportos do Brasil.

Segundo tripulantes da companhia, há muito tempo os funcionários estão sendo submetidos a condições de trabalhos inadequadas, em desacordo com a legislação trabalhista que regulamenta a categoria. De acordo com eles, em julho ocorreu um agravamento da situação, após o problema com a nova escala, que é operada por computadores e foi instalada em substituição ao modelo anterior, controlado manualmente.

“O sistema novo não computa algumas variáveis presentes na legislação brasileira. Ele não considera os atrasos e os cancelamentos de voos, nem fechamento de aeroportos por conta do mau tempo, por exemplo”, diz uma chefe de cabine de 30 anos, que trabalha na Gol há sete e preferiu não se identificar com medo de sofrer retaliações pela empresa.

“Essa falha gerou um ‘efeito dominó', que refletiu em toda malha aeroviária. Os tripulantes que já haviam trabalhado mais do que o permitido tiveram que parar. Aí começou o assédio moral e as ameaças da empresa para obrigar os funcionários a trabalhar e a desrespeitar a legislação”, afirma.

Além disso, a chefe de cabine afirma que a categoria sofreu uma defasagem salarial de 50% nos últimos 10 anos, o que está fazendo com que muitas pessoas desistam da função. “No início da década um tripulante da Varig recebia R$ 40 por hora de voo, em média. Hoje é de R$ 22. Nossa função é estressante. Tripulante fica cinco, seis dias fora de casa, trabalha dia e noite, não pode frequentar nenhuma atividade fixa, vive por escala”, diz.

Por conta do problema, um copiloto de 31 anos baseado em São Paulo, funcionário da Gol desde 2005, disse que ele mesmo e vários colegas já pegaram no sono durante viagens. “Eu já dormi algumas vezes em voo. Estamos bem sobrecarregados mesmo, e está complicado de manter a cabeça no que estamos fazendo. Precisamos de tranquilidade e de uma jornada decente, mas o que acontece é que somos explorados ao máximo”, disse o tripulante, que preferiu não se identificar para não sofrer retaliações da empresa.

Um outro copiloto que também não quis se identificar afirmou que quando não há uma jornada de trabalho regular não é “incomum piloto e copilotos dormirem em pleno voo”. “Pedimos para o chefe de cabine ir de meia em meia hora checar se há alguém acordado. É um risco enorme, e tudo isso foi muito agravado em julho”, diz o funcionário, de 30 anos, há quatro na Gol.

Brechas na lei trabalhista
De acordo com a Lei do Aeronauta (Lei 7.183/84), por questões de segurança operacional, um tripulante de avião a jato não pode exceder 85 horas de voo por mês, 230 horas por trimestre e 850 horas por ano. O texto também impede que a tripulação que cumpriu três horas de jornada entre 23h e 6h viaje na madrugada do dia seguinte.

Há três brechas na lei, segundo aeronautas entrevistados pela reportagem. Para Carlos Camacho, algumas empresas aproveitam uma falha no texto da regulamentação da categoria e obrigam os tripulantes a trabalhar durante várias madrugadas seguidas.

“As empresas se apropriaram de uma falha na regulamentação que permite uma interpretação segundo a qual só não podem ser escalados na madrugada seguinte os tripulantes que voltaram à sua base. O problema é que muitas vezes os trabalhadores viajam de madrugada, mas não voltam para sua base, vão para outras cidades”, diz. “Mas o que está em questão é a condição física do ser humano, e não a cidade para onde o tripulante vai”, afirma.

O copiloto de 30 anos que falou com a reportagem disse as empresas encontraram um outro “buraco” na lei. “Se o tripulante chegar na base entre 23h e 6h, não pode ser acionado para voar na noite seguinte. Mas se ele decolar 22h e pousar 6h05, por exemplo, as empresas dizem que não há problema nenhum e esfregam a lei na nossa cara. A regra foi mal escrita”, diz o tripulante.

“Buracos negros”
Uma outra chefe de cabine, que possui 31 anos e está há seis na Gol, afirma que além do excesso de trabalho, os tripulantes estão sujeitos a riscos decorrentes da falta de infraestrutura adequada no espaço aéreo brasileiro.

“Existem ‘buracos negros’ no Norte e Nordeste do país, nos quais não há comunicação entre piloto e torre”, diz. “Uma vez, saindo de Fortaleza para Natal, desviamos de um tucano (aeronave de pequeno porte) a um pouco mais de 100 metros. Uma amiga que tripulava no dia 1º de agosto num voo do Recife para Campinas contou que a aeronave quase colidiu com um avião cargueiro, que teve que arremeter o pouso para não ter colisão. Infelizmente só dão importância para isso quando aconteceu um acidente”, conta.

Outro lado
Por meio da sua assessoria de imprensa, a Gol negou que desrespeita a legislação trabalhista e obriga os funcionários a trabalhar mais. A companhia disse que os problemas com atrasos e cancelamentos foram causados justamente porque o limite de horas trabalhadas pelos tripulantes foi respeitado. A Gol afirmou ainda que o problema com a escala foi resolvido.

fonte/UOL

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FABRICANTE DE SOFTWARE DIZ QUE GOL NÃO RELATOU PROBLEMAS


Os recentes atrasos e cancelamento em voos da Gol, de acordo com a companhia, teriam sido provocados por falhas no software de elaboração de escalas comprado da Lufthansa. No entanto, a fabricante do sistema NetLine/Crew, informou, nesta quinta-feira, que a empresa aérea não relatou falhas no programa responsável pelas escalas, e que não foram encontradas indicações de "avarias técnicas ou funcionais no sistema", que teria sido "configurado de acordo com as regras e exigências dadas pelo cliente".

De acordo com os funcionários da empresa, os atrasos teriam começado a ocorrer, em virtude da mudança no sistema de escala da Gol. A empresa admitiu que a falha no software ocasionou os problemas. No entanto, de acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, a Gol tinha definido, por volta do dia 20 de julho, em reunião com a categoria realizar as mudanças na escala, que poderia acarretar nos transtornos verificados no fim de semana.

De acordo com o sindicato, a empresa teve tempo hábil para reestruturar a escala de forma que não ocorrem os atrasos e cancelamentos. Segundo a Gol, o fim do período de férias também potencializou o problema.
Segundo a Lufthansa, mais de 40 companhias aéreas no mundo utilizam o mesmo sistema para gerar uma lista da tripulação. "A solução leva em conta os regulamentos legais, as necessidades da rede, as obrigações contratuais, as considerações econômicas e as preferências da tripulação. Ao mesmo tempo, é capaz de cobrir os requisitos legais quanto ao tempo de serviço da tripulação", disse a empresa.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou na terça-feira que a Gol alegou problemas no software para planejamento de escala, que teriam resultado no "planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos tripulantes".

Os atrasos começaram a ser registrados no fim de semana, e culminou com o fim do período de férias. Só na segunda-feira, dos 818 voos domésticos programados, 430 tiveram atrasos superiores a 30 minutos, além de 102 cancelamentos.

Na quarta-feira, o índice de atrasos teve queda após cinco dias, segundo relatórios da Infraero. Na segunda e terça-feira, o índice de atrasos da companhia aérea girou em torno de 70%.

Na terça-feira, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou, em nota, que a Gol usaria cinco aeronaves de fretamento atender a demanda de passageiros e resolver o problema de atrasos nos voos.

fonte/Terra
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EM NOTA OFICIAL, GOL SE DESCULPA MAIS UMA VEZ PELOS TRANSTORNOS OCORRIDOS NOS ÚLTIMOS DIAS


Em mais um comunicado enviado à imprensa, a Gol Linhas Aéras se desculpa em relação aos transtornos dos últimos dias e informa que os atrasos e cancelamentos já foram resolvidos. O comunicado diz que a "operação está normalizada, dentro dos padrões definidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Durante os dias de atrasos, para minimizar o problema, realizamos todos os esforços para acomodar os passageiros afetados nos voos seguintes e para providenciar hospedagem e alimentação quando necessário".

A Gol alega os problemas a mudança no sistema que define a escala dos tripulantes e que as correções já estão sendo implementadas. "Pedimos as mais sinceras desculpas aos clientes. E agradecemos o comprometimento de todos os colaboradores que permitiram a regularização da situação no menor tempo possível.", diz.

O comunicado diz ainda que a empresa opera 860 voos diários e que está sempre buscando garantir aos clientes e tripulantes as mais "rigorosas condições existentes de segurança, conforto e atenção". Em outro trecho diz ainda que a empresa se desculpa pelo o ocorrido e que assume o compromisso de redobrar os esforços para retribui a confiança dos clientes.

fonte/Mercado&Eventos
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ABAV VÊ COM TRISTEZA DECISÃO DA TAM E DIZ QUE POLÍTICAS DAS AÉREAS SÓ VISA O LUCRO

O presidente da Abav Nacional, Carlos Alberto Amorim, disse hoje (05/08) que viu com "tristeza" a decisão da Tam de anunciar vendas de passagens pela rede de lojas das Casas Bahia e em universidades. Segundo ele, a medida é uma jogada de marketing sem a garantia de que as vendas  venham a registrar um aumento significativo.
 
"Respeito e acato a decisão da Tam mas nesta busca de lucro desenfreada as companhias aéreas estão deixando de valorizar seus parceiros, os agentes de viagens, para tentar uma jogada de marketing. Tenho dúvidas de que possam aumentar os resultados esperados nas vendas já que terão custos e as pessoas que querem viajar normalmente vão a uma agência de viagens ou compram pela internet", admitiu.
 
O dirigente lembrou que as promoções realizadas pelas aéreas com número limitado na venda de passagens com descontos tem gerado confusão para o consumidor. "As pessoas se iludem que vão conseguir viajar por aquele preço anunciado e acabam não conseguindo as melhores tarifas".
 
Quanto ao anuncio da Azul e da Gol que irão comercializar passagens por meio de parcerias no comércio lembra que a iniciativa é mais uma tentativa de ampliar o lucro por meio de uma política irracional. "Nos discursos as aéreas alegam que somos seus grandes parceiros, mas na prática não procedem deste modo e não valorizam o trabalho do agente. Prova disso é a dificuldade na negociação das comissões" lembrou.
 
Fenactur - Quem também criticou a decisão da Tam foi o presidente da Fenactur, Michel Tuma Ness. Segundo ele as companhias aéreas adotam medidas que prejudicam o trabalho dos agentes. "Nós somos responsáveis por 75% das vendas e parece que as companhias aéreas querem matar a galinha dos ovos de ouro. Acho que é o momento da categoria mostrar união e tomar medidas em defesa dos seus interesses", sugeriu ele.
 
No próximo dia 11 haverá em São Paulo uma reunião com diretores da Abav, Fenactur e Tam para discussão do pagamento das comissões. Na ocasião este e outros temas estarão em debate.
 
fonte/Mercado&Eventos

AVIÃO DA TAM COM 137 PASSAGEIROS FAZ POUSO FORÇADO EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

SÃO PAULO - Um avião da TAM que realizava o voo JJ 3740 fez um pouso forçado na manhã desta quinta-feira no aeroporto de São José do Rio Preto, cidade a 451 km da capital paulista. Segundo a administração do aeroporto, a aeronave pousou na grama, por volta das 9h, antes da cabeceira da pista. Em nota, a assessoria de imprensa da companhia aérea disse que a aeronave teve um dos seus pneus danificados, "sem riscos à segurança". O avião agora passa por manutenção. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

O voo com escala em São José do Rio Preto havia partido de São Paulo com destino a Cuiabá. Quando chegava à cidade, devido a falhas mecânicas, o pouso teve de ser feito cerca de 100 metros antes da cabeceira da pista.

Dos passageiros, 107 ficaram no aeroporto de São José do Rio Preto. Outros 30 seguiram para Cuiabá, às 12h20m, em uma outra aeronave da companhia. As causas do acidente serão investigadas.

Na segunda-feira, um avião da empresa área Pantanal, que fazia a rota Marília/Bauru/Congonhas fez um pouso forçado no aeroporto de Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo às 8h02m. Segundo a empresa, houve um problema no trem de pouso da aeronave.

O voo tinha partido de Presidente Prudente para Marília, onde os passageiros seriam embarcados. A aeronave precisou pousar de bico na pista, depois que os tripulantes perceberam o problema com o trem de pouso, que não desceu. Havia somente quatro tripulantes a bordo. Segundo a empresa, nenhum deles ficou ferido.

O acidente será apurado pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), órgão ligado à Aeronáutica. Segundo o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo, que administra o aeroporto, o terminal não teve o funcionamento afetado por causa do acidente. 


Metars:
SBSR 051500Z 24002KT CAVOK 23/10 Q1022 =
SBSR 051400Z 00000KT CAVOK 22/11 Q1022 =
SBSR 051300Z 20002KT CAVOK 18/10 Q1023 =
SBSR 051200Z 17004KT 8000 NSC 15/09 Q1022 =
SBSR 051100Z 20004KT CAVOK 12/09 Q1022 =
SBSR 051000Z 18006KT CAVOK 12/09 Q1022 =

Current NOTAMs (Portugese) indicating first 150 meters of runway 25 not available for landing due to obstacles (one of the obstacles listed as a line of 15 meter high trees height 97 meters before threshold):
19/05/10 17:35 - 30/08/10 02:59
RWY 07/25 OPR CTN DEVIDO SER MAINT NAS LATERAIS
REF: AIP-BRASIL MAP ADC
)

(F0827/2010)

22/07/10 22:13 - 22/01/11 00:00
RWY 25 FST 150M CLSD LDG DEVIDO OBST
REF: AIP MAP ADC)

(F1240/2010)

22/07/10 22:18 - 22/01/11 00:00
DIST DECLARADAS RWY 07/25 MODIFICADO:
TORA TODA ASDA LDA
RWY 07: 1640M 1640M 1640M 1640M
RWY 25: 1640M 1640M 1700M 1490M
REF: AIP MAP ADC)

(F1243/2010)

23/06/10 11:00 - 30/09/10 21:06
DLY 1100/SS
PJE ACONTECERA SUBJ AUTH ACC BRASILIA/INFO AFIS
RIO PRETO CENTRO AD (SDJR) 205257S/0492333W
RAIO 3KM RTO
GND - FL140)

(F1086/2010)

22/07/10 22:15 - 22/01/11 00:00
OBST (RENQUE DE ARVORES) DIST APROX 97M THR 25
BTN AZM 29 DEG E 111 DEG, HGT 542,68M (1780FT)
REF: AIP MAP ADC)

(F1241/2010)

22/07/10 22:17 - 22/01/11 00:00
OBST (TORRE) MONTADO DIST APROX 774M THR 25
AZM 89 DEG HGT 578,28M (1878FT)
REF: AIP MAP ADC)

(F1242/2010)

Imagem da Carta/AIS

fonte/OGlobo/AvHerald
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...