sexta-feira, 27 de abril de 2012

CENIPA VAI INESTIGAR CAUSAS DO ACIDENTE COM MONOMOTOR



O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado à Força Aérea Brasileira (FAB), irá investigar o acidente que envolveu um monomotor, encontrado nesta sexta-feira no Morro do Manduba, nas proximidades do Forte de Guarujá.

A queda do monomotor ocorreu na tarde de quinta-feira. O avião estava no alto do morro, em uma área de mata fechada, pertencente ao Exército. Estavam a bordo da aeronave o jovem Matheus de Souza Fonseca, de 19 anos, e a instrutora de voo, Vitória Carrer. Esse era o primeiro voo longo do piloto. A instrutora tinha mais de 500 horas de voo. Para exercer a função são necessárias mais de 150 horas. 




Os corpos do jovem, que era de Santos, e da instrutora, que morava em São Paulo, passaram por perícia nesta tarde e foram removidos para o Instituto Médico Legal (IML) de Guarujá, por volta das 17h30. 

Segundo informações do Grupamento de Bombeiros Marítimos, que acompanhou o resgate das vítimas, apenas uma das asas da aeronave chegou a cair no mar. O restante dos destroços foi encontrado no Morro do Manduba, nas proximidades do Forte dos Andradas.

De acordo com o comandante do helicóptero Águia da Polícia Militar, o capitão PM Adriani José de Souza, a aeronave prefixo PT-NUH se chocou contra o Morro do Manduba.

”Estava no alto do morro, perto do canhão do Forte dos Andradas, do lado externo da península, de frente para a Ilha da Moela”, relatou o comandante do Águia. “O avião entrou de lado e ficou no meio das árvores”.

Conforme Souza, a aeronave não explodiu, porque está tudo intacto. “Uma asa saiu, mas o charuto da aeronave está intacto, de lado”.

Acredita-se que, em função do mau tempo, o condutor não tenha visto o morro e, sem ter como desviar, o monomotor acabou sendo arrastado. Conforme os bombeiros, a cabine está inteira e as vítimas foram encontradas presas nas ferragens.






Sobre o avião, o Aeroclube de Itanhaém informou que a manutenção estava em dia e no último contato com a Base Aérea de Santos, o piloto não informou sobre problemas na aeronave, apenas falou do mau tempo.



Viagem

Inicialmente, a informação era de que a aeronave havia saído do Aeroporto Estadual Betram Luiz Leupolz, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Mas o monomotor partiu de Itanhaém, parou no Campo de Marte, em São Paulo, e só depois seguiu para Sorocaba.

Por volta das 14 horas, o rapaz e a instrutora levantaram voo com destino a Itanhaém, mas o último contato feito pelos tripulantes foi quando eles estavam em Guarujá.

A mãe do piloto, Elizabeth de Souza, teria feito o último contato com Matheus por volta das 13 horas de quinta-feira. "Eu falei com meu filho era 13h15 e ele estava saindo do Campo de Marte (SP). Foi a última vez que ouvi a voz do meu filho”.

Matheus pilotou de Itanhaém até o Campo de Marte, e de lá até Sorocaba. Depois, em Sorocaba, a instrutora teria pego a aeronave.

Créditos: Reprodução
A instrutora Vitória Carrer tinha 500 horas de voo e estava apta para dar aulas

Buscas

Os destroços foram localizados pelo helicóptero Águia 10, por volta das 11h30, no Morro do Manduba, nas imediações do Forte dos Andradas.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, pertencia ao Aeroclube de Itanhaém.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.


fonte/foto/ATribuna/
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BOMBEIROS CONFIRMAM QUE CORPOS SÃO DE VÍTIMAS DE QUEDA DE MONOMOTOR

O Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) confirmou que os corpos encontrados no Forte de Guarujá, após a queda de um monomotor, são do jovem Matheus de Souza Fonseca, de 19 anos, e a instrutora de voo, Vitória Carrer. Esse era o primeiro voo longo do piloto. Os corpos da vítima passarão por perícia nesta tarde.

Inicialmente a reportagem havia informado que a aeronave havia saído do Aeroporto Estadual Betram Luiz Leupolz, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Mas o monomotor partiu de Itanhaém, parou no campo de Marte, em São Paulo, e só depois seguiu para Sorocaba.

Por volta das 14 horas, o rapaz e a instrutora levantaram voo com destino a Itanhaém, mas o último contato feito pelos tripulantes foi quando eles estavam em Guarujá.

A mãe do piloto, Elizabeth de Souza, teria feito o último contato com Matheus por volta das 13 horas de quinta-feira. "Eu falei com meu filho era 13h15 e ele estava saindo do Campo de Marte (SP). Foi a última vez que ouvi a voz do meu filho”.

Matheus pilotou de Itanhaém até o Campo de Marte, e de Campo de Marte até Sorocaba. Depois em Sorocaba a instrutora teria pego o avião.

Buscas
Os destroços da aeronave foram localizados pelo Helicóptero Águia 10 por volta das 11h30, no Morro do Manduba, nas imediações do Forte dos Andradas.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, pertencia ao Aeroclube de Itanhaém.

O monomotor não conseguiu pousar no litoral de São Paulo, em função das péssimas condições do tempo, e retornou para São Paulo, procurando outros pontos para pousar, inclusive Sorocaba. Depois, retornou para o litoral, fazendo pedido de pouso às 14h40. Foi o último contato do monomotor.

Já a Base Aérea de Santos informou que o monomotor chegou a pousar para abastecer em Sorocaba, por volta das 13h30, voltando a decolar cerca de 40 minutos depois, com destino a Itanhaém.

O GBMar recebeu a informação de que um acidente teria ocorrido por volta das 16h35 desta quinta-feira, a 700 metros da costa.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.
O diretor de instrução do Aeroclube de Sorocaba, Valdemar Tavares de Albuquerque, deu uma recomendação à instrutora: “falei para ela que se o tempo estivesse muito ruim lá na Serra do Mar era para ela voltar a Sorocaba. Ela me confirmou que voltaria para passar a noite aqui, ou então iria para Santos, que tem um trajeto mais simples e onde o tempo estava melhor”.

Créditos: Rogério Soares
Corpo de Bombeiros esteve na entrada do Forte dos Andradas para ajudar no resgate dos corpos 
 
fonte/foto/ATribuna

MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO PRÓXIMO AO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI, BAHIA


Segundo as primeiras informações não ha vítima fatal

Um avião Monomotor acaba de fazer um pouso forçado num terreno próximo ao polo petroquímico de Camaçari e segundo informação do programa Se Liga Bocão há suspeita de vítimas dentro do avião que tem capacidade para quatro passageiros.

O Helicóptero da Record Bahia que envia imagem ao vivo para o programa Se Liga Bocão acompanhou tudo logo após o acidente. As primeiras informações dão conta de que se trata de um avião de Instrução e que as vítimas estão todas bem, e sem ferimentos.

Neste momento o GRAE se encontra no local para socorrer as vítimas. Chega a informação de que se trata de duas pessoas, sendo o Instrutor e um aluno com nomes ainda não informado, lembrando que esta informação é extraoficial.
 
fonte/foto/Ichunoticias

ACIDENTE COM HELICÓPTERO KAMOV KA-32 NA ROMÊNIA



Um helicóptero Kamov Ka-32, matrícula ER-KGD, caiu em Ostrov, no leste da Romênia na quinta-feira (26), matando todas as cinco pessoas a bordo.  

A aeronave fazia  parte de uma formação de dois helicópteros Ka-32 que voavam para a Turquia para serem usados em combate a incêndios florestais.






fonte/ASN,vídeo/realitatea

DESTROÇOS DE AERONAVE SÃO ENCONTRADOS POR HELICÓPTERO ÁGUIA


O Grupo Águia de Praia Grande afirmou que foram encontrados destroços de uma aeronave nas imediações do Forte dos Andradas, em Guarujá, na manhã desta sexta-feira. O órgão afirma que já foram deslocados reforços ao local. Entretanto, as equipes estão com dificuldade de acessar o local devido à névoa e ao mau tempo. Ainda não há confirmação que os destroços sejam do monomotor desaparecido. 

A Polícia Militar e o Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) retomaram por volta das 7 horas as buscas ao monomotor desaparecido na tarde desta quinta-feira,  na região da Enseada, em Guarujá. A aeronave saiu do Campo de Marte às 11h47, pousou no Aeroclube de Sorocaba para abastecer e tinha como destino o Aeroclube de Itanhaém. O jovem Matheus  de Souza Fonseca, de 19 anos,  e a instrutora  de voo, Vitória Capielli,  estavam no monomotor.

O diretor de instrução do Aeroclube de Sorocaba, Valdemar Tavares de Albuquerque, deu uma recomendação à instrutora: “falei para ela que se o tempo estivesse muito ruim lá na Serra do Mar era para ela voltar a Sorocaba. Ela me confirmou que voltaria para passar a noite aqui, ou então iria para Santos, que tem um trajeto mais simples e onde o tempo estava melhor”.

Além do helicóptero Águia, duas lanchas do GBMar vão auxiliar nas buscas. Cada município também vai ajudar com uma pequena embarcação.

O GBMar recebeu a informação de que um acidente teria ocorrido por volta das 16h35 desta quinta-feira, a 700 metros da costa. Nenhum vestígio do equipamento foi encontrado.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, que pertencia ao Aeroclube de Jundiaí, saiu do Campo de Marte, em São Paulo, às 11h47, com destino a Itanhaém.

O monomotor não conseguiu pousar no litoral de São Paulo, em função das péssimas condições do tempo, e retornou para São Paulo, procurando outros pontos para pousar, inclusive Sorocaba. Depois, retornou para o litoral, fazendo pedindo de pouso às 14h40. Foi o último contato do monomotor.

Já a Base Aérea de Santos informou que o monomotor chegou a pousar para abastecer em Sorocaba, por volta das 13h30, voltando a decolar cerca de 40 minutos depois, com destino a Itanhaém.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.

O monomotor tem capacidade para três pessoas e era pilotado por um jovem de 19 anos, que fazia pela primeira vez um voo longo. A instrutora do piloto também estava na aeronave.

Os nomes de ambos não foram divulgados, mas a regional do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) confirmou a decolagem e o prefixo do avião: PT-NUH, o que permitiu a visualização da aeronave em uma busca na internet.

O Daesp informou ainda que não se sabe quem estaria conduzindo a aeronave.

fonte/ATribuna

AEROPORTO SALGADO FILHO EFETIVA O USO DE FALCÕES E GAVIÕES PARA EVITAR CHOQUES ENTRE AVIÕES E PÁSSAROS

Desde dezembro, os animais treinados capturaram 156 aves que colocavam em risco os voos no aeroporto da Capital


Salgado Filho efetiva o uso de falcões e gaviões para evitar choques entre aviões e pássaros Diego Vara/Agencia RBS
Esquadrão de 11 falcões e gaviões captura outros animais como quero-queros, que podem colidir com aeronaves e causar acidentes Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Entre pousos e decolagens nas pistas, um esquadrão de plumas e garras volta a patrulhar os céus no aeroporto Salgado Filho.

Em perseguições a 200 km/h, falcões e gaviões treinados tornam o espaço aéreo exclusivo para os aviões. Testado em 2009, o serviço que afasta e captura aves capazes de se chocar contra os voos agora é uma vigilância diária na Capital.

Desde dezembro, quando a empresa Hayabusa voltou a usar os falcões, 156 aves foram capturadas no Salgado Filho e remanejadas para a Ilha do Avestruz, em Camaquã. É a efetivação de um projeto-piloto que durou cerca de um ano, visando a diminuir as colisões entre aviões e aves, problema rotineiro em aeroportos.

— Em 2009, tivemos uma redução de 80% nos choques, que, na maioria das vezes, não são graves. No entanto, a batida de um urubu ou marreco em uma turbina danifica a aeronave, que corre o risco de queda — explica Douglas Souza, coordenador de Meio Ambiente da Regional Sul da Infraero.

Em janeiro de 2009, o pouso forçado de um avião com 155 pessoas a bordo no Rio Hudson, em Nova York, exemplifica as consequências de batidas com aves. Para reforçar a segurança na Capital, em 2012 a Infraero investe R$ 700 mil na falcoaria, em um contrato que pode ser renovado por mais cinco anos. Aeroportos como Pampulha e Galeão também usam o serviço.

O atual esquadrão empregado na Capital tem 11 integrantes (mostrados ao lado). Nos intervalos dos voos, eles espantam ou capturam as aves, em especial quero-queros. A intenção não é matar os animais, mas levá-los para espaços monitorados por ornitólogos (especialistas em aves) e afastados do aeroporto, como explica o veterinário e falcoeiro Fabian Fortes.

— É uma técnica ecologicamente correta, por ser eficaz e por não usar o abate — referenda Glayson Bencke, ornitólogo do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica.

fpnte/ZeroHora
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