terça-feira, 7 de junho de 2011

ESTE HOMEM FOI BANIDO PARA SEMPRE DA DELTA AIRLINES POR PAQUERAR NO AVIÃO




Conversar com estranhos enquanto se viaja pode ser até emocionante, mas em pleno século 21 não poderia haver uma frase pior para puxar assunto do que “já imaginou o que aconteceria se alguém conseguisse entrar em um avião com algo que não deveria?” Esse americano disse exatamente isso.

Na última sexta-feira, após um dia de atrasos e cinco uísques com coca-cola, Brya Sisco embarcou em um voo da Delta Airlines saindo de Dallas para Atlanta às 9:45h. Sisco, de 40 anos, disse ao jornal Commercial Appeal, de Memphis, que decidiu sentar-se em uma cadeira aleatória. Quando Danielle Valimont, 23 anos, acabou por sentar-se ao lado dele, o recém-divorciado Sisco decidiu paquerá-la, oferecendo chocolate e dizendo que era um arquiteto e Marechal-do-Ar. Quando a comissária de bordo apareceu e disse a ele que a cadeira pertencia a outro passageiro, Sisco disse que ele e a moça eram recém-casados. Ah, os uísques eram duplos.
“Estávamos só conversando, dividindo M&Ms, comendo chocolate, curtindo o momento”, ele disse.”Eu inventei algumas verdades sobre mim mesmo… achei que estávamos nos dando bem.”
Valimont conta uma história um pouquinho diferente, dizendo em seu blog que Sisco estava “atrapalhado” quando sentou e que após alguns minutos, enviou um SMS dizendo “Estou sentada ao lado de um cara doido”. As coisas só ficaram mais românticas a partir daí.
“Já imaginou o que aconteceria se alguém conseguisse entrar em um avião com algo que não deveria?” ele disse. Meu coração parou… “Tenho certeza de que é possível”, respondi. “É sim…”, ele disse.
Ele abriu sua bolsa, tirou um objeto de metal prateado parecido com um maçarico e colocou perto da minha perna. Ele apertou um botão e uma chama azul de uns 10 cm saiu da ponta… eu agi como se não nada demais, embora meu coração agora estivesse acelerado.
“Maneiro — o que mais você tem?”, eu disse. Ele abriu a bolsa novamente e tirou de lá outro objeto, que se parecia com o conector de um fone de ouvido e me disse que era uma espécie de taser e poderia causar paralisia temporária…
E quando a garota apontou o cilindro que Sisco estava segurando e que disse se tratar de projetos arquitetônicos, “ele disse que era uma cápsula com um gas tão forte que poderia fazer todos no avião desmaiar.” Quando ela disse que não acreditava e ameaçou abrir o cilindro, ele se alterou e me disse para não fazê-lo.

Então Valimont, agora crente de que estava sentada ao lado de uma versão texana e musculosa de um homem-bomba, fingiu estar calma. Manteve Sisco falando, então deu uma desculpa para ir ao banheiro. De lá, enviou uma mensagem de texto para os comissários de bordo: “se o cara na 20D for um militar, ignorem esta mensagem. Ele tem um maçarico, ele o acendeu e me mostrou. E ele disse que seu cilindro está cheio de um gás que fará todos no avião desmaiarem se algo acontecer. Ele também tem um objeto e diz ser um taser. Eu vou me sentar. Façam o que devem fazer.”

Os comissários de bordo fizeram o que deveriam fazer — disseram ao piloto para desviar a rota até Memphis para um pouso de emergência, chamaram a polícia, que entrou a bordo em trajes de paramédicos, e levaram Sisco, que não percebeu o que estava acontecendo até pisar em terra firme — onde foi preso.

Sisco passou quatro dias no xadrez, e foi revistado duas vezes. Ele foi banido para sempre da Delta Airlines, e recuperou um pouco do bom senso que havia perdido em Dallas. “Foi muito idiota da minha parte. Eu sou mesmo um imbecil.”

fonte/Jalopinick

FRANÇA DIZ QUE 74 CORPOS DE PASSAGEIROS DO AF 447 FICARÃO NO MAR

PARIS -Setenta e quatro corpos do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009 com 228 pessoas a bordo, ficarão definitivamente no fundo do mar, segundo as autoridades francesas.
A operação de resgate dos restos mortais, iniciada em maio, foi encerrada na última sexta-feira. 

O mesmo robô utilizado para recuperar os corpos, situados a 3,9 mil metros de profundidade, depositou no fundo do oceano, na área dos destroços, uma placa com a inscrição "em memória às vítimas do acidente com o voo AF 447", escrita em português, francês e inglês. 

Em uma carta enviada aos familiares, o governo francês informa que, no total, 104 corpos "suscetíveis de serem identificados" foram retirados do oceano durante essa quinta fase de buscas. 

Logo após a catástrofe, em 31 de maio (hora de Brasília) de 2009, 50 corpos que estavam flutuando no mar haviam sido resgatados, sendo 20 deles de brasileiros. 

No total, portanto, 154 corpos dos 228 que estavam a bordo do avião puderam ser retirados do oceano.
"Todos os corpos que podiam ser resgatados conforme os critérios definidos pela carta dos juízes em 10 de maio e verificados pelas equipes de legistas, o foram", diz a nota enviada às famílias das vítimas. 

Identificação. Os juízes responsáveis pelo processo na França haviam informado os familiares, em 10 de maio, que apenas os corpos que não estivessem muito degradados e que "pudessem ser entregues decentemente às famílias" poderiam ser resgatados. 

No entanto, a decisão foi criticada pelos familiares, principalmente no Brasil. 

O navio Ile de Sein deixou o local do acidente, a cerca de 1,1 mil quilômetros da costa brasileira, na sexta-feira passada, um dia antes do previsto. 

Agora, ele segue para Las Palmas, na Espanha, e deverá atracar no porto do Bayonne, no sudoeste da França, em meados de junho, segundo informações obtidas pela BBC Brasil. 

Os corpos serão transferidos para um instituto médico legal na França (o nome da cidade ainda não é conhecido) para o início da identificação das vítimas, que será feita elos peritos do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar francesa (IRCGN, na sigla em francês). 

O instituto, que já atuou em 38 grandes catástrofes, dispõe até o momento do DNA dos parentes das vítimas europeias. 

A transferência à França do material genético dos parentes brasileiros será realizada pela Interpol, que preferiu não comentar à BBC Brasil se já teria efetuado essa solicitação às autoridades brasileiras. 

Um relatório intermediário sobre as causas do acidente deverá ser divulgado no final de julho, segundo o Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês). 

Mas o relatório definitivo, com as conclusões sobre o acidente, só será publicado no início de 2012.
Até lá, os investigadores examinarão detalhadamente os 1,3 mil parâmetros do voo gravados por uma das caixas-pretas, como também as duas horas de conversas dos pilotos e de sons da cabine gravados pela segunda, e analisarão ainda as peças do avião resgatadas, como os computadores de bordo, motores e partes das asas. 

fonte/BBCBrasil



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PARCERIA DA TAM, LAN CHILE PAGARÁ US$ 66 MILHÕES AOS EUA POR CARTEL

Historical LogoImage via Wikipedia
A companhia de aviação chilena LAN Chile - em atual processo de fusão com a brasileira TAM - anunciou nesta terça-feira que sua divisão de carga, LAN Cargo, fez um acordo judicial para o pagamento de indenização de US$ 66 milhões a cidadãos dos Estados Unidos por manipulação de preços (formação de cartel), em um caso que envolve outras 42 companhias aéreas.

De acordo com informações da LAN Cargo, a empresa chegou a um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pagará US$ 59,7 milhões aos seus reclamantes, enquanto que a brasileira ABSA - na qual a LAN Cargo possui uma participação acionária - pagará mais US$ 6,3 milhões, somando US$ 66 milhões em indenizações.

Segundo uma nota divulgada pela empresa, "só falta um tribunal americano aprovar o acordo para que a LAN realize o pagamento, que deverá ser feito até o dia 14 de junho". A LAN afirmou que o acordo está "dentro do seu compromisso permanente com a boa governança corporativa e de transparência nas práticas empresariais e dentro de uma política de rigoroso cumprimento da legislação vigente nos países em que opera".

LAN Cargo e ABSA, juntamente de outras 42 companhias aéreas, foram investigadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. As investigações, concluídas em 2009, afirmaram que as 42 empresas haviam cometido manipulação de preços de passagens, configurando assim a formação de cartel.

Segundo a LAN, 19 das 42 companhias aéreas fizeram um acordo para cancelar as indenizações. Entre elas estariam American Airlines, Japan Airlines e Air France-KLM. A empresa chilena LAN, uma das mais poderosas da América Latina, já havia pagado em 2009 uma multa de US$ 109 milhões por outro caso de conluio, após firmar um acordo subscrito com o governo americano.

No Chile, a LAN tem sido investigada por supostos subornos relativos a US$ 1 milhão que teriam sido pagos às autoridades argentinas entre 2006 e 2007, período no qual o presidente chileno, Sebastian Piñera, era um de seus acionistas.

fonte/AFP/Terra
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QUINTA FASE DE BUSCAS A DESTROÇOS E CORPOS DO VOO 447 TERMINA, DIZ FRANÇA

O BEA, organismo francês responsável pela investigação do acidente do voo 447 da Air France, informou nesta terça-feira (7) que a quinta fase de buscas a destroços e corpos no Oceano Atlântico foi encerrada na tarde da sexta-feira (3).

O navio Ile de Sein está rumando para Las Palmas, nas Ilhas Canárias, onde deve chegar na quinta-feira (9). Lá, a equipe de buscas será desmobilizada.


Durante a próxima semana, o navio irá para o porto de Bayonne, sudoeste da França. Dali, as peças do avião serão levadas a Toulouse, para um hangar, e os corpos recuperados serão levados para exames que permitirão a identificação.


O acidente, ocorrido dois anos atrás em um voo entre Rio de Janeiro e Paris, matou as 228 pessoas que estavam a bordo. 

fonte/G1
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COMO O ACIDENTE FATAL DE UM GENERAL QUASE REVELOU TODOS OS SEGREDOS DA ÁREA 51




Em seu novo livro “Area 51: An Uncensored History of America’s Top Secret Military Base” (inédito no Brasil) a autora Annie Jacobson conta alguns dos maiores segredos militares dos EUA – incluindo a história de como o passeio fatal de um general em um caça inimigo capturado quase deflagrou a base inteira.

Em outubro de 1979 foi iniciada a construção da unidade de apoio para o desenvolvimento do caça invisível F-117 Nighthawk em Tonopah, dentro da Área 52. Tonopah estava distante da já distante e restrita Área 51 e da Área de Testes de Nevada, um lugar que ninguém além dos envolvidos nos projetos jamais ouviu falar.



A Área 51 serviu como modelo para a unidade em construção na Área 52. Pistas de pouso e taxiamento eram construídas de modo similar, bem como o hangar de manutenção, por equipes livres de contratos de trabalho em Nevada. Dezesseis casas móveis foram levadas e vários prédios de apoio foram construídos. Sandia não queria chamar atenção ao projeto, então os oficiais da USAF (Força Aérea Americana) foram ordenados a deixar o cabelo e barba compridos. Com um visual hippie, oposto ao visual militar, seria menos provável que chamassem a atenção indesejada para o projeto altamente secreto que surgia nos arredores. Dessa forma, os homens poderiam fazer os negócios necessários na cidade de Tonopah.

As duas unidades, Área 51 e Área 52, trabalharam juntos para deixar o F-117 pronto para a batalha. Quando um ataque simulado foi realizado nos portões da Área 51 em 1982, os voos de testes do F-117 – que só aconteciam à noite – já estavam em pleno andamento. Ambas as unidades permaneceram secretas durante trinta anos. Estima-se que dez mil pessoas conseguiram manter o programa F-117 totalmente oculto. Houve muito esforço coletivo e ordens sucintas de seguir em frente. Dez anos mais tarde, o programa foi quase encerrado quando um general da USAF quebrou o protocolo e decidiu passear em um dos caças MiG capturados e mantidos na Área 51 para testes de combates simulados.

A morte do Tenente General Rober M. Bond em 26 de abril de 1984 foi uma tragédia evitável. Com 267 missões de combate real em seu currículo – 44 na Coreia e 213 no Vietnã – Robert Bond era um piloto condecorado, um veterano de guerra reverenciado por muitos.

Na época do acidente, ele era o vice-comandante do Comando de Sistemas da USAF, na base de Andrews em Maryland, o que fazia dele um VIP quando se tratava do programa F-117 na Área 51. Em março de 1984, o General Bond chegou à unidade secreta para ver o progresso do trabalho. A visita do general não deveria ser diferente daquelas feitas pelos generais cujos passos Bond estava seguindo, visitas estas que começaram em 1955. Os dignitários sempre foram tratados em grande estilo; eles comeriam, beberiam e testemunhariam a história secreta sendo escrita. Seguindo a tradição, a primeira visita do General Bond ocorreu sem incidentes.



Mas além de ficar impressionado pelo F-117 Nighthawk, o General Bond também era fascinado pelo programa secreto dos MiGs, que ainda estavam ativos na Área 51. Nos quinze anos passados desde que a CIA colocou suas mãos num MiG-21 de Munir Redfa, a CIA e a Força Aérea haviam adquirido de diversas fontes uma frota de aviões soviéticos que incluía um MiG-15, um MiG-17 e, mais recentemente, o supersônico com asas de geometria variável MiG-23.

Em uma visita à Área 51 no mês seguinte, o General Bond requisitou um voo no MiG-23. “Cada hora em um avião soviético era preciosa. Não tínhamos peças de reposição. Não podíamos bancar desgastes desnecessários. Normalmente um piloto treinaria por, no mínimo, duas semanas antes de voar em um MiG. Em vez disso, o General Bond teve uma breve instrução já sentado no avião, com o instrutor dizendo ‘faça isso e aquilo’.” Em outras palavras, em vez de passar duas semanas treinando, ele simplesmente atropelou o procedimento. Poucas horas depois o General Bond estava sentado no cockpit de um MiG, sobrevoando o Lago Groom.

Tudo parecia bem, mas logo que cruzou a Área de Testes de Nevada, Bond chamou a torre pelo canal de emergência no rádio. “Estou fora de controle”, disse, aflito. O MiG estava acima de Mach 2. “Preciso sair, estou sem controle” foram as últimas palavras do general. O MiG entrou em parafuso e começou a cair. Bond ejetou-se do avião, mas aparentemente foi morto quando a tira de seu capacete quebrou seu pescoço. O general e o avião caíram na Área 25, em Jackass Flats, onde o solo ainda estava altamente contaminado pelos testes secretos do NERVA (um foguete nuclear) que haviam sido realizados ali.


A morte do General Bond abriu a possibilidade de exposição de cinco programas e unidades secretas, incluindo o programa MiG, o F-117, Área 51, Área 52 e as explosões do reator nuclear em Jackass Flats. Ao contrário das mortes dos pilotos da CIA em voo na Área 51, que puderam ser justificadas como um acidente genérico de treinamento, a morte do general precisava de uma explicação detalhada. Se a imprensa fizesse muitas perguntas, poderia desencadear uma investigação federal. Um dos programas teria que ser exposto para proteger os outros.

O Pentágono decidiu expor o MiG. Silenciosamente, Fred Hoffman, um jornalista militar na Associated Press, “vazou” a informação de que Bond morreu no controle de um MiG-23 soviético. A questão enfatizada era como o Pentágono conseguiu obter um avião do bloco soviético. “O governo sempre foi relutante em discutir tais aquisições por receio de constranger as doações amistosas, mas os holofotes estavam sobre a morte de um general de três estrelas da Força Aérea em um acidente de avião em Nevada no dia 26 de abril que foi rapidamente abafado”, escreveu Hoffman, adicionando que “fontes sigilosas disseram que o MiG-23, o mais avançado avião de guerra soviético em posse dos americanos, foi fornecido pelo Egito”.

Com esta cobertura parcial, os segredos da Área 51, Área 52 e do F-117 estavam seguros. Levaria outros quatro anos para que o público tivesse a mínima ideia de que o F-117 Nighthawk existia. Em novembro de 1988, uma imagem granulada do avião futurista em forma de ponta de lança foi divulgada a um público impressionado, apesar de as variações do F-117 terem voado nas Áreas 51 e 52 durante onze anos em segredo.

Nota do editor: o local onde o MiG-23 caiu foi marcado com uma pequena placa de granito negro, contrastante com o deserto ao seu redor e dentro de uma propriedade do governo dos EUA. Sua inscrição diz: “BOBBY BOND, 26 DE ABRIL DE 1984. FOI UM HOMEM FORTE, UM AMIGO LEAL E DEDICADO, QUE DEU SUA VIDA PELO PAÍS QUE AMAVA”

Esta história foi originalmente publicada em “Area 51: An An Uncensored History of America’s Top Secret Military Base” e foi republicada com permissão dos autores.

fonte/Jalopnick

DESDE A MEIA-NOITE, AÉREAS BRASILEIRAS JÁ CANCELARAM 43 VOOS DEVIDO A CINZAS VULCÂNICAS

Desde a meia-noite de ontem, as companhias aéras Gol e Tam já cancelaram 43 voos devido a nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue.

Por meio de um comunicado, a companhia aérea Gol informou que, devido à erupção do vulcão chileno Puyehue, precisou cancelar, desde a meia-noite de ontem, onze voos de e para Buenos Aires (Argentina), provenientes de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre e Santiago do Chile.

Aos passageiros em trânsito, "a companhia tem trabalhado para providenciar alimentação e acomodação em hotéis".

Os clientes com viagens marcadas, para voos até o dia 13/06, com destino ou origem em cidades atingidas poderão contatar a companhia pelo telefone 0800 7040465 e efetuar a remarcação sem custos ou optar pelo cancelamento com reembolso integral da passagem.

A companhia lamentou os transtornos causados aos passageiros, mas afirmou que a segurança é seu "valor corporativo prioritário". 

fonte/ZeroHora/foto/Reuters
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