quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

TRÊS PESSOAS FORAM PRESAS APÓS SUPEITA DE ROUBAR LAPTOPS EM AEROPORTOS DE SÃO PAULO

Três homens foram presos na noite de terça-feira (23) na Rodovia Hélio Smidt, próximo ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, por suspeita de integrar uma quadrilha que rouba laptops e bagagens no aeroporto.

De acordo com os policiais, os suspeitos também agiam no aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista. Ao tentarem fugir dos policiais, os presos, que estavam em um veículo, se envolveram em um acidente.

Um quarto homem que estava com eles conseguiu fugir. De acordo com a polícia, o grupo estava sendo monitorado.

fonte/ G1

AMERICANO CONTA EM LIVRO COMO SOBREVIVEU A QUEDA DE AVIÃO 30 ANOS APÕS O ACIDENTE

Norman Ollestad tinha só 11 anos quando viu seu pai e a namorada dele morrerem na sua frente, depois que a aeronave particular em que viajavam caiu nas montanhas de Los Angeles. Trinta anos depois do acidente - que também vitimou o piloto da aeronave -, o americano resolveu revisitar as lembranças e escreveu, com detalhes, como sobreviveu à tragédia.

Mais do que um relato da aventura em si, "Loucos pela tempestade", lançado no Brasil pela editora Record, retrata a especial ligação de Norman com seu pai, um aficcionado por esportes que desde cedo submeteu o filho a uma rotina de exercícios rígida. Uma rotina que salvou sua vida.
À primeira vista, o leitor pode ter a impressão de que o pai de Norman era um carrasco, daqueles que obrigam o filho a enfrentar o mar gelado para surfar contra a vontade da criança. Mas, na verdade, ele era uma figuraça: ao mesmo tempo em que trabalhava para o FBI, morava em Topanga Beach, uma praia de nudismo na Califórnia, ao lado dos melhores surfistas dos anos 70. 


- Meu pai tinhas múltiplas facetas. Ele podia ter conversas intelectuais com artistas ou ter discussões políticas ou ficar em torno de uma fogueira com surfistas. Ele amava a diversidade. Nada parecia amedrontá-lo - conta. 

Quando Norman nasceu, seu pai já havia deixado a agência americana. Revoltado com o que vira no gabinete de J. Edgar Hoover, ele resolveu escrever um livro denunciando casos de corrupção no escritório do chefe, chamado "Inside the FBI". O casamento dos pais também durou pouco: eles se separaram quando Norman tinha apenas 3 anos. Mas o pai morava do outro lado da rodovia e era figura presente na vida do menino: tirava-o da cama cedo para pegar onda e levava-o para esquiar nas montanhas mais íngremes.
- Meu pai não achava que estava sendo durão comigo. Ele estava agindo puramente com amor e por isso eu não tenho nenhuma mágoa pelo o que ele me fez passar. Eu o agradeço quase todos os dias por me mostrar o caminho para tanto prazer - diz Norman, hoje com 42 anos. 

No verão antes do acidente, o pai de Norman o levou a uma viagem de aventura que durou vários dias. Eles saíram da Califórnia de carro, alugaram um barco e foram até o México, visitar os avós, conta ele no livro. Cruzaram a selva, ficaram atolados nas estradas, surfaram e passaram por várias dificuldades.
- Aquela viagem ao México resumiu, em apenas alguns dias, o que era estar com o meu pai o tempo todo: uma louca e maravilhosa aventura. Não sinto como uma viagem de despedida. Sinto como a essência da relação que existia entre nós dois - diz Norman, que hoje faz com Noah, seu filho de 9 anos, as mesmas coisas que seu pai fazia com ele. 

Foi justamente a paternidade que o motivou a abrir u baú de lembranças, depois de tantos anos.
- Até eu me tornar pai eu não entendia a história toda do relacionamento com meu pai. Eu não estava pronto até começar a fazer com meu filho as mesmas coisas que meu pai fazia comigo. Foi quando eu entendi os dois lados da equação - observa o autor.
Para tal, ele voltou à montanha, escalou o terreno que teve de descer 30 anos antes por conta do acidente e tomou notas num caderno durante todo o percurso. 

- Achei pedaços do avião numa altura de 2,5 km. Ao tocar as mesmas pedras e passar pelas mesmas valas, tudo me veio à lembrança. As horas que passava escrevendo não foram tão dolorosas como as horas depois. Eu ficava muito cansado e tinha que me exercitar diariamente. Depois, dormia a tarde toda -conta Norman.

O sacrifício, pelo visto, valeu a pena: "Loucos pela tempestade" está há semanas na lista dos mais lidos no jornal "New York Times". Para Norman, o sucesso de seu livro deve-se ao fato de sua relação com seu pai ser universal. 

- As pessoas querem vivenciar as ligações entre as pessoas e os relacionamentos, e um livro é uma forma muito íntima de embarcar numa viagem. Além disso, meu pai é um personagem muito excitante para se acompanhar numa história - acredita o autor. 

fonte/OGlobo

SERIPA, ISSO PDE DERRUBAR A AERONAVE

ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL
O coronel Ricardo Beltran Crespo, chefe do 4.º Serviço Regional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 4), classificou de "irresponsável" a adulteração de combustível de avião.

"Isso pode derrubar a aeronave", advertiu. A gasolina azul é usada por aviões de pequeno porte com motores a pistão (os grande jatos utilizam querosene). O militar explica que, como esses motores trabalham com rotação mais baixa, os riscos de acidente em caso de falha são elevados.

Mais do que os motoristas de automóveis, diz Crespo, os pilotos de avião ficam totalmente reféns do distribuidor de combustível. "Quando você abastece em um posto de combustíveis, por exemplo, é possível aferir a qualidade do produto pelo tubo de ensaio que fica acoplado à bomba", compara. "No avião isso não existe. O caminhão da distribuidora encosta na pista e abastece a aeronave. A única coisa que se verifica é a presença de água no combustível, mais nada."

Outro aspecto destacado pelo militar é o desgaste das peças, acentuado pelo uso de combustível "batizado". "As peças de um avião são projetadas para durar um certo tempo e depois devem ser obrigatoriamente trocadas. Só que, com a gasolina adulterada, esse prazo acaba encurtado, sem que os pilotos consigam se precaver", afirma.

fonte/Agência Estado /iG

PASSAGEIROS PASSAM BEM APÓS POUSO DE EMERGÊNCIA EM MATO GROSSO

Nenhum dos 15 passageiros e dos 2 tripulantes da aeronave Embraer EMB-110P1 Bandeirante, prefixo PT-SOG, da Táxi Aéreo Gensa (foto acima) ficou ferido depois de uma aterrissagem forçada hoje (23), por volta das 17h45, no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, Mato Grosso.

O acidente aconteceu depois que o eixo do trem de pouso quebrou, fazendo com que a aeronave de desgovernasse e parasse no mato, na cabeceira da pista.

O avião foi fretado por uma empresa agrícola para um dia de campo, no município de Diamantino, de onde decolou por volta das 17 horas.

Segundo informações da 'Folha de Várzea Grande', a empresa Táxi Aéreo Gensa não existe mais.

fonte/Gazeta Digital / Folha de Várzea Grande

PASSAGEIROS FICAM REVOLTADOS COM A TAM NO AEROPORTO SANTOS DUMONT, RIO DE JANEIRO

Uma das empresas aéreas mais respeitada do país, não respeita o que ela tem de mais precioso: o seu cliente. Nesta terça-feira (23) no aeroporto do Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a TAM teve um problema em uma porta traseira do avião que faria o voo 3030.

A aeronave seguiria para Brasília e depois faria conexões para outras capitais. A equipe de manutenção não conseguiu resolver a situação. Todos os passageiros, depois de aguardarem mais de uma hora dentro da aeronave, foram orientados a entrar em outro avião.

Depois de dez minutos, a notícia que todos resistiam em ouvir: quem seguiria para Cuiabá e Porto Velho foi obrigado a descer. A empresa ainda não deu esclarecimentos concretos e transparentes sobre o motivo de tanta confusão. Resultado do incidente: mais de 40 pessoas bravas e sem respostas por parte da TAM. A única certeza que todos tem é que não embarcarão mais hoje.

O que mais chamou a atenção dos clientes da TAM, é que a empresa não teve competência para gerenciar a crise, e acabou deixando os passageiros ainda mais insatisfeitos. Muita gente ficou irritada com a forma como a TAM tratou a situação.

Lamentável para uma empresa de renome no cenário Nacional e Internacional da aviação tratar de forma equivocada os seus clientes. Para um país que vai receber a Copa do Mundo e a Olimpíada de 2016, a TAM demonstrou que está longe de ter um atendimento de excelência. Uma pena!

fonte/ matogrossomais.com.br

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