terça-feira, 29 de junho de 2010

COMO FAZER A VIDA A 800KM/H


Todo mundo, em algum ponto da vida, já quis pilotar um avião. 

Brett e Kate McKay, do The Art of Manliness, conversaram com um piloto profissional, e perguntaram a ele o que é necessário para tal. Quer viver nos céus? A gente - ou melhor, Mark Maxwell - explica como.

Tornar-se um piloto é algo que, imagino, muitos de nós sonhamos quando garotos. Enquanto voávamos para visitar a vovó, a gentil aeromoça nos deixava visitar os pilotos no cockpit. Hoje em dia, as crianças não podem mais visitar o cockpit, e o glamour do ramo da aviação não é mais o que costumava ser um dia - o salário pode ser baixo e as agendas maltratam. Mas, como Mark Maxwell explica, para aqueles que nasceram para voar, o chamado dos céus não pode ser simplesmente ignorado.

Fale um pouco de você (Onde você nasceu? Quantos anos você tem? Onde você estudou? Descreva seu trabalho e há quanto tempo você está nele, etc).
Eu sou de Virginia Beach, Virginia. Embora tenha crescido lá, já morei em meia dúzia de lugares por causa da natureza da indústria. Tenho 28 anos. Depois de me formar no colégio, completei minha licença de Piloto Particular e me mudei para a Flórida, para poder frequentar a Delta Connection Academy em tempo integral. Após completar todos os exames e obter meu certificado de instrutor de voo, consegui um emprego como instrutor em uma escola de pilotagem na Carolina do Norte, aos 19 anos. Trabalhei lá por dois anos e meio, até decidir fazer voos de carga. Fiz isso por pouco mais de um ano, até que a empresa em que eu trabalhava foi vendida. Depois daquilo, fui contratado pela empresa de linhas aéreas na qual trabalho até hoje. Vai fazer cinco anos agora.

Por que você decidiu se tornar um piloto? Quando você soube que era isso que queria fazer?
Quando eu era pequeno, provavelmente com oito anos de idade, meu pai decidiu correr atrás de seu sonho de conseguir sua licença de pilotagem. Li todas as revistas de aviação que eles tinham no lobby. Nos fins de semana, ele estudava para os testes práticos e escritos. Eu não tinha escolha se não assistir aquelas fitas preparatórias chatas. Depois de conseguir sua licença, ele me levou para dar um passeio em um avião alugado, para não perder a prática. Voávamos sobre as casas e de vez em quando me deixava assumir o controle. Foi na época do colégio que eu decidi que queria ganhar a vida voando. No meu ano de formatura, tivemos que fazer um projeto sobre carreiras. Cada estudante precisava escolher uma profissão que ele ou ela quisesse seguir, pesquisar a respeito, e fazer uma apresentação. Eu escolhi piloto de aviões. Pesquisei a fundo, e durante a pesquisa decidi fazer algumas aulas de pilotagem para ver se eu gostaria. Eu fiquei doido. É uma daquelas coisas que você simplesmente sabe que nasceu para fazer.

Há alguns caminhos diferentes que se pode seguir no ramo de aviação. Alguns pilotos vem da força aérea, outros vão para a escola de pilotagem para conseguir suas licenças. Quais são as vantagens e desvantagens dos diferentes caminhos?
No passado, a melhor forma de um piloto iniciante conseguir um emprego em uma companhia de linhas aéreas era através do serviço militar. As companhias aéreas costumavam dar preferência a ex-pilotos militares ao contratar, mas as coisas mudaram. A Força Aérea conta com bem menos pilotos hoje do que há 30 anos, e esse número vem encolhendo ainda mais, devido à crescente utilização de veículos aéreos não tripulados ao invés dos tradicionais modelos tripulados. O serviço militar também fica com os aviadores por mais tempo. Da última vez que eu chequei, a Força Aérea e a Marinha requeria um contrato de dez anos após a conclusão do treinamento de voo. Hoje em dia, as companhias aéreas buscam pilotos com experiência com aeronaves similares às que eles operam. Isso não significa que um piloto militar não seja opção para ocupar a vaga, mas eles priorizam um cara com sete anos de experiência em voos civis sobre alguém que voou na Força Aérea por dez anos. Se você planeja entrar para o serviço militar para voar, tenha certeza de está fazendo isso pelos motivos certos.
Se decidir acumular horas de voo de forma comercial, há várias coisas a analisar. A primeira, e mais importante, é o custo: é muito alto. Atualmente, o preço médio de todos os seus créditos de voo é quase o mesmo de uma Mercedes-Benz. Se você resolver ir a uma escola de pilotagem de alto nível, que seja atrelada a uma universidade, espere gastar mais do que um estudante de medicina.
Você pode conseguir horas de voo suficientes em pouco mais de um ano, se voar todos os dias, mas a maioria das pessoas leva mais tempo. Se você planeja continuar no seu emprego normal, e voar depois do expediente e nos fins de semana, poderá levar alguns anos até conseguir horas suficientes para poder voar profissionalmente pela primeira vez. Seu primeiro trabalho como aviador não sera glamouroso, nem bem pago, mas vai ser seu pontapé inicial.

Pilotos jovens começam carreiras regionais e trabalham duro até entrar para alguma companhia grande. Como  alguém pode fazer isso, e quanto tempo leva?

Isso é quase totalmente verdade. Há várias maneiras de se subir na carreira de piloto profissional. A maior parte das pessoas começa como instrutor de voo. Alguns preferem não ensinar, e encontram vagas como patrulheiro de redes elétricas e de tubulação, vigilante de tráfico, ou fazem geomapeamento, etc. Há muitos empregos diferentes para aviadores, e todos podem ajudá-lo a ganhar experiência e horas de voo, que o possibilitarão encontrar uma vaga em alguma companhia regional. A velocidade com que você avança em sua carreira costuma oscilar junto com o estado atual da indústria aérea. E uma questão de timing. Quando eu estava tendo aulas de voo, as companhias estavam contratando muito. Os caras (e as garotas) eram contratados por empresas regionais com menos de 500 horas de voo (um número muito baixo), permanecendo por alguns anos, e avançando para as companhias maiores logo depois. Então aconteceu o 11 de Setembro, e isso acabou. Muitos pilotos se viram desempregados de repente, pois as companhias fizeram cortes de pessoal e reduziram seus horários, para compensar a menor quantidade de passageiros. Por volta de 2004, a indústria da aviação estava a todo vapor novamente, e novamente houve um aumento nas contratações, que durou até a atual crise econômica. E agora estamos vendo o início de outro bom momento. Temos um velho ditado: “Se você não gosta do jeito que as coisas estão, espere só um minuto, e tudo vai mudar novamente.” É totalmente verdadeiro. Você só precisa ser paciente e ir com a correnteza, para o bem ou para o mal. Geralmente, você vai trabalhar para uma companhia regional durante 5 a 8 anos, antes de ter uma chance em uma empresa maior.

Qual é a melhor parte do seu trabalho?
Voar, com certeza! Você já viu o nascer do sol a 36 mil pés de altitude? Sério, todos nós entramos para essa vida porque amamos voar. Você não faz pelo dinheiro. Não somos tão bem pagos quanto as pessoas pensam, mas a coisa boa desse emprego é que nós numca levamos trabalho para casa. Assim que saímos da aeronave no último dia, acabou.

E qual é a pior parte?
Eu diria que, de início, o pagamento, e algumas vezes a agenda. É inevitável o fato de que quando você começa como primeiro oficial de uma regional, você consegue menos de 27 mil dólares por ano. Em algumas, menos de 20 mil. Além disso, dependendo da companhia em que você trabalha, e da época do ano, sua agenda pode ser muito ruim. Uma agenda ruim siginifica trabalhar de 90 a 95 horas e ter só 12 dias de folga. Algumas companhias chegam a te dar apenas 8 dias de folga.

Como é o equilíbrio entre trabalho, família e vida?

Bem, para mim, quando estou trabalhando, fico bastante desconectado de tudo em casa. Minha namorada sabe que se algo acontecer, como um vazamento de combustível ou pane, e eu estiver a mais de 800 km de casa, então não há nada que se possa fazer. Ela acabou aprendendo a lidar bem com essas coisas. Se você tem filhos, acostume-se com a ideia de perder alguns jogos de futebol, aniversários, e feriados. As companhias aéreas funcionam 365 dias por ano. Eu não tive folga para o Natal até uns dois anos atrás.
Às vezes, depois de uma viagem cansativa, você pode precisar de todo o dia seguinte para se recuperar e descansar. Você tem que escolher. Eu costumo assistir os programas de TV que perdi, mas foram gravados, ler meus e-mails, pagar contas, limpar a casa, etc. Todas aquelas coisas que as pessoas normais fazem todos os dias depois de chegar do trabalho.

Qual é a maior concepção errada que as pessoas tem sobre o seu trabalho?

O salário, como eu disse antes. Os pilotos costumavam fazer um ótimo dinheiro e tinham agendas tranquilas. Esses dias acabaram no 11 de Setembro. Quase todo os piloto sofreu um corte violento no salários depois daquele dia, para que sua companhia não fosse à falência. Infelizmente, só agora começamos a receber de volta parte desse dinheiro
Outro engano é sobre nossas agendas. As pessoas pensam que chegamos no trabalho, voamos uma escala e acabou. Eu já cheguei a fazer sete escalas em um único dia. Nossos dias começam às 4:30 da manhã (no aeroporto) e pode acabar depois da meia-noite. Nossos horários devem chegar a um máximo de 14 horas de trabalho por dia, mas podemos ser obrigados a trabalhar 16 horas, por problemas mecânicos ou mau tempo. Esses dias são brutais.

Já li vários artigos reclamando do atual estado da profissão, dizendo que os pilotos, especialmente de companhias regionais, vem trabalhando em excesso e tem péssimos salários. Sully Sullenberger disse ao Congresso que os pilotos deixaram de dizer a seus filhos para seguir a mesma profissão que eles. Qual é a sua opinião sobre o estado atual da profissão? Você recomendaria seu emprego para as outras pessoas?
Eu tenho um tremendo respeito pelo Capitão Sullenberger e concordo com a maior parte do que ele disse. O único conselho que posso dar agora é que você precisa ter uma boa ideia de onde quer chegar antes de optar por essa profissão. Alguns gostam do que fazem, outros não. Se meu filho se virasse para mim e dissesse que quer se tornar um piloto, eu diria “não”, mas faria com que ele soubesse de toda a verdade por trás desse “não”.  Outra coisa que se deve entender é que a indústria aérea muda constantemente. Há altos e baixos. Uma coisa para se ter em mente é que os pilotos são obrigados a se aposentar aos 65 anos. Daqui a 5-7 anos, muitos pilotos vão pendurar as asas. Com a escassez de alunos frequentando hoje as escolas de pilotagem, é provável que pilotos qualificados serão procurados mais uma vez e, com sorte, vamos recuperar o que perdemos. Vamos ver.

Algum outro conselho, dica ou história que você gostaria de compartilhar?
1. Sempre confie em seus instintos
2. Sempre esteja por dentro do seu contrato
3. Jamais confie em um coordenador de pessoal
4. Nunca tente pegar um atalho na carreira para passar a frente. Esses caras sempre se dão mal no final. Pague o que deve e aproveite a viagem.
5. Sempre respeite e seja educado com seus passageiros. Sem eles você não teria um emprego.

fonte/TheArtOfManliness/Jalopnik

CARRO VOADOR É APROVADO PELO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL DOS EUA, FAA



A Federal Aviation Administration (FAA - a entidade que controla a aviação civil nos EUA) garantiu ao avião-carro Terrafugia Transition a isenção que ele precisava para nos deixar mais perto dos carros voadores.

O Terrafugia tem sido a melhor esperança de um carro voador desde que fez sua viagem inaugural em março. O veículo é um avião de dois lugares movido a gasolina comum do posto da esquina. Quando voa, seu motor permite viajar a aproximadamente 185 km/h por cerca de 720 km.

De acordo com a Terrafugia, o avião pode ser convertido em carro em somente 30 segundos, com a mesma fonte de combustível movendo as rodas dianteiras do avião. Ele é capaz de rodar a cerca de 105 km/h, consumindo 12,7 km/l. Um problema que ainda precisa ser resolvido é a classificação por peso. A Terrafugia quis que o avião fosse classificado como "Aeronave de Voo Esportivo" para que os proprietários precisassem de somente 20 horas de voo para se habilitar na aeronave. Mas para tornar o carro transitável em vias públicas e passar pelos padrões de segurança, ele precisa do peso extra das zonas de deformação e dos equipamentos de segurança. Ou seja: ao contrário do que se poderia imaginar, o avião precisa ser mais carro, e não o contrário. 



A FAA somente concedeu uma isenção pelos 50 quilos extra, e o Terrafugia portanto está certificado para voar. Já pode ser vendido, desde que notifique os compradores sobre a diferença de peso.

Ainda há algumas etapas a serem cumpridas nessa jornada, incluindo os testes de impacto e o lançamento de um protótipo de produção nesse verão (inverno, no hemisfério Sul). Ainda assim, a empresa afirma que as primeiras unidades serão entregues no último trimestre de 2011. O preço é de 194.000 dólares, com entrada de 10.000 dólares pagos em depósito, caso a companhia declare falência.





fonte/The Telegraph/Jalopnik/foto/divulgação
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AZUL PLANEJA CONTRATAR MAIS 700 FUNCIONÁRIOS ATÉ DEZEMBRO


A Azul alcançou este mês a marca de 2 mil funcionários, ou 2 mil tripulantes-Azul, como são chamados internamente todos os que trabalham na companhia aérea. A empresa, que começou a operar em dezembro de 2008, quer fechar o ano de 2010 com 2.700 funcionários.

De acordo com o diretor de Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional, Johannes Castellano, as próximas contratações devem se concentrar em agentes de call center, agentes de aeroporto, especialmente para as novas bases operacionais, técnicos de manutenção, pilotos e comissários.
 
"Estamos crescendo em ritmo acelerado e já contamos com os melhores profissionais do mercado", disse Castellano. A Azul começou a voar no dia 15 de dezembro de 2008, inicialmente ligando Campinas a Porto Alegre e Campinas a Salvador, em frequências diárias, sem escalas.
 
Hoje a nova companhia aérea conecta 21 destinos: Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Maringá, Navegantes, Florianópolis, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Vitória, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Natal, Manaus, Goiânia, Porto Seguro, São Paulo, Cuiabá e, em agosto, Brasília.
 
Com as linhas de ônibus, são 25 as cidades conectadas pela Azul. A companhia é a única com uma frota de jatos 100% brasileira, os modernos E-Jets fabricados pela Embraer. Atualmente a Azul conta com uma frota composta por 10 aeronaves Embraer 190 e 6 Embraer 195.
 
fonte/Mercado&Eventos

ANAC PROMOVE CURSOS GRATUITOS DE CAPACITAÇÃO EM CINCO CIDADES BRASILEIRAS


Para o mês de julho, a Anac programou cursos gratuitos de capacitação em cinco cidades brasileiras. Do dia 5 ao dia 9, no Rio de Janeiro, será ministrado o Treinamento para Instrutores em Segurança da Aviação Civil (AVSEC), destinado aos servidores da administração aeroportuária, empregados das empresas de transportes aéreos e de serviços auxiliares indicados para serem instrutores em segurança contra atos ilícitos (security).

De 12 a 16, em Goiânia, será a vez de pequenos provedores de serviços de aviação civil participarem do curso Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO). Já os tripulantes de empresas aéreas, profissionais dos centros de treinamentos e escolas de aviação civil poderão participar do Seminário para Formação de Examinadores Credenciados, que acontece nos dias 12 e 13, em Belém, nos dias 19 e 20, no Recife, e nos dias 26 e 27, em Manaus.

fonte/Mercados&Eventos

MITSUBISHI DESAFIA EMBRAER

Mitsubishi Group's logo. Or MITSUBISHI PENCIL'... 



A Mitsubishi Aircraft, a fabricante da primeira aeronave japonesa de passageiros, informou que espera que cerca de 30% das ordens venha da Europa, desafiando a francesa Bombardier e a brasileira Embraer.

"Temos um bom sentimento sobre a Europa", disse Hideo Egawa, presidente da unidade da Mitsubishi Heavy Industries, durante uma entrevista em Tóquio na sexta-feira. "Muitas empresas aéreas de lá mostraram interesse", completou o executivo.

A fabricante japonesa de aviões, que até agora já tem 125 pedidos para o seu Mitsubishi Regional Jet, planeja abrir um escritório de vendas na Europa ainda este ano e está estudando construir uma versão de 100 lugares da aeronave para conquistar clientes na região.

A produção do primeiro MRJ deve começar ainda este ano, prevê a companhia. A All Nippon Airways Co., que pediu 25 desses aviões, incluindo 10 opções futuras de vendas, deve receber a primeira unidade em 2014. O primeiro cliente estrangeiro, o Trans States Holdings, fez um pedido no ano passado de 100 aviões, incluindo 50 opções de compra.

A Mitsubishi Aircraft está fabricando o MRJ com 78 ou 92 assentos. A aeronave japonesa tem uma autonomia de voo de até 3.410 quilômetros. A empresa planeja vender 1.000 jatos regionais nos próximos 20 anos, disse Egawa. A embraer fabrica jatos da família 170/190, com aviões de 70 a 120 lugares. 
 
fonte/ValorEconomico
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GRPAe INICIA RESGATE AEROMÉDICO NA BRPAe - CAMPINAS

Campinas – Com o objetivo de diminuir a mortalidade dos feridos e doentes com necessidade de remoção urgente na cidade de Campinas e em sua região metropolitana, num raio de 20 minutos de voo, cobrindo aproximadamente 50 municípios, a Polícia Militar irá estender a abrangência do seu serviço de resgate aeromédico, através de um convênio estabelecido entre a Secretaria da Segurança Pública e a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

A solenidade de lançamento do Resgate Aeromédico da Polícia Militar será realizada às 10h desta quarta-feira (30), na sede do quartel do Comando do Policiamento do Interior – 2 (CPI-2), localizado na Rua Luiz Gama, 298, bairro do Bonfim, em Campinas.

A atividade irá integrar profissionais do Corpo de Bombeiros, policiais militares da Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas e médicos do Grupo de Atenção às Urgências (GRAU) da Secretaria de Estado da Saúde, que também destinará equipamentos e remédios para realizar o atendimento pré-hospitalar de urgência médica às vítimas de acidentes e traumas da região.

A resolução SS–SSP-42, de 22/05/89, dispõe sobre a atuação conjunta em situações de emergência, e determina que a Polícia Militar execute o serviço de atendimento pré-hospitalar em casos de emergências, reconhecendo que devido ao número de acidentes, torna-se necessário viabilizar recursos que façam frente, de forma sistêmica, às demandas da comunidade.

O helicóptero que será utilizado no resgate aeromédico faz parte da frota da Polícia Militar; os pilotos são policiais militares que trabalham na Base de Radiopatrulha Aérea de Campinas, os pronto socorristas são policiais militares do 7º Grupamento de Bombeiros, que serão apoiados por médicos e enfermeiros do GRAU.

fonte/SSP SP/PilotoPolicial
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MAIS DETALHES DO INCIDENTE COM AVIÃO DA TRIP EM IPATINGA, MINAS GERAIS





DA REDAÇÃO – Um avião modelo ATR 12 ficou descontrolado ao pousar às 10h30 desta segunda-feira (28), no aeroporto da Usiminas, em Santana do Paraíso. Ele vinha de Guarulhos, no interior paulista e, após tocar na pista, seguiu em alta velocidade, indo parar três quilômetros adiante do aeroporto. Estavam a bordo 47 pessoas, mas felizmente ninguém ficou ferido. A garotinha Isabela MatosTakahashi, 9 anos e seu pai Hiroshi, que estiveram na África do Sul desfrutando promoção de uma rede de fast-food, também estavam no vôo.

Em função do problema, cujas causas ainda não foram identificadas, o avião sofreu pequenos danos no trem de pouso, segundo a companhia aérea. Um passageiro disse que uma hélice também foi danificada. Em nota, a Trip Linhas Aéreas informou que o caso será investigado pela empresa. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também deve emitir um laudo sobre as possíveis causas do acidente nos próximos dias.
Conforme os funcionários do aeroporto, no horário do pouso as condições de tempo eram boas e havia visibilidade da pista. Como a pista não foi obstruída, o aeroporto continuou operando normalmente durante toda esta segunda-feira.

Depoimentos
Dois passageiros do vôo aceitaram conversar com a reportagem do jornal VALE DO AÇO desde que não tivessem o nome, a profissão e a idade publicados. Eles contaram que ninguém se desesperou no momento do acidente. “O vôo em si foi tranqüilo. Mas percebi algo diferente quando fizemos escala no aeroporto de Cumbica, porque observei que um mecânico fazia manutenção no turbo hélice esquerdo do avião”, disse um dos homens.

O outro passageiro, que nunca esteve na cidade de Ipatinga e não conhecia a região do aeroporto, relatou que imaginou que algo grave fosse acontecer. “Na hora do pouso a aeronave disparou como se fosse decolar novamente. Aí o piloto virou o avião para o lado direito e entrou para o meio do mato. Fiquei muito assustado, esperando o avião bater em alguma coisa. Felizmente, ele só bateu em cerca e em colonião. Mas a nuvem de fumaça vermelha que subiu, por conta da terra, foi o que me deixou mais assustado”, recordou, realçando que muitos passageiros, que estavam com máquinas digitais e aparelhos celulares, registraram o acidente. A bagagem dos passageiros só foi liberada após o meio-dia.

Vôo para Vitória
O acidente implicou num atraso de quase duas horas para quem pretendia seguir com destino à cidade de Vitória (ES). O aposentado Sebastião Marciano, de 70 anos, iria embarcar no vôo para a capital capixaba e viu o momento em que o avião passou direto na pista de pouso. “Não sou acostumado a ver aviões pousarem. A primeira vez que entrei num avião foi na última sexta-feira (25), para vir visitar meus parentes aqui em Ipatinga. Hoje, às 10h45, estava marcado o meu retorno, mas o avião passou direto e o vôo atrasou. Fico pensando: eu custei para tomar coragem de andar de avião, e agora que resolvi passear acontece uma coisas dessas. Graças a Deus eu ainda não estava lá dentro”, desabafou.

Usiminas
A Usiminas também enviou uma nota informando que a siderúrgica, juntamente com a H&S (empresa responsável pela operação do aeroporto), deu acompanhamento e apoio à Trip nos trabalhos de manutenção e remoção da aeronave até o aeroporto, após o acidente. No entanto, até a noite dessa segunda-feira, a aeronave permanecia no local onde parou, no meio do mato.
fonte/foto/JornalValeDoAço
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

AVIÃO CHEGA DA VENEZUELA COM DONATIVOS PARA VÍTIMAS

A devastação provocada pelas chuvas da semana retrasada em Pernambuco e Alagoas não comoveu apenas os brasileiros. Ontem, no início da tarde, uma aeronave carregada de donativos doados pelo governo da Venezuela chegou ao Recife. Trouxe 12 toneladas de alimentos, água e roupas para serem divididos igualmente entre os desabrigados pernambucanos e alagoanos. Em Pernambuco, o material está sendo enviado hoje para Água Preta, município da Zona da Mata Sul, a região mais afetada pelas precipitações no Estado. Pelos números do governo, 10.520 pessoas estão desabrigadas na cidade.

Foram doados pelo governo venezuelano duas toneladas de água, uma tonelada de sardinha, 350 quilos de leite em pó, 350 quilos de geleia infantil, 500 quilos de arroz, 300 quilos de macarrão, 500 quilos de atum, 120 quilos de fraldas, 50 colchões, 800 quilos de roupas novas, 60 cobertores e 100 quilos de papel higiênico. O Hércules C-130 da Força Aérea venezuelana saiu de Caracas, capital do país, às 23h de ontem e parou para abastecer em Manaus (AM), seguindo para o Recife. Em seguida, foi para Maceió, em Alagoas, onde deixou as seis toneladas restantes.
“O Brasil é um país irmão e nós não podíamos deixar de ajudar nossos irmãos. Essa é a política do presidente Hugo Chávez. Quando soubemos da destruição no Nordeste, reunimos esse material em 48 horas para enviar. Vamos monitorar a situação e, se as chuvas continuarem, voltaremos a ajudar. Somos como uma família”, afirmou o embaixador venezuelano no Brasil, Maximillien Arvelaiz, que acompanhou a doação dos donativos ao lado da cônsul-geral no Recife, Coromoto Godoy.
As seis toneladas de material foram transferidas da aeronave venezuelana para três caminhões da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Codecipe). Segundo o major Cássio Sinomar, os donativos foram levados para a central de logística e distribuição do órgão, na Ceasa, na Zona Oeste do Recife, para passar por uma triagem antes de ser enviado para Água Preta. “Acredito que amanhã (hoje) está chegando à cidade. Resolvemos enviar para lá porque no momento é onde há maior demanda. Outras cidades bastante afetadas, como Palmares e Barreiros, estão melhor abastecidas”, explicou.

SHOPPINGS
Os shoppings Recife, Tacaruna, Plaza e Guararapes entraram na mobilização para ajudar as famílias desabrigadas pelas chuvas. No Shopping Recife, o local de entrega das doações é no estacionamento C (próximo a Renner), no Guararapes é no estande localizado ao lado do Box Cinemas, no Tacaruna fica no balcão da cidadania, em frente ao Banco Real, e no Plaza é no piso L1 térreo (próximo às Lojas Americanas).

fonte/JornalDoComércio
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SUDÃO APRESENTA PRIMEIRO AVIÃO MILITAR MONTADO NO PAÍS

O Presidente sudanês, Hassan Omar el-Bechir, procedeu à apresentação do primeiro avião militar fabricado no país, durante uma cerimônia diante dos diplomatas estrangeiros acreditados em Cartum, noticia dia 17 a PANA.

O Exército sudanês montou o primeiro avião militar, a partir de peças fabricadas localmente no quadro da estratégia de industrialização do país, indicou um comunicado oficial.


Omar el-Bechir saudou o esforço do Exército para assegurar a auto-suficiência na industrialização do Sudão.


O primeiro avião montado no Sudão, batizado Safat-01, foi concebido para voar usando benzina e não o carbo-reator utilizado pela maioria dos aviões comerciais, indicou a Agência Sudanesa de Notícias (SUNA).

fonte/Angop/NoticiasSobreAviação/foto/divulgação

CINCO ANOS DEPOIS, A URUGUAIA PLUNA VOLTA A LEVANTAR VOO

Há cinco anos, os uruguaios estiveram perto de ver o fim da Pluna, sua pequena, mas emblemática companhia aérea nacional. A Varig, que controlava e administrava a empresa desde 1995, estava a ponto de quebrar e entregara a subsidiária à própria sorte. Sua frota era sucateada e os serviços encolheram. O governo local retomou o controle para salvar a Pluna do "desastre", como seus ministros qualificaram várias vezes a gestão da Fundação Ruben Berta. 

Quando voltou às mãos privadas, com a venda de 75% de suas ações ao fundo de investimentos Leadgate, o trauma da experiência anterior levou muita gente a olhar o negócio com desconfiança. Mas a recuperação da aérea já foi alvo de estudo da prestigiada Wharton Business School: de um prejuízo operacional de US$ 41 milhões em 2007, ano de entrada da Leadgate na Pluna, a companhia diminuiu o vermelho no balanço a cada temporada e deverá alcançar o equilíbrio no período de 12 meses que termina neste fim de junho.

"A nossa expertise é a reestruturação de empresas", disse ao Valor o diretor-geral da Pluna, Matías Campiani, um dos três sócios da Leadgate. Todos são argentinos, pós-graduados em administração, e tocavam suas carreiras em Munique quando decidiram montar uma gestora de investimentos própria. No Uruguai, já haviam assumido as operações da Parmalat, em 2004. Melhoraram a situação financeira da empresa e venderam-na em seguida ao grupo venezuelano Maldonado.

Na Pluna, por cuja participação majoritária havia desembolsado US$ 15 milhões, a Leadgate mexeu na malha aérea e unificou a frota. Cortou o voo deficitário a Madri e adotou como aeronave padrão o CRJ900 Next Generation (da Bombardier), com capacidade para 90 passageiros. Preço e cronograma de entrega fizeram a diferença na escolha do fornecedor. "Os canadenses apresentaram uma proposta que não pudemos resistir", sorriu Campiani, justificando a preferência pela Bombardier. "A Embraer tinha longa lista de espera e não pôde nos colocar na frente", disse o executivo, ao explicar que a impossibilidade de a fábrica de São José dos Campos entregar logo os novos aviões atrapalharia o plano de negócios da Pluna.

Hoje, a frota é composta por sete CRJ900. Outras três unidades chegam ainda neste ano - duas em setembro e uma em dezembro. Há opções de compra para mais três aviões em 2011 e três em 2012. A Pluna estuda fazer uma nova encomenda à Bombardier, desta vez de jatos CRJ200, para 50 passageiros.

O passo seguinte da Pluna, que tem acordos com TAM e Iberia, foi montar um "hub" regional em Montevidéu, estratégia que se mostrou crucial em um país de território diminuto. A companhia abriu rotas para seis destinos no Brasil (São Paulo, Rio, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Foz do Iguaçu), além de Buenos Aires, Córdoba, Santiago e Assunção.

A aposta tem sido recolher passageiros em um país, propiciar conexão rápida na capital uruguaia e levá-los a um terceiro destino. Passagens mais baratas e tempo de permanência livre em Montevidéu, sem custo adicional, são a forma de compensar as horas a mais de viagem e a antipática política de cobrar US$ 8 por um sanduíche de presunto e queijo a bordo.

A Pluna acabou de ter 25% das ações vendidas à canadense Jazz Air. Foi um negócio de US$ 15 milhões - o mesmo valor pago pela Leadgate para ter uma fatia três vezes maior. Campiani e seus sócios têm 50% de participação e, o governo, 25%. Em até três anos, a ideia é abrir o capital. "São Paulo e Nova York são boas possibilidades, mas o IPO [oferta pública inicial] não é um fim em si, mas uma forma de levantar capital para expansão."

fonte/ValorEconomico

JATO EXECUTIVO TRANSFORMA-SE EM SÍMBOLO DA CRISE E DESAFIA EMBRAER

O grande desafio para a nova fábrica da Embraer nos Estados Unidos será encontrar compradores para os aviões executivos, depois que o produto tornou-se um dos mais odiados símbolos dos excessos que levaram à atual crise financeira mundial. 

"Os jatos executivos passaram a ser vistos como um brinquedo extravagante nos Estados Unidos", afirma Ernest Edwards, vice-presidente de vendas da Embraer Executive Aircraft, controlada pela empresa brasileira, baseada Fort Lauderdale, localizada a cerca de 50 quilômetros ao norte de Miami. "Mas, aos poucos, as pessoas estão se dando conta que, num país como esse, os jatos são muito importantes para ampliar a produtividade das empresas."

Os Estados Unidos são o maior mercado de jatos executivos do mundo, mas os negócios sofreram um forte baque nos últimos dois anos por causa da crise, que obrigou as empresas a cortarem custos, trocando suas próprias aeronaves por jatos alugados e voos em linhas comerciais. 

Para piorar as coisas, em agosto de 2008 os executivos das três principais montadoras de veículos dos Estados Unidos admitiram, em depoimento no Congresso, terem viajado a Washington em três jatinhos diferentes para pedir bilhões de dólares em socorro ao governo. A imprensa americana fez uma verdadeira caça às bruxas, expondo o quanto companhias que demitiam funcionários estavam gastando para manter aeronaves à disposição de seus executivos. 
 
Diante de um Phenom 100, com preços a partir de US$ 3,5 milhões que se tornou um dos sucessos no portfólio da Embraer, o diretor de manutenção da companhia, Jacques Blondeau, diz que mais cedo ou mais tarde a aviação executiva vai se recuperar. "Os Estados Unidos têm 5,5 mil aeroportos, mas apenas 450 deles são servidos por voos regulares", afirmou o canadense Blondeau, no hangar do centro de manutenção da Embraer de Fort Lauderdale. "Tenho clientes que não conseguiriam acompanhar o que acontece em suas empresas se não tivessem jatos." 

Em 2007, um ano antes de estourar a crise econômica mundial, a América do Norte comprou US$ 3,377 bilhões em produtos da Embraer, o que corresponde a 47% das vendas da empresa no mundo todo. Cerca de dois terços dessas receitas vieram da venda de aviões para companhias aéreas.

Já antes da crise a Embraer vinha apostando na diversificação de produtos, como o desenvolvimento de novos jatos executivos e produtos para a área de defesa, e de novos mercados, como Oriente Médio e resto da Ásia. 

Mas a nova fábrica da Embraer ganha destaque na Flórida, um dos quatro Estados americanos que mergulharam mais fundo na bolha imobiliária e, hoje, apresenta uma taxa de desemprego de 12%, quase o triplo dos 4,1% observados em 2007. Melbourne fica no norte do Estado e deverá levar mais tempo para se recuperar. Miami, mais ao Sul do Estado, tende a se recuperar mais cedo, puxada pelas suas conexões com países da América Latina, que em geral estão se saindo melhor que os Estados Unidos.

Se tudo der certo, a Embraer pretende começar a contratar os 200 trabalhadores para a fábrica no primeiro trimestre do próximo ano.

fonte/ValorEconomico
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EMBRAER BUSCA INCENTIVO NOS EUA

Embraer logo



O pedido de benefício fiscal já está bem encaminhado e a empresa tem a concordância para parte dos recursos.

A Embraer quer aproveitar a grave crise que atinge os Estados Unidos para crescer com ajuda de dinheiro do contribuinte americano. A empresa pediu isenção de impostos na captação de US$ 27,8 milhões em empréstimos para bancar a construção de sua fábrica de jatinhos na Flórida, dentro de um plano do governo americano para recuperar a economia.

O presidente Barack Obama criou, no ano passado, um programa de quase US$ 800 bilhões em subsídios e investimentos para tirar a economia americana da recessão. A Embraer quer se beneficiar de uma pequena fração desses recursos para financiar, com juros mais baixo, a construção de uma fábrica em Melbourne, no norte da Flórida, um dos Estados mais atingidos pelo estouro da bolha imobiliária no país.

A empresa anunciou a construção da sua fábrica na Flórida em meados de 2008 - e decidiu levar o projeto adiante mesmo com a crise que viria em seguida. Agora, colhe alguns dividendos dessa decisão, como o acesso a benefícios fiscais do governo federal.

Para levantar dinheiro para o projeto, que tem um custo total de US$ 41 milhões, será emitida uma série especial de bônus, que isenta os investidores do pagamento de imposto sobre os juros recebidos. O pedido de benefício fiscal já está bem encaminhado e a empresa tem a concordância para parte dos recursos. "Será um apoio fundamental para nosso projeto", afirma Christopher Appleton, executivo da Embraer que acompanha o pleito no governo.

A crise econômica também reduziu os custos de construção, permitindo que a Embraer erga uma fábrica 25% maior com o mesmo orçamento. Outro ganho é a ampla oferta de operários especializados depois que a Nasa anunciou cortes orçamentários no seu programa espacial, que devem levar à demissão de cerca de 9 mil trabalhadores na região. A nova fábrica da Embraer é próxima do Cabo Canaveral, onde a Nasa tem importante centro de operações.

Para a Embraer, o segmento de jatos executivos é considerado fundamental para diversificar os negócios, que ainda são muito concentrados em apenas uma linha de produtos, os aviões de médio porte vendidos a companhias aéreas, e apenas um mercado, os Estados Unidos.

fonte/ValorEconomico
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AVIÃO DERRAPA NA PISTA DO AEROPORTO DE IPATINGA DURANTE POUSO

Uma aeronave da Trip Linhas Aéreas derrapou na pista durante o pouso no aeródromo de Ipatinga, nesta segunda-feira. Apesar do trem de pouso ficar danificado e da perda momentânea de controle, ninguém ficou ferido, conforme a assessoria de imprensa da companhia.

O avião modelo ATR-42 fazia o voo 5510 e tinha 47 passageiros e 4 tripulantes a bordo. Durante a manobra final de aproximação, ele desviou para a lateral da pista, o que causou danos leves ao aparelho, recolhido para reparos.

Os passageiros, que vinham de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, foram realocados em outro avião da Trip para chegar ao destino, em Minas.

fonte/Terra
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domingo, 27 de junho de 2010

PEQUENO AVIÃO COM TORCEDORES ATERRISSA EM RODOVIA NA ÁFRICA DO SUL



O pequeno avião Piper PA-32-301 Saratoga, prefixo ZS-KTL, que transportava torcedores para o jogo entre Alemanha e Inglaterra fez um pouso de emergência por volta das 11:30 (hora local) deste domingo (27) sobre uma rodovia perto do estádio antes da partida de oitavas de final, informou a imprensa local.

"Todos saíram ilesos", disse um porta-voz da polícia.

Quatro passageiros e um piloto viajavam no avião durante o incidente, que ocorreu cerca de 35 quilômetros ao norte de Bloemfontein, local do jogo.

Os carros foram forçados a deixar a pista para que o avião pousasse, mas não houve acidentes nem lesionados, informou a associação de imprensa sul-africana.

O avião, que foi rapidamente colocado ao lado da pista para regularizar o tráfego, levava uma família de sul-africanos com ingressos para a partida, completou a associação.

fonte/Reuters/G1/NoticiasSobreAviação/foto/ER24.

AVIÃO AGRÍCOLA ENSAIA AVANÇO

A pulverização por tratores predomina, embora, segundo levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), o emprego da aviação seja mais eficaz e econômico.

O mercado de aviação agrícola cresce a uma taxa anual de 8% no país. Conforme Júlio Kämpf, presidente da entidade, é possível mais do que dobrar esse percentual.

"Por questões culturais, o empresário rural acostumou-se à pulverização por tratores, e os bancos o incentivam a tomar empréstimos e a imobilizar máquinas", diz.

Diante uma situação dessas, o mercado de aviação acomodou-se com um só fabricante nacional (a Neiva, da Embraer), espera pela homologação de outros e opera o restante dos negócios com a importação de aeronaves.

Ainda assim, o mercado mundial do setor está praticamente nas mãos de cinco fabricantes.

Reflorestamento
Kämpf aposta em uma situação favorável ao setor. Um dos motivos é o uso da aviação agrícola na gestão de reflorestamentos, nicho que irá crescer com o novo Código Florestal, atualmente em discussão no Congresso Nacional.

Estudo do Sindag aponta que o emprego de aviões também crescerá junto a serviços como aplicação de inseticidas no combate à dengue.

À espera
"O problema é que nesse caso o setor depende de liberação do governo federal, e ainda esperamos pelo aval", comenta Kämpf.

Há também outro nicho ainda em fase inicial: usar aviões no combate a incêndios de plantações de grãos e de cana-de-açúcar.

Curto prazo

Independente da burocracia ou da entrada do novo Código Florestal, o mercado de aviação agrícola tem como avançar no curto prazo.

"Somente nos últimos anos o setor tem crescido junto à citricultura e a cafeicultura, e na cana-de-açúcar, o potencial é muito grande porque é preciso aplicar adubos e defensivos, e, se fizer as contas, o produtor penderá para as aeronaves", diz.

fonte/ACidade

QUATRO MORREM EM QUEDA DE HELICÓPTERO NA HOLANDA

Um helicóptero caiu em dunas de areia, perto do porto holandês de Roterdã, em frente a um grande grupo de ciclistas que participavam de um evento neste domingo (27), matando quatro das cinco pessoas a bordo.

Inicialmente, três pessoas haviam morrido, mas um quarto ocupante morreu posteriormente, no hospital, um segundo um porta-voz da polícia.

O helicóptero Eurocopter EC 130 B4, prefixo PH-ECJ, transportava três fotógrafos que cobriam o evento ciclístico que acontece na véspera da Volta da França no próximo sábado.

Além do piloto, um funcionário do porto de Roterdã também estava a bordo, informou a agência holandesa de notícias ANP.

Segundo o porta-voz da polícia, testemunhas disseram terem visto o helicóptero simplesmente caindo no chão.

Todos os passageiros eram homens, mas não estava claro quem morreu no acidente.

O helicóptero da companhia holandesa Heli Holland Airservice foi contratado pelo porto de Roterdã.

fonte/Reuters/Oglobo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

PILOTO É ATUADO POR DESACATO APÓS FICAR DE CUECA EM AEROPORTO DO RIO

Um piloto da companhia aérea United Airlines foi autuado por desacato após tirar a roupa e ficar só de cueca nesta sexta-feira (25) no Aeroporto Tom Jobim, na Ilha do Governador, subúrbio do Rio. Segundo o delegado Rafael Andreatta, da Delegacia da Polícia Federal do terminal, o homem teria se irritado quando passava pelo aparelho de raio-x do aeroporto, e ter sido solicitado a retirar o cinto e os sapatos durante revista.

De acordo com a Polícia Federal, o piloto teria se revoltado e gritado com os agentes que realizavam a fiscalização. Em seguida, ele baixou as calças e ficou só de cueca. O delegado informou que o procedimento exigido ao piloto é comum e faz parte de uma norma internacional de segurança dos aeroportos.

"Ele alegou sua condição de piloto e tirou as calças num gesto de deboche", explicou Andreatta.

Procedimento normal

Ainda segundo o delegado, todos os funcionários das companhias aéreas precisam passar por esta fiscalização, como os passageiros. O piloto foi autuado e liberado após assinar um termo circunstanciado, onde ele se comprometeu a comparecer em juízo quando solicitado.

O delegado explicou que, normalmente, a pessoa é encaminhada para um Juizado Especial Federal, mas a polícia decidiu liberar o piloto porque a companhia aérea não possuía um substituto para conduzir um voo com 300 passageiros, com destino a São Paulo e em seguida a Washington.
fonte/G1/FolhaOnLine

"UM DOS AVIÕES ESTAVA NO LUGAR ERRADO", DIZ ESPECIALISTA

Analistas apontam hipóteses a incidente com voo da TAM que identificou rota de colisão em Congonhas; erro de controlador é remoto

As causas do incidente com o voo 3717 da TAM, que precisou fazer uma manobra brusca para evitar a colisão com outra aeronave, ainda serão investigadas. Especialistas em aviação ouvidos pelo iG apontam duas possibilidades com maior probabilidade: uma das aeronaves voava fora da sua rota definida ou o equipamento de bordo apontou para uma projeção de choque, que, provavelmente, não aconteceria porque a rota deveria ser corrigida em instantes.

O Airbus 320 da TAM operava na rota Brasília-São Paulo e se aproximava do aeroporto de Congonhas quando foi informado da aproximação de outra aeronave. A ordem veio de um equipamento chamado TCAS (Traffic Collision Avoidance System), que capta informações de aeronaves que voam nas proximidades e aponta sua projeção de rota. Neste caso, a projeção apontava para uma colisão. Para evitar o choque, o avião fez uma descida brusca, que assustou os passageiros.


“A maior probabilidade é que alguma das aeronaves estava no lugar errado ou foi orientada a ficar no lugar errado”, afirma o brigadeiro Mauro Gandra, ex-ministro da Aeronáutica. Para ele, a possibilidade de falha no controle de tráfego aéreo da região é mínima, já que se trata de uma área próxima ao aeroporto de Congonhas, para onde convergem diversas rotas.

O diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), Ronaldo Jenkins, concorda. Ele acrescenta ainda uma possibilidade: o TCAS pode ter apontado para uma projeção de colisão que não aconteceria, pois se tratava de uma direção provisória de uma das aeronaves. Isso poderia ter acontecido se uma aeronave estivesse subindo, mas, planejasse interromper a direção e estabilizar seu voo, enquanto outra se mantinha em linha reta, exemplifica Jenkins. “O equipamento aponta para uma projeção de colisão, que não quer dizer necessariamente que haverá uma colisão.”

Ambos descartam a possibilidade de o equipamento ter errado ao apontar para a aproximação de uma aeronave ou de ter detectado um avião inexistente.

Independente da causa, tanto Jenkins quanto Gandra concordam que a atitude do piloto foi a correta. “Ele deve fazer o que o TCAS mandar”, dizem os especialistas. Leia o comunicado da TAM sobre o assunto.

A aeronave que estava na rota da TAM era um avião particular, do modelo Bandeirantes, da Embraer, informa o colunista Guilherme Barros. Procurado por telefone, o Departamento de Controle do Espaço Aérea (Decea), que identificaria o outro avião em rota de colisão, não atendeu as ligações no fim do dia.

Similaridade com acidente da Gol em 2006
A situação lembrou a falha ocorrida durante o voo 1907 da Gol, que culminou com a colisão da aeronave com o jato Legacy, em 2006. Neste caso, o Transponder, equipamento que emite as informações sobre a localização e rota das aeronaves, estava desligado. Assim, o TCAS do Boing da Gol não conseguiu prever o choque.

O procedimento em caso de acidentes ou incidentes aéreos é a abertura de um processo de investigação no Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão vinculado ao Ministério da Defesa. A Força Aérea Brasileira informou, em nota, que as investigações já começaram. O objetivo não é punir os culpados, mas verificar as falhas e, se necessário, criar novas orientações para os pilotos de todas as companhias aéreas.

Quase-colisão é comum nos Estados Unidos

O incidente com o voo da TAM é comum nos Estados Unidos, onde o espaço aéreo concentra maior número de rotas, afirmam Jenkins e Gandra. O fenômeno é chamado de “near-miss collision” ou quase-colisão, em português, mas não provoca uma insegurança nos voos e nem deve limitar a expansão do tráfego aéreo, segundo os especialistas.

“A gravidade não depende do fato, mas da reação do piloto”, afirma Grandra. “É justamente por isso que as aeronaves são equipadas com o TCAS e com o Transponder. Se as orientações forem seguidas, as colisões serão evitadas”, completa Jenkins.
 
fonte/IG

AVIÃO DA TAM DESVIOU DE COLISÃO COM BIMOTOR

Avião que entrou em rota de colisão com aeronave da TAM era um Bandeirante de propriedade particular

A "manobra evasiva" feita por um piloto da TAM ontem à noite, minutos antes de pousar no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, se deu porque um bimotor modelo Bandeirante entrou em rota de colisão com o jato A320 da empresa. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, abriu investigação para apurar as causas do incidente.

O voo JJ 3717 da TAM fazia o trecho entre Brasília e São Paulo quando, às 18h30, o sistema anticolisão (TCAS, na sigla em inglês) soou, indicando situação de risco. O avião teria feito duas descidas bruscas. Houve gritos e pânico entre os 171 passageiros.

O Bandeirante, segundo o Cenipa, decolou da cabeceira 09 do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos.

Para descobrir o que levou as aeronaves a entrarem em rota de colisão, os militares vão reconstituir os procedimentos adotados pelos dois pilotos. Tudo será analisado, desde a rota das aeronaves até a conversa dos pilotos com os controladores de voo. Inicialmente, a apuração deve se concentrar na análise das imagens de radar e na degravação dos diálogos. Caberá ao chefe da investigação decidir se os pilotos serão chamados para prestar depoimento.

As apurações aeronáuticas não têm caráter punitivo. Mesmo que se chegue à conclusão de que um dos pilotos errou, o objetivo do Cenipa não é penalizá-los, mas verificar quais recomendações devem ser emitidas os operadores e autoridades do setor aéreo para evitar que determinada situação de risco volte a ocorrer.
 
fonte/AgEstado.


TRIKE CAI DE 40 METROS DE ALTURA NO RIO DE JANEIRO

 
Rio - O engenheiro, projetista, professor e diretor da AeroDelta, de produtos aeronáuticos, Heckel Capucci, de 61 anos e, o professor de física Paulo Roberto Librelam, de 41 anos, morreram hoje pela manhã, quando o trike - um triciclo acoplado a um conjunto moto-propulsor e a uma asa - caiu de uma altura de cerca de 40 metros, na areia da Praia da Reserva, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da cidade. 

Capucci, que integrava também o Clube Excursionista Carioca, estava fazendo uma demonstração do aparelho para Paulo Roberto que, com mais dois amigos, tinham chegado de Vitória, no Espírito Santo, no início da manhã, para comprar um trike e marcar aulas com o engenheiro. 

O quartel dos bombeiros, na barra da Tijuca, foi acionado às 10h30m. O aparelho tinha decolado do Clube da Aeronáutica, na Barra da Tijuca,  por volta das 9h30m. Antes de fazer a demonstração para Paulo Roberto, Capucci já tinha voado com o estudante Dario César Andrade Cruz, de 27 anos e como o comerciante de material de construção Urias Mateine Lima Júnior, de 37 anos. Segundo testemunhas, uma fumaça foi vista saindo do aparelho.

Uma possível explosão não foi descartada.

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fonte/Oglobo
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AERONÁUTICA VAI OUVIR PILOTO DA TAM QUE FEZ MANOBRA ANTICOLISÃO

Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), devem ouvir o piloto de um avião da TAM que fez uma “manobra evasiva” na noite desta quinta-feira (24) quando se preparava para pousar no aeroporto de Congonhas. Segundo nota divulgada pela TAM, os equipamentos de bordo do avião detectaram “a presença de outra aeronave na mesma rota”.

De acordo com o Cenipa, os técnicos devem ainda coletar informações registradas pelo avião durante o voo e ouvir funcionários da área de controle de tráfego aéreo, da torre do aeroporto e do serviço de pátio. Não há prazo para que a investigação seja concluída, porque pode haver a necessidade de realização de perícias em equipamentos, por exemplo.

Para o órgão, ainda não é possível sequer afirmar se havia mesmo outra aeronave na rota do avião da TAM. De acordo com o Cenipa, o mau funcionamento de um equipamento ou mesmo a decolagem de um helicóptero que tenha cruzado a rota do avião por segundos e a uma grande distância poderiam influenciar nos sistemas de informação de navegação da aeronave.

O problema como avião da TAM ocorreu no ínicio da noite desta quinta-feira. Segundo a empresa, o comandante seguiu os procedimentos de segurança prescritos para essas circunstâncias e que os passageiros foram informados do ocorrido. Ainda de acordo com a empresa, o aparelho pousou, em seguida, sem consequências, às 18h52.

De acordo com o site da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o voo 3717 saiu de Natal, fez escala em Brasília e pousou em Congonhas.

Uma passageira que estava na aeronave relatou ao G1 que o comandante já havia anunciado o início dos procedimentos de descida quando ocorreu a queda brusca. Mesmo usando o cinto de segurança, ela sentiu que levantou “uns dois palmos” da poltrona.

Segundo ela, o comandante afirmou que precisou realizar a manobra por causa do tráfego aéreo. Os passageiros ficaram assustados e houve gritos e choros no voo. A assessoria de imprensa da TAM disse que não houve necessidade de atendimento de passageiros após o pouso.

O senador Romeu Tuma (PTB-SP) também estava a bordo. "Entendi mais ou menos que foi uma manobra para evitar colisão. O comandante falou que teve de fazer uma manobra ríspida. Eu fiquei preocupado com a gritaria, mas achei que fosse aquelas quedas que dão naturalmente no voo. A aeromoça caiu no colo de alguém. Foi muito rápido", diz ele. "Ele afundou em direção ao chão e deu uma balançada."
fonte/G1

BALOEIROS ATACAM HELICÓPTERO DE EQUIPE DE TV A TIROS NO RIO DE JANEIRO



Baloeiros de São Gonçalo atacaram a tiros o helicóptero da TV Record que fazia imagens no local na manhã desta sexta-feira. Os repórteres da emissora flagraram os baloeiros prontos para soltar um balão com os escritos "Chapadão" no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo (RJ).

O coronel Mário Fernandes, comandante do Batalhão Florestal da PM, está sobrevoando a cidade num helicóptero do Grupamento Aeromarítimo da Polícia Militar. Ele está tentando localizar outros grupos de baloeiros.

fonte/Terra
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quinta-feira, 24 de junho de 2010

BOMBARDEIRO STEALTH É COMO UM GUARDA-SOL COM CABIDES PARA MÍSSEIS TELEGUIADOS



Encontrar uma sombra no asfalto pode ser difícil se você não tem algo com uma superfície grande. Por sorte, temos o B-2 para isso.

Apenas vinte e um B-2 Spirit foram fabricados pela Northop Grumman. Dividindo o custo total do programa, cada unidade precisou de US$ 2,13 bilhões de dólares para ser completada! 

A distância entre as pontas das asas é de 52,4 metros. Invisível aos radares, carrega 23 toneladas de bombas e mísseis, e pode atingir qualquer lugar do mundo com um único reabastecimento. Mas como reabastecer um bicho desses? Fácil, não precisa nem estacionar.



fonte/Jalopnick/foto/U.S. Air Force photo/Senior Airman Kenny Holston)
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AVIÃO DA TAM FAZ MANOBRA PARA DESVIAR DE OUTRA AERONAVE NA MESMA ROTA

TAM Airbus A320 taking off from CongonhasImage via Wikipedia
A companhia aérea TAM confirmou na noite desta quinta-feira que uma a aeronave que voava de Brasília (DF) para São Paulo (SP) teve que "realizar uma manobra evasiva em razão de os equipamentos de bordo terem detectado a presença de outra aeronave na mesma rota".
Segundo a TAM, a situação ocorreu quando o voo JJ3717 se aproximava do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, no início da noite. O TCAS, equipamento anticolisão de segurança de voo, alertou a cabine sobre a rota de colisão.

A empresa afirma que o comandante do Airbus A320 seguiu os procedimentos de segurança recomendados e informou a situação aos passageiros. 

O avião pousou na pista do aeroporto no horário previsto, às 18h52, e os 171 passageiros desembarcaram em seguida. De acordo com a Infraero (estatal que administra os aeroportos), o posto médico de Congonhas não atendeu nenhum passageiro. 

Procurada pela reportagem, a Aeronáutica informou que analisava os registros do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo) para confirmar qual foi a outra aeronave envolvida. 

fonte/UOL
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DOIS AVIÕES SE CHOCAM NO PÁTIO DO AEROPORTO DE ARACAJU, SERGIPE


 Danos no Winglet direito do PT-Gio da Gol
 Danos no profundor esquerdo do PT-MZA da TAM
 
O acidente ocorreu por volta da 00h40, no momento em que o avião da TAM estava parado e a aeronave da Gol manobrava para estacionar. Nesse instante, as duas asas acabaram se tocando. Os aviões estavam sem passageiros no momento e o incidente pode ter sido provocado por causa da falta de espaço. No momento do choque, cinco aviões estavam estacionados.

As aeronaves eram o Airbus A319-132, prefixo PT-MZA, da TAM, e o Boeing 737-85F, prefixo PR-GIO, da GOL.

De acordo com informações do superintendente da Infraero, Luiz Bittencourt, o acidente não atrapalhou o funcionamento do aeroporto. Aviões e helicóptero continuaram pousando e decolando normalmente. A polícia fez a perícia no local do acidente.

Houve danos nas extremidades das asas das duas aeronaves.

fonte/emsergipe.com/fotos/aerovirtual.org

EMBRAER DE MALAS PRONTAS NA CHINA

Embraer logo




A Embraer, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo e uma das maiores exportadoras brasileiras, está prestes a encerrar uma relação de dez anos que tem com a China. A companhia instalou um escritório comercial em Pequim no ano 2000 e, três anos depois, fechou uma sociedade com a estatal chinesa Avic 2 para a instalação de uma fábrica em Harbin, no nordeste do país, para produzir a família de jatos de até 50 lugares ERJ 145.

Na época, a Embraer foi a primeira empresa estrangeira a ter uma posição majoritária em uma sociedade com uma companhia chinesa. A relação com o governo chinês, no entanto, esfriou. Os jatos ERJ 145 perderam espaço no mercado. O último produzido na China será entregue no início de 2011. Há meses, a Embraer pediu autorização ao governo chinês para produzir sua família EMB 170/190, maior e mais moderna, mas não obteve resposta. Diante do pouco-caso dos chineses e das perspectivas pouco animadoras para os negócios na região, a direção da Embraer considera o fechamento da fábrica de Harbin. Oficialmente, a companhia não se pronuncia.


fonte/Exame
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sábado, 19 de junho de 2010

EAB 2010 - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SÃO PAULO - FOTOS DO DIA 19 DE JUNHO

Comandante do Evento "Décio"...obrigado.....


AN-2.....

Os UL foram destaque na feira....

 

 

 




A festa com a esquadrilha da Oi....




 
 

 

 

 

Comandante Richieri....


Também participaram do show.....





Trip chegou ......


Incidente com T-27....vazou combustível.....


Nos próximos dias mais fotos da  EAB 2010......


MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...