segunda-feira, 9 de setembro de 2013

VÍDEO DA BRITISH AIRWAYS - TODAY & TOMORROW





Campanha de posicionamento criada pela BBH para a British Airways com jeitão de mood concept de agência mesmo. Misturado com quadrinho de Missão da sala de reunião. Mas é bonito. E para estrear posicionamento, é justo.

As imagens são do belo Boeing 787 Dreamliner e a trilha é  ’Experience (Starkey Remix)’ de Ludovico Einaudi (que pode ser baixada pelo iTunes a partir de hoje).Mais detalhes do posicionamento “to fly, to serve” , neste hotsite da British Airways.

fonte/UpdateOrDie

GOVERNO QUER REABRIR 2a. PISTA DE CONGONHAS PARA VOOS COMERCIAS

Uma proposta do governo federal que deve ser apresentada nesta semana à presidente Dilma Rousseff prevê reabrir para voos da aviação regular de passageiros a segunda pista do aeroporto de Congonhas (zona sul de SP).

A pista está fechada para esse tipo de operação desde que um voo da TAM explodiu depois de tentar aterrissar em Congonhas, em 2007; na ocasião, 199 pessoas morreram.

Obtida pela Folha, a proposta quer aumentar em quatro voos por hora, ou 68 por dia, o movimento de aviação regular (oferecida por TAM, Gol, Avianca e Azul).

Desses quatro voos a mais, dois seriam na pista principal e dois na outra, auxiliar.

O número de voos de aviação regular no local está congelado também desde o desastre com o avião da TAM. São 30 voos por hora, que a proposta quer elevar para 34.

O governo estima que essa medida resulte em 1,5 milhão de passageiros a mais por ano em Congonhas, o que faria o terminal de passageiros exceder a capacidade.

O terminal, terceiro maior do país, pode abrigar 17 milhões de passageiros por ano. Em 2012, recebeu quase isso, 16,775 milhões, de acordo com dados da Infraero, estatal que o administra.

Elaborada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e pela Secretaria de Aviação Civil, a proposta ainda depende de aval da presidente Dilma Rousseff.

Derrubar a restrição ao aumento de voos regulares em Congonhas é uma demanda das companhias aéreas, em especial Azul e Avianca, que querem parte do espaço hoje dominado por TAM e Gol.

A liberação de voos comerciais na segunda pista, aliás, atende a ambas: entre os modelos capazes de operar sem restrições nessa pista estão justamente os da frota da Azul (ATR-42 e 72 e jatos Embraer) e da Avianca (Airbus A318 e Fokker-100).

PARTICULARES
O plano do governo também revê a alteração do movimento de aviões particulares e de táxis aéreos. Hoje esses aviões têm autorização para pousar ou decolar quatro vezes a cada hora, todos na pista auxiliar.

Agora, terão direito a seis movimentos por hora em Congonhas -quatro na pista principal e dois na auxiliar.

AVALIAÇÃO

No governo, o entendimento é o de que existe espaço para reduzir as restrições vigentes no aeroporto desde 2007. Isso porque a proposta fala em 34 voos comerciais por hora, número inferior à capacidade do aeroporto de receber aviões comerciais.

Em maio, um relatório do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), da Aeronáutica, apontou que Congonhas comporta até 38 voos regulares por hora.

A intenção do governo é redistribuir os "slots" fixos (autorizações para pouso ou decolagem) para estimular companhias regionais a competir com as grandes e reduzir o valor das passagens.

Técnicos da Anac sustentam que a mudança não implica ampliação do número de voos em Congonhas, pois o aeroporto tem uma média de operação superior aos 40 movimentos/hora, motivado pelo pouso e decolagem de aviões particulares.


  fonte/FolhaSP

A ACROBACIA AÉREA DE PYTOR NESTEROV

Pyotr Nesterov, história da aviação russa
Selo postal memorial dedicado a Pyotr Nesterov

Há 100 anos, no dia 9 de setembro (segundo o calendário atual) de 1913, o piloto aviador russo Pyotr Nesterov executou pela primeira vez na história a figura de acrobacia aérea "loop vertical". Esse acontecimento foi de tal maneira surpreendente que ele foi descrito não só nos jornais russos, como também na imprensa estrangeira. Nesterov se tornou no fundador de uma escola de acrobacia aérea que ajudou os pilotos russos a vencer muitos combates aéreos da Primeira e Segunda Guerras Mundiais.

Nesse tempo, os pilotos, de acordo com as instruções recebidas, evitavam fazer inclinações perigosas e voavam de forma extremamente plana, "como um prato". Nesterov preferia a experimentação ousada e violava repetidamente as regras estabelecidas. O lendário aviador afirmava que estava aprendendo a arte do voo imitando os pássaros. De resto, nessa altura muitos consideravam os truques aéreos de Nesterov como uma bravata. A sua experiência foi útil mais tarde nos combates reais das duas guerras mundiais. Os recordes e os feitos dos pioneiros da aviação continuam a ter uma grande importância, afirma Roman Gusarov, editor do portal informativo Avia.ru:
"Os aviadores testavam os limites das suas capacidades e os das suas aeronaves. Eles desbravavam o desconhecido. Até Nesterov, ninguém sabia se era sequer possível executar essa figura de acrobacia aérea. Tendo corrido esse risco, considerado à época como uma loucura, ele provou que isso era possível. Além disso, Nesterov provou que a execução de figuras de acrobacia aérea não depende apenas do material, mas também do próprio piloto."

Nesterov executou o seu loop vertical com um biplano de madeira sobre o aeródromo de Kiev. Nesse dia, o jornal Kievlyanin escrevia: "Ao atingir uma altitude de 1.000 metros, o aviador desligou o motor e iniciou a queda. Na altitude de 600 metros ele ligou o motor, endireitou o aparelho e obrigou-o a subir abruptamente. O aeroplano deu uma volta no plano vertical... O piloto ficou de cabeça para baixo... O público suspirou ansioso..." Passados oito dias, Nesterov descreveu o desenho da execução do loop a pedido do correspondente do jornal parisiense Le Matin. Muito pouco tempo depois, esse feito foi repetido pelo piloto de testes Adolphe Pégoud da companhia Blériot. É ele que é considerado no Ocidente como o pai dessa figura da acrobacia aérea. Contudo, o próprio Pégoud não apoiou os apoiantes da sua "precedência", especificando que ele tinha realmente "desenhado" no céu um S alongado. Isso ainda não era um loop vertical, explica o piloto de testes e Herói da Rússia Magomed Tolboev.

"Existe o conceito do loop oblíquo a 45 ou a 30 graus... No fim, ele poderá passar para uma viragem no plano horizontal. O loop vertical foi feito pelo nosso compatriota e o fundador da acrobacia aérea Nesterov. Isso é um fato incontestável. Os combates aéreos passar a se desenvolver de uma forma completamente diferente. Antes os combates decorriam na horizontal e com viragens. Nada para além disso. Nem para cima, nem para baixo. Vencia o primeiro a se aproximar, quem tivesse mais velocidade. Nesterov ensinou precisamente a manobrar no ar e a apanhar o inimigo através da manobra."

Mais tarde, Nesterov esteve testando decolagens e aterrissagens noturnas. Desenhou também uma modificação da empenagem de aeroplano com a forma da "cauda de andorinha". Ele queria mesmo passar à reserva para se dedicar totalmente ao desenho e projetos de aviões. Mas entretanto começou a Primeira Guerra Mundial. Nesterov passou a chefiar o destacamento de aviação responsável pelo reconhecimento aéreo na Frente Sudoeste. As suas ousadas incursões enfureciam os austríacos. Pela cabeça do staff-captain Nesterov era oferecida uma grande recompensa. Nesterov morreu na sequência de um combate aéreo em que abalroou deliberadamente um avião inimigo. O cavaleiro da Legião de Honra Adolphe Pégoud também morreu em combate aéreo na Primeira Guerra Mundial. Por ironia do destino, ele foi abatido por um piloto alemão que por ele tinha sido ensinado a pilotar um aeroplano. Ainda antes do início da guerra, em maio de 1914, Pégoud esteve na Rússia. No seu voo de exibição sobre o aeródromo de Moscou, o "rei do ar" francês apresentou uma série de figuras surpreendentes, entre as quais o famoso "loop vertical". Pégoud nessa ocasião se tornou amigo de Nesterov, eles participaram juntos em palestras no Instituto Politécnico de Moscou, onde ele reconheceu a precedência do aviador russo.

fonte/VozDaRussia

AEROPORTO DE VIRACOPOS (SP) RECEBE "SUPERCAMINHÃO" DE BOMBEIRO

Aviação , Novo "supercaminhão" de bombeiros do Aeroporto de Viracopos
Novo "supercaminhão" de bombeiros do Aeroporto de Viracopos
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, (SP) recebeu na última semana o primeiro “supercaminhão” de bombeiros. O modelo Panther 6x6, já usado nos principais aeroportos da Europa, Ásia e Estados Unidos, é um dos mais eficientes do mundo e chega para reforçar a segurança dos passageiros e dos aviões. A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos já adquiriu um segundo caminhão do mesmo modelo que deve chegar à Campinas ainda em 2013.

“Investir na segurança operacional é uma das nossas principais preocupações. Com o novo veículo, garantimos a categoria dez de segurança contra incêndio em aeroportos, que é a mais alta existente e que permite ao aeroporto receber aviões de grande porte”. disse o diretor-presidente da Aeroportos Brasil Viracopos, Luiz Alberto Küster.

Com velocidade média de 115 km/h, o veículo tem tração nas seis rodas e o alcance do jato do canhão superior atinge, em média, 110 metros. A viatura, que pesa 35 toneladas carregado, é totalmente automatizado e conta com recursos como computador de bordo, câmera com infravermelho e visão térmica e sistema eletrônico de controle de agentes extintores. Na cabine do veículo cabem até quatro bombeiros. 
fonte/foto/PanRotas

AVIÃO DORNIER 228 CAI NO CHILE, DOIS MORTOS



A Direção Geral de Aviação Civil do Chile,  DGAC,  informou que as vítimas fatais são os dois pilotos da aeronave Dornier 228, matrícula CC-CNW, da empresa áerea "Transportes Aéreos Corporativos Ltda e Inagram S.A.

O bimotor procedente da província de Los Pelambres, cidade de Coquimbo, caiu  ás 09:50 horas, e a  7 km ao sul da pista do aeroporto de Torquemada.

Richard Schafer , 63, era Coronel (Reserva) da Polícia e teve uma longa carreira na instituição e era considerado um ótimo piloto de linha aérea. O segundo tripulante era Carlos Tiraíno, 58, e foi comandante da Força Aérea Chilena. O denso nevoeiro teria sido a causa da queda do avião, que colidiu com árvores durante o procedimento de aproximação para pouso.

fonte/ASN/LaTercera/foto/LaTercera

ACIDENTE COM CRJ2 EM MOSCOU NO DIA 7 DE SETEMBRO

Uma aeronave Canadair CRJ-200, voando em nome da Europa Jet, matrícula TC-EJA realizando o voo charter TCEJA de Nápoles (Itália) a Moscou Domodedovo (Rússia), com sete passageiros e quatro tripulantes, pouso de barriga após falha no trem de pouso principal. 

Durante aproximação ao aeroporto de Domodedovo, a tripulação notou alarme de falha no trem de pouso do nariz, e abortou a descida e verificaram as listas da possível falha, porém sem sucesso.

O comandante prossegui para pouso na pista 01 de Vnukovo com o trem recolhido. A aeronave sofreu danos severos e nenhum dos ocupantes sofreram ferimentos.
fonte/foto/AvHerald
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EMBRAER AMPLIA ACORDOS EM PORTUGAL

Fábrica da Embraer em Évora - Foto: Divulgação - 080913 Fábrica da Embraer em Évora - Foto: Divulgação


A Embraer, com sede em São José dos Campos, assinou no último dia 2 protocolo para desenvolvimento comum de projetos na área industrial com a Universidade de Évora, instituição sediada na cidade portuguesa onde a fabricante brasileira mantém duas unidades fabris.

A parceria prevê grupos de trabalho e projetos nas áreas de informática, mecatrônica e energias renováveis.

"Com as competências instaladas na universidade e as necessidades da Embraer, podemos estabelecer projetos concretos de investigação e desenvolvimento", disse João Nabais, pró-reitor da universidade, por meio de nota oficial.

Segundo ele, os projetos serão decididos nos próximos meses mas a primeira reunião já ocorreu logo após a cerimônia de assinatura do acordo.

Raio-x.
A Embraer, terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais, possui duas fábricas em Évora, uma especializada em estruturas metálicas (de asas) e a outra em materiais compósitos.  O complexo fabril foi anunciado em 2008 e as unidades começaram a operar no final do ano passado.
 
Instalado em uma área de 877 mil metros quadrados, foi fruto de um investimento de 170 milhões de euros (cerca de R$ 429 milhões), dos quais 70 milhões de euros financiados pela Comunidade Europeia.
Os materiais fabricados em Évora são exportados para montagem final nas unidades da Embraer no Brasil, na Flórida (Estados Unidos) e em Harbin (China).

SAIBA MAIS

Acordo
Protocolo assinado entre a Embraer e a Universidade de Évora no último dia 2

O que prevê
Desenvolvimento de projetos nas áreas de informática, energias renováveis e mecatrônica

Embraer em Portugal
A empresa brasileira anunciou projetos em Portugal em 2008 e no ano passado inaugurou suas duas novas fábricas na cidade de Évora.


fonte/foto/OVale

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