terça-feira, 3 de janeiro de 2012

VÍDEO - POUSO DE F-5 IRANIANO SEM O TREM DE POUSO DO NARIZ

NEURA NAS ALTURAS




- Alô! Fala rápido que tô no avião, essa ligação é uma fortuna. Não, não é importante. Te ligo quando pousar.

 O toque de celular foi atendido por um senhor na terceira fileira do voo JJ3914 da TAM, na manhã de uma segunda-feira recente. O passageiro sentado na fileira imediatamente à frente acionou a comissária de bordo e, discreto, perguntou se o uso do celular era permitido naquele voo, que fazia o curto trajeto Congonhas–Santos Dumont.

Sim, esclareceu a funcionária. Aquele Airbus 319 era uma das sete aeronaves da companhia em que o celular estava liberado para ser utilizado a bordo por até oito passageiros ao mesmo tempo. Não só liberado como incentivado. No bolso da poltrona em frente, junto às revistas, havia um encarte anunciando as vantagens da “Conectividade, agora também a bordo”. A tabela de tarifas – cerca de 9,40 reais o minuto, dependendo da operadora – esfriava um pouco o frisson geral.

Mesmo assim, a aquiescência da comissária para o uso do celular espalhou-se cabine adentro e teve o efeito de uma alforria. Em questão de minutos, iPhones, iPads e BlackBerries foram empunhados como troféus e só então os passageiros repararam que havia também adesivos autorizando o uso de smartphones, colados na mesinha dobrável e no painel luminoso acima das poltronas.

Era o que faltava para o relativo silêncio a bordo tornar-se mais uma lembrança em extinção.
A cacofonia sonora que acomete todo passageiro desde que pisa no saguão de um aeroporto brasileiro já faz parte de sua bagagem. Impossível escapar da vigésima “chamada final” de um voo que não é sequer o seu, mas cuja convocação estridente vai alcançá-lo onde estiver.

Até quem já está na boca do portão do embarque é forçado a ouvir pela enésima vez os termos da “Resolução nº 130 da Anac”, e quase a salvo no corredor do finger talvez ainda ouça os últimos ecos de mais um  “reposicionamento de aeronave” do portão para o portão y, “quando a decolagem for autorizada”. 

Deve haver algum motivo imperioso para veicular a informação de que passageiros não embarcam antes de receberem autorização para fazê-lo. Ou que a resolução da Anac é a 130, e não a 131.

De todo modo, todos esses passos e eventuais contratempos são compartilhados pela massa de passageiros que só se locomovem na vida – e portanto também nos aeroportos – com um celular colado à orelha ou o olhar aprisionado na sua tela.

Uma variante dessa dislexia da comunicação ininterrupta é o dedilhar nervoso para uma última chamada já no interior da cabine, até que se receba a ordem de encerrar os últimos fiapos de conversas pessoais/públicas e desligar os aparelhos.

A cabine de um avião comercial costuma ter seu momento de pasmaceira geral e relativo sossego somente quando o voo se alça à velocidade cruzeiro. Uma vez encerrado o último dos avisos de bordo – são anunciadas nada menos que oito opções de sucos e refrigerantes oferecidos, com nome, marca e teor calórico (light, zero, normal, diet) –, o passageiro do curto trajeto entre Rio–São Paulo pode, enfim, apaziguar seus castigados tímpanos.
Ou melhor, podia.

Considerando-se que a população do Brasil é de 190,756 milhões de habitantes e estes acumulam 227 milhões de celulares, tornamo-nos a pátria com mais celulares do que bípedes. Com o crescimento da telefonia móvel ao ritmo de 16,6% ao ano (dados de 2010), só perdemos para a Índia em voracidade de hiperconectividade 24 horas por dia.

 Portanto, era inevitável que a última bolha onde ainda podíamos nos comportar como seres que apreciam o som rarefeito do quase silêncio seria extinta sem misericórdia ou complacência.

 Para o dependente desse cordão umbilical sem fio, celular mudo equivale ao cigarro apagado em mãos de um fumante desesperado. Coube a Emirates Airlines, de Dubai, utilizando tecnologia da empresa AeroMobile, a primazia em autorizar chamadas quando a aeronave ultrapassava os 20 mil pés de altitude. A partir daí, a demanda tomou conta dos ares.

 serviço OnAir oferecido no Brasil existe em apenas sete aviões da TAM: seis A319 concentrados na rota São Paulo–Rio de Janeiro e Vitória, e um A321 que liga capitais nordestinas a São Paulo e Porto Alegre. Mas há uma previsão de ampliação para 31 unidades neste início do período de férias, cobrindo boa parte da malha nacional.

O susto do usuário com o alto preço da ligação se explica pela complexa infraestrutura de satélites e cabos que norteiam as chamadas. A antena instalada na fuselagem e que capta o sinal de telefonia e internet de um dos satélites, o repassa a um provedor localizado em Mônaco. É este provedor que faz a ponte com o telefone discado pelo passageiro em voo.

Os próprios órgãos internacionais de tráfego aéreo retiraram do passageiro chegado a uma quietude o argumento mais forte para manter a cabine livre dos grilos falantes: a segurança dos passageiros. A Agência Federal de Aviação Civil dos Estados Unidos jamais chegou a uma conclusão definitiva quanto ao perigo real do uso do celular a bordo.“Não há evidência para afirmar que esses aparelhos não possam interferir nas comunicações de uma aeronave, assim como não há evidência em sentido contrário”, resume, cripticamente, o porta-voz da agência, Les Dorr. Até hoje, nenhum acidente aéreo teve como causa comprovada a interferência de um celular usado a bordo.

A proibição tende a ser, essencialmente, uma precaução. “Todos os dias aparecem aparelhos novos com funções diferentes, e é praticamente impossível testar cada um deles para garantir que não interfeririam na comunicação. Como o início e o final de um voo são os momentos de maior troca de informações entre cabine e torre de comando, é apenas mais seguro proibir tudo”, explica o professor Claudio Jorge Pinto Alves, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica.

 Nada impede, porém, que quando todos os aviões tiverem se transformado em pandemônios acústicos ocorra a alguma empresa aérea reinventar o silêncio. A matriz já existe: o vagão mais concorrido e exclusivo do trem que liga as cidades de Boston a Nova York proíbe o uso de celulares e conversas em tom alto. Leva o nome de “Quiet Car” (Compartimento Silencioso) e é considerado chiquérrimo.

fonte/Ilustração/RevistaPiaui


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AUXÍLIO FINANCEIRO PARA AEROLÍNEAS ARGENTINAS E AUSTRAL

Com 197 milhões de pesos ontem adicionados ao orçamento das despesas de 2011, Aerolineas Argentinas e Austral receberam subsídios para  de 3.340 milhões de pesos em 2011, equivalente a 804 milhões dólares se você pegar a taxa de câmbio média do ano.

Com este novo aporte, o estado tem fornecido um subsídio diário de 9,1 milhões de pesos para cobrir os custos das duas companhias aéreas, o equivalente a 2,2 milhões dólares por dia. Como observado na semana passada, durante a alocação do que foi o penúltimo aporte de subsídios ($ 243,000,000), Aerolineas e Austral exigem uma despesa que seria superior a 1.900 milhões de dólares por ano, que só pode dar ao luxo de ter um fundo de aproximadamente $ 1.100 milhões.  

Os dados são aproximados e surgiram na prestação de contas final da empresa, o Presidente da AR,  Mariano Recaldedisse aos legisladores da Comissão Bicameral de Reforma do Estado e Acompanhamento de Desestatização, há mais de sete meses. Naquela ocasião ocasião Recalde e seu número dois número atual  vice-ministro de Economía Axel Kicillof, disseram que o faturamento da Aerolíneas e da Austral em 2010 havia sido de 1.170 millones de dólares.
 
Se aquele faturamento tivesse permanecido intacto um ano depois, somado aos subsídios de US$ 805 milhões, as despesas totais das duas empresas  (somando despesas operacionais, fiscais, financeiros e de investimento) seria US$ 1.975 milhões por ano. 
Aerolíneas não publicam seus balanços, O Clarin tentou novamente obter informações atualizadas sobre a empresa, mas não obteve resposta.
 
Na Comissão Bicameral de maio passado, Recalde publicou uma hipótese do déficit da empresa em US$ 387 milhões. Com o montante atribuído ontem, a empresa completou mais de o dobro das estimativas mais pessimistas.

fonte/Clarin
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GREVE DE PILOTOS CANCELA VOOS DA IBERIA ENTRE MADRID E SÃO PAULO

A Iberia cancelará 19 voos de longa distância entre a Espanha e países do continente americano, inclusive o Brasil, durante os dois dias de greve convocados pelos pilotos da companhia aérea espanhola para 9 e 11 de janeiro. 

Segundo um comunicado da Iberia, as conexões afetadas são as que ligam o aeroporto de Barajas, em Madri, com São Paulo, Miami, Bogotá, Lima, Buenos Aires e México. 

Os pilotos da companhia convocaram a greve para protestar pela criação da companhia aérea de baixo custo Iberia Express. 

Durante as duas primeiras paralisações realizadas pelos pilotos da Iberia nos últimos dias 18 e 29 de dezembro, os cancelamentos afetaram mais de cem voos entre os de longa, média e curta distância e a mais de 10 mil passageiros em cada uma delas.

fonte/Terra
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VAZAMENTO DE COMBUSTÍVEL NA PISTA DO AEROPORTO AUGUSTO SEVERO CAUSA TRANSTORNOS



 Os potiguares que chegaram de Portugal na noite desta segunda-feira (2) e desembarcaram no aeroporto Augusto Severo tiveram que aguardar por cerca de uma hora e meia pela entrega das suas bagagens.
Motivo: o transtorno foi causado devido a um vazamento de combustível do caminhão da BR Distribuidor na pista de pouso do aeroporto.
Período em que as operações de embarque, desembarque e trânsito de bagagens da aeronave para o terminal ficaram estritamente proibidas.
Após contornar a situação do vazamento, as operações voltaram à normalidade.

 fonte/TribunaDoNorte/BlogAbelhinha

DESEMPENHO DE AEROPORTOS FOI "MUITO BOM" NO FIM DE ANO, AVALIA GOVERNO

O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, afirmou nesta terça-feira (3) que o governo avaliou como "muito bom" o desempenho dos aeroportos brasileiros em dezembro de 2011. O ministro se reuniu na tarde desta terça com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

O volume de atrasos do mês passado, segundo o ministro, foi menor do que o esperado pelo governo. A secretaria tinha meta de 15% de voos atrasados, mas foram registrados 13%. O percentual de voos cancelados foi de 3,5%, enquanto a secretaria esperava 5%.

Bittencourt informou que o governo “está tomando providências para melhorar o atendimento das pessoas" e para aumentar a quantidade funcionários da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Infraero nos aeroportos. Mas ainda não há prazo para conclusão das medidas.
O ministro disse que esta segunda-feira (2) foi um “dia atípico”, quando atrasos significativos foram registrados nos principais aeroportos brasileiros devido às chuvas.

“Foi um dia atípico, mas hoje já estamos com situação melhor, com tempo melhor. [...] Em todo o mundo fecha aeroporto por causa de problemas de tempo. Ainda não descobrimos um convênio com Deus para isso”, disse o ministro.

Em dezembro de 2011, o volume de voos domésticos e internacionais cresceu 8% em relação ao mesmo período de 2010, de acordo com dados do governo.

A Secretaria de Aviação Civil estima que o número de passageiros tenha aumentado cerca de 13% em dezembro de 2011 em relação ao mesmo mês de 2010. Esse dado, contudo, não está fechado, segundo o ministro.

fonte/AgênciasBrasil

VOCE QUER APRENDER A VOAR PLANADOR - GRÁTIS - LEIA ARTIGO ABAIXO


 

 

BOLSA ALUNO – PROJETO SANTOS DUMONT – FASE II

Prezados Volovelistas,
Entra no ar nos próximos dias o hotsite para a continuação do programa de bolsas para futuros pilotos de planador do projeto Santos Dumont Fase II.  Devido o projeto VOASP iniciar em data semelhante, direcionamos as bolsas para os aeroclubes FORA DO ESTADO DE SP.
Os aeroclubes abaixo demonstraram ativo interesse em participar desta segunda fase do Projeto Santos Dumont.  Se o seu aeroclube tiver interesse em participar, entrar em contato com a secretaria FBVV e com o Diretor Sergio Bassi.
Aeroclubes Participantes:
- Albratroz (Osorio)
- Erechim
- Montenegro
- Palmeira dasMissões
- Videira

Atenciosamente,
Thomas Milko
Presidente FBVV

http://www.planadores.org.br/

fonte/FBVV

LUFTHANSA REPASSARÁ AO CLIENTE TAXA DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA DE AVIÕES

A Lufthansa A300B4-603 departs London Heathrow...Image via Wikipedia
A companhia aérea alemã Lufthansa vai repassar aos clientes cerca 130 milhões de euros (R$ 314,3 milhões) referente aos custos de permissão para emitir carbono, cumprindo as regras do novo regime do comércio de emissões da União Europeia. 

A maior empresa do setor na Europa disse nesta segunda-feira (2) que vai adicionar o custo do programa à sobretaxa de combustível, se tornando a primeira companhia a dar detalhes de como planeja lidar com esta responsabilidade ambiental.

"Em face da intensiva competição, especialmente de companhias de países não europeus, cuja produção está sujeita a comércio de emissões somente a uma pequena escala, a Lufthansa terá que passar a carga via preços de passagem, como sugerido pela União Europeia", disse em comunicado.

No entanto, no curto prazo, a aérea não aumentará as existentes sobretaxas, que já sofreream aumento no mês passado - de cerca de 102 euros para 122 euros por trecho para voos intercontinentais e para 31 euros para voos domésticos e europeus - apesar de ter dito na época que a inflação dos valores ocorreu somente para cobrir maiores custos de combustível.

A partir deste ano, todas as companhias aéreas que chegarem ou saírem da União Europeia terão que acertar as contas pelas emissões de CO2, como parte de uma expansão do maior mercado de carbono do mundo.
As empresas e suas associações hesitaram ao regime e até o desafiaram na Justiça, dizendo que o imposto ambiental tributaria uma indústria que já está sobrecarregada com crescentes preços de combustível, feroz competição e taxas nacionais.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) estima que o custo anual geral para a indústria, resultado do novo regime de emissões, aumente para 2,8 bilhões de euros até 2020, cerca de 900 milhões de euros apenas neste ano.

Polêmica
A mais alta Corte de Justiça da Europa apoiou o novo regime ambiental no mês passado, significando que todas as companhias terão que pagar pelas permissões de emissão, causando irritação de países como Estados Unidos e China.

A Lufthansa, que disse no passado que a competição era muito árdua para as companhias aéreas repassarem os custos aos clientes, e que precisaria comprar 35% das permissões necessárias para 2012.

fonte/G1
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CARTA DE PILOTO DA UNITED PARA O PRESIDENTE DA EMPRESA

English: Cockpit of a McDonnell Douglas DC-10-...Image via Wikipedia

Uma carta aberta de um Piloto da United Airlines para Glen Tilton (Presidente da United Airlines).

Recentemente muito se tem dito e escrito na imprensa sobre a preocupação em relação a nossos salários, compensações e benefícios.
Tem se dito o quanto isso custa para a nossa companhia, nossa profissão tem sido comparada com outras, várias sutis e não tão sutis ameaças e intimidações táticas são jogadas em nosso grupo.
Na luz da situação corrente, por favor, permita-me, um piloto, te dar um pequeno vislumbre de nosso mundo.

Não compare nossa ´rofissão com outras:
Quantas salas de reuniões fazem barulho?
• Quantas reuniões se concluem com a morte de centenas de pessoas?
• Quantos tratores custam 82 milhões de dólares?
• Quantos médicos passam metade do mês longe de suas famílias? (no Brasil dois terços longe)
• Quais filhos que choram quando vêem seus pais colocando uniforme porque sabem que seus pais irão ficar uma semana fora?
• Quantos corretores de imóveis perdem seu emprego por que a pressão arterial está alta?
• Quantos advogados perdem seu natal sentado em um sofá de hotel?
• Quando sua esposa está assistindo TV e o programa é interrompido… Ela fica momentaneamente em pânico por medo da notícia que poderá ver? Que ela tanto teme?
• Não há outra profissão no mundo cujo as conseqüências por um erro são tão catastróficas e jamais esquecidas.

O preço:
• Eu pago o preço quando alguém coloca cilindro de oxigênio altamente perigoso no porão do avião;
• Eu pago o preço quando um terrorista quer escolher alguém pra eliminar;
• Eu pago o preço quando um meteorologista erra sua previsão do tempo,
• Eu pago o preço quando engenheiros aeronáuticos erram na projeção de uma bomba de combustível.

Você fala em custos:
• Pergunte a um executivo chefe da empresa o custo de ter um Jato mergulhado no pântano dos Everglades.
• Pergunte a Fred Smith o custo de um escorregão de um DC-10 e um MD-11 fora da pista em Steward e Newark.
• Pergunte a Korean Airlines o custo de um 747 que quase varou a pista em Guam.
• Pergunte a Fine Air o custo de “limpar” um DC-8 de uma Rua de Miami.
• Pergunte a Bob Crandall o custo de uma colisão com um Boeing 757 numa montanha na Colômbia.
• E se não for suficiente, profissionalismo com calma. Qual seria o custo de um Boeing 777 da United Airlines que perdeu pressão de óleo em um dos motores sobre o meio do pacífico e teve que alternar pro Hawaii com apenas um motor? Quanto esse piloto economizou pra você essa noite?
Quanto ele vale pra você essa noite?

Quando você tentar me intimidar. Lembre-se:
• Era eu quem estava voando helicóptero sobre a selva do Vietnam enquanto você estava se graduando em seu mestrado.
• Era eu quem estava sentado solitário em um F-18 em silêncio alguns instantes antes de ser catapultado sobre um frio e escuro oceano enquanto você dormia em total paz em sua cama.
• Era eu quem em uma noite assisti a asa de meu caça se encher de gelo a milhas de distancia de um aeroporto seguro, rezando para ter combustível suficiente para encontrar um céu claro, enquanto você estava assistindo a final do campeonato de Football americano sábado a noite.
• Era eu que estava voando um C-130 Hércules sobre o céu Panamenho com risco de tomar tiros, enquanto isso você estava decorando a sua arvore de natal em 1989.
• Fui eu que encarei frente-a-frente a quarta maior força militar do mundo no deserto do Iraque e fizemos eles se renderem enquanto você assistiu tudo pela CNN.
• Fui eu quem pousava um caça A-6 em uma pista de porta aviões menor que seu quintal.
• Era eu quem voava aeronaves tanque sem armas de defesa sobre território inimigo para reabastecer outros colegas para te proteger
• Era eu quem assistiu mísseis e balas florir diante de mim, ainda sem poder me virar e correr, enquanto você assistia as flores florirem em seu jardim.
• Fui eu quem já enterrou um amigo.
• Sou eu quem conheceu um garoto que nunca irá brincar de pega-pega com seu pai e, no entanto você pode brincar com seu neto.
• Senhor, por favor, não tente me intimidar. Eu não sou seu inimigo, sou seu colaborador, e colaborador que experimentou e realizou coisas que poucos se
atrevem a tentar.
• Perceba isso e haverá poucos obstáculos que não poderemos vencer.

fonte/ForumABUL
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VÍDEO - VENTO FORTE ASSUSTA PASSAGEIROS NA ESPANHA

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...