quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DELTA AIRLINES CONVERSA COM EMBRAER E OUTRAS SOBRE ENCOMENDAS

ATLANTA  - A companhia aérea norte-americana Delta Air Lines está negociando com Boeing, Airbus, Embraer e Bombardier sobre uma possível encomenda de aeronaves, disse um executivo da empresa na quarta-feira (16).

"Vamos conversar com todos", disse o presidente da empresa, Edward Bastian, durante um almoço no Aeroclube de Atlanta.

A Delta, que tem sua sede em Atlanta, divulgou no início do ano que havia enviado pedidos de propostas aos fabricantes para ao menos 200 aviões de cabine estreita e opções para mais 200 unidades a fim de substituir uma frota que está envelhecendo.

"Eu diria que não será tomada nenhuma decisão durante vários meses", afirmou Bastian. "Devemos considerar o melhor produto, o melhor serviço, que encaixe no plano que já temos estabelecido."

Bastian disse que o Dreamliner 787 da Boeing era uma inovação que o setor precisava, mas que a Delta quer ver o que acontecerá com o avião, que já está quase três anos atrasado em relação ao plano original.

No ano passado, a Delta disse que adiou pedidos de 18 aviões 787 até 2020 para 2022, em relação a um cronograma de entrega original de 2008 para 2010.

fonte/Reuters/OGlobo/VNews


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COM VOO CANCELADO, DIRETOR DA TAM É OBRIGADO A PEGAR TÁXI

Former TAM logoImage via Wikipedia

Um diretor da companhia aérea TAM foi obrigado a voltar de Marília, no interior paulista, de táxi para a cidade de São Paulo, depois que seu voo foi cancelado sem que fosse avisado da suspensão, na terça-feira. Euzébio Angelotti, diretor de Negócios, havia viajado para atender uma notificação do Ministério Público Estadual para explicar os motivos do apagão aéreo causado pela Pantanal, empresa da TAM. 

A Pantanal Linhas Aéreas é acusada de cancelar e atrasar voos no interior de São Paulo sem avisar aos passageiros com antecedência e de cometer outras infrações. Somente em Marília, mais de 20 voos da empresa foram cancelados no fim do ano passado; neste ano, já foram ao menos três.

Na terça-feira, em audiência com o promotor dos Direitos do Consumidor de Marília, José Alfredo Santana, responsável pelo inquérito aberto para apurar as denúncias, Angelotti afirmou que a empresa cumpria a legislação, avisando com antecedência seus passageiros. Porém, em uma interrupção da audiência para atender aos jornalistas, ele foi avisado pelos repórteres que justamente seu voo de volta estava cancelado. 

Ainda assim, Angelotti insistiu e reafirmou que não havia cancelamento e que o avião sairia normalmente. Em seguida, questionou sua assessoria por mensagem de celular sobre a suspensão e sobre a "saia justa" que estava vivenciando naquele momento. O torpedo foi registrado pelos fotógrafos que cobriam a audiência.
Apesar dos assessores confirmarem o cancelamento, Angelotti foi ao aeroporto da cidade, onde foi informado de que os passageiros de seu voo teriam que tomar um ônibus até São José do Rio Preto, a 200 km de distância, para embarcar a São Paulo. Acompanhado de uma advogada da empresa, Angelotti pegou um táxi, que o levou de volta à capital paulista.

Na quarta-feira, o promotor Santana disse que vai pedir explicações ao diretor da TAM. "Estou questionando a empresa para responder essa contradição. O diretor disse aqui que a empresa avisa com antecedência os cancelamentos e atrasos, mas quero saber por que ele, que além de passageiro é diretor, não foi avisado desse cancelamento", afirmou.

Segundo o promotor, o questionamento é feito por meio de ofício enviado à Pantanal. Santana disse que, apesar das reclamações dos passageiros, a Agencia Nacional de Aviação (Anac) o informou que os cancelamentos e atrasos da Pantanal estão dentro da legislação do setor e que, por isso, dificilmente ele poderá pedir autuação da empresa pelos problemas em Marília.

A reportagem tentou entrar em contato com a empresa Pantanal, mas não obteve resposta até esta reportagem ser publicada.

fonte/Terra
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TU-144, O CONCORDE SOVIÉTICO





Em meados dos anos 60 acreditava-se que a próxima revolução no transporte de passageiros se daria através dos voos supersônicos, tal como havia ocorrido com a entrada em serviço dos primeiros jatos comerciais, nos anos 50. Começou então uma verdadeira corrida entre os maiores fabricantes da época para ver quem apresentava seu primeiro avião comercial supersônico.

No final da década, apenas três concorrentes estavam no páreo, todos com pesados investimentos dos governos de seus países enquanto a Guerra Fria comia solta. As três competidoras eram: a norte-americana Boeing, o consórcio franco-britânico formado pela Aerospatiale e pela BAC e a russa Tupolev.

A Boeing, com seu ousado Boeing 2707 de asas com geometria variável, acabou abandonado a corrida antes mesmo da conclusão dos protótipos devido a diversos problemas de engenharia, alto custo do projeto e atrasos consecutivos no cronograma. A Aerospatiale e a BAC apresentaram seu avião em 1969, o batizaram de Concorde, o colocaram em operação e o resto é história. No meio dessa história, houve o Tu-144.



Apesar de nunca ter tido sucesso operacional, o Tupolev Tu-144 projetado pelos soviéticos voou pela primeira vez em 1968, mais de dois meses antes que o Concorde. Trata-se, portanto, do primeiro avião de passageiros supersônico de fato. A nova máquina era tão acima dos limites que um dos protótipos chegou a ser equipado com assentos ejetáveis para a tripulação.

Maior e mais largo que o Concorde, tinha 65 metros de comprimentos e era capaz de transportar até 140 pessoas a Mach 2.0, equivalente a 2.142 km/h. Seu alcance deveria ficar entre 5 mil e 6 mil quilômetros, dependendo da carga. De aerodinâmica refinada, com nariz de incidência variável e canards (asas auxiliares dianteiras), ele também se valia da filosofia russa de projeto aeronáutico: com muita vodka e um motor forte o suficiente, qualquer coisa pode voar.



Apelidado de Concordski, devido à semelhança com seu concorrente do lado de cá do antigo muro de Berlim, o avião foi apresentado ao mundo no show aéreo de Paris de 1973. 

Durante um dos voos de demonstração, efetuou uma manobra mais brusca e foi ao chão, matando seis pessoas a bordo e mais oito no solo. As circunstâncias do acidente nunca foram completamente elucidadas, e as especulações variam entre uma manobra evasiva para evitar um Mirage, erro da tripulação ao tentar manobras de exibição (o Concorde, em estágio de desenvolvimento mais avançado, havia feito uma impressionante exibição no dia anterior), defeito da aeronave e até mesmo sabotagem e espionagem (Guerra Fria, lembra?

Apesar da tragédia presenciada por mais de 200 mil pessoas, o desenvolvimento da aeronave continuou, e em dezembro de 1975 o Tu-144 entrou em operação regular. Operado pela companhia estatal soviética Aeroflot, realizou apenas 102 voos comerciais até ser oficialmente retirado de serviço, em 1978, principalmente por causa da falta de confiabilidade e exagerada complexidade da aeronave. Um novo acidente fatal acabaria definitivamente com o programa, que numa análise econômica realmente não tinha como dar certo: enquanto no Ocidente haviam ricaços que faziam questão de pagar mais de dois mil dólares por um vôo entre a Europa e os EUA, o que ajudou a custear a operação do Concorde por quase três décadas, na comunista União Soviética esse tipo de público simplesmente não existia.



Mesmo não sendo mais utilizado para voos regulares, a produção desse caríssimo avião estranhamente durou mais seis anos, com um total 17 aeronaves construídas. Loucura dos russos? Na verdade, os Tu-144 continuaram desempenhando uma série de testes e desenvolvimentos que continuariam após o final da guerra fria, já com apoio americano. Com a definitiva falta de interesse por vôos comerciais, hoje ele pratica o mesmo tipo de atividade dos Concordes sobreviventes: o descanso.


fonte/Jalopnick/foto/Tupolev
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AVIÃO CAI E DEIXA DOIS FERIDOS EM PEJUÇARA, RIO GRANDE DO SUL




Um avião monomotor de pulverização caiu em uma propriedade rural, ao lado da RS-553, no km 8, em Pejuçara. O acidente aconteceu na tarde de terça-feira, por volta das 15h, e deixou os dois pilotos que estavam na aeronave gravemente feridos.
 
Geovane Suzi e Julio Rosa, da empresa Brisa Aviação Agrícola Ltda, de Panambi, estavam indo em direção a Tupanciretã. Eles sofreram fraturas e foram levados ao hospital de Pejuçara. Posteriormente, os dois foram transferidos ao Hospital de Caridade de Ijuí (HCI).

O piloto teria tentado pousar em uma lavoura de soja, mas não obteve sucesso e capotou. O motor foi arremessado a cinco metros do avião. Será feita uma perícia para determinar as causas do acidente.

fonte/foto/ZeroHora
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RARIDADE DA AVIAÇÃO POUSA NA BASE AÉREA DE BRASÍLIA




 
Potência de 1425 cavalos, velocidade superior a 550 km/h, capacidade de operar lançadores de foguetes, bombas leves e metralhadoras. Essas são algumas características de um ilustre visitante recebido, na tarde de hoje, na Base Aérea de Brasília. O avião T-28 Trojan pousou na unidade depois de uma viagem de quase 25 dias. A aeronave foi conduzida de Chicago, nos Estados Unidos, por dois pilotos civis e entusiastas da aviação. Os tripulantes foram recepcionados na BABR por militares da Força Aérea Brasileira. De Brasília, o avião seguirá para o museu do Instituto Arruda Botelho, em São Paulo, onde ficará em exposição. 

O T-28 foi operado por Forças Armadas de diversos países, inclusive pela Marinha Brasileira. A aeronave era utilizada em porta-aviões e para treinamento de militares, chegando, inclusive, a ser empregada em conflitos armados. “Em várias passagens de nossa viagem, eu imaginava estar em um combate. Foi uma coisa fantástica. Tenho 32 anos de aviação e não é fácil me surpreender, mas esse avião me surpreendeu e muito”, destaca um dos pilotos da aeronave, Carlos Edo. 

“Este é o primeiro avião militar a entrar no Brasil para um museu. Tem sido muito importante o apoio que a FAB tem prestado para possamos trazer esses aviões e trazer esse glamour para a Aviação”, ressalta o outro piloto, Fernando Botelho. Segundo ele, o percurso dos EUA para o Brasil deixou momentos marcantes em sua memória. “É como se nós voltássemos a ser Tenentes e fizéssemos uma viagem juntos que durou quase 25 dias. As etapas foram duras, cumprimos duas horas sobre as águas num local que não tem busca e salvamento. Pegamos instrumentos, tempo ruim e só paramos um dia”, lembra ele.

fonte/foto/FAB



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AZUL PREVÊ TER 10% A 11% DO MERCADO BRASILEIRO EM 2011


A Azul estima encerrar 2011 com uma participação no mercado brasileiro de aviação entre 10% e 11%, crescendo num ritmo mais rápido que as veteranas TAM e Gol, afirmou o presidente da terceira maior companhia aérea do país, Pedro Janot. 

A empresa elevou sua participação média de 3,7% em 2009 para 6% em 2010, aproveitando um crescimento do mercado doméstico fora dos grandes centros, notadamente no interior de São Paulo, que vem recebendo grandes empreendimentos como fábricas de veículos de montadoras como Toyota e Hyundai. 

O crescimento da participação acontece junto com a expansão da frota da empresa formada atualmente por 27 jatos da Embraer (modelos 190 e 195) e 2 turboélices da francesa ATR. O plano de frota prevê 86 jatos da Embraer e pelo menos 20 aviões modelo ATR 72-600 até 2015. 

É nessa expansão do interior que a empresa vem apostando seu desenvolvimento, inclusive com ofertas de viagens em volume para empresas. "O que está acontecendo no interior de São Paulo é que as decisões sobre essas novas unidades fabris estão incluindo também áreas administrativas, que antes ficavam concentradas na capital", disse Janot à Reuters no final da terça-feira. 

"Cada empresa que chega, a gente oferece um pacote com uma relação de preço e volume [de viagens]", acrescentou. 

Nesse sentido, Janot afirmou que a Azul está em "namoro avançado" com o Magazine Luiza para usar as lojas da rede de varejo, concentrada no interior de São Paulo, para venda de passagens. Ele evitou dar detalhes das conversas. 

"É um namoro bem avançado, as companhias têm muita coisa em comum e esse projeto de venda de tíquetes aéreos e pacotes de viagem está bem encaminhado." 

O executivo ilustrou a expansão do interior descrevendo o movimento do aeroporto de Viracopos em Campinas (SP), principal base de operação da Azul. De 2008, início da operação da empresa, ao final de 2010, o movimento de passageiros passou de 800 mil para 5,4 milhões, um salto de quase sete vezes que foi em parte impulsionado pela Azul. 

Atualmente, o aeroporto --que ganhou autorização para ser ampliado para se tornar o maior da América do Sul-- abriga também as nacionais TAM, Gol e Trip e as internacionais Pluna (Uruguai) e TAP (Portugal), que chegaram no segundo semestre do ano passado. 

Pluna e TAP foram as primeiras companhias a operarem voos internacionais regulares em Viracopos após mais de 20 anos sem voos para fora do Brasil partindo do aeroporto. De olho nesses novos passageiros internacionais, a Azul está trabalhando para "desenvolver uma relação" com as duas companhias, de modo a distribuir os clientes das empresas pelo Brasil. 

"Faz todo o sentido, essas companhias precisam estar num aeroporto que conecte com o Brasil. Agora a gente precisa estreitar laços", disse Janot. "Ainda não há uma data [para eventual parceria]... Por ora temos uma parceria de serviços, para dar mais conforto aos clientes, por exemplo." 

Segundo Janot, outras companhias aéreas internacionais já consultaram a Azul informalmente sobre voos para Viracopos. 

Evitando comentar números, o executivo afirmou que não espera uma repetição de guerra de preços ocorrida no terceiro trimestre do ano passado que acabou envolvendo a Azul. 

"Normalmente você tem uma guerra tarifária em uma rota, numa região, mas aquela foi no Brasil inteiro. Foi uma perda de dinheiro para todos os lados, mas isso já não faz mais sentido", disse Janot. 

"O produto aéreo tem muita elasticidade a preço, então qualquer movimento brusco de qualquer companhia acaba movendo o mercado em uma direção e você tem de acompanhar para não ficar fora do mercado", acrescentou. 

Ele evitou fazer previsões para yield, indicador que mede o preço cobrado por passagens aéreas, afirmando apenas que o comportamento do índice para a empresa está dentro do planejado pela Azul. Em termos de taxa de ocupação, a empresa segue apostando em média no ano entre 80% e 85%. 

Janot afirmou ainda que a Azul está gerando caixa suficiente para dar conforto para a empresa tomar decisão de fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) "no melhor momento", se ela for necessária. A rival WebJet encaminhou um pedido de registro de companhia aberta à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta quarta-feira. 

"Estamos preparando a companhia internamente para um IPO, apertando os parafusos, mas não tem nenhuma data específica para acontecer. Já estamos no terceiro ano da companhia e temos que arrumá-la para fazer qualquer movimento dessa ordem." 

fonte/REUTERS/FolhaSP
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