sexta-feira, 19 de março de 2010

HELICÓTERO MOVIDO A ÁGUA OXIGENADA


 

A empresa americana Swisscopter desenvolveu um helicóptero movido a foguetes e peróxido de hidrogênio (mais conhecido como água oxigenada, como as compradas em farmácias). A aeronave substitui o convencional motor a combustão em seu corpo por dois foguetes localizados nas pontas das hélices. 



Mas nunca havia sido mostrada ao público num helicóptero comercial, mesmo que protótipo. Os foguetes do Dragonfly DF1, nome do modelo, são movidos a uma mistura de 70% de peróxido do hidrogênio (H2O2), cujos tanques ficam localizados próximos ao acento do piloto.

Tais foguetes não poluem e são capazes de levar o DF1 a uma velocidade de 185 km/h e a uma altura de 4.000 m, com velocidade de subida de 700 m por minuto. Seu peso é de 106 kg (o mesmo que uma moto) e pode carregar até 227 kg (incluindo piloto e combustível).




A idéia não é nova, existe desde a década de 1950 e já é utilizada pela Marinha dos EUA há tempos. O princípio é simples: as moléculas de água oxigenada, em presença de certos elementos metálicos, se quebram e soltam o oxigênio "extra", tornando-se água pura. É por isso que a água oxigenada "ferve" em contato com o sangue em ferimentos: o ferro presente no sangue desencadeia o processo.
Ao liberar o oxigênio, também é liberada uma certa quantodade de energia, proveniente das ligações inter-atômicas quebradas, e isso pode ser usado para mover a hélice do helicóptero.




A experiência pode ser feita em casa: coloque um pouco de água oxigenada num copinho e jogue um chumbinho de pesca nele. Todo o oxigênio "sobrando" será liberado. Nada acontece ao chumbinho, porque não há reação química (ou seja, os elementos não se combinam), portanto um chumbinho de pesca sozinho é capaz de liberar o oxigênio de toda a água oxigenada do mundo. No helicóptero, são usadas concentrações de 70%, em vez dos 10% ou 20% encontrados em farmácias, o que torna o método bastante potente e apto a levantar do chão uma aeronave. O subproduto disso é também bastante ecológico e não-poluente: apenas oxigênio e água pura.

Outras vantagens do DF1 são a maior estabilidade e segurança, já que não possuem tantos controles - mais suscetíveis a falhas - e a ausência de torque do motor a combustão (normalmente localizado no corpo do aparelho e inexistente na Dragonfly) faz com que a hélice da cauda seja apenas para movimentação lateral, não contribuindo para a estabilização da aeronave.


A empresa realizou testes com sucesso em novembro de 2009, adquirindo a licença federal, e se prepara para o mercado de aeronaves. Para tanto, a Swisscopter disponibilizará acessórios como cobertura, maca médica, pulverização de plantios, guinchos, motores mais potentes e instrumentos de navegação, conhecidos como aviônicos.

A fabricante dos foguetes é a Tecaeromex, mesma responsável pelos cinematográficos Rocket Belts do agente secreto James Bond.
O site RedFerret traz mais informações sobre o helicóptero da Swisscopter que seria silencioso, leve, não poluente e de baixo custo. O site ainda apresenta um vídeo de um vôo demonstrativo, que pode ser visto pela atalho tinyurl.com/yhml8sa. O site da Swisscopter é www.swisscopter.us



fonte/Gizmodo/foto/divulgação

VÍDEO - HELICÓPTERO MOVIDO A ÁGUA OXIGENADA

FORMAÇÃO DE GELO NAS ROLLS´ROYCE TRENT

{{de|Triebwerk des Airbus A380 eine Rolls-Royc...Image via Wikipedia

O órgão regulatório europeu identificou outro potencial incidente de congelamento de motores, envolvendo um A330 com motores Rolls-Royce, e já recomendou medidas de precaução focadas em melhorar a não formação de gelo nos motores.

Durante a decolagem, o motor direito do A330 (cuja empresa não foi revelada) sofreu uma perda temporária de potência, disparando um alarme de "estol do motor", que logo desapareceu. 

As investigações mostraram que o fluxo de combustível para o motor estava restringida, mas também descobriu-se que o motor esquerdo sofreu queda similar, logo a seguir. A falha no esquerdo não foi suficientemente grande para disparar os alarmes e só foi detectada na análise posterior.

No momento do acontecido, os pilotos seguiram o procedimento padrão e, poucos instantes depois os motores já operavam normalmente, seguindo o vôo como planejado.

E daí? Pois bem, a EASA acredita que a interrupção parcial do fluxo de combustível foi causada pela formação de gelo; e esse tipo de acontecimento está brilhando nos radares do órgão desde o incidente com um 777 da British Airways, em janeiro de 2008, que perdeu os dois motores e fez um pouso forçado em Heathrow. 

Problemas com gelo nos motores Trent também são suspeitos de uma perda de motor de um 777 da Delta e uma arremetida de um A330 da Etihad Airways.  

fonte/JetSite
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FAA PUBLICA AD DE EMERGÊNCIA NOS BOEINGS 737NG


FAA publicou uma Airworthiness Directive (AD) de emergência, alertando aos operadores de 737NG a inspecionar os mecanismos de controle dos profundores após "vibrações severas" em um 737-800 da Ryanair que fez um pouso de emergência em Bruxelas, no início de março. 

A agência indicou que as empresas devem "detectar e corrigir" a falha imediatamente, causada por "falhas nos pontos de encaixe do profundor" do -800 da Ryanair. "Essa condição, se não corrigida, pode resultar na perda de controle da aeronave e consequente ruptura da estrutura.", completou a FAA.  
Documento

Airworthiness Directive



This AD has been Cancelled.
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DEPARTMENT OF TRANSPORTATION

Federal Aviation Administration

14 CFR Part 39

AD 2007-18-51; Docket No. FAA-2007-29089; Directorate Identifier 2007-NM-214-AD


    Boeing Model 737-600, -700, -700C, -800, -900, and -900ER series airplanes
PDF Copy (If Available):
2007-18-51 (Emergency).pdf


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AGENCY: Federal Aviation Administration, DOT





DATES: Effective August 25, 2007.



Contact Information

(h) For technical information about this AD, contact: Nancy Marsh, Aerospace Engineer, Airframe Branch, ANM-120S, FAA, Seattle Aircraft Certification Office, 1601 Lind Avenue SW., Renton, Washington 98057-3356; telephone (425) 917-6440; fax (425) 917-6590.

    ISSUE DATE: August 25, 2007 AD 2007-18-51; Docket No. FAA-2007-29089; Directorate Identifier 2007-NM-214-AD Emergency airworthiness directive (AD) 2007-18-51 is sent to all owners and operators of Boeing Model 737-600, -700, -700C, -800, -900, and -900ER series airplanes. Background We have received reports of parts of the main slat track downstop assembly coming off the main slat track. In one case, a nut fell into the slat track housing (referred to as “slat can”) and, during a subsequent slat retraction, the track made contact with the nut, pushing it into the wall of the can and puncturing it. That operator reported finding fuel leaking from the drain hole in the slat track housing at the No. 5 slat track position. In another case, an initial investigation revealed that following retraction of the slats after landing on a Model 737-800 airplane, loose parts of the main slat track downstop assembly punctured the slat can, which resulted in a fuel leak and a fire that ultimately destroyed the airplane. Loose or missing parts from the main slat track downstop assemblies, if not detected and corrected, could result in a fuel leak and consequent fire. FAA’s Determination and Requirements of this AD We have evaluated all pertinent information and identified an unsafe condition that is likely to exist or develop on other airplanes of this same type design. Therefore, we are issuing this AD to detect and correct hardware from coming loose from the slats and puncturing the slat track can, which could result in a fuel leak and consequent fire. This AD requires repetitive detailed inspections of the slat track downstop assembly to verify that proper hardware is installed, one-time torquing of the nut and bolt, and corrective actions if necessary. Corrective actions include installing a new or serviceable part; and doing a detailed inspection of the inside of the slat can for foreign object debris (FOD) and damage, and removing any FOD and repairing damage that is found. Interim Action We consider this AD interim action. If final action is later identified, we might consider further rulemaking then. Examining the Docket You may examine the contents of this AD docket on the Internet at http://dms.dot.gov (on the next business day after we have issued the AD), or in person at the U.S. Department of Transportation, Docket Operations, M-30, West Building Ground Floor, Room W12-140, 1200 New Jersey Avenue SE., Washington, DC 20590; the directorate identifier for this docket is 2007-NM-214-AD. Authority for this Rulemaking Title 49 of the United States Code specifies the FAA’s authority to issue rules on aviation safety. Subtitle I, Section 106, describes the authority of the FAA Administrator. Subtitle VII, Aviation Programs, describes in more detail the scope of the Agency’s authority. We are issuing this rulemaking under the authority described in Subtitle VII, Part A, Subpart III, Section 44701, “General requirements.” Under that section, Congress charges the FAA with promoting safe flight of civil aircraft in air commerce by prescribing regulations for practices, methods, and procedures the Administrator finds necessary for safety in air commerce. This regulation is within the scope of that authority because it addresses an unsafe condition that is likely to exist or develop on products identified in this rulemaking action. Determination of Rule’s Effective Date This emergency AD is issued under 49 U.S.C. Section 44701 according to the authority delegated to me by the Administrator, and is effective immediately upon receipt.

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    2007-18-51 BOEING: Docket No. FAA-2007-29089; Directorate Docket No. 2007-NM-214-AD. Effective Date (a) Emergency airworthiness directive (AD) 2007-18-51, issued on August 25, 2007, is effective immediately upon receipt. Affected ADs (b) None. Applicability (c) This AD applies to all Boeing Model 737-600, -700, -700C, -800, -900, and -900ER series airplanes, certificated in any category. Unsafe Condition (d) This AD results from reports of the main slat track downstop hardware coming off the retaining bolts for the main slat track downstops. The Federal Aviation Administration is issuing this AD to detect and correct loose or missing parts from the main slat track downstop assemblies, which could result in a fuel leak and consequent fire. Compliance (e) You are responsible for having the actions required by this AD performed within the compliance times specified, unless the actions have already been done. Repetitive Detailed Inspections and One-Time Torquing (f) Within 24 days after receipt of this AD: Do the actions required by paragraphs (f)(1) and (f)(2) of this AD. (1) Do a detailed inspection of each main slat track downstop assembly to verify proper installation of the slat track hardware (the bolt, washers, downstops, sleeve, stop location, and nut shown in Figure 1 of Boeing Service Letter 737-SL-57-084-B, dated July 10, 2007, and in this AD). If any part is missing or is installed improperly, before further flight, install a new or serviceable part using a method approved in accordance with the procedures specified in paragraph (g) of this AD; and do a detailed inspection of the inside of the slat can for foreign object debris (FOD) and damage. Before further flight, remove any FOD found and repair any damage found using a method approved in accordance with the procedures specified in paragraph (g) of this AD. Using Boeing Correspondence (Multi-Operator Message) Service Request ID 1-523812011, issued August 25, 2007, is one approved method for verifying proper installation; installing a new or serviceable part; and inspecting for damage and FOD, and removing FOD and repairing damage. Repeat the actions required by paragraph (f)(1) of this AD thereafter at intervals not to exceed 3,000 flight cycles: (2) Apply a torque between 50 to 80 inch-pounds to the nut. The bolt head must be held with the torque applied to the nut. Note 1: For the purposes of this AD, a detailed inspection is: “An intensive examination of a specific item, installation, or assembly to detect damage, failure, or irregularity. Available lighting is normally supplemented with a direct source of good lighting at an intensity deemed appropriate. Inspection aids such as mirror, magnifying lenses, etc., may be necessary. Surface cleaning and elaborate procedures may be required.”

    Figure 1 Alternative Methods of Compliance (AMOCs) (g)(1) The Manager, Seattle Aircraft Certification Office (ACO), FAA, has the authority to approve AMOCs for this AD, if requested in accordance with the procedures found in 14 CFR 39.19. (2) To request a different method of compliance or a different compliance time for this AD, follow the procedures in 14 CFR 39.19. Before using any approved AMOC on any airplane to which the AMOC applies, notify your appropriate principal inspector (PI) in the FAA Flight Standards District Office (FSDO), or lacking a PI, your local FSDO. (3) An AMOC that provides an acceptable level of safety may be used for any repair required by this AD, if it is approved by an Authorized Representative for the Boeing Commercial Airplanes Delegation Option Authorization Organization who has been authorized by the Manager, Seattle ACO, to make those findings. For a repair method to be approved, the repair must meet the certification basis of the airplane, and the approval must specifically refer to this AD. Contact Information (h) For technical information about this AD, contact: Nancy Marsh, Aerospace Engineer, Airframe Branch, ANM-120S, FAA, Seattle Aircraft Certification Office, 1601 Lind Avenue SW., Renton, Washington 98057-3356; telephone (425) 917-6440; fax (425) 917-6590.


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    Issued in Renton, Washington, on August 25, 2007. Ali Bahrami, Manager, Transport Airplane Directorate, Aircraft Certification Service.

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fonte/ FAA/JetSite

PRESIDENTE DA GOL CRITICA AEROPORTOS


O presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior,criticou ontem a falta de investimento nos aeroportos do país, e afirmou que a empresa está investindo em tecnologia para tentar driblara saturação em alguns dos principais terminais brasileiros. Mas ele ressaltou que as medidas são paliativas e que investimentos no setor são essenciais para acompanhar o crescimento do Brasil.
 
Constantino Júnior disse que o problema atinge a maioria dos aeroportos do país e que as empresas aéreas são obrigadas a mudar suas operações.
- São Paulo tem dois aeroportos no limite. Estamos transferindo conexões para outros ramos, como o Galeão, Brasília e Confins. Com isso, temos mais destinos e maior volume de voos disse.
O empresário dá como exemplo de nova tecnologia o check-in pelo telefone celular, no qual o passageiro recebe mensagem SMS com um código de barras que contém as informações necessárias para seu embarque.
- É só aproximar o telefone de um dispositivo para emitir o bilhete. Isso reduz a aglomeração de pessoas (nos balcões) afirmou.

Mas há casos, como o do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em que só uma expansão pode resolver o problema.
- A estimativa é de que, entre 18 e 24meses, Confins atinja sua capacidade. Uma análise indica que é necessário um novo terminal ressaltou.
A opinião é a mesma do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que criticou a falta de ação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero),alertando para a necessidade de construir um terminal de passageiros em Confins, além de ampliar o atual.

- Essa é uma preocupação gravíssima. Fizemos a transferência, anos atrás, dos voos da Pampulha para o Aeroporto Tancredo Neves, que atendia 380 mil passageiros por ano e já passamos 5,5 milhões. Assinamos um protocolo com a Infraero no fim ano passado, mas não tivemos ação concreta da empresa sequer para apresentar o projeto executivo reclamou Aécio, que hoje deve encontrar-se com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza.

A Gol quer oferecer serviço de manutenção para empresas aéreas estrangeiras que operam no Brasil. Foi o que afirmou Constantino Júnior, durante a inauguração da expansão do Centro de Manutenção de Aeronaves, em Confins. Com investimento de R$65 milhões, a Gol dobrou a capacidade do complexo de 60 para 120aeronaves por ano.

fonte/OGlobo

LUCRO DA EMBRAER DOBRA EM 2009


A Embraer registrou lucro líquido de R$ 894,6 milhões em 2009, um crescimento de 108,6% sobre os R$ 428,8 milhões apurados em 2008. 

O resultado final foi impulsionado por um ganho de R$ 376,6 milhões na linha do balanço para imposto de renda e contribuição social diferidos, revertendo a perda de R$ 411,5 milhões registrada na mesma linha em 2008. 

A receita líquida da fabricante de aviões recuou 7,9%, para R$ 10,812 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado foi de R$ 1,157 bilhão, com queda de 22,8%. A margem Ebitda ajustado caiu de 12,8% para 10,7% no período. 

As exportações da Embraer somaram US$ 4,053 bilhões em 2009, o que representa uma queda de 29,3% em relação a 2008. Ainda assim, a empresa manteve-se como a quarta maior exportadora brasileira, com uma contribuição de 2,65% para o saldo da balança comercial do país. 

A Embraer encerrou o ano com 244 jatos entregues, sendo 122 para o mercado de aviação comercial (115 Embraer 170/190 e sete da família ERJ 145), 115 jatos para o mercado de aviação executiva (18 Legacy 600, três Lineage 1000, um Phenom 300 e 93 aviões Phenom 100); e também sete aeronaves de transporte para o mercado de defesa. 

Além disso, a companhia modernizou dez caças F-5 pelo programa F-5BR da FAB e entregou 20 super tucanos para o Brasil, República Dominicana e Chile. 

A receita líquida do mercado de aviação comercial diminuiu 13,5% no ano passado, para R$ 6,780 bilhões, devido ao menor número de entregas no período,e explica a Embraer. 

A aviação executiva gerou uma receita de R$ 1,694 bilhão, 4,6% maior que no ano anterior. O segmento de serviços aeronáuticos apresentou receita de R$ 1,166 bilhão, um aumento de 4,9%.
A receita líquida do mercado de defesa foi de R$ 948,9 milhões em 2009, praticamente estável em relação aos R$ 953,8 milhões de 2008. 

A Embraer fechou o ano com caixa líquido de R$ 849,4 milhões. A dívida total somou R$ 3,584 bilhões, 16,6% abaixo dos R$ 4,299 bilhões registrados em 2008. Do endividamento total, 71,2% referem-se a linhas de longo prazo.A parcela em dólares representa 65,1% do total. O prazo médio de endividamento é de 4 anos e 9 meses.

fonte/O Globo

APROVADO PROJETO DE LEI QUE ASSEGURA SIGILO EM INVESTIGAÇÕES DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

A Comissão de Viação e Transportes aprovou na quarta-feira (10) o Projeto de Lei 2453/07, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do tráfego aéreo, que assegura a inviolabilidade de informações e depoimentos recolhidos em investigações do Sistema de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer). A proposta também normatiza os procedimentos e competências nas investigações do órgão.

O relator, deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), recomendou a aprovação do substitutivo da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. Segundo o relator, o substitutivo acentua o caráter exclusivamente preventivo de manifestações, provas e conclusões derivadas de investigações Sipaer.

São admitidas investigações, em separado, para outros fins que não a prevenção, mas a precedência é garantida às investigações no âmbito do Sipaer. É prevista a cooperação da Aeronáutica com a investigação policial, mas é vedada a conclusão de investigação do Sipaer como prova de culpa, e fica assegurado o sigilo das fontes.

Status de lei

Macris explica que a proposta cumpre a finalidade principal de conferir status de lei a normas e práticas de investigação de acidentes aeronáuticos recomendadas pela Organização de Aviação Civil Internacional.
A falta de uma legislação específica sobre o tema tem criado dificuldades para o Sipaer assegurar o cumprimento de norma firmada no âmbito das Nações Unidas, segundo a qual as investigações aeronáuticas devem servir exclusivamente ao propósito de prevenir acidentes.

A base dessa diretriz é o fato de que a grande maioria das pessoas só se dispõe a colaborar com investigações se suas declarações não lhe causarem prejuízo. Pilotos e controladores de vôo, por exemplo, ficam receosos de colaborar com investigações, se os diálogos ou as informações prestadas contribuírem para corresponsabilizá-los em acidentes 
.
O relator explica que o objetivo da investigação aeronáutica é reunir o máximo de informações sobre os acidentes sem a preocupação de identificar responsáveis, mas de propor, ao final do processo, recomendações de segurança.

fonte/CameraDos DeputadosFederais

RELATÓRIO FINAL DA FAB DIZ QUE PROPOSTA DE CAÇAS FRANCESES É MAIS CONSISTENTE

Está na mesa do ministro da Defesa, Nelson Jobim, o relatório final da Força Aérea Brasileira sobre a qualidade técnica dos caças que disputam a compra pelo Brasil. Diferentemente das análises anteriores, desta vez a Aeronáutica reavalia que, considerando a Estratégia de Defesa Nacional, os caças franceses Rafale representam “a proposta mais consistente”. O Brasil pretende comprar 36 caças em um negócio que pode chegar a US$10 bilhões.

O relatório de sete páginas afirma ainda que em termos operacionais, os três jatos – os franceses, os suecos Gripen Ng e os americanos F-18 Super Hornet – satisfazem tecnicamente.
Dentro de alguns dias, o ministro da Defesa vai apresentar seu próprio relatório ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá escolher oficialmente o caça a ser comprado com base nos argumentos de Jobim.
Os Rafale possuem dois motores e os franceses afirmam que transferem tecnologia de forma irrestrita, além de oferecerem o mercado da América do Sul para o Brasil exportar a produção.

Preferência por franceses

A preferência do presidente Lula pelos franceses já é conhecida – foi declarada no dia 7 de setembro do ano passado durante uma visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy, a Brasília.
Em audiência no Senado ainda em 2009, o ministro da Defesa afirmou: “há efetivamente por parte do governo uma opção pela França. Basta que a França cumpra as opções de transferência de tecnologia”.

Na época, Jobim mencionou ainda que a transferência de tecnologia por parte dos americanos já foi um problema para o Brasil: “mostrei aos americanos que a jurisprudência americana não lhes era favorável, uma vez que nós tínhamos uma série de embargos de transferência de tecnologia nos últimos anos, mostrei aos americanos que a sua tradição não os recomendava”, afirmou então o ministro.

fonte/ G1

JOBIM RECOMENDARÁ CAÇA FRANCÊS A LULA

Com a decisão política tomada, a Força Aérea pacificada e uma redução de 10% no preço do pacote, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, vai encaminhar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos próximos dias, uma exposição de motivos, acompanhada de um relatório assinado por ele, recomendando a compra de 36 caças franceses Rafale para equipar a FAB.

O impasse foi encerrado depois que uma comissão especial criada no Brasil pelo ministro Jobim, integrada pelos Ministérios da Defesa, da Fazenda e da própria Aeronáutica, foi à França e cobrou do governo francês a promessa feita pelo presidente Nicolas Sarkozy de redução de 10% do preço apresentado na última proposta, que não havia sido cumprida pela Dassault, fabricante do Rafale. Além disso, pediu novos esclarecimentos técnicos em relação a preço e transferência de tecnologia. Antes dessa fase de negociação, os franceses só tinham reduzido o preço do pacote, estimado em US$ 10 bilhões, em apenas 1,8%.
Do processo de seleção participam também o Gripen, da sueca Saab, e o F-18, fabricado pela norte-americana Boeing.

Acertados os ponteiros entre os dois países, Jobim dirá na exposição de motivos que o Rafale é mesmo o melhor produto para atender às demandas da Estratégia Nacional de Defesa (END).
E mais: agora, com o endosso dado pela Aeronáutica, o governo entende que todos os problemas estão superados. Na reunião de seu Alto Comando, na terça-feira, o assunto foi discutido e na ocasião foi preparada uma resposta ao questionamento do ministro se o Rafale atendia às premissas da Estratégia de Defesa, obtendo o aval da FAB.

Similares

Os militares reiteraram que os três modelos em disputa eram considerados similares, que todos atendiam a Força Aérea e o Rafale era o mais consistente em relação à END, mas reiteravam que não cabia a eles a decisão política. Os militares têm interesse em que o assunto seja resolvido o mais rapidamente possível.
Depois de receber o relatório da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate da FAB (Copac), que colocava o Gripen em primeiro lugar, o F-18 em segundo e Rafale em terceiro, o ministro da Defesa decidiu pedir um parecer de suas secretarias – de Logística e de Mobilização e de Política Estratégica e Assuntos Internacionais – sobre as propostas das três empresas concorrentes.

Jobim queria que fosse checado, em detalhes, se as propostas apresentadas correspondiam às afirmações feitas pelas empresas, principalmente no tocante à transferência de tecnologia, ponto fundamental para o governo, que queria cumprir a Estratégia Nacional de Defesa.

Argumentos. As secretarias concluíram que, embora o preço do Rafale fosse o mais alto, a transferência de tecnologia mais consistente é a dos franceses. O mesmo parecer reitera ainda argumentos que vêm sendo usados pelo governo para questionar a transferência de tecnologia proposta pelos norte-americanos, considerada falha. E, em relação aos suecos, o relatório fala da dependência na transferência que o Gripen tem em relação a outros países, já que muitos de seus componentes vêm de diferentes fornecedores.

fonte/O Estado de São Paulo

AEROPORTO DE CONGONHAS DESCUMPRE REGRAS DE SEGURANÇA E HORÁRIO



O aeroporto de Congonhas, o segundo mais movimentado do país, tem desrespeitado normas de segurança e de horário, segundo informações de Ricardo Gallo e Eduardo Geraque publicada na edição desta sexta-feira da Folha.


De acordo com o texto, a Infraero --responsável pelo aeroporto, na zona sul-- ignorou a decisão da prefeitura de reduzir até o início deste mês o horário de funcionamento do local. As operações só poderiam ocorrer das 7h às 22h na semana e das 9h às 23h aos domingos e feriados.

Hoje, o aeroporto funciona das 6h às 23h. 

Já o número de pousos e decolagens, limitado a 30 por hora para a aviação comercial, também não é integralmente respeitado. Apenas nesta semana, em ao menos dez vezes, ocorreram mais de 30 operações por hora no local, considerando apenas voos comerciais. Na quarta, por exemplo, foram registrados 39 pousos e decolagens em uma hora, segundo dados da Infraero e das empresas aéreas. 

fonte/FolhaOnLine

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