domingo, 15 de maio de 2011

EQUIPES DE BUSCA LOCALIZAM AERONAVE DE PEQUENO PORTE QUE CAIU NO PARÁ

Equipes de busca da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Corpo de Bombeiros localizaram, neste domingo (15), os destroços do avião que caiu na região de Tucuruí, no Pará. O acidente ocorreu na tarde do sábado (14).

O coronel Mário Morais, comandante de operações do Corpo de Bombeiros do Pará, afirmou ao G1 que uma equipe de mergulhadores conseguiu localizar os destroços da aeronave em um dos rios.
“Nosso pessoal conseguiu identificar e localizar a aeronave. Seguimos a indicação de ribeirinhos e localizamos o avião no meio do rio. Amanhã [segunda-feira (16)], será iniciada a operação de resgate dos corpos, se eles ainda estiverem na aeronave”, afirmou Morais. “A informação que temos, em princípio, é que são três vítimas, o piloto e dois passageiros.”

Segundo o coronel, muito tempo foi perdido até as equipes encontrarem do local da queda, o que impossibilitou que as buscas tivessem início ainda neste domingo. “Nós dependemos da luz do dia para ter mais visibilidade. A água dos rios na nossa região é muito barrenta e a visibilidade é praticamente zero. Contamos com a luz do dia para o resgate, então começaremos a operação logo ao nascer do sol de amanhã”, afirmou.

A FAB também informou que o piloto de uma das aeronaves de busca avistou as asas do avião em um rio na região de Tucuruí.

De acordo com a FAB, a aeronave que sofreu o acidente partiu do município de Senador José Porfírio (PA) com destino a Paragominas (PA). O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) vai investigar as causas da queda após a conclusão dos trabalhos de busca.

fonte/G1
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APÓS PANE NO MOTOR, AVIÃO FAZ POUSO FORÇADO NO PANTANAL

Um avião monomotor, prefixo PP-MGG tipo C 206, teve de fazer pouso forçado durante voo na noite deste sábado (15), nas águas da região do Pantanal Nhecolândia.

O acidente aconteceu após pane no motor logo depois da decolagem da fazenda Campo Creuza, no Pantanal – a 65 quilômetros ao leste de Corumbá.

O piloto, Francisco Boabaid, que transportava três funcionários da fazenda, chegou a emitir sinal de socorro, mas conseguiu fazer o avião pousar sobre a água.

O Centro de Comunicação da Aeronáutica, sediado em Brasília, informou que o Salvaero de Curitiba foi acionado às 19h40, mas depois recebeu comunicado que os quatro ocupantes da aeronave estavam bem e tinham conseguido chegar à sede da fazenda, não sendo necessária a mobilização de equipe de busca e resgate.

fonte/DiarioOnLine/AquiduanaNews
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AUSTRAL, AVIÕES DA EMBRAER CONTINUAM NO SOLO, ARGENTINA



Foto: Uma das aeronaves ESTÁ NO AEROPORTO DE CORRENTE.
 
Os aviões da Embraer são realmente novos na frota da Aerolíneas Argentinas e Austral. Mas, apesar do seu porte moderno e as suas óbvias vantagens quando se trata de consumo de combustível, seis dos catorze jatos que da frota da Austral estão em terra, sem voar.

Alguns estão com os guardas nas janelas e turbinas, para evitar o desgaste que representam as alterações climáticas para um avião estacionado no solo. São aqueles com LV-CIG de inscrição (no aeroporto de Córdoba), LC-CIH (no terminal de Correntes),o LC-CHQ (Aeroparque) e LV-CHO (que está em Ezeiza). Uma quinta aeronave, o LV-CHO, está em manutenção, peças sobressalentes pendentes, autorizadas para o mês de julho.


Fontes do setor garantiu a este jornal que o sexto jato da Embraer fica em Aerparque em manutenção, em 18 dias, sem passageiros decola do aeroporto Fisherton, Rosario, e é trazido de volta ao Aeroparque pela manhã ( ????????).

 
Os dois primeiros Embraer chegaram na Argentina em 20 de setembro do ano passado, a um preço de US$ 34 milhões cada, e sobretaxas em meio a suspeitas. Cerca de 85% do valor é  financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a uma taxa de 7%. Os 15% restantes são pagos em dinheiro. Assim, o Estado já desembolsou US $ 30 milhões "cash" paraos  seis Embraer que estão sem voar.

Claudio Somoza, chefe da União dos Aviadores Airlines (Uala, o sindicato dos pilotos do Sul) garantiu que a rotação aviões é "por falta de lugar no Aeroparque, em primeiro lugar, e porque dois desses aviões ainda estão matriculados".


Diferentes fontes de associações de aviação tinham assegurado  a este jornal, em off , que a explicação de que havia seis novos aviões sem voar era que não havia pilotos suficientes na Austral.

Somoza não negou essas informações, mas descreveu-o como a maneira correta de fazer as coisas. "No Sul são 360 pilotos que voam entre 20 e 22 aeronaves. Não podemos enviar a um curso, de uma só vez, todos os pilotos e co-pilotos, seriam necessários para fazer 20 para voar os Embraer, e não teríamos as tripulações para os MD continuarem voando ", disse o diretor. Ele acrescentou: "Há 90 novos co-pilotos que estão fazendo o curso da Embraer, e que requerem um período de cinco meses para estarem prontos para voar."

- Mas essa situação não poderia ter planejada há mais tempo? Foi no tempo certo. Quando chegou o primeiro Embraer, em setembro, nós tivemos duas tripulações prontas. Mas nenhuma companhia aérea recebe dois novos aviões por mês, como é nosso caso. É uma situação temporária. 

fonte/foto/Clarim/DesenvolvimentoDefesa
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AEROPORTOS DE SÃO PAULO ATRAEM AFICCIONADOS POR FOTOGRAFIAS DE AVIÕES

Spotters at São Paulo/Guarulhos International ...Image via Wikipedia
“Um estranho passatempo de ficar fazendo fotos de aviões, muitas vezes sob um sol de lascar, em aeroportos, bases aéreas e eventos aeronáuticos.” É assim que o spotter Luciano Porto define o chamado plane spotting – ou observação de aviões, em português. Para Aidan Formigoni, paulistano da Zona Leste que é praticante assíduo de spotting, o fato de ficar correndo de um lado para o outro dentro do saguão de um aeroporto, com uma câmera na mão, faz com que spotters pareçam mesmo um pouco “malucos”.

O aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, é um dos pontos favoritos dos spotters. “Cumbica é o nosso carro-chefe, é o melhor aeroporto do Brasil para praticar o plane spotting”, disse Raul Pereira, spotter de Porto Alegre. “Sempre que posso, viajo até São Paulo só para fazer spotting, a última vez foi nesta Páscoa”, completou. A grande variedade de aviões comerciais, vindos de todas as partes do mundo, é um dos maiores atrativos para os spotters.

Mesmo assim, o apoio para a realização da prática não existe. Segundo a Infraero, apenas Cumbica destina uma área especial para que pessoas possam ficar observando a movimentação de aviões nas pistas. O que, para o paulistano Rodrigo Durighello, não representa muita coisa, já que “as janelas do saguão são muito sujas e riscadas, fica muito ruim tirar fotos de lá”. Procurada, a Infraero informou que não separa áreas externas ao saguão para essa forma de atividade.

Segundo Aidan Formigoni, a cobrança de uma taxa para entrar em um determinado espaço, destinado a fotógrafos-spotters, é prática comum na Europa. “Eu não me incomodaria até de pagar uma taxa para poder ficar mais próximo da pista, tirando minhas fotos, sem ninguém me tirar dali”, disse Aidan. “Um cadastro de todas as pessoas iria controlar o fluxo. Assim, caso acontecesse alguma coisa, saberiam quem estava ali”, completou Durighello ao comentar o fato de que a Infraero, segundo eles, teme pela segurança das pessoas próximas à pista e que elas atrapalhem a operação do aeroporto.

Histórias Spotters
Spotters costumam ser iniciados no ramo desde pequenos. A paixão de Raul Pereira por aviões, por exemplo, começou em 1986, quando assistiu ao filme Top Gun. A partir daquele momento, ele começou a frequentar aeroportos com a sua avó e, desde então, não parou mais. Aidan, por sua vez, tornou-se um aficionado pelos aeromodelos quando voou pela primeira vez, logo aos 5 anos de idade.

As câmeras de fotografia figuram um outro ponto de evolução dos spotters. A maior parte tem outras profissões e atividades. Mesmo assim, eles buscam sempre aparelhos melhores e mais modernos. “O spotter é um grande consumidor de tecnologia”, afirmou Raul. “Além das câmeras, buscamos sempre radinhos, cada vez mais tecnológicos, para poder ouvir a torre de controle”.


O ‘kit spotter’, como denominou Aidan, é essencial sempre que se faz spotting. “Sempre que o spotter sai, ele tem que levar comida, alguma coisa para beber, protetor solar e, claro, a câmera”, disse ele. “É bom sempre deixar a câmera desligada também, já tive que voltar para casa antes do previsto porque acabou minha bateria”, recomendou Aidan.

Essas são dicas básicas para que não se percam fotos de aviões importantes. O acompanhamento dos pousos e decolagens previstos, que pode ser feita gratuitamente em alguns sites, facilita o encontro de algumas aeronaves mais raras.

A verdade é que vale tudo para tirar boas fotos de aviões, e nas mais variadas condições. Paulo Bueno, outro spotter paulistano, dedicou duas horas de um dia chuvoso para ‘spottear’ no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. “Fiquei fotografando numa passarela próxima ao cruzamento da Avenida Rubem Berta com a Bandeirantes ”, disse Paulo. “Fiquei encharcado! Mas as fotos ficaram legais”, afirmou.

O hobby pode parecer estranho para quem não é do meio. Mas, como disse Rodrigo Durighello, “uns vão ao Pacaembu ver o Corinthians no final de semana, a gente vem para o aeroporto ver os aviões”.

Confira abaixo um mapa com os principais pontos de Plane Spotting na região do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
Confira os principais locais de Spotting no Aeroporto de Cumbica (Foto: Fabiano Correia/ G1)



Rodovia - Se for até o aeroporto pela Rodovia Hélio Smidt, a dica é parar o carro logo na primeira saída - no Terminal de Cargas - e caminhar pelo gramado, beirando a via, no sentido contrário. Depois de cerca de 10 minutos, você chegará na cabeceira da pista. Do local, é possível observar os aviões chegando. Até a aproximação final, você terá bastante tempo para conseguir boas fotos.

Correios - No próprio Terminal de Cargas, há uma rua onde está o Terminal dos Correios. No final dessa rua é possível observar pista. Ali será necessária uma câmera mais potente e um fotógrafo mais experiente, já que a distância para os aviões é um pouco maior. A visão dos aviões dura poucos segundos, mas o ângulo, com vista direta para a pista, garante belas fotos.

Saguão - Apesar dos vidros sujos, de dentro do aeroporto pode-se observar toda a movimentação interna das aeronaves. Se você estiver com o radinho, poderá acompanhar em tempo real as ordens sendo cumpridas pelos pilotos. Caso encontre um spotter, pergunte sobre a 'Bat Caverna', é um dos melhores pontos do saguão para tirar fotos.

Morrinho - Esse ponto é um dos mais famosos. Em um sábado de manhã, é possível encontrar diversas pessoas fotografando aviões. Alguns spotters tem um pouco de receio por conta da localização afastada, mas, em grupo, é um excelente ponto para fazer Spotting. O Morrinho fica na Rua Benfica e é preciso seguir pela via paralela à Rodovia para chegar até lá. Quando os aviões estão decolando por este ponto, fotos fantásticas estão garantidas.

fonte/foto/G1
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MENSAGEM DOS CONTROLADORES DOS EUA

SERIPA TRABALHA EM BUSCA DE DESTROÇOS DO AVIÃO QUE CAIU NO PARÁ

Uma equipe do Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa I) está neste momento na localidade de Jararaca, que fica próximo ao município de Breu Branco, no sudeste paraense, para procurar os destroços de um avião de pequeno porte que caiu na tarde de ontem (14).

Segundo informações do sargento Luiz Bittencourt, dois investigadores do Seripa I estão trabalhando em conjunto com o Serviço de Salvamento Aéreo de Manaus, pela localização e busca da aeronave.

O acidente foi informado por populares para a Polícia Militar do município. O avião caiu a 40 km da porteira de uma fazenda, porém o local é de mata densa, o que dificulta o acesso.

Ainda não está confirmado o número de passageiros, mas a quantidade pode variar entre quatro e seis pessoas.

fonte/DOL
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FAB AVERIGUA POSSÍVEL QUEDA DE AVIÃO EM TUCURUÍ, PARÁ


O Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa I) afirmou que enviou neste sábado equipes para averiguar a possível queda de um avião de pequeno porte em Tucuruí, no Pará. O órgão ficou sabendo da possibilidade da queda após ser procurado pela imprensa e moradores que relataram indícios da queda do avião.

A aeronave de pequeno porte saiu de uma fazenda no município de Senador José Porfírio, na região de Altamira, por volta das 9h30 deste sábado e deveria chegar a Ulianópolis, no sudeste do Pará, cerca de duas horas depois. A Aeronáutica ainda não encontrou possíveis destroços e não há informações sobre a quantidade de pessoas, já que o avião era particular. 

fonte/Terra
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