quinta-feira, 28 de junho de 2012

FOTOS E VÍDEO DO ACIDENTE COM B763 DA ANA NO JAPÃO









fonte/foto/Avherald



DESVENTURAS AÉREAS NOS CÉUS DA NIGÉRIA

English: Murtala Mohammed International Airpor...English: Murtala Mohammed International Airport, Lagos, Nigeria. (Photo credit: Wikipedia)
Lagos, Nigéria – O suplício de voar na Nigéria começa com turbas caóticas acenando chumaços de dinheiro ao redor de vendedores de passagens em terminais abafados e sem ar-condicionado.
Depois, vemos a onda de gente sobre o atendente sobrecarregado que cuida do check-in. 

Entrar no avião em si pode ser considerado um feito, dada a falta de anúncios audíveis, sinalização eficiente e empregados uniformizados que saibam quanto tempo vai durar o atraso inevitável. 

Porém, é só depois de estar instalado no avião que a verdadeira aventura começa. 

Viagem aérea por aqui pode ser uma experiência banal, mas à beira da catástrofe, como o acidente de avião de junho em Lagos bem mostrou. A forma como um avião brilhante cheio de nigerianos bem-sucedidos — muitas reportagens detalharam as conquistas de alguns funcionários públicos graduados ou de empreendedores engenhosos — acabou virando um amontoado chamuscado de ferragens na lama de um bairro operário serviu para ressaltar os piores pesadelos de todo viajante deste país, tão cheio de dinamismo e disfunção. 

Décadas atrás, os aviões caíam com tanta frequência que muitos nigerianos preferiam as estradas perigosas para ir daqui para, por exemplo, Abuja, Port Harcourt ou Kano. 

Porém, o governo fechou as linhas aéreas de operadoras perigosas e avisou às outras que subterfúgios estavam proibidos. Segundo especialistas, a reputação do setor aéreo do país melhorou, a ponto de autoridades dos Estados Unidos terem dado às suas companhias aéreas, em 2010, o status de Categoria 1, o mais elevado aval de segurança. 

Então, o acidente de 3 de junho com o avião da Dana Air, de Abuja, a capital, que matou todas as 153 pessoas a bordo, além de um número desconhecido de pessoas em terra, trouxe todas as dúvidas de volta. A ansiedade que cerca o setor aéreo nigeriano continuou numa noite recente de sexta-feira em junho, quando as luzes da pista do Aeroporto Internacional Nnamdi Azikiwe, em Abuja, se apagaram, levando ao desvio de alguns voos e deixando passageiros em dificuldades. 

Numa manhã recente no Aeroporto Murtala Muhammed, em Lagos, o piloto de uma das principais empresas aéreas nigerianas confessou seus medos. Ele disse que não embarcaria nos envelhecidos 737s da empresa por falta de manutenção adequada. Segundo o piloto, a manutenção é uma piada. O entrevistado afirmou que os inspetores de segurança foram subornados. Os pilotos adotaram comportamentos excêntricos na cabine, pondo em risco as vidas dos passageiros. Findas as acusações, ele foi voar em seu avião. 

Sem dúvida, a grande maioria dos voos na Nigéria, como em qualquer lugar, começa e termina sem incidentes perceptíveis, ainda que os pilotos pareçam anunciar destinos incorretos regularmente. Tirando o desconforto — aviões velhos, alguns com 30 anos de serviço, com poltronas apertadas e assombrados pelos odores de décadas de refeições ruins —, são como os aviões de qualquer lugar. Só que, de vez em quando, eles se destacam. 

O avião de uma grande companhia nigeriana se aproximava de Lagos após um voo internacional noturno. A cidade se tornou visível, dava para enxergar o aglomerado das ruas próximas ao aeroporto, e o avião parecia estar na descendente. De repente, a visão mudou. 

O avião sobrevoava campos e pântanos. A cidade sumia a distância, embora o tempo estivesse perfeito. Aparentemente, o avião não se dirigia mais a Lagos. Depois de alguns minutos, a voz do capitão foi ouvida pelo comunicador:

— Ah, distintos senhoras e senhores (é assim que os pilotos nigerianos se dirigem agora aos passageiros), peço desculpas, mas perdi o pouso. Terei que de tentar novamente.
O avião ficou em absoluto silêncio. Os comissários ficaram congelados em seus lugares, com os rostos imóveis. Depois de dez minutos, o piloto tentou novamente e o avião aterrissou sem incidentes. 

Num recente voo doméstico — novamente envolvendo uma empresa grande — o pequeno jato enfrentou forte turbulência. Ele prosseguia, com o avião chacoalhando para cima e para baixo, os minutos se acumulando, primeiro 15, depois meia hora. 

A voz do piloto se ouviu novamente pelo comunicador, mas não para dar informações sobre o voo. Para cantar. Barítono ofegante com voz de taquara rachada, o (evidentemente) idoso piloto começou a entoar uma cantiga improvisada louvando a própria empresa: "Ah, como adoro voar pela Air Nigeria! Air Nigeria! É a melhor!"
O avião sacudia e o capitão cantava. 

Por fim, o jato pousou em seu destino no interior. Os passageiros, quase todos nigerianos, desembarcaram, impassíveis e silenciosos, parecendo acostumados a essas experiências comuns beirando – desconfortavelmente demais – o extraordinário. 

fonte/TheNYTimesNewsServices/Syndicate/ZeroHora


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AVIÕES SERÃO USADOS PARA SEMEAR ARAUCÁRIAS

Uma chuva de pinhões deve fazer nascerem 10 milhões de mudas de araucária no Estado nos próximos três anos. O projeto-piloto vai ser realizado em 5 de julho em Campinas do Sul, no norte do Estado, para reforçar o uso ambiental e econômico da árvore.

O Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente vai usar pela primeira vez uma técnica de cultivo com o uso de aviões. O pinheiro brasileiro (Araucaria angustifólia) já cobriu boa parte do território de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ameaçada de extinção, a planta vem dando lugar a lavouras.

— Como é uma árvore protegida pela legislação desde 2000, ficou na cabeça das pessoas que, depois de crescida, não vão mais poder cortá-la. Então, os agricultores cortam os pinheirinhos ainda pequenos — diz, Roberto Ferron, diretor do Defap. 

Para substituir a técnica manual de plantio, que é mais trabalhosa, o Defap imitou as gralhas e criou uma técnica pioneira no Brasil. Inspirado na fertilização aérea, fará o plantio com o uso de aviões. Duas ilhas cedidas pela Tractebel na área alagada pela usina hidrelétrica de Passo Fundo, uma de 10 hectares e outra de 30 hectares, servirão para o projeto-piloto, marcado para a primeira semana de julho. 

Apelidada de Programa de Educação Florestal Gralha Azul, a primeira semeadura de avião será monitorada pelo curso de engenharia florestal do campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen. O engenheiro florestal e diretor do Defap, Roberto Ferron estima que o plantio seja capaz de intensificar o valor ambiental e econômico da árvore, que em 10 anos estará produzindo pinhões.

Nesse momento, a safra extrativista do pinhão está em crescimento no Rio Grande do Sul, com comércio forte a partir de junho. Cada pinheiro produz em média 50 pinhas. No Estado, os locais de maior produção são as regiões de Campos de Cima da Serra, Serra do Botucaraí e Norte.

A produção média no Estado, conforme a Emater, é de 5 mil toneladas da semente, mas neste ano a estiagem prolongada e problemas na polinização causaram quebra de 60% na safra. O preço por quilo, que era de R$ 2,50 no ano passado, subiu para cerca de R$ 3 nos supermercados.

fonte/ZeroHora

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