quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

RELATÓRIO PRELIMINAR REVELA QUE TAAG CUMPRIU REGRAS DE SEGURANÇA

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A primeira avaliação aponta para uma avaria no sistema de injecção de combustível que provocou danos no motor. 

A investigação preliminar ao incidente com o Boeing 777 da TAAG, que em Dezembro deixou cair peças na zona de Almada e Seixal, revela que a companhia aérea angolana cumpria todas as regras de segurança e aponta para uma avaria no sistema de injecção de combustível como causa para a paragem de um dos motores.

O relatório preliminar, divulgado no início do mês e a que o Diário Económico teve acesso, refere que "é de suspeitar de funcionamento defeituoso de um ou mais injectores de combustível", o que terá provocado uma progressão de danos, obrigando a tripulação a desligar um dos motores antes de regressar ao aeroporto da Portela.

No documento, lê-se que o avião "tinha certificado de navegabilidade válido e tinha cumprido com o programa de manutenção aprovado". Também a tripulação do 777 "tinha as suas licenças e certificados médicos válidos e encontrava-se qualificada para operar a aeronave e a rota, sem limitações ou restrições". 

Os investigadores portugueses informam, no mesmo documento, que a General Electrics, fabricante dos motores em causa, distribuiu por todos os operadores deste tipo de motor, uma carta de informação sobre o que aconteceu com a aeronave da TAAG.  O resultado preliminar indica que o fabricante recomenda aos operadores das aeronaves B-777 que efectuem um exame borescópico que cubra toda a zona da câmara de combustão e turbinas. A investigação é acompanhada por técnicos da própria TAAG e do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC).
 
O resultado preliminar reforça as suspeitas existentes no seio da própria TAAG, cujo porta-voz, Rui Carreira, desresponsabilizou a companhia nos incidentes que ocorreram nos últimos meses com os aviões da marca americana adquiridos recentemente.
 
Há cerca de um mês, Rui Carreira contou a este jornal que a General Motors havia registado 13.900 eventos semelhantes ao que ocorreu em Lisboa, envolvendo os motores utilizados nos Boeings 777-200, razão pela qual a transportadora angolana só tomaria uma decisão definitiva após a conclusão da investigação.
 
 O caso de Lisboa foi antecedido por outros dois incidentes envolvendo aeronaves da mesma marca, também equipados com motores de General Electrics. O primeiro terá acontecido na China, em Julho do ano passado e o segundo no dia 21 de Outubro do mesmo ano, no Brasil, onde a tripulação foi obrigada a abortar a descolagem por problemas no motor direito.
 
fonte/Sapo.PT
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AEROVIÁRIOS DEVEM SE REUNIR AMANHÃ PARA DECIDIR SOBRE REAJUSTE DE 8,75%

O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), após reunião com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac) no início desta semana no Rio de Janeiro, apresentou proposta para ampliar de 8,2% para 8,75% o reajuste salarial dos aeroviários e aeronautas.

Nesta quinta-feira, em todo o Brasil, os sindicatos e as federações de trabalhadores estarão em assembleia para discutir a aprovação desse percentual.

— Esse aumento (2,67% sobre salários e 3,92% sobre pisos) foi o que chegou mais perto do nosso objetivo inicial. Tem que haver aceitação das propostas pelos trabalhadores em todo o Brasil, é o que eu espero que aconteça — afirmou o presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, Celso Klafke.

Se os trabalhadores aceitarem as propostas e houver um consenso nacional, na sexta-feira a Fentac volta ao Rio de Janeiro para formalizar as assinaturas das convenções coletivas. A busca por aumento salarial da categoria começou em setembro do ano passado, quando o pedido de reajuste inicial era de 15% sobre os salários e 30% sobre os pisos.

Sem conseguir chegar a um acordo, a categoria planejou uma greve, com início marcado para o dia 23 de dezembro, mas uma decisão da Justiça impediu aparalisação.

fonte/AgBrasil/ZHora
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AEROPORTOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO TENTAM ATRAIR MAIS VOOS

Enquanto em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) o aeroporto Leite Lopes bate recordes de passageiros e se prepara para receber mais uma companhia aérea --a Azul--, outras cidades da região tentam alavancar a aviação comercial. 

Franca, São Carlos, Araraquara e Barretos não receberam, durante todo o ano passado, um único passageiro proveniente de voos regulares. Essas cidades, porém, querem tirar seus terminais do quadro de subutilização. 

No caso de Araraquara (273 km de SP), o aeroporto Bartolomeu de Gusmão recebeu anteontem três voos desviados de Ribeirão. Isso ocorreu porque o Leite Lopes está proibido pela Anac, desde a quinta-feira, de operar com a pista molhada. 

A Prefeitura de Araraquara afirma que, em 2010, fez ao Estado um pedido de municipalização do terminal aéreo local. A administração diz que, se assumir o controle do aeroporto, poderá fazer investimentos para que o local receba voos diários. 

Em São Carlos (232 km de SP), de acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, Rosoé Francisco Donato, a prefeitura também já pediu ao Estado investimentos no aeroporto Mário Pereira Lopes.
O principal pedido é a ampliação da pista, que hoje é de 1.700 metros --a menor dentre as quatro cidades.
O investimento, segundo Donato, tem como objetivo não apenas fomentar a aviação comercial na cidade, mas também garantir o pouso de aviões maiores para o centro de manutenção da TAM, que fica ao lado do terminal. 

BARRETOS
 
Outra cidade que pleiteia entrar na rota de voos domésticos é Barretos (423 km de SP). O prefeito Emanoel Carvalho (PTB) disse que a cidade tem demanda ao menos para uma ligação aérea com Ribeirão --para o acesso de empresários e de pacientes e médicos que vão ao Hospital de Câncer. 

Durante a tradicional Festa do Peão, em agosto, Barretos já recebe grande volume de voos fretados.
Carvalho já vê no aeroporto da cidade boas condições estruturais. Por isso, uma negociação para a rota Barretos-Ribeirão chegou a ser feita com a Passaredo. Por meio de sua assessoria, a companhia confirmou a conversa em 2010, mas disse que a ideia não avançou. 

Uma das principais barreiras para a entrada de companhias aéreas nas cidades é a rentabilidade das rotas.
Em Franca (400 km de SP), segundo maior município da região, o secretário do Desenvolvimento, Alexandre Ferreira, disse que há interesse em voos regulares, mas que entende o argumento das empresas aéreas. 

"As companhias julgam que é inviável. Não adianta só a gente querer, se o voo vai ser deficitário", afirmou. 

fonte/Folha
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AVIÃO CAI EM FAZENDA NO INTERIOR DE SÃO PAULO E DEIXA 5 FERIDOS

Um avião monomotor com cinco pessoas a bordo caiu por volta das 8h30 desta quarta-feira em um aeroporto particular de uma fazenda do distrito de Vila Azul, em São José do Rio Preto, município do interior de São Paulo. Todos os cinco tripulantes da aeronave modelo Bonanza tiveram apenas ferimentos leves.

Seis viaturas dos bombeiros foram mobilizadas para o local, para onde também se deslocaram as polícias Militar e Civil da cidade. Socorridas pelo resgate e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), as vítimas foram encaminhadas para o Hospital Beneficência Portuguesa e para o Hospital de Base, ambos em São José do Rio Preto.

A queda ocorreu na decolagem do avião, que seguia para o município de Guarapari, no Espírito Santo. A causa do acidente é desconhecida e será investigada por peritos da Aeronáutica.

fonte/Terra
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BOEING ADIA PARA TERCEIRO TRIMESTRE ENTREGA DO `DREAMLINER`

A fabricante de aviões americana Boeing adiou para o terceiro trimestre a primeira entrega de seu avião 787 "Dreamliner", previsto para dezembro passado, depois da interrupção dos voos de teste durante dois meses, anunciou a empresa esta terça-feira. 

"Este calendário para a primeira entrega leva em conta o trabalho que ainda resta por fazer para terminar os testes e a certificação do 787", declarou o diretor-geral do programa do 787 Scott Fancher, segundo um comunicado. 

"Também acrescentamos margens nos vencimentos para as entregas adicionais que poderiam ser necessárias em prol de realizar a atividade de certificação de forma completa", acrescentou. 

Esta mudança, a sétima desde o lançamento do programa em 2004, havia sido antecipada. De fato, a ação da Boeing registrava uma alta de 3,18% a US$ 72,30, visto que a incerteza se dissipou. 

Para Kenneth Herbert, analista da casa de corretagem Wedbush, a Boeing está agora mais submetida a uma pressão máxima para respeitar o novo prazo: "a companhia entende que os investidores estão cada vez mais impacientes e que um novo atraso terá, evidentemente, consequências além do impacto sobre os resultados financeiros", disse.
A Boeing, por sua vez, indicou que o novo calendário não terá impacto sobre os resultados financeiros de 2010, que serão publicados em 26 de janeiro. 

"As previsões financeiras e as primeiras entregas de 787 previstas para o ano 2011" deverão ser detalhadas nesta ocasião, informou o grupo. 

As primeiras entregas deste avião estavam previstas para maio de 2008, mas a companhia japonesa ANA, o primeiro cliente, terá que esperar até o terceiro trimestre (julho-setembro) de 2011. 

O Dreamliner é fundamental para o futuro da Boeing, pois é o primeiro modelo de avião de longo curso a comercializar em 15 anos, quando lançou ao mercado o B777. 

O construtor promete que este novo avião permita economizar 20% de combustível em comparação com os aviões atuais de tamanho semelhante e 30% de custos de manutenção. Além disso, será menos barulhento e mais confortável para o passageiro, segundo a empresa americana. 

fonte/FP/Folha
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