quarta-feira, 31 de agosto de 2011

EUA TENTAM CONTROLAR ESCOLAS DE VOO PARA EVITAR TREINAR NOVOS TERRORISTAS


Patrick Murphy, diretor de uma escola de aviação dos EUA (Foto: AP) 
Patrick Murphy, diretor de uma escola de aviação
dos EUA (Foto: AP)
 
Dez anos após os ataques de 11 de Setembro, um sistema de triagem do governo tornou mais difícil para estudantes estrangeiros se matricularem em escolas de aviação civil do país, como um grupo de terroristas fez nos atentados. Os controles mais rigorosos, entretanto, não se aplicam a todos os alunos e instrutores. Escolas e formadores ainda têm de ser especialmente alerta para evitar possíveis terroristas.

"Antes do 11 de Setembro, eu não teria pendurado o número de telefone e o nome do agente local do FBI na minha parede. Hoje eu tenho", disse Patrick Murphy, diretor do treinamento na Sunrise Aviation, em Ormond Beach, Flórida, perto de Daytona Beach.

Centenas de escolas de voo dos EUA competem ferozmente pelos alunos. Na Flórida, alguns ainda se aproveitam do clima como um diferencial que permite aos estudantes voarem mais vezes e terminar programas mais rapidamente. Este foi um dos motivos que atraíram os terroristas para escolas de aviação dos EUA.

Escolas da Flórida têm razão para ter cuidado: três dos sequestradores de 11 de Setembro foram simular voos em jatos grandes apenas seis meses depois de chegar para o treinamento ali. Mohamed Atta (líder operacional do sequestro), Marwan al Shehhi e Ziad Jarrah fizeram cursos no Estado.

Os terroristas obtiveram licenças e certificações, apesar de indisciplinados e, muitas vezes, exibirem uma performance insatisfatória.

Hoje, seria mais difícil para os quatro homens entrar escolas de voo dos EUA. Há um processo mais rigoroso de visto para estudantes estrangeiros que procuram o treinamento de voo no país. Eles não podem começar até que a Administração de Segurança dos Transportes, criada após o 11 de Setembro para proteger as viagens aéreas dos Estados Unidos, analisem o pedido. 

Agora inspetores visitam as escolas com certificação pelo menos uma vez por ano para garantir que os alunos tenham documentação adequada à verificação da sua identidade e seus vistos.

Culpa indireta
Apesar das medidas do governo, o dono da escola onde Atta e Shehhi treinaram, Rudi Dekkers, diz que não está convencido de que pode-se evitar que o mesmo possa acontecer em outras escolas. "Se uma pessoa não se comporta, isso faz dela um terrorista? Então metade do país é terrorista", disse Dekkers.
Sua escola, a Huffman Aviation, foi fechada após os atentados de 11 de Setembro. Ele diz que acabou julgado pelo público sem ter culpa. Dekkers alega ter perdido US$ 12 milhões por causa do fechamento da empresa, afirma ter sido ameaçado após os atentados e viu circularem boatos de que teria ajudado os terroristas deliberadamente - acusação que nunca foi fundamentada.

Segundo ele, os terroristas treinaram para os atentados usando um simulador de voo da Microsoft e, pela lógica usada para acusá-lo, "Bill Gates é culpado porque escreveu os planos para o simulador de voo", disse, se defendendo, em entrevista a um jornal de Tampa, na Flórida.

Dez anos depois, Dekkers tem viajado para promover "Guilty by association" (Culpado por associação), um livro sobre o fato de ter sido responsável por pelo menos parte do treinamento dos terroristas envolvidos no maior ataque já realizado em solo norte-americano.

Em entrevistas recentes, ele fala desta relação de "culpa" pelos atentados. Diz ter "calafrios" sempre que toca no assunto e se sente mal ao lembrar que se viu "envolvido no maior desastre que já aconteceu nos Estados Unidos".

fonte/G1

MAIOR JATO DA EMBRAER RECEBE CERTIFICAÇÃO PARA VOAR NA CHINA

Modelo está apto para ser registrado e operado na China

O avião executivo Lineage 1000, da Embraer, recebeu nesta quarta-feira o certificado da Administração de Aviação Civil da China (CAAC) para voos, o que torna o modelo apto a ser registrado e operado na China. O jato - maior dos sete modelos da fabricante brasileira no segmento de aviação executiva - já havia recebido certificações da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos, da Agência Europeia para a Segurança na Aviação e da Agência Brasileira de Aviação Civil (Anac).

O modelo tem capacidade para voar 8.139 km sem escalas com oito passageiros e possui até 19 assentos, dependendo da configuração. Uma cama "queen-size" e um chuveiro a bordo também completam a estrutura do Lineage 1000, maior jato executivo da Embraer, segundo a empresa.
 
fonte/Reuters/Terra/foto/Divulgação
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FAB RETOMA BUSCAS POR HELICÓPTERO DE EMPRESÁRIO CAMPINEIRO


A Força Aérea Brasileira (FAB) retomou às 6h desta quarta-feira (31) as buscas por um helicóptero que está desaparecido desde terça-feira (30) depois de decolar do Aeroporto dos Amarais, em Campinas, com destino a Angra dos Reis. O piloto e dono do modelo Robinson 44, com prefixo PP-CLE, é o empresário André Martins, proprietário da loja de carros André Veículos, que fica na Avenida Norte-Sul, em Campinas. Um casal que não teve os nomes e profissões divulgadas também estavam na aeronave.

Segundo a FAB, o helicóptero decolou às 8h de terça e tinha um pouso previsto no Guarujá, no litoral paulista, por volta das 11h. O último contato foi feito entre 10 e 10h15, quando a aeronave sobrevoava a cidade de Mauá. Durante a noite, amigos e familiares buscavam informações no Aeroporto dos Amarais, mas ninguém quis conversar com a imprensa.

As buscas estão concentradas na região da Serra do Mar, próximo ao Guarujá.

FONTE/g1
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FAB PROCURA HELICÓPTERO DESAPARECIDO EM SÃO PAULO

Um helicóptero desapareceu em São Paulo nesta terça-feira (30). Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), até as 19h30 não havia informações oficiais sobre o número de pessoas que estavam a bordo.

A aeronave de prefixo PP-CLE decolou do Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas, no interior do estado, às 8h, com destino ao Guarujá, na Baixada Santista. A previsão era que o avião chegasse à cidade no fim da manhã.

A FAB fez buscas pelo helicóptero durante a tarde, mas nada foi encontrado. O trabalho será retomado na manhã desta quarta-feira (31).

fonte/G1

CUMBICA ABRE HOJE PUXADINHO PARA 1 MILHÃO DE PASSAGEIROS


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Sob ameaça de embargo das obras dos novos terminais remotos, o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, inaugura hoje um Módulo Operacional Provisório - o chamado "puxadinho" - que vai ampliar a capacidade do aeroporto em mais 1 milhão de passageiros.

Hoje, Cumbica tem estrutura para 20,5 milhões de pessoas e já recebe 30% mais que isso. Números da própria Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) mostram que o aeroporto vai fechar o ano com 31 milhões de passageiros.

O novo puxadinho tem 1,2 mil m² e seis portões de embarque remotos - nos quais passageiros pegam ônibus até aviões. A obra custou R$ 2,8 milhões. 

As próximas obras de infraestrutura previstas para Cumbica, porém, estão na mira da Justiça Federal. O Estado revelou ontem que a Procuradoria da República pediu a imediata paralisação das obras dos "puxadões", os terminais remotos de 24 mil m² que vão ocupar a antiga área dos galpões de carga da Vasp e da Transbrasil. A justificativa é que o contrato da obra foi feito sem licitação pela Infraero, ao preço de R$ 85,75 milhões, com previsão de entrega da primeira parte em dezembro. A Procuradoria quer agora que o contrato com a Delta - construtora escolhida para fazer a obra - seja anulado e a estatal abra um processo de concorrência.

Congonhas. Ontem, a Justiça Federal negou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) de suspender as operações do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo - o MPF questionava a segurança da pista depois do acidente com a avião da TAM em 2007, que matou 199 pessoas. 
 
Para a Justiça, os peritos que avaliaram a pista de Congonhas na época do acidente não julgaram necessária a interdição, e sim fizeram recomendações de segurança que já estão sendo seguidas. 
fonte/AgEstado

ONZE LOJAS VÃO FECHAR AS PORTAS A PARTIR DESTA QUINTA-FEIRA NO AEROPORTO SALGADO FILHO

 A partir de amanhã, deverá ficar mais difícil encontrar serviços de conveniência, como farmácia e alimentação, no aeroporto Salgado Filho.

Os contratos de 11 operações comerciais que vencem hoje não serão prorrogados pela Infraero, estatal administradora do terminal, mesmo que ainda não haja substitutos para as atividades.

Amedida atinge a única drogaria do terminal, bem como a livraria que funciona fora da área de embarque. Também afeta cinco pontos da praça de alimentação.

O Banco do Brasil já comunicou que irá transferir suas operações – incluindo os quatro terminais automáticos – para a agência Anchieta, a mais de um quilômetro do aeroporto. O espaço será ocupado por uma agência do Bradesco, que venceu a licitação ao oferecer um aluguel de R$ 45,5 mil.

Na sexta-feira, a Infraero comunicou oficialmente aos concessionários que as áreas deverão ser devolvidas respeitando os prazos contratuais. Os empresários, a partir de amanhã, terão 10 dias para entregar as lojas, sob pena de serem despejados judicialmente.

— A orientação é endurecer o jogo — disse o superintendente do Salgado Filho, Jorge Herdina.

fonte/ZeroHora

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