terça-feira, 28 de maio de 2013

AVIANCA APRESENTA NOVA MARCA EM BOGOTÁ (COLÔMBIA)



Na home, a aeronave com o novo logo. Aqui, os executivos da holding Avianca: Roberto Kriete, Fabio Villegas e Germán Efromovich
Na home, a aeronave com o novo logo. Aqui, os executivos da holding Avianca: Roberto Kriete, Fabio Villegas e Germán Efromovich
 
Hoje foi o lançamento oficial da nova marca da Avianca, na capital colombiana, Bogotá. A companhia aérea passa a usar, comercialmente, somente o nome Avianca. A nova identidade tem o objetivo de mostrar a presença da companhia por toda América. “A ideia é recriar uma América que se conecta de norte a sul e de leste a oeste. Por isso, a companhia traz no logo seu voo por todos os céus do continente. É um novo capítulo da história, que busca a consolidação de sua oferta de produtos e serviços, convertendo-se na companhia ideal para os passageiros de negócios e lazer", diz o comunicado oficial.

A imagem estará presente em mais de 160 aviões, 14 mil poltronas a bordo, 214 pontos de vendas, 100 aeroportos, mais de 20 salas vip de aeroportos, salas de embarques em 25 países, nas sedes administrativas da empresa na América e na Europa, nos uniformes de 13 mil funcionários – de um total de 18 mil –, site, redes sociais, materiais de leitura a bordo e meios de comunicação corporativos.

“A fusão das companhias aéreas da Avianca Holding em um só marca comercial representa um importante avanço na consolidação da oferta de voos e de serviço da Avianca. A trajetória, o profissionalismo e a experiência de várias gerações de homens e mulheres que por décadas se dedicam ao sucesso da Avianca, Taca Airlines AeroGal e Tampa Cargo, passam ser agora a nossa inspiração”, explicou o presidente da Avianca Holdings, Fabio Villegas Ramírez, durante a cerimônia.
 
fonte/PanRotas

MAIOR AVIÃO CARGUEIRO POUSA EM VIRACOPOS, SÃO PAULO


Fotos: divulgação
Fotos: divulgação

CAMPINAS - O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, foi a pista de estreia do 747-8F o maior e mais moderno jumbo da Boeing no Brasil. O cargueiro tem 68,5 metros de envergadura, 76,4 metros de comprimento, 19,5 metros de altura e tem capacidade para até 854,3 m³ de carga. Custa US$ 320 milhões. Somente mais uma aeronave no mundo enquadra-se nesta categoria: o Airbus A-380F.

A aeronave da Atlas Air pousou em Campinas hoje às 13h45, vinda de Miami (EUA), com o único objetivo de ser homologada em solo brasileiro. Exigiu alterações na cabeceira da pista, sinalização especial e até mais água para os bombeiros, no caso de necessidade. O voo seguiu para Quito, no Equador. Neste momento, a maior interessada em operar este equipamento no Brasil é a Cargolux, de Luxemburgo, mas a infraestrutura necessária para isso não é encontrada em todos os aeroportos brasileiros. Viracopos e Guarulhos são dois dos locais onde é possível esta operação. 

fonte/PanRotas

BOEING 747-800 EM VIRACOPOS - JÁ CAIU NA REDE...




vídeo/CesarAndrade

HAWKER 800 WING OSCILLATION (FLUTTER) - ASSUSTADOR


POLÍCIA FEDERAL PRENDE COMISSÁRIOS DE BORDO SUSPEITOS DE IMPORTAÇÃO ILEGAL

Dois comissários de bordo foram presos suspeitos de descaminho na manhã desta terça-feira (28) quando desembarcavam com mercadorias no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, de acordo com a Polícia Federal.
 
Os dois traziam no avião, que vinha de Miami, uma carga ilegal de 14 smartphones, quatro tablets, três relógios e diversos jogos de videogame. Segundo a Receita Federal, as mercadorias foram avaliadas em US$ 25 mil.

Durante inspeção de rotina junto à máquina de raio-x, policiais encontraram muitos CDs de jogos e embalagens de smartphones e tablets vazias nas malas dos dois comissários. Questionados, disseram que os produtos haviam sido trazidos para o país em datas anteriores.


Porém, em uma revista pessoal, a Polícia Federal encontrou com eles smartphones, tablets e relógios, escondidos nas roupas que usavam. Os smartphones estavam ocultos em bermudas justas, usadas sob as calças dos uniformes. Os comissários também esconderam tablets debaixo das camisas e relógios em seus pulsos, segundo a PF.

No caso, o crime  de descaminho é qualificado pelo não pagamento, no todo ou em parte, de um direito ou imposto devido pela entrada ou saída de um produto de um país. A pena varia de dois a oito anos de prisão. Se condenados, ela poderá ser aplicada em dobro, já que o crime aconteceu em um meio de transporte aéreo.

A Polícia Federal agora investiga quem seria o receptador das mercadorias no Brasil. Ainda segundo a polícia, um dos comissários era americano e o outro tinha origem porto-riquenha, nacionalizado americano.

fonte/G1

ESTUDO PREVE NOVA CRISE AÉREA NO BRASIL EM SETE ANOS

O Brasil passará por um segundo gargalo aéreo na década de 2020, após a Copa do Mundo e as Olimpíadas. 

Hoje, os problemas se concentram nos terminais de embarque. Dez dos principais aeroportos brasileiros têm essa estrutura saturada. 

Mas mesmo que esse nó seja desatado, o país terá de lidar em seguida com a saturação nas pistas e no tráfego de aviões sobre os aeroportos. 

Hoje, já há uma pista sobrecarregada: a do aeroporto de Congonhas. Um novo estudo da FGV aponta que isso vai se alastrar. A pista de Viracopos deve chegar ao seu limite até 2020. A partir daí, a situação se complica: até 2030, mais uma dezena de aeroportos nas principais capitais vão precisar de investimentos em suas pistas. 

Isso porque o atual "caos aéreo" brasileiro não é exatamente aéreo, mas terrestre, no embarque. Já o número médio de pousos e decolagens por hora em si é baixo: 38, ante uma média global de 88. 

Com o tempo, a tendência é que o número brasileiro se aproxime do internacional. 

Em 2002, o Brasil realizou apenas 36 milhões de embarques. Em 2012, já eram 101 milhões, mas para os especialistas esse número ainda é pequeno para um país de 200 milhões de habitantes. 

Os EUA, com população de 300 milhões, realizam 650 milhões de embarques ao ano. A FGV estima que o Brasil terá 195 milhões de passageiros em 2020 e 312 milhões em 2030. 

Nesse cenário, serão necessários investimentos de cerca de R$ 30 bilhões até 2030 para adequar os aeroportos. 

A maior parte desse valor, entre R$ 10,7 bilhões e R$ 14,2 bilhões, terá de ser desembolsada entre 2020 e 2030. 

Para Gesner Oliveira, coordenador do estudo, a solução para eliminar esses gargalos é expandir o investimento privado no setor. Nesse sentido, as primeiras concessões, realizadas pelo governo federal em fevereiro de 2012 (Guarulhos, Viracopos e Brasília), devem trazer investimentos de cerca de R$ 16 bilhões. 

Para Oliveira, evitar um segundo apagão aéreo após os grandes eventos esportivos dependerá da agilidade nas novas concessões. "Além disso, se só um grupo controlar os principais aeroportos, não haverá concorrência nem melhor qualidade do serviço". 

Em evento na Fiesp no começo do mês, o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranys, disse que os estudos prévios para os editais dos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG) estão em fase de conclusão. 


Editoria de Arte/Folhapress


fonte/foto/FolhaSP

AEROPORTOS PRECISAM DE R$ 25 BI DE INVESTIMENTOS EM 17 ANOS, DIZ ESTUDO

Em 2030, o Brasil terá uma demanda anual de 312 milhões de passagens aéreas por ano, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas divulgado nesta segunda-feira. Para poder atender a esse fluxo serão necessários investimentos entre R$ 25 bilhões e R$ 34 bilhões, de acordo com o trabalho elaborado pelo Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da instituição. Atualmente a oferta dos 20 principais aeroportos do País é cerca de 130 milhões de passageiros por ano.

 O estudo leva em consideração o crescimento expressivo do setor, que a partir de 2004 começou a expandir o número de passageiros em taxas superiores a 10% ao ano. "O Brasil, pela primeira vez, teve um sinal de massificação do transporte aéreo", disse o coordenador do grupo, Gesner Oliveira, ao indicar o aumento da renda, o aumento da oferta de crédito e a redução real dos preços das passagens como fatores responsáveis pelo fenômeno.

O grande crescimento no número de usuários não foi acompanhado, no entanto, por uma expansão da infraestrutura aeroportuária. O levantamento cita, por exemplo, que no Brasil são feitos em média 38 pousos e decolagens por hora, apenas 43% da média internacional.

Por isso, para viabilizar os investimentos que preparem os terminais para o tamanho da demanda, o estudo aponta para a necessidade de um modelo de concessões de aeroportos que garanta a concorrência no setor. Foram analisados dois modelos de privatização: o adotado pelo Reino Unido e pela Austrália.

A pesquisa aponta que no caso britânico, em 1987, optou-se por uma concessão em bloco que transferiu para uma única empresa o controle de 60% dos passageiros do Reino Unido. "O órgão de investigação da concorrência (Office if Fair Trading) constatou que a concentração no setor aeroportuário era prejudicial. Verificaram-se baixos investimentos, saturação dos terminais, altas tarifas e piora da qualidade do serviço", diz a pesquisa, que acrescenta que a situação fez com que o órgão regulador determinasse a venda de três aeroportos. A última venda foi feita neste ano.

Em 1997, a Austrália privatizou os quatro principais terminais aéreos do País, porém, restringiu a participação dos agentes que arremataram um dos outros aeroportos nas outras concessões. O estudo diz que em 2011 os aeroportos do País registrou tarifas abaixo da média internacional e investimentos elevados.

Oliveira defende um modelo semelhante para as próximas concessões no Brasil, que restrinja a participação de grupos que já administrem outros terminais como forma de estimular a concorrência. "Não é uma proibição absoluta, porque pode haver alguma aplicação de capital. Não pode haver uma ingerência estratégica sobre dois complexos aeroportuários", diz. 

Na Austrália os grupos podiam participar com no máximo 15% do capital em outra concessão, sem direito a participação na gestão.

O conselheiro do Conselho de Desenvolvimento Econômico (Cade) Ricardo Ruiz ressaltou que os problemas de infraestrutura nos aeroportos se refletem na concorrência entre as empresas aéreas. "Dependendo da estratégia de negócios, a companhia pode trombar com algum estrangulamento de infraestrutura", disse ao lembrar que as modificações da malha aérea, por exemplo, depende de disponibilidade dos terminais. "Para criar uma nova rota precisa do aeroporto, do slot, da pista e do pátio."

fonte/AgenciaBrasil/Terra

CAÇA BOMBARDEIRO CAI NO MAR AO SUL DO JAPÃO

Um caça-bombardeiro F-15, das Forças Armadas americanas, caiu nesta terça-feira no mar em frente à costa de Okinawa, ao sul do Japão, embora o piloto tenha conseguido sair a tempo, informou a agência local "Kyodo". 
 
Segundo o governo japonês, o avião partiu da base aérea americano de Kadena, no arquipélago de Okinawa, e caiu no mar a 100 quilômetros do litoral, por volta das 8h45 locais.

Após confirmar o acidente, o Exército americano, que ainda desconhece suas causas, avisou o serviço de guarda-costeira japonês, que, por sua vez, iniciou os trabalhos de busca com contingentes tanto pelo mar como pelo ar.
De acordos com fontes do governo japonês, o acidente não causou vítimas, já que "o avião se encontrava em uma zona de exercícios" e sua queda não supôs risco à população.

O último acidente deste tipo aconteceu em julho de 2012, quando um F-16 das Forças Armadas americanas caiu no Oceano Pacífico, em frente à costa da cidade de Nemuro, na ilha de Hokkaido (norte), no qual o piloto também conseguiu ser ejetado a tempo e ser resgatado.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos mantém em bases militares em território japonês com aproximadamente 48 mil soldados, a metade deles localizados na ilha de Okinawa, ao sul do arquipélago.

fonte/EFE/Terra
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