sábado, 6 de fevereiro de 2010

BUROCRACIA PÕE EM RISCO AS OPERAÇÕES AÉREAS DA POLICIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO


Ficaram apenas nas promessas as metralhadoras Minimi, com capacidade para efetuar 200 disparos em apenas 15 segundos, óculos de visão noturna e outros equipamentos, todos específicos para operações policiais com helicóptero e previstos nos planos da Secretaria de Segurança desde os Jogos Pan-Americanos de 2006. Segundo reportagem de Ana Claudia Costa, um ofício do governador Sérgio Cabral enviado ao Ministério da Defesa, em novembro do ano passado, pedindo para que seja alterada a portaria número 23 do Exército - que permite apenas às Forças Armadas e à Polícia Federal o uso de determinados armamentos - ainda está sem resposta. Segundo o ministério, a solicitação está em análise.

O pedido de empréstimo de armas similares feito em outubro passado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, ao comando do Terceiro Comando Aéreo Regional (Comar), da Aeronáutica, também não teve retorno. Ambas reivindicações foram feitas dias após a queda do helicóptero da Polícia Militar, abatido por tiros em outubro durante um confronto com traficantes no Morros dos Macacos, em Vila Isabel. A Secretaria de Segurança também aguarda a chegada de dois helicópteros da FAB que não estão sendo mais usados. As aeronaves AF-55 seriam adaptadas para o trabalho das polícias Civil e Militar.

Policiais civis do Serviço Aéreo Policial (Saer), que enfrentam as armas de guerra do tráfico durante as operações, defendem o uso de alguns armamentos hoje restritos às forças federais. O piloto da Polícia Civil Adonis Lopes argumenta que a metralhadora Minimi (calibre .223), por exemplo, tem maior precisão e ajudaria a proteger os policiais que estão em operação em terra.

fonte/O Globo/Yahoo! Notícias

HELICÓPTERO DA POLICIA RODOVIÁRIA FEDERAL SOCORRE BOMBEIRO VÍTIMA DE ASSALTO E ATROPELAMENTO NA BR-040


Distrito Federal – Por volta das 10:00h do dia 03Fev10, a Base DOA 4 (Brasília-DF), foi acionada para prestar atendimento na BR-040 a um bombeiro que foi assaltado enquanto pedalava sua bicicleta, e logo em seguida atropelado.

O tempo de voo entre o Hangar e o local do acidente foi de cerca de 5 minutos, sob condições visuais. Foi realizado pouso às margens da rodovia, em terreno gramado.

A vítima, que sofreu ferimentos leves, foi estabilizada em prancha longa e colar cervical, pela equipe da UTE 273, puncionado acesso venoso pela equipe da USB Santa Maria, e removida por aeronave, sob monitorização e acompanhamento de médico e enfermeiro até o PS do Hospital Regional de Santa Maria.
Tripulação Técnica:
Cmte – Jeferson Antônio Espíndola – DAC 102197, Operador de Equipamentos Especiais – Robert de Melo Silva
Tripulação de Cabine:
Otávio Melo – CRM-DF 14625
Fabio Cruz – COREN 115256

QUEDA DE ULTRALEVE NO RIO DE JANEIRO MATA DOIS

RIO - O filho e o genro do deputado federal e ex-secretário municipal de Transportes Arolde de Oliveira (DEM) morreram no início da noite deste sábado na queda de um ultraleve na Zona Oeste do Rio.
Benoni Assis Vieira de Oliveira, de 45 anos, e Sérgio Ribeiro de Menezes, de 44 anos, casado com a cantora evangélica Marina de Oliveira, filha do deputado, estavam numa aeronave que caiu numa lagoa que fica no terreno do Clube CEU de Ultraleve, em Jacarepaguá. 

Os bombeiros foram comunicados do acidente por volta das 18h30m. Um helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Lagoa foi acionado para tentar resgatar as vítimas. Os dois, no entanto, teriam morrido afogados. 

Ainda não se sabe o motivo da queda, que só deve ser determinado após uma perícia. Segundo informações de parentes de Arolde de Oliveira, a aeronave pertencia a Benoni. 

fonte/OGlobo

QUEDA DE MONOMOTOR MATA TRÊS NA ARGENTINA







O pequeno avião Pipper Arrow, prefixo LV-AZR, de propriedade do Aeroclub La Puntilla (DOP), de Mendoza, que havia partido na manhã deste sábado (6) do Aeroclube de Mendoza, entre 12 e 12:15 (hora local) caiu em Mendoza, província no oeste da Argentina, e matou as três pessoas que estavam a bordo, informou a Defesa Civil.

O acidente aconteceu perto da cordilheira dos Andes (foto acima), no distrito de Potrerillos, a cerca de 80 km cidade de Mendoza, capital da província homônima.

O diretor de Defesa Civil, Rafael Garay, informou que as três vítimas são homens. Dois morreram ainda no local do acidente e o outro, quando era levado ao hospital.

Os pilotos e ex-diretores do Aeroclube de Mendoza (foto acima), Luis Giorgio e Rogelio Hidalgo são dois dos mortos, o terceiro ocupante ainda não foi identificado.

Ainda não há uma versão oficial para a causa do acidente. A imprensa local especula que o avião teria batido em uma montanha antes de cair.

fonte/ Terra / mdzol.com/NoticiasSobreAviação/foto/Walter Moreno / mdzol.com

BOMBEIROS DESCARTAM POSSIBILIDADE DE AERONAVE TER CAÍDO EM CAMPO BELO


oi descartado a possíbilidade da queda de uma aeronave na região de Reitinho, em Bateias, Campo Largo, Paraná.

Na tarde de quinta-feira (4), por volta das 17h30 e 18h, moradores da região do Retirinho em Bateias, escutaram o som de um avião, e logo após uma explosão. Há moradores também que afirmam terem visto uma bola de fogo em baixo de uma torre de alta tensão.

Com esses relatos, equipes de resgate terrestre do Corpo de Bombeiros iniciaram um trabalho de busca desde a tarde de quinta-feira.

Equipes do Corpo de Bombeiros, utilizando o helicoptero da Policia Rodoviária Federal, fizeram um sobrevoo pelo período de 40 minutos na região, e nada sendo localizado.

Após período de sobrevoo, e a não confrmação do desaparecimento de nenhuma aeronave, foi descartada a possibilidade da queda de uma aeronave, e assim, todas as equipes do Corpo de Bombeiro (ABTR, ambulância com Socorristas , equipe do GOST) se deslocaram a seus postos.

Informações da COPEL que no horário informado pelos moradores ocorreu uma queda de energia, possívelmente, uma descarga elétrica próximo a torre pode ter ocorrido, e assim resultado no som e na explosão vista pelos moradores.

EQUIPES DE RESGATE ENCONTRAM CAIXAS-PRETAS DE AVIÃO ETÍOPE

No último dia 27, fontes militares anunciaram que um navio americano, que cooperava nos trabalhos de busca, já tinha localizado as caixas-pretas. Horas depois, no entanto, disseram que só haviam captado ondas que poderiam provir delas.
As autoridades libanesas confirmaram que foram encontradas as caixas-pretas do avião etíope que caiu em 25 de janeiro no Mar Mediterrâneo próximo a Beirute, mas ainda não conseguiram resgatá-las, informou neste sábado à Agência Efe o ministro de Transporte libanês, Ghazi Aridi.

"Foi encontrado o local e agora estão trabalhando ali", insistiu o funcionário. Ele acredita que a curto prazo possam ser recuperadas as caixas-pretas para se verificarem as causas do acidente no qual morreram 90 pessoas.

O ministro Aridi acrescentou que o local se encontra a cerca de 45 metros de profundidade. "Foi definida a localização, mas ainda há passos técnicos pendentes para se chegar ao ponto exato das caixas-pretas", acrescentou.

Além disso, o ministro disse não acreditar que demorem muito as equipes de resgate para poder recuperá-las.

No último dia 27, fontes militares anunciaram que um navio americano, que cooperava nos trabalhos de busca, tinha localizado as caixas-pretas no fundo do mar a cerca de 1,3 mil metros de profundidade. Horas depois, no entanto, disseram que só haviam captado ondas que poderiam provir delas.

O avião da Ethiopian Airlines caiu poucos minutos depois de decolar do aeroporto internacional Rafik Hariri de Beirute.

O acidente foi atribuído ao mau tempo que pairava nos céus de Beirute naquele dia. Até agora, só foram encontrados 16 corpos, além de restos de outros, e apenas 13 deles foram identificados.

Entre as vítimas, está a esposa do embaixador da França no Líbano, Marla Sánchez Pietton.

Participam das buscas navios norte-americanos e franceses, além do Exército libanês e de todos os organismos locais concernidos.

Pouco antes, o ministro Aridi deu uma entrevista coletiva hoje na qual mostrou fotos tiradas do fundo marinho onde se viam manchas de restos do avião.

Anteriormente, fontes militares libanesas tinham dito à Agência Efe que várias partes do avião foram encontradas pelas equipes de resgate próximo ao litoral da cidade de Naame, a 18 quilômetros ao sul de Beirute, e que estavam sendo fotografadas antes de retirá-las.

fonte/foto/EFE /EPA

NÃO CABE MAIS NINGUÉM

Guarulhos: o maior aeroporto da América do Sul completa 25 anos obsoleto, desconfortável e cheio de problemas. Passar por ali é um inferno
Caos Aéreo
Passageiros esperam até duas horas para poder embarcar
O Aeroporto Internacional de São Paulo é o território mais cosmopolita do Brasil. Cerca de 140 mil pessoas – entre passageiros vindos de 144 cidades e 26 países, funcionários e visitantes – circulam diariamente pelo local. Fincado em Cumbica, bairro do município de Guarulhos a 25 quilômetros do centro da capital paulista, o aeroporto é o mais movimentado da América do Sul e o segundo no ranking da América Latina. Só perde para o da Cidade do México. Sete de cada dez viajantes vindos do Exterior ou que voam para fora do Brasil, passam por Cumbica. Os números superlativos, no entanto, revelam uma estrutura superada. Nos horários de pico, o fluxo de gente costuma exceder em mais de 50% a capacidade dos terminais e os passageiros são obrigados a enfrentar cerca de duas horas de fila tanto no check-in quanto no desembarque internacional – enquanto os órgãos internacionais recomendam uma espera de, no máximo, 30 minutos. Nos últimos dias, ISTOÉ esmiuçou o cotidiano da principal porta de entrada e saída do País. Ouviu especialistas, autoridades do governo, funcionários e passageiros. A equipe de reportagem passou 24 horas consecutivas no aeroporto, entre a quarta-feira e a quinta-feira da semana passada. Testemunhou todo tipo de sentimento e reação: ansiedade, emoção, cansaço, descontração, indignação.

“Os serviços prestados em Cumbica são péssimos”, avalia Anderson Correia, diretor da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo. “O conforto e a forma de operação em alguns espaços, como as salas de embarque remotas (em que os passageiros são levados de ônibus às aeronaves) e as de restituição de bagagens, receberiam notas D ou E, segundo critérios internacionais. Estão próximas do colapso.” Viajantes como a paranaense Tatiane Souza, 30 anos, sentem na pele o que essas notas representam. “Foi um absurdo a forma como trataram a minha família”, diz. Por mais de 24 horas, ela tentou embarcar com o marido e os filhos para a Espanha. O calvário começou quando o avião que os trazia de Curitiba não aterrissou em Guarulhos no horário previsto. Quando finalmente a família conseguiu chegar, o embarque para Madri estava encerrado. Juscelino, marido de Eliane, conta que faltavam 25 minutos para o voo decolar, mas os funcionários da TAM não permitiram a entrada dos retardatários.
Juscelino relata que, depois de muita discussão, eles foram levados para um hotel. Passava de 2h e não havia mais vagas. A família só conseguiu se hospedar em outro local, às 4h da manhã. A viagem foi remarcada para a noite seguinte e os aborrecimentos não cessaram. O aeroporto continuava desconfortável, cheio de filas, mal iluminado. Na sala de embarque havia cerca de 200 pessoas, mas apenas 75 cadeiras. Alguns tentavam descansar se recostando nas paredes. Outros esticavam as pernas – ou o corpo todo – sobre os ladrilhos. Antes de deixar o Brasil, os Souza tiveram de esperar mais de três horas sentados no chão frio. Os 45 dias de férias acabaram ali, literalmente, em solo brasileiro.

A sensação de impotência e descaso que os passageiros experimentam é decorrência do crescimento vertiginoso e desordenado do aeroporto. Desde a inauguração, em 1985, o número de viajantes foi multiplicado por dez e o de pousos e decolagens aumentou quase cinco vezes. Mas os investimentos em infraestrutura foram escassos. O terceiro e o quarto terminais de passageiros, previstos desde a concepção de Cumbica, não saíram do papel até agora. Apenas um deles está em fase de licitação. Se tudo der certo, deve ser inaugurado em 2014, às vésperas da Copa do Mundo. Um estudo do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), divulgado recentemente, mostra que a situação de sete dos 12 aeroportos que servirão as cidades-sede da competição é preocupante. O de Brasília, por exemplo, fechou o ano passado com 12,2 milhões de passageiros – movimento 22% superior a sua capacidade. Mesmo que as obras planejadas sejam concluídas no prazo, é provável que sejam insuficientes. “Nosso maior desafio não é a Copa nem a Olimpíada, é atender ao aumento da demanda normal e as pessoas que já estão voando”, afirma Murilo Marques Barboza, presidente da Infraero, estatal que administra os aeroportos.
Um dos principais entraves no Brasil é que os voos estão concentrados em determinados horários, como no início e no fim do dia. Se fossem distribuídos de maneira uniforme, o desconforto seria menor. Na quarta-feira passada, entre 5h e 6h, 1.950 pessoas chegaram do Exterior. Na primeira etapa do desembarque, a imigração, tiveram de passar pela Polícia Federal. Há 18 guichês nos dois terminais. O que significa que cada funcionário teve de atender, em média, 108 passageiros que aterrissaram naquele intervalo. Na outra etapa do desembarque, a da restituição das bagagens, há 12 esteiras. Entre cada uma delas existem 12 metros de espaço. No entorno de cada esteira ficaram amontoados, em média, 162 passageiros com seus carrinhos. Vencida essa fase, considerada por muitos a mais sofrida, ainda é necessário passar pela alfândega. Nove em cada dez passageiros vão para a ala dos que não têm “nada a declarar”. Percorrem, em fila única, com seus carrinhos pesados, um corredor de cerca de dois metros de largura antes de ser liberados. Esse desgaste, no entanto, não ocorre em certos períodos do dia. Entre 2h30 e 5h da quinta-feira, o desembarque internacional ficou vazio – às moscas.
O processo de desembarque, em geral, é ainda mais estressante porque os viajantes passam muitas horas dentro do avião. A professora Marli Roma, 50 anos, aguardava ansiosa a filha adolescente que chegaria do Canadá, depois de 15 horas de voo. “Onde você está?”, perguntava pelo celular. “Minhas malas não chegam, mãe.” Beatriz, 18 anos, levou mais de uma hora para desembarcar. Surgiu esbaforida empurrando um carrinho pesado. Teve de parar no caminho porque esbarrou numa porta estreita e derrubou a bagagem.
Cumbica foi projetado com a intenção de operar no mercado doméstico. Mas rapidamente o governo cedeu às companhias aéreas, que pressionaram para transferir os voos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro, para São Paulo – o centro financeiro do País. As áreas de imigração e alfândega tiveram de ser improvisadas para atender à demanda cada vez maior. A falta de planejamento é evidente. “Para dar maior celeridade, é necessário alterar a logística e o layout do desembarque”, opina Seiken Tasoko, inspetor-adjunto da Receita Federal. Para efeito de comparação: o Aeroporto Internacional Gatwick, em Londres, tem dois terminais e duas pistas de pousos e decolagens – assim como Cumbica – e atende 50% mais passageiros. “A diferença é que, em Gatwick, os terminais e o pátio das aeronaves são mais bem aproveitados e há mais saídas rápidas das pistas”, avalia o comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Snea.

Mesmo nos trechos nacionais, em que não é preciso passar pelos controles da Polícia e da Receita, os passageiros penam. A empresária Gisele Ribeiro, 22 anos, levou duas horas para fazer o check-in para a capital do Amazonas na noite da quarta-feira. “Nunca peguei uma fila tão grande em toda a minha vida, que inferno”, reclama. Segundo Francisco Luiz Xavier de Lemos, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, parte da lentidão é fruto da falta de fiscalização. “Muitas vezes, há filas enormes no check-in, e metade dos boxes das empresas aéreas não tem funcionários”, diz. “As esteiras ficam rodando vazias porque as companhias não colocam gente para levar as malas.” Para ninguém sair prejudicado, o aeroporto tem de funcionar como uma orquestra. Se alguém falha, os efeitos são imediatos. “Cumbica precisa incorporar as melhores ferramentas de gerenciamento de pistas e terminais”, acredita Respício do Espírito Santo Júnior, presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo. Segundo ele, um “choque tecnológico” é fundamental para melhorar a movimentação das aeronaves e o conforto dos passageiros.
Os viajantes ficam tanto tempo dentro dos aeroportos que muitos deles se transformaram em shopping centers. Em Cumbica, há 197 pontos comerciais. A receita bruta, que inclui tarifas aeroportuárias e arrecadação com o comércio, foi de R$ 680 milhões no ano passado. Tem de tudo: chaveiro, consultório dentário e até uma sala ecumênica – onde há uma rosa dos ventos pregada na parede, com o leste destacado, para orientar os muçulmanos. A professora baiana Deise Viana, 26 anos, se sentiu obrigada a experimentar uma das cabines do Fast Sleep, uma espécie de hospedaria expressa. Pagou R$ 145 para dormir entre cinco e oito horas. Deise voltava do Chile e perdeu a conexão para Salvador porque o voo em que estava foi desviado para o Rio de Janeiro. Deise esbravejou, mas não teve ajuda da companhia aérea. Tentou reclamar à Agência Nacional de Avião Civil (Anac). Passava das 22h e ela deu com a cara na porta. Ainda que Deise quisesse apelar para Deus, também não conseguiria. Até a sala ecumênica estava fechada.

fonte/Solange Azevedo e Alan Rodrigues com a colaboração de Hugo Marques (Revista IstoÉ) / foto/Cia. de Foto

MODELO DE HELICÓPTERO QUE CAIU NO HOSPITAL EM MATO GROSSO DO SUL ERA USADO NO VIETNÃ

O helicóptero Bell H-1H da Força Aérea Brasileira que caiu ontem (5) a tarde no pátio do HR (Hospital Regional) estava em operação no Esquadrão Pelicano, sediado em Campo Grande, desde meados dos anos 90.

Conhecido como “Sapão”, o helicóptero atua nas operações de resgate e salvamento da Força Aérea desde a década de 60. O governo brasileiro comprou 68 “sapões” entre 1967 e 1997, quase todos utilizados pelos Estados Unidos na Guerra do Vietnã (1963-1975).

Hoje, há 44 aeronaves em uso, principalmente na Amazônia. O esquadrão Pelicano, possui 6 aeronaves, que fazem operações de resgate terrestre, fluvial e marítimo e levam socorro e mantimento a comunidades isoladas.

Quando estão com pouca carga são capazes de transportar até dez pessoas. O UH-1H deixou de ser fabricado em 1978.

Apesar de estar em operação há muito tempo, o helicóptero tem constantes manutenções, porém, está com sua vida útil quase no fim.

Até 1989, quando o Exército Brasileiro montou sua frota própria, os helicópteros da Aeronáutica serviram para o transporte das tropas terrestres. Nos anos 90 cogitou-se de desativar a frota, mas temendo perder pilotos, a Aeronáutica decidiu mantê-la.

Em 2003, o comando da Aeronáutica tentou contratar a empresa americana Bell Helicopters para fazer a modernização da frota de helicópteros, mas sem pesquisar preços, o que levou a CGU (Controladoria Geral da União) a investigar a licitação, que acabou sendo suspensa. Em 2008, a Vector Aerospace, empresa do Canadá, assinou contrato para oferecer suporte aos helicópteros.

A perícia, feita pela FAB, para definir as causas do acidente ocorrido hoje a tarde levará cerca de 30 dias para ficar pronta e será feita a partir da analise dos equipamentos, já que o helicóptero não possui caixa-preta. Fontes militares dizem que a causa mais provável seria uma falha mecânica.

Acidentes
Nos últimos oito anos, aviões e helicópteros da FAB estiveram envolvidos em pelo menos sete acidentes. O mais recente envolvendo um helicóptero H-1H foi em novembro de 2008, quando três militares morreram e outros três ficaram feridos, na cidade de Icapuí, no interior do Ceará.

A aeronave modelo H-IH fazia a rota entre Natal, no Rio Grande do Norte, e Fortaleza e teria tentado um pouso forçado em um campo de futebol na periferia da cidade. Um incêndio acabou matando os três militares.

Em 2005, dois militares morreram devido a queda de um helicóptero, também do Esquadrão Pelicano. O acidente ocorreu durante uma missão de treinamento realizada nas proximidades da pista de pouso da Base Aérea de Campo Grande.

fonte/Pantanal News

FAB VAI RESSARCIR PREJUÍZOS DE DONOS DE CARROS DESTRUÍDOS POR HELICÓPTERO

A Força Aérea Brasileira irá ressarcir totalmente os prejuízos financeiros dos dois funcionários do Hospital Regional que tiveram seus carros danificados devido a queda de um helicóptero na tarde de ontem, em Campo Grande, segundo informações da base Aérea de Campo Grande.
 
O helicóptero caiu na tarde de ontem no momento em que estava decolando para fazer o resgate de Sotênia Espíndola da Silva, de 69 anos, que foi picada por uma corsa preto, de placa HRP 6876 na quinta-feira e estava ilhada na região do Pantanal. Porém, pouco depois de decolar o avião caiu sobre um Corsa preto, de placa HRP 6876 e a hélice da aeronave acabou atingindo um Uno Azul, de placas 8523. Com o acidente os carros ficaram bastante danificados e os proprietários dos veículos preocupados com o prejuízo. A Base Aérea informou que a Força Aérea Brasileira irá ressarcir todos os prejuízos dos donos.

Segundo a assessoria da Base Aérea informou que os dois proprietários dos carros farão o orçamento dos prejuízos e que também farão um relatório de todos os gastos que tiveram com os veículos. Essas informações serão levadas até a FAB que ficará responsável por ressarcir todos os gastos dos donos dos carros.

Dentre as pessoas que será ressarcida está Irineide Silva Costa, dona do Uno e que trabalha na Assessoria de Direção Técnica do Hospital. Ela conta que, no momento ficou bastante preocupada, mas que já se acalmou pelo fato da Base Aérea ter afirmado que todos os prejuízos serão ressarcidos. Como o seu carro ficou bastante danificado, ela acredita que os prejuízos ficarão em torno de R$ 12 mil.

“Foi uma correria, quando eu vim ver o carro já estava completamente destruído. Eu fiquei preocupada na hora, mas o pessoal da Base Aérea disse que eu serei ressarcida em todos os gastos, eles disseram para eu ir procurá-los na segunda-feira. Ficou muito destruído a parte de cima do carro, acho que os gastos vão ficar em R$ 12 mil, o outro dono do carro que trabalha aqui no Hospital também vai ser ressarcido, o carro dele ficou bastante destruído”, afirma a mulher.

Levantamentos

O Helicóptero que caiu ontem no Hospital Regional foi retirado por um caminhão guincho na tarde de ontem. Os destroços foram levados para a Base Aérea de Campo Grande.

A respeito das causas do acidente, a Base Aérea informou que será feito uma Investigação de Acidente Aéreo que pode durar até 90 dias. Segundo a assessoria, essa investigação não tem caráter punitivo, mas sim de precaução para evitar que outros incidentes como esse ocorram. Como o Helicóptero é americano, algumas peças terão que ser levadas para o exterior para que sejam analisadas.

Apesar do susto, já que muitas pessoas acompanhavam o momento da decolagem do helicóptero, civis e nem tripulantes sofreram ferimentos.

fonte/Midiamax

LOCALIZADA CAUDA DE AVIÃO QUE CAIU NO LÍBANO


Este pedaço da cauda foi localizado em 26 de janeiro

Equipes de busca localizaram a cauda de um avião da Ethiopian Airlines que caiu no Mediterrâneo em janeiro e estão perto de encontrar a caixa-preta da aeronave, de acordo com o ministro de Transportes do Líbano, Ghazi Aridi. Em 25 de janeiro, o Boeing 737 caiu 25 minutos depois de partir da cidade de Beirute durante uma tempestade. Todas as 90 pessoas a bordo morreram e 15 corpos já foram encontrados.

Segundo Aridi, a cauda do avião foi localizada a 45 metros da costa da vila de Naameh, ao sul do aeroporto de Beirute. Ele acrescentou que mergulhadores do exército libanês e equipes de resgate estavam fotografando a área para tentar encontrar a caixa-preta e o restante dos corpos.

Aridi disse que o sinal da caixa-preta estava ficando mais nítido. O dispositivo geralmente é instalado na parte posterior do avião. "Estamos muito mais perto do alvo principal", avaliou o ministro, ressaltando que recuperar a caixa-preta e os dados de voo é um processo "muito complicado" e delicado que precisará de tempo.

fonte/AP /Agência Estado/foto/AFP

EMBRAER ABRE CENTRO DE SERVIÇOS PARA JATOS PHENOM NA CALIFÓRNIA


A Embraer designou a Clay Lacy Aviation (CLA) o centro de serviços autorizado para os jatos Phenom 100 e Phenom 300 no sul da Califórnia. A CLA tem 32.400 metros quadrados e é uma das maiores bases de manutenção do oeste dos Estados Unidos certificada pela Federal Aviation Administration (FAA).

"Com a nomeação desta nova base de apoio, a Embraer atende à demanda por serviços autorizados para o Phenom no mercado do sul da Califórnia. A reputação da Clay Lacy como provedora de serviços de primeira linha para a aviação executiva, aliada à sua localização no Aeroporto Van Nuys, torna-a a escolha ideal para apoiar nossos clientes de jatos Phenom", disse o diretor de Suporte ao Cliente para os EUA, Canadá, México e Caribe – Aviação Executiva, Scott Kalister.

fonte/Mercado & Eventos/foto/divulgação

APÓS QUEDA DE HELICÓPTERO, SEGUNDA EQUIPE NÃO LOCALIZA IDOSA EM MATO GROSSO DO SUL

O helicóptero caiu em cima de dois veículos Foto: Adriano Hany/Campo Grande News/Especial para Terra



Até por volta das 20h30 desta sexta-feira (horário de Brasília), quase 30 horas após uma idosa de 69 anos ser picada por uma cobra, a mulher não havia sido resgatada de uma fazenda no Pantanal sul-mato-grossense, onde mora. Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB), guiado por uma equipe do Esquadrão Pelicano, foi socorrê-la nesta tarde, logo após uma outra aeronave militar designada para a mesma missão ter caído no pátio de um hospital, em Campo Grande (MS).

O helicóptero militar Bell-212, modelo antigo, usado no mundo inteiro tanto para o salvamento quanto em períodos de guerras - como dos EUA contra o Vietnã entre as décadas de 60 e 70 -, caiu por volta das 14h desta sexta-feira logo após decolar do pátio do Hospital Regional, o segundo maior de Campo Grande.
O aparelho despencou sobre dois veículos e, apesar dos estragos, ninguém se feriu. Cinco militares que foram ao hospital pegar soro antiofídico levar até a fazenda ocupavam o helicóptero. Já os carros, um Fiat e um Corsa, estavam vazios na hora da queda.

O outro helicóptero, também Bell-212, seguiu depois do acidente até a fazenda localizada no Pantanal, a 700 km de Campo Grande (MS), onde a idosa Sotênia Espíndola da Silva havia sido mordida por uma cobra por volta das 17h da quinta-feira.

Lá, segundo a assessoria de imprensa da Base Aérea de Campo Grande, os militares não localizaram a área habitada pela idosa e, como o combustível não sustentaria muito tempo de voo, a equipe resolveu seguir para Corumbá (MS), cidade situada na fronteira com a Bolívia. A assessoria não soube informar se o helicóptero retornaria ainda hoje para socorrer a mulher.

A região onde mora a idosa picada pela cobra de espécie ainda não conhecida está ilhada por conta das fortes chuvas. O Esquadrão Pelicano foi acionado após os bombeiros de Coxim (MS), a cidade mais próxima da fazenda, uma distância de 160 km, terem desistido do socorro por conta do alagamento na estrada.

fonte/Terrra/Foto: Adriano Hany/Campo Grande News/Especial para Terra

VÍDEO - TOQUE E ARREMETIDA EM NAVEGANTES, SANTA CATARINA



colaborou/CmteAdersonCaye

QUEDA DE ALTITUDE

Os passageiros do voo 6255, Rio-São Paulo, da Ocean Air, levaram um baita susto no ar, ontem.
Durante a viagem, o avião teve uma queda brusca de altitude. Alguns minutos depois o piloto esclareceu que um outro avião da
TAM estava na mesma rota, erradamente. Aliás, quando chegou a Guarulhos, o piloto saiu de dentro da cabine xingando a falta
de responsabilidade do piloto da TAM.

fonte/GloboOnLine/Acelmo.com

AERONÁUTICA ENCERRA BUSCAS A HELICÓPTERO DESAPARECIDO NO AMAZONAS


A aeronáutica encerrou na manhã de hoje (5) as buscas ao helicóptero Esquilo AS50, prefixo PT-HLE, da empresa JVC, desaparecido desde o dia 15 de janeiro no município de Lábrea (a 703 quilômetros de Manaus). As buscas duraram 20 dias e foram realizadas na região onde os tripulantes fizeram o último contato com a torre de controle.

O piloto Silvar Apolinário, de 69 anos, e o mecânico Gilson Jesus de Aquino, de 51 anos estavam em missão para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Eles iriam transportar uma indígena da aldeia Suruwaha para o hospital de Lábrea. A Força Aérea Brasileira (FAB) montou uma base área no município e as buscas pelos dois tripulantes.

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que foram 20 dias de buscas e 169 horas e 55 minutos de vôos. As equipes de resgate percorreram mais de 19398 quilômetros quadrados de área coberta.

As buscas foram feitas pelas aeronaves FC95 Bandeirantes e UH-1H (foto), da base aérea de Campo Grande, especializada em resgate além de um navio Patrulha Fluvial Roraima da Marinha do Brasil. Elas percorreram o rio Purús, entre Lábrea e Canutama (555 quilômetros de Manaus).

As equipes também se deslocam na selva por meio de rapel até as áreas de maior probabilidade da queda, principalmente quando há indícios do acidente, como uma árvore quebrada ou retorcida, por exemplo.

A FAB montou uma base de operações em Canutama, onde trabalham mais de 20 militares. Para abastecer as aeronaves utilizadas na operação de resgate, a FAB enviou combustível pela C105 Amazonas. Nas buscas foram utilizados mais de 58 mil litros de combustível nas aeronaves.

Desaparecimento
A empresa JVC informou que o sinal da aeronave parou de ser transmitido por volta das 17h30 de sexta-feira, próximo a Canutama. Um piloto e um mecânico estavam a bordo do helicóptero que iria fazer o transporte de um indígena da aldeia Suruwaha para o hospital de Lábrea.

fonte/Portal Amazônia/foto/Edmar Barros/Vc no Portal

PEÇA DE AVIÃO CAI EM ESTACIONAMENTO DE CENTRO COMERCIAl EM MIAMI



As autoridades americanas averiguam as causas do desprendimento de uma peça de um avião em voo que caiu hoje (5) por volta das 11:30 (hora local) no meio do estacionamento de um centro comercial de Miami, nos Estados Unidos informaram meios de imprensa locais.

As imagens dos canais locais de televisão mostraram um fragmento de um avião do tamanho de um veículo no meio do estacionamento do International Mall de Doral, em Miami.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos EUA assinalou que a peça tinha se desprendido da fuselagem do avião Boeing 747-400, prefixo N429MC, de propriedade da companhia aérea de carga Atlas Airlines.

O avião, procedente do Chile (voo 5Y-46), iniciava a operação de aterrissagem na pista 09 do Aeroporto Internacional de Miami quando uma peça de sua fuselagem se desprendeu, segundo a FAA.

A aeronave prosseguiu e aterrissou em segurança.

As autoridades disseram que não foram registradas vítimas, nem danos nos veículos que estavam estacionados no centro comercial no momento do fato.

As testemunhas assinalaram que o golpe da peça ao atingir o solo produziu um barulho estrondoso.


fonte/EFE /G1 / Aviation Herald/NoticiasSobreAviação/foto/Stephanie Smith/CBS/Google Earth

HELICÓPTERO CAI NO ESTACIONAMENTO DE HOSPITAL EM CAMPO GRANDE

Um helicóptero do Esquadrão Pelicano da Força Aérea Brasileira caiu no estacionamento do Hospital Regional de Campo Grande, na tarde desta sexta-feira (5). Cinco tripulantes estavam no helicóptero, mas ninguém ficou ferido.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o helicóptero teria atingido dois carros que estavam estacionados no local.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que o acidente ocorreu no momento em que a aeronave decolava. Os militares levavam soro antiofídico para uma mulher que foi picada por uma cobra no interior de Mato Grosso do Sul.

A manutenção do helicóptero, modelo H-1H, matrícula FAB-8689, estava em dia, ainda de acordo com a FAB, e os pilotos são considerados experientes. Segundo a assessoria de comunicação, logo após perceber o problema, o piloto escolheu um local do estacionamento considerado 'seguro para realizar o pouso de emergência'.

O Esquadrão Pelicano é um grupamento da FAB especializado em busca e salvamento. Segundo a FAB, a missão desta sexta-feira era considerada de 'misericórdia', pois a idosa picada pela cobra estava na Fazenda Lagoa Parada, na região do Pantanal, a 160 quilômetros de Coxim, a 2h30m de voo de Campo Grande. Uma outra aeronave prosseguiu a missão, mas, sem conseguir localizar a vítima, espera por novas informações em Corumbá.

Uma equipe de peritos está no local para tentar descobrir as causas do acidente. Depois da conclusão dos trabalhos, a aeronave será levada para a Base Aérea em Campo Grande.


fonte/G1 / O Globo /TV Morena

QUEDA DE HELICÓPTERO DE AJUDA AO HAITI, MATA DUAS PESSOAS


Dois norte-americanos morreram quando um helicóptero que estava participando da operação de ajuda humanitária e recuperação do Haiti caiu na República Dominicana na quinta-feira (4), informaram autoridades do setor de aviação.

O helicóptero Robinson R-44 Raven II, prefixo N7535F, registrado nos Estados Unidos para a empresa JAJ Investments Ltd, atingiu uma montanha e pegou fogo no fim da tarde de quinta-feira em Los Quemados, na região de Restauración, próximo à fronteira com o Haiti, cerca de 280 quilômetros ao noroeste de Santo Domingo, disse em comunicado o Instituto Dominicano de Aviação Civil (IDAC).

O instituto identificou as vítimas como James Jaloe e John Ward, mas não deu mais detalhes sobre a missão e a carga do helicóptero.

Segundo informações oficiais, a aeronave, que pertencia a uma empresa registrada em Fort Lauderdale, na Flórida, tinha um plano de voo entre Santiago e Jimaní, desde onde se deslocou para Porto Príncipe e na volta a Santiago se acidentou.

O comunicado diz que se presume que os tripulantes eram voluntários norte-americanos que participavam em uma missão de ajuda ou resgate às vítimas do terremoto no Haiti devido à rota que realizava.

O governo norte-americano e grupos de ajuda deste país lideraram uma importante missão internacional de assistência para as centenas de milhares de sobreviventes do terremoto que sacudiu o Haiti em 12 de janeiro.

O responsável de Relações Públicas do IDAC, Pedro Jiménez, manifestou que continuavam as investigações para determinar a causa do acidente e qual era a missão real dos tripulantes que morreram.

"Os organismos de investigação do IDAC, do departamento de busca e salvamento, junto às autoridades da Junta da Aviação Civil, conduzem as investigações locais para determinar qual era exatamente a missão dos falecidos no acidente", disse Jiménez.

fonte/Reuters/O Globo foto/EFE

TAM DIZ QUE ATRASO DOMÉSTICO TECE INFLUÊNCIA DE NEVASCA NOS ESTADOS UNIDOS

A TAM informou há pouco que o alto índice de voos domésticos com mais de 30 minutos de atraso registrado em janeiro, de 23,9%, foi impulsionado "pelas fortes nevascas nos Estados Unidos e na Europa, que prejudicaram pouso e decolagens dos voos da companhia nessas rotas".

Por meio de comunicado, a TAM acrescentou que os fenômenos climáticos registrados nos Estados Unidos e na Europa "influenciaram negativamente a pontualidade das conexões com voos domésticos" nos aeroportos internacionais do Rio (Galeão) e Guarulhos (Cumbica).

O desempenho da TAM nas rotas internacionais também foi destaque negativo em janeiro.

A TAM afirmou ainda que a pontualidade também foi prejudicada pelas fortes chuvas que fecharam alguns dos principais aeroportos do país.

Nesta tarde, a Anac informou que vai aumentar a fiscalização sobre a operação da TAM que, pelo quarto mês consecutivo, foi a empresa aérea que registrou o maior índice de atrasos nos voos domésticos.

A empresa contesta os critérios utilizados pela Infraero para apurar os índices de pontualidade, alegando que há "distorções" que são publicadas e divulgadas pela Anac, e informa que pediu a revisão da metodologia do levantamento, mas reclama que até janeiro nada havia mudado.

"Entre essas distorções, as tabelas contabilizavam como sendo da companhia atrasos ocorridos em operações de empresas parceiras, inclusive em aeroportos onde a TAM nem mesmo opera", argumenta a companhia.

fonte/Valor Online/O Globo

QUEDA DE HELICÓPTERO MILITAR NA ALEMANHA MATA 3 SOLDADOS AMERICANOS

Um helicóptero do Exército dos Estados Unidos caiu na noite de quarta-feira (3) no oeste da Alemanha, matando os três militares a bordo.

O acidente ocorreu em um bosque próximo a uma estrada, nas imediações de Darmstadt, próximo à cidade de Lorsch, no oeste da Alemanha. As Forças Armadas dos EUA confirmaram que três soldados morreram na queda do Sikorsky UH-60A Black Hawk operado pelo 1st Battalion, 214th Aviation Regiment US Army Europ, durante um voo de treinamento.

A causa da queda ainda não foi determinada. O caso já está sendo investigado.

fonte/AFP /G1 foto/AFP

TURISTA FRANCÊS É DETIDO PELA POLICIA FEDERAL NO AEROPORTO DE SALVADOR POR COMPORTAMENTO AGRESSIVO

Um francês foi detido pela Polícia Federal na madrugada desta sexta- feira (05) no Aeroporto Internacional de Salvador, após ter tido um comportamento agressivo com a tripulação de um voo da Transportes Aéreos Portugueses (TAP), que seguia do Rio de Janeiro para Lisboa, em Portugal.

Segundo informações da equipe da PF no Aeroporto, o avião foi obrigado a pousar na capital baiana para que o turista Jean Domenique Gamahut, 35 anos, fosse medicado e passasse por exames toxicológicos. O turista foi encaminhado na manhã desta sexta-feira, 5, para o Instituto Médico Legal (IML), onde fez exame toxicológico.
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fonte/correio24horas.globo.com / A Tarde Online

PASSAREDO ANUNCIA NOVA ROTA ;IGANDO INTERIOR DE SÃO PAULO A RECIFE

A Passaredo Linhas Aéreas anunciou nesta quinta-feira (04), uma nova rota ligando Ribeirão Preto (SP) a Recife (PE) num voo direto, sem escala. A rota será feita por um dos jatos Embraer ERJ - 145 da empresa, que tem capacidade para 50 passageiros. Os voos terão início já em março saindo de Ribeirão Preto às 23h30 com chegada às 2h30. Para a volta, decola de Recife às 3h e chega em Ribeirão Preto às 6h.

"Vamos oferecer para nossos passageiros mais uma opção de vôo para o nordeste brasileiro. O estudo que fizemos nessa região, mostrou uma grande demanda entre estes destinos, por isso acreditamos que a nova operação será um sucesso", afirma o presidente da empresa, José Luiz Felício Filho.

fonte/ Mercado & Eventos

OCEANAIR FAZ PRÉVIA DA CHEGADA DOS AIRBUS EM SÃO PAULO


A foto do Airbus no estande com Orlando Mendes, Kleber Sanches, Renato Aranha e Antônio Goes, todos da área comercial da empresa
A foto do Airbus no estande com Orlando Mendes, Kleber Sanches, Renato Aranha e Antônio Goes, todos da área comercial da empresa
Quem visitou o 16° Workshop CVC – nesta quarta-feira (dia 3) e quinta-feira (dia 4) –, em São Paulo, e prestou atenção no estande da companhia OceanAir pôde verificar o que vem pela frente em termos de aeronave. Na parede do local, havia uma foto enorme de um Airbus – aeronave que a empresa vai começar a operar este ano.

Dessa forma, a companhia terá na frota os atuais MK-28 e os Airbus. A foto do Airbus praticamente iniciou a promoção da nova aeronave junto ao trade.

fonte/foto/Panrotas

VAGA PARA SUPERVISOR DE AEROPORTO

Empresa: TRIP Linhas Aéreas
Porte:Grande
Ramo:Transporte

Dados da vaga

Vaga:
Supervisor de aeroporto
Código da vaga: 1026124
Data de atualização: 04/02/2010
Quantidade: 1 vaga
Descrição:
  • Formação superior completo.
  • Experiência anterior na aviação como supervior de aeroporto.
  • Desejável um ano de experiência.
  • Conhecimento do idioma inglês intermediário.
  • Será responsável pelas operações no aeroporto, coordenando as atividades de embarque e desembarque de passageiros, check-in, loja de venda de passagens no aeroporto com objetivo de manter a qualidade do serviço prestado, zelando pelo patrimônio da empresa, atendendo as regras de segurança de vôo, bem como administrando os recursos disponibilizados.
  • Experiência em coordenação de equipes.
  • Analisaremos currículo de todo Brasil.
Faixa salarial:A combinar
Níveis hierárquicos:
Coordenação e Supervisão
Especialista com Curso Superior
Área(s) de atuação:Administrativa
Cidades:BELO HORIZONTE/MG (1 vaga)
fonte/EmpregoCerto/PousadaDasNoticiasCmraDanieleCarreiro

ATRASOS MOTIVAM ANAC A REFORÇAR FISCALIZAÇÃO SOBRE A TAM

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está reforçando a fiscalização sobre a TAM para identificar os motivos dos atrasos dos voos da companhia. Segundo nota divulgada hoje, a TAM foi a empresa com maior índice de atrasos nos voos domésticos em janeiro, pelo quarto mês consecutivo. "Por ter o maior número de voos - 25,9 mil das 71,7 mil decolagens no Brasil em janeiro - o crescimento dos atrasos na TAM teve forte impacto no índice nacional", afirma o comunicado da Anac.

A agência pretende acompanhar também o que a TAM tem feito para solucionar o problema de atrasos. Com base em levantamento feito em 67 aeroportos do País pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Anac concluiu que apesar das chuvas que fecharam por várias vezes alguns dos principais terminais, em janeiro, o total de atrasos das companhias aéreas nacionais e estrangeiras ficou estável em relação ao fim de ano: 17,8%, ante 17,9% em dezembro.

Os dados consideram os voos que partiram com mais de 30 minutos do horário previsto. Segundo a Anac, entre as maiores companhias brasileiras no transporte regular, a Azul, a Gol/Varig e Webjet melhoraram a pontualidade em comparação com o fim de ano.

fonte/Estadão

INCÊNDIO NO AEROCLUBE DE LUZIÂNIA DEIXA DUAS PESSOAS FERIDAS




Um incêndio no final da manhã dequinta-feira (4/2) no aeroclube de Luziânia (GO) deixou duas pessoas feridas. Fabrício Pioren Demegei, 23 anos, e Jorge Alex Machado, 30, sofreram várias queimaduras, mas não correm risco de morte. Segundo o Corpo de Bombeiros da região, o fogo, que teria sido causado por um curto-circuito no hangar 2A, atingiu grandes proporções e levou mais de 40 minutos para ser controlado.

Fabrício chegou ao Hospital Regional de Luziânia por volta das 12h40, recebeu os cuidados iniciais e logo foi encaminhado ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, às 14h10.
Jorge foi levado para um hospital particular em Luziânia e posteriormente encaminhado ao HRAN, por volta das 14h30. Nenhum dos dois feridos corre risco de morte.

Força-tarefa
O fogo no aeroclube começou por volta das 11h30 e precisou de um caminhão do Corpo de Bombeiros de Luziânia, um do DF e um carro pipa da prefeitura da cidade goiana para ser controlado. Segundo os bombeiros, o hangar atingido pelo incêndio ficou completamente destruído.

fonte/Correio Brasiliense/foto/divulgação

MONOMOTOR BATE EM MORRO DE CAMPO LARGO, PARANÁ

Um avião de pequeno porte teria se chocado em um morro no município de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, no início da noite desta quinta-feira. Segundo informações da Sala de Imprensa da Polícia Militar, a aeronave teria feito um voo rasante para depois se chocar contra o morro, que fica nas proximidades da estrada Três Córregos, região rural do município.

O acidente, que aconteceu por volta das 19h45, foi acompanhado de explosão, afirmou a PM.

Segundo informações da Polícia Militar, várias equipes foram enviadas ao município para fazer as buscas, mas até a manhã desta sexta-feira nenhum vestígio do suposto acidente teria sido encontrado. No entanto, vários moradores haviam relatado o fato às equipes de buscas. Os policiais desconfiam que a aeronave descrita pelos moradores seria de clandestina.

fonte/Bem Pará

COMPANHIAS AÉREAS AMERICANAS TRANSFORMAM ATRASOS EM AVANÇOS


Várias companhias aéreas norte-americanas têm vindo ao longo dos anos a fazer avançar os seus horários oficiais de chegada de voos domésticos, mantendo os de partida. Um procedimento com múltiplas justificações. Entre 1996 e 2010 a duração oficial do voo Nova Iorque-Los Angeles na Delta Airlines aumentou mais de uma hora, de seis para mais de sete. No mesmo período de tempo, nove anos, a mesma rota na American Airlines passou de seis horas e dois minutos para seis horas e trinta e cinco. Outro exemplo, um voo entre Chicago e Nova Iorque na Delta durava uma hora e cinquenta e quatro minutos, mas hoje tem uma duração oficial de duas horas e 36.

Os exemplos foram recolhidos pelo The Wall Street Journal, são muitos e envolvem nove companhias aéreas norte-americanas, das maiores a pequenas companhias regionais. Uma explicação avançada é tratar-se de um procedimento com o objectivo de eliminar a possibilidade de um voo ser oficialmente classificado como atrasado, diminuindo assim responsabilidades perante os passageiros. Estes, na maior parte dos casos alheios às alterações, podem ver-se em situações inesperadas, como no caso de um passageiro citado pelo jornal norte-americano, que partiu de Nova Iorque para chegar a Dallas com nada menos que 55 minutos de avanço face ao horário. Mas à primeira reacção de contentamento sucedeu-se a frustração de permanecer no avião à espera de manga no terminal, dado o "avanço" da chegada. 

O The Wall Street Journal examinou os horários oficiais de 50 voos domésticos de nove companhias norte-americanas e concluiu que de 1996 até hoje houve um avanço médio de 10 % na duração prevista dos voos, equivalente a 17 minutos. O caso mais extremo é o de um voo da Delta Airlines entre Atlanta e Orlando, que em 1996 tinha uma duração prevista de 74 minutos, e hoje de 103 minutos, aumento de 39 %. Só em cinco dos cinquenta voos analisados a duração prevista não aumentou, e apenas um viu essa duração diminuída, em cinco minutos. De referir que boa parte dos aumentos de duração foram introduzidos em 2009, embora a tendência tenha já anos. 

As companhias argumentam que o aumento da duração dos voos reflecte os crescentes congestionamentos nos aeroportos e no controle de tráfego aéreo, assim como uma diminuição da velocidade das aeronaves, em cerca de 2 %, numa medida de poupança de combustível. Outro argumento é o de uma série de voos domésticos terem nos últimos anos passado a ser realizados em aparelhos de menor dimensão, os chamados jactos regionais, que as companhias não só afirmam serem mais lentos que os aparelhos "full size", com mais de cem lugares, como argumentam ainda que os pequenos jactos podem obrigar aparelhos mais rápidos que os sigam a abrandar… Alguns responsáveis reconhecem simplesmente tratar-se de uma forma de melhorar os seus índices de pontualidade, uma "almofada" nos horários. Uma perspectiva que um analista citado pelo jornal não hesita em classificar como "burrice dispendiosa", pois implica um tempo artificialmente acrescido de ocupação da frota, diminuindo o número de voos que cada aeronave pode realizar e a rentabilidade, ao que se contrapõe que um dos efeitos da actual crise na aviação foi precisamente a diminuição do uso das frotas, pela queda da procura. Um facto que leva a esperar que a situação se vá normalizando com a recuperação económica. Uma esperança que não altera o facto de esta ser uma tendência crescente nos últimos anos, e certo mesmo, para já, é que nos Estados Unidos há voos que muito dificilmente chegam atrasados face ao horário oficial.


fonte/Apea

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