segunda-feira, 7 de setembro de 2009

VÍDEO - SHOW AÉREO - 7 DE SETEMBRO - BRASÍLIA

BRASIL É O PRIMEIRO COMPRADOR INTERNACIONAL DO RAFALE


rafale-vencedor


Caça francês desbanca concorrentes sueco e americano

Concorrendo com o Saab Gripen e do Boeing F/A-18E Super hornet, o caça francês Dassault Rafale venceu o F-X2 da FAB. O avião já era considerado o favorito, embora não tivesse obtido nenhuma vitória nas concorrências que participou.

O caça bimotor francês, que rivaliza com o Eurofighter Typhoon, surgiu como ACT (Avion de Combat tactique) e ACM (Avion de Combat Marine), destinado a substituir os Jaguars da Armée d l’Air e os Crusaders e Super Etendards da Aéronavale.

O primeiro vôo do protótipo demonstrador de tecnologia Rafale A aconteceu em 4 de julho de 1986, propulsado ainda por turbinas norte-americanas GE F404, pois as turbinas francesas, desenvolvidas para ele, não tinham ainda alcançado a maturidade requerida. Somente no início de 1990 é que aconteceu o primeiro vôo com uma turbina SNECMA M88.

Os protótipos Rafale C01 (monoplace para a Força Aérea), Rafale M01(monoplace naval), e Rafale B01 (biplace para a Força Aérea) voaram em maio de 1991, dezembro de 1991, e abril de 1993, respectivamente.

Uma célula de testes, na configuração Rafale M, foi entregue ao CEAT de Toulouse em 10 de dezembro de 1991, para testes de fadiga em terra. Entre aquela data e 2 de março de 1993, foram completados mais de 10.000 vôos simulados, incluindo 3.000 catapultagens e 3.000 pousos a bordo. A validação estrutural foi atingida em 15 de dezembro de 1993.

Inicialmente, o Rafale B era para ser apenas um treinador, mas as experiências da Guerra do Golfo e do Kosovo mostraram que um segundo tripulante era inestimável em missões de ataque e reconhecimento e, sendo assim, mais Rafale Bs foram encomendados, substituindo alguns Rafale Cs. Foi decidido que 60% dos aviões seriam biplaces e a Aéronavale, que inicialmente não tinha encomendas de aeronaves de dois lugares, também quis obtê-los; a decisão, no entanto, foi posteriormente cancelada pela Marinha.

Prejudicado pela falta de recursos

As demandas do Governo Francês pela redução de custos levaram à suspensão do programa Rafale em novembro de 1995 e o bloqueio dos fundos em 1996.

Os planos para três versões do Rafale em níveis diferentes de sofisticação foram abandonados, e substituídos por uma versão padrão e outra de exportação, com três softwares (F1, F2 e F3) de missão sendo introduzidos progressivamente nos aviões em produção.

Inicialmente as Forças francesas esperavam receber 294 aviões: 232 para a Força Aérea e 60 para a Marinha. Mas, com passar do tempo e a elevação dos custos, este número caiu para somente 120 Rafales.

Os aviões estão sendo entregues em três lotes distintos, sendo a encomenda mais recente a do final de 2004, para 59 Rafales, embora o Ministério da Defesa francês tenha revelado que este número pode cair para 51 aeronaves, com o mesmo “custo global” . Foi mencionado o sacrifício de 8 a 12 aeronaves para permitir a introdução de novas versões dos sensores desenvolvidos pela indústria francesa.

O Rafale M teve prioridade na produção inicial pela necessidade de substituição dos velhos Vought F-8 Crusader da Aéronavale. As primeiras entregas começaram em 2001, com o primeiro esquadrão, Flotille 12, formado em 18 de maio de 2001. A unidade iniciou as operações no NAe Charles de Gaulle em 2002, tornando-se plenamente operacional em 25 de Junho de 2004, depois de uma extensa opeval (avaliação operacional), que incluiu vôos de escolta e missões de apoio aéreo na Operação Enduring Freedom, no Afeganistão.

Suíte eletrônica

Dois sistemas eletrônicos principais foram desenvolvidos para o Programa Rafale: o radar multimodo de varredura eletrônica RBE2, e o sistema de auto-proteção SPECTRA.

O RBE2 (Radar à Balayage planos Electronique 2) é uma radar desenvolvido durante os anos 90. É um equipamento do tipo PESA (passive electronically scanned array), considerado inferior aos AESA mais recentes, como o AN/APG-79 do F/A-18E/F do Super Hornet. Por isso está sendo desenvolvida a versão RBE2-AA (active array), que deverá entrar em serviço em 2012.

Diz-que o RBE2 pode rastrear até 40 alvos simultaneamente e engajar 8 deles, com alcance máximo em torno de 120km, para alvos do tamanho de um caça.

O sistema defensivo do Rafale é o SPECTRA, uma suíte de sistemas defensivos que combina sensores capazes de acusar emissões de laser e de radiação eletromagnética, lançadores de chaff e de flares, interferidores eletrônicos para “jammear” sistemas inimigos e detectores de lançamento de mísseis guiados por infravermelho.

O Rafale também tem um sistema eletro-óptico Thales/SAGEM OSF de busca e rastreamento infravermelho, instalado no nariz da aeronave.

Alto custo de desenvolvimento e preço salgado

Segundo algumas fontes, o custo total do Programa do Rafale foi de € 28 bilhões (cerca de US$ 38 bilhões), o que se traduz em um custo unitário de cerca de € 95 milhões. Só o desenvolvimento da versão de exportação, Rafale Mk.2, custou €1,3 bilhão!

O “flyway price” de 2006 era de € 51,8 milhões (cerca de US$ 72,5 milhões) para a versão da Força Aérea, e € 56,6 milhões, para a versão naval.
Nas concorrências de Singapura e Coreia do Sul, o Rafale foi oferecido por US$ 95 milhões.

Até agora, avião não tinha vencido nenhuma concorrência internacional

Apesar de vários países terem demonstrado interesse no Rafale, o avião não conseguiu vencer nenhuma concorrência. Em 2002, o Rafale competiu com o Boeing F-15K para o F-X da Coréia do Sul, mas acabou perdendo. Em 2005, o Rafale perdeu novamente para o F-15, na disputa pelo melhor caça para a Real Força Aérea de Singapura.

Em 2006 foi anunciado que a Líbia queria comprar de 13 a 18 Rafales por US$3,4 bilhões, mas o negócio não foi concretizado. Em 2007, o Rafale também participou de uma concorrência no Marrocos, perdendo para o F-16.

fonte: Ag Internacionais, Poder Aéreo, foto divulgação

BOEING PODE SER PROCESSADA POR ACIDENTE DA TURKISH AIRLINES

Sobreviventes de um acidente da Turkish Airlines ocorrido em fevereiro no aeroporto Schiphol, em Amsterdã, planejam processar a Boeing nos Estados Unidos em até US$ 20 milhões cada, informou um escritório de advocacia da Holanda nesta segunda-feira.

Nove pessoas morreram após o voo TK 1951, de Istambul, colidir nas proximidades de Schiphol na manhã de 25 de fevereiro, e investigadores holandeses disseram que uma falha no altímetro esquerdo desligou o motor do Boeing 737-800 antes de a aeronave cair. A Boeing afirmou em resposta que está "emitindo um lembrete a todos os operadores do modelo 737 para que monitorem cuidadosamente instrumentos de voo primários durante fases críticas de voo".

O escritório de advocacia holandês AKD Prinsen Van Wijmen (AKD) informou que 10 sobreviventes do acidente concordaram em pedir ao Clifford Law Offices que inicie um ação judicial nos Estados Unidos contra a Boeing. O caso pode ser apresentado em duas a seis semanas.

"A Boeing não comenta sobre um litígio em aberto", disse o porta-voz da fabricante, Jim Proulx. Frans Vreede, do escritório de advocacia AKD, afirmou que outros advogados nos Estados Unidos também estão preparando processos contra a Boeing. Ele acrescentou que a companhia atualmente não está disposta a considerar um acordo.

Passageiros gravemente feridos podem reivindicar até 20 milhões de dólares cada por danos, segundo Vreede.

Fontes: Terra - Reuters

SATA VOOU COM A320 QUE TEVE 'HARD LANDING'EM LISBOA

A transportadora aérea açoriana SATA efetuou alguns voos com o avião que realizou uma aterrissagem com dificuldades em Lisboa, antes de o parar para inspeção, situação que o governo regional quer ver "cabal e completamente esclarecida".

"Queremos esclarecer cabal e completamente todas as circunstâncias do que se passou", assegurou hoje Vasco Cordeiro, secretário regional da Economia.

O incidente ocorreu a 4 de Agosto no Aeroporto de Ponta Delgada, no final de uma viagem com origem em Lisboa, quando o piloto do Airbus A320 'Diáspora' (foto acima), recentemente adquirido pela SATA, efetuou a aproximação à pista com excessiva velocidade, provocando uma aterrissagem com dificuldades (hard landing).

O impacto do avião no solo ultrapassou em muito os 2,5 g's permitidos pela aviação internacional em manobras de aterrissagem e teria chegado aos 4,6 g's.

O incidente provocou a queda de alguns rebites de uma das asas do aparelho e danos no trem de aterrissagem.

Apesar do acidente, que não provocou feridos, mas que gerou alguma agitação entre os passageiros que se encontravam a bordo, o avião continuou a voar, tendo realizado várias viagens nos dois dias seguintes.

O avião apenas deixou de voar em 6 de agosto, quando foi submetido a uma inspeção de rotina, obrigatória na sequência do número de horas de voo realizadas.

O A320 'Diáspora', que começou a voar em junho, deverá ficar parado até outubro, para ser submetido a todos os exames necessários para garantir a sua segurança.

Questionado hoje pelos jornalistas, Vasco Cordeiro escusou-se a fazer mais comentários sobre a situação, alegando estar decorrendo um inquérito, cujas conclusões serão determinantes para a apreciação do problema.

Nesse sentido, o secretário regional da Economia não quis pronunciar-se sobre as consequências deste caso na credibilidade da SATA, não confirmando que estivessem preenchidas as condições que obrigavam o avião a parar depois do incidente em Lisboa.

Notícias reveladas durante o fim-de-semana referem que a SATA poderá ter violado as regras da aviação civil por não ter comunicado o acidente à Airbus, construtor do aparelho, e ao Instituto Nacional de Aviação Civil de Portugal (INAC).

Fontes: Francisco Ribeiro (Agência Lusa) / Diário de Notícias (Portugal) - Imagem: Divulgação

AERONAVE CAI, EXPLODE E PILOTO MORRE PERTO DE CAMPO GRANDE

Um avião de pequeno porte caiu hoje (7), por volta das 17h50, próximo da pista do Aeroporto Santa Maria, na saída para Três Lagoas, em Campo Grande. A aeronave experimental passou a tarde realizando voos na região.

Segundo o advogado Alexandre Bastos, o avião perdeu o controle e caiu de bico após uma das asas quebrar no ar. Ao bater no chão, a aeronave explodiu e pegou fogo. O piloto, que não foi identificado, morreu antes de receber ajuda.

Jogadores de futebol e funcionários do aeroporto, que não conta com equipe própria de bombeiros, pegaram extintores e tentaram combater as chamas. O avião ficou totalmente destruído.

O Corpo de Bombeiros levou mais de 20 minutos para chegar ao local da tragédia. Até uma viatura do Samu (Serviço Móvel de Urgência) foi enviada ao local.

Por volta das 19h30, o Corpo de Bombeiros identificou o piloto como sendo Rômulo Silva.

Manobra arriscada teria provocado a queda do monomotor

Uma manobra arriscada teria provocado a queda do monomotor experimental de prefixo PU-TG (?) por volta das 17h40 desta segunda-feira, próximo do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. O piloto, Rômulo Donizete da Silva, 48 anos, morreu na hora.

O piloto e amigo da vítima, Marcelo Ribeiro de Britto, disse que o tipo de curva no ar que o piloto fez com o monomotor pode ter provocado a queda. “Com esse tipo de avião não é possível fazer a manobra que ele fez”, afirmou que Rômulo tinha vários anos de experência.

O primeiro a chegar ao local da queda foi Celso Ricardo que jogava bola próximo de onde aconteceu o acidente. Ele disse que escutou um barulho forte e foi em direção. “ Quando cheguei o avião já estava pegando fogo. Consegui tirar o corpo do piloto de dentro, mas ele já estava morto. Apaguei o fogo com os extintores do meu carro”, relatou.

Um outro piloto que não quis se identificar afirmou que Rômulo era um piloto experiente e que o avião foi mal construído. “ Essa aeronave foi construída no aeroporto sem a devida preocupação”, afirmou.

Rômulo, piloto de avião agrícola, estava fazendo um voo experimental com aeronave de um amigo. O monomotor tinha seis que havia sido construído.

Fontes: Edivaldo Bitencourt (Campo Grande News) / Chico Júnior e Reginaldo Coelho (Midiamax) - Foto: Midiamax

BOEING 737 DA KD-AVIA POUSOU COM TREM DE POSUO RECOLHIDO, TRIPULAÇÃO ESTAVA DISTRAÍDA


Investigadores russos concluiram que a tripulação de um Boeing 737-300 da KD-Avia, procedeu a um pouso com o trem de pouso recolhido, por estar distraida com um problema de assimetria de flaps, que na realidade não existia.

A Aeronave preparava-se para uma aproximação noturna em Kaliningrado, com condições de tempo adversas, outubro passado, quando uma tentativa de estender os flaps de 2º para 5º resultou em uma indicação errada de anomalia, sugerindo que os flaps da asa esquerda haviam travado na posição de 2º.

O Comitê Federal de Aviação ( MAK ), orgão responsável pelas investigações de acidentes aéreos na Rússia, informou que as análises efetuadas mostraram que os flaps não apresentavam problemas e que um exame detalhado da Boeing, mostrou que os sensores dos flaps teriam disparado um falso alarme devido umidade, o que teria criado uma falsa inidicação à tripulação.

Durante a tentativa de resolver o problema inexistente, o copiloto ativou as inibições de flap e de trem. Esta ação incorreta, desconectou efetivamente o GPWS ( ground-proximity warning system ) .

Sem resolver a situação dos flaps, os pilotos optaram em deixá-los na posição de 2º e pousar com uma velocidade mais elevada. A combinação de chuva intensa e escuridão, exigia uma atenção maior no pouso e assim criou-se um fardo psicológico adicional.


O erro crítico final aconteceu dois minutos antes do avião tocar o solo, quando um alarma de trem recolhido, foi rapidamente cancelado pela tripulação. O MAK acredita que a ação foi automática e tomada sem uma análise da situação, em função de um esteriótipo negativo existente, devido o cancelamento constante deste tipo de alarme nos pousos.

Nenhum dos pilotos percebeu que o trem não havia sido baixado e a ação anterior de inibição do GPWS, impossibilitou que outro alarme soasse.

O 737 tocou a pista a 158 nós e correu 1.440 m ( 4,720ft) antes que conseguisse parar. Lá permaneceu e não houve ocorrência de fogo. Nenhum dos 138 passageiros e 6 tripulantes se feriu.

Em seu relatório final, referente ao acidente ocorrido em 01 de outubro de 2008, o MAK observou que a frota de 17 Boeing 737s da KD-Avia, apresenta três diferentes modelos de layout, contendo diferentes números de identificação dos comutadores ( switches ), para inibição das funções do trem e dos flaps, mas todos utilizam o mesmo manual de referência, com descritivo idêntico.


fonte: FG/BGA

AERONAVE CAI DURANTE TENTATIVA DE POSUO NOS EUA



Cinco pessoas morreram neste sábado devido à queda de um pequeno avião, no Nordeste do Estado americano de Oklahoma, devido a um forte nevoeiro.

O avião Piper viajava rumo à cidade de Dallas, no estado americano do Texas, quando caiu em um parque próximo a um campo de beisebol na cidade de Tulsa (Oklahoma).

Os investigadores disseram que o pequeno avião, com capacidade para seis passageiros, pode ter se chocado contra um cabo de uma torre de comunicações que não estava visível devido ao nevoeiro.

A polícia afirmou que dois homens, uma mulher e duas jovens morreram no acidente, mas ainda não se sabe a identidade das vítimas. Ninguém foi atingido em solo.

A polícia informou que o avião deixou o aeroporto Jones Riverside em Tulsa às 10h37 (12h37 em Brasília) rumo a Dallas e caiu cerca de 30 minutos depois.



Fontes: FOLHA - Efe- AP

FAA CENSURA PUBLICAMENTE A SOUTHWEST AIRLINES

A Southwest Airlines recebeu uma reprimenda da FAA, sexta-feira, dia 4 de setembro, por não haver cumprido o prazo estipulado para a subtituição das peças e componentes, não homologados, e em uso em 39 de seus Boeing 737-300s/500s. A companhia aérea deverá completar as substituições até 24 de dezembro. Apesar disso tanto a Boeing como a FAA informaram que a questão não afeta a segurança de voo, no momento.

Os 10 dias de graça, originalmente concedidos à Southwest, para que pudesse continuar a operar os aviões , expirou em 1º de setembro; contudo a companhia aérea alegou que descobriu mais aeronaves utilizando peças não homologadas, o que teria tornado impossível o cumprimento do prazo.

A empresa contrada para o serviço, no caso a LCC, já efetuou as substituições em 43 aviões. A FAA informou que permitirá que a companhia aérea opere os aviões remanescentes, desde que sejam inspecionados cada sete dias, até a realização das substituições exigidas. A Southwest espera não ser necessária a retirada de serviço, de nenhuma aeronave e prevê que os passageros não sofrerão quaisquer impactos em seus planos de voo.

A companhia aérea deve localizar e substituir todas as peças não homologadas, fabricadas pela Future Lab, empresa esta que foi subcontratada para fabricar os componentes, pela D-Velco Aviation. A Future Lab tem aprovação FAA, mas não licença para comercializar diretamente, os produtos em questão.

A FAA comunicou que iniciou uma investigação sobre a ocorrência. Um porta-voz afirmou que não faria especulações sobre a possibilidade de emissão de multas contra as empresas envolvidas nas irregularidades.

´´ Desejamos assegurar aos nossos clientes que esta situação não significa que estejamos usando peças inseguras em nossos aviões.´´ afirmou o vice-presidente executivo da Southwest, Mike Van de Ven. ´´ Nosso fornecedor aprovado, subcontratou uma segunda empresa para a fabricação das peças, sem a aprovação, por escrito, da FAA e como resultado, as peças e componentes são consideradas não homologadas e devem ser substituidas, não importa sua qualidade. As peças foram inspecionadas, e FAA concordou que as mesmas estão dentro das exigências padrão do fabricante das aeronaves, a Boeing. Concordamos que este este acordo alcançado hoje, para a conclusão dos serviços até dezembro, é bastante razoável e certamente atende às funções sob responsabilidade da FAA.´´

Os componentes alvos da ação de substituição sao os ´´exhaust gate assembly hinge fittings´´ ou conectores de ligação do sistema de exaustão das turbinas, que são utilizados para defletir o calor do motor de tal forma que não atinjam os flaps da asas.

No início do ano, A Southwest foi multada pelo FAA, em 7.5 milhões de dólares sob a alegação que a companhia estaria operando aviões que não teriam passado pelos exames estruturais periódicos exigidos, mesmo após ser alertada para o fato.

A Southwest transporta 100 milhões de passageiros por ano, ou seja, mais que qualquer outra companhia aérea nos EUA.




Fonte: ATW/Brian Straus/Perry Flint/BGA

BRASIL CONFIRMA ACORDO PARA COMPRA DE AVIÕES MILITARES DA FRANÇA

Brasil e França divulgaram hoje um comunicado em conjunto para confirmar um acordo de cooperação militar entre os dois países. Pelo acordo, o Brasil comprará da França 36 aviões de combate Rafale. O valor do acordo ainda não foi divulgado.

"Levando em conta a amplitude das transferências de tecnologia propostas e das garantias oferecidas pela parte francesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a decisão da parte brasileira de entrar em negociações com o GIE-Rafale para a aquisição de 36 aviões de combate", diz o comunicado conjunto.

Bruno Domingos/Reuters
Os presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva assinam acordo na área militar
Os presidentes Nicolas Sarkozy e Luiz Inácio Lula da Silva assinam acordo na área militar.

O texto diz ainda que o presidente francês Nicolas Sarkozy comunicou a Lula hoje de manhã a "intenção da França de adquirir uma dezena de unidades da futura aeronave de transporte militar KC-390 e manifestou a disposição dos industriais franceses de contribuir para o desenvolvimento do programa dessa aeronave".

O projeto de desenvolvimento do KC-390 é da Embraer. Esse avião ainda não é produzido no Brasil. A França se compromete no desenvolvimento da aeronave. No acordo, a França se compromete a transferir tecnologia e capacidade de produção para o Brasil.

O avião Rafale, da empresa francesa Dassault, competia com o Gripen da sueca Saab e o F/A18 Super Hornet da americana Boeing por um contrato de US$ 4 bilhões de dólares.

Para convencer o Brasil, a França aceitou em sua oferta uma transferência tecnológica considerada sem precedentes por Paris.

Durante a visita ao Brasil, Sarkozy e Lula assinarão ainda um acordo militar que prevê a compra de submarinos e helicópteros num total de 8,5 bilhões de euros. O valor será maior com a compra de caças franceses. Segundo reportagem da Folha publicada neste domingo, será o maior e mais importante acordo militar da história recente do Brasil.

O acordo mais importante dos que serão assinados durante a visita do presidente francês se refere à construção conjunta de um submarino de propulsão nuclear e outros quatro convencionais do modelo francês Scorpene, assim como do estaleiro onde serão fabricados os navios e de uma base naval de apoio.

O convênio também inclui 50 helicópteros de transporte franceses EC-725 para as Forças Armadas brasileiras, que serão fornecidos entre 2010 e 2016 por um consórcio formado pela brasileira Helibras e pela europeia Eurocopter, filial do grupo europeu EADS.

fonte: Folha OnLine

ACIDENTE AÉREO FERE ESCRIVÃO DA PF E PILOTO NO AMAZONAS

Um acidente com um Cessna deixou um escrivão da Polícia Federal de Manaus e um piloto com queimaduras de segundo grau na manhã desta quinta-feira.

O acidente aconteceu no aeroporto de Borba (AM), quando o escrivão Carlos Alberto Andrade era treinado pelo piloto Eron Daves Azulay. De acordo com a PF, o avião percorreu a pista, mas permaneceu no chão ao chegar na cabeceira. Uma das asas do avião teria raspado no chão, produzindo faísca e iniciando o incêndio. O escrivão teve 65% do corpo queimado.

Azulay e Andrade receberam os primeiros-socorros em uma ambulância que estava no aeroporto. Os dois foram levados de lá por um avião de uma empresa de táxi aéreo de Manaus. O tempo de vôo entre as duas cidades é de uma hora.

O avião havia sido apreendido por Andrade em uma operação no Mato Grosso. De acordo com a Polícia Federal, devido ao tamanho do Estado e o difícil acesso a várias localidades, aviões alugados são usados em diversas operações. A intenção da Superintendência da PF em Manaus é deixar de usar aviões alugados.

As duas vítimas foram levadas para a ala de queimados do hospital 28 de Agosto com queimaduras de segundo grau, onde devem permanecer pelo menos até amanhã.
fonte: Folha OnLine

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...