sábado, 14 de fevereiro de 2009

COLISÃO ENTRE AVIÕES MILITARES DE TREINAMENTO INGLESES DEIXA 4 MORTOS


Dois aviões militares leves colidiram na quarta-feira (11) perto de uma reserva natural no País de Gales, matando quatro membros da Força Aérea Real Britânica, informou o Ministério da Defesa da Grã-Bretanha.O capitão Andy Naismith afirmou que duas das vítimas eram membros da força e as outras duas, cadetes em treinamento.Eles voavam em aeronaves chamadas Grob Tutors - leves e com dois lugares. O braço investigativo de acidentes aéreos do governo está apurando o acidente, ocorrido perto da cidade costeira de Porthcawl.
fonte: Jornal do Comércio

TREM DE POUSO FALHA EM AVIÃO DA BRITISH E 4 FICAM FERIDOS

Passageiros usaram escorregadores de emergência para deixarem um jato da British Airways que bateu de bico no chão ao pousar na sexta-feira (13) em Londres, ferindo quatro pessoas, segundo autoridades.A causa do acidente foi um defeito no trem de pouso dianteiro do modelo Avro RJ 146 que fazia o voo BA 8456, procedente de Amsterdã, com 67 passageiros e 4 tripulantes a bordo, segundo a empresa."Por precaução, os escorregadores de emergência foram abertos e os passageiros foram retirados pelos escorregadores para a pista", disse a BA em nota.O Serviço de Ambulâncias de Londres enviou seis equipes ao aeroporto e atendeu quatro pessoas com ferimentos leves. A BA disse que uma pessoa chegou a ser hospitalizada."Parecia que ele estava vindo um pouco mais rápido, e no pouso a roda dianteira desabou", disse o passageiro Justin Fletcher à TV BBC."Houve obviamente um barulho altíssimo conforme o avião se arrastava. Depois os comissários foram rápidos em retirar todos", afirmou ele. "Todos estavam bastante calmos e lidaram com tudo isso bastante bem."
O fotógrafo da Reuters Andrew Winning, que estava no local, disse que o avião parou na metade da pista, com o nariz preso ao chão e as rampas de emergência abertas. O aparelho estava cercado por vários veículos de emergência.Uma porta-voz dos bombeiros disse que os passageiros e tripulantes deixaram o avião antes da chegada dos serviços de emergência. Não houve incêndio nem a necessidade de intervenção dos bombeiros, segundo ela.
Fonte: Reuters/G1

BOEING 737-700 DA SOUTHEST AIRLINES ATERRISA COM SEGURANÇA APÓS FOGO NA TURBINA

O voo 273 da Southwest Airlines aterrissou em segurança, nesta quinta-feira (12), em Las Vegas (EUA), depois de ter sido detectado um incêndio no motor direito, disseram fontes oficiais à BNO News. O avião transportava 118 pessoas e dirigia-se a Nova Iorque.O avião, o Boeing 737-700, prefixo N773SA, decolou do Aeroporto Internacional McCarran, em Las Vegas, e pouco depois o motor incendiou-se. "A tripulação desligou o motor e o avião retornou ao aeroporto", disse Ian Gregor, porta-voz da Autoridade Federal de Aviação Federal (FAA). O incidente durou cerca de 20 minutos.Ainda não são conhecidas as causas do incêndio, mas a FAA já iniciou uma investigação. Não há registo de ferimentos entre os passageiros, mas os serviços de emergência deslocaram-se para o local.
Fontes: SIC Online

RÚSSIA AFIRMA TER SUPERIORIDADE TECNOLÓGICA FRENTE À OTAN NA DISPUTA PELO ÁRTICO

Uma autoridade russa afirmou ontem que só Moscou possui tecnologia eficaz em condições extremas, num comentário às declarações de altos funcionários da OTAN, segundo as quais a região do Ártico é estrategicamente importante para a Aliança Atlântica.O assessor do presidente russo Dmitri Medvedev para a Cooperação Internacional no Árctico e Antárctida, Artur Tchilingarov, afirmou que a OTAN não tem possibilidades técnicas para aumentar a presença militar no Ártico."Só o nosso país possui tecnologia única, capaz de resolver, ao mais alto nível, diferentes tarefas em condições árticas extremas, nada se pode comparar à nossa frota de quebra-gelos quanto à mobilidade e eficácia", declarou.Também conhecido pelas expedições árticas e antárticas, Tchilingarov recordou que os cientistas russos estão na fase terminal dos trabalhos de construção do avião Ilyushin 114, preparado para aterrissar no gelo."O Governo já deu ordens e nós planejamos, no fim do ano, começar os ensaios de aterrissagem do aparelho no gelo", afirmou.No entanto, Tchilingarov mostrou-se aberto à cooperação internacional, nomeadamente com a OTAN."Para nós, o Ártico continua a ser uma direção geopolítica importantíssima, mas estamos prontos ao diálogo, tanto através das organizações internacionais, como diretamente", frisou.O assessor presidencial anunciou também que a Rússia decidiu construir um poderoso observatório científico no arquipélago de Schpizbergern, território norueguês sob administração russa.A Região do Ártico, com uma área de cerca de 13 milhões de quilômetros quadrados e rica em hidrocarbonetos e metais, é disputada por países como a Rússia, EUA, Canadá, Dinamarca, Islândia e Noruega.
Fonte: Oje

PILOTO DE AVIÃO QUE CAIU NO AMAZONAS DISSSE QUE AVIÃO TINHA 20 PASSAGEIROS

Cesar Leonel Grieger, piloto do Bandeirante que caiu no sábado no Rio Manacapuru, no meio da viagem entre Coari e Manaus, matando 24 de seus 28 ocupantes avisou à torre que transportava apenas 20 passageiros. "Não sabemos por que ele teria passado o número errado de passageiros. Não descartamos a hipótese de ele não saber quantos estavam a bordo. Mas se ele não sabia, precisamos saber a causa disso", afirmou o coordenador da comissão que investiga o acidente, o tenente coronel Vladimir Passos, do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).O manual oficial da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aponta que o modelo Bandeirante idêntico ao que caiu tem capacidade para 19 passageiros. A vistoria feita por técnicos na bagagem das vítimas do acidente apontou que uma mala continha R$ 116 e outra US$ 1,4 mil, ambas do piloto. Segundo a assessoria da Polícia Civil, na próxima semana as malas já estarão liberadas para os familiares dos mortos. Nas outras bagagens, somente objetos pessoais teriam sido encontrados, como roupas e produtos de higiene.De acordo com Passos, o local onde caiu o avião fica a apenas um quilômetro de distância da cabeceira de uma pista de pouso desativada. "O piloto tinha 23 anos de experiência, um gaúcho que conhecia a Amazônia e todas as pistas, não sabemos o que pode ter impedido esse pouso." Passos informou que não há prazo para a apresentação do relatório que mostrará as causas da queda do Bandeirante. "Com a abertura do motor da aeronave, muitas respostas vão ser respondidas", afirmou.
Fonte: Agência Estado

ASAS DE AVIÃO QUE CAIU EM BUFFALO TINHAM QUANTIDADE SIGNIFICATIVA DE GELO

A tripulação do avião que caiu na noite de quinta-feira em Buffalo, no estado de Nova York, deixando 50 mortos, reportou quantidades "significativas" de gelo sobre as asas da aeronave pouco antes do acidente, indicaram nesta sexta-feira os investigadores.Após uma primeira análise das caixas pretas, que contêm informações e gravações do vôo, o porta-voz do Conselho Nacional de Segurança dos Transportes (NTSB), Steve Chealander, disse à imprensa que os pilotos haviam descrito "quantidades significativas de gelo" nas asas.Chealander afirmou ainda que, de acordo com os dados obtidos, os pilotos tentaram manobrar momentos antes da queda, movendo os flaps e recolhendo o trem de pouso, que haviam baixado pouco antes.
Fonte: AFP

O POUSO DA BOEING NO BRASIL


A gigante planeja fazer do País uma base de fornecimento para suas fábricas nos EUA. Mas só se ganhar o projeto FX2.
Superhornet supera a velocidade do som, barreira fácil em comparação às restrições impostas pelos EUA para transferência de tecnologia ao Brasil
NUNCA SE FALOU TANTO em Brasil no edifício envidraçado de St. Louis que serve de QG para a Boeing IDS, o braço de equipamentos militares da segunda maior fabricante de aviões do mundo.

A empresa é uma das três finalistas da licitação promovida pela Força Aérea Brasileira para renovar sua frota de caças, o chamado projeto FX2, que consumirá algo em torno de US$ 2,2 bilhões - compete com a sueca Saab, com seu Gripen NG, e a francesa Dassault, fabricante do Rafale.

O interesse da Boeing no negócio vai além da venda do lote inicial de 36 aeronaves para os brasileiros. Caso seu caça multipropósito F/A-18 Superhornet seja escolhido, a companhia pretende transformar empresas brasileiras em fornecedores de equipamentos e materiais para sua própria operação nos EUA.Interessadíssima na vitória, a Boeing já identificou pelo menos 60 empresas brasileiras que poderiam se tornar parceiras no projeto FX, num primeiro momento, e, a seguir, ganhar o status de fornecedoras para suas fábricas nos EUA. A Embraer, é claro, é a principal candidata a desempenhar esse papel, mas não a única. Várias outras empresas nacionais poderiam receber tecnologia da Boeing, especialmente nas áreas de sistemas e materiais, como a Avibras, a SantosLab e a Mectron. Todas elas estão, também, sob o escrutínio de outras fabricantes de defesa dos EUA, como a Raytheon, que participa do consórcio do Superhornet, liderado pela Boeing. "Não se trata de uma relação comercial no estilo consumidor e fornecedor. Seria uma via de duas mãos", explica Bob Gower, vicepresidente do programa F-18.Na sede do Departamento de Estado dos EUA em Washington, Tom Shannon, secretário- assistente responsável pelas relações americanas com países ocidentais, usou argumentos semelhantes ao falar com a DINHEIRO. "É claro que o Brasil não está apenas comprando aviões, mas quer, principalmente, modernizar sua indústria de defesa", diz. Os laços entre os americanos e as empresas brasileiras podem se estreitar ainda mais. "Poderíamos considerar investimentos de capital em companhias do Brasil, se isso for necessário para que elas atendam alguns requisitos e se tornem fornecedoras para o programa do Superhornet", afirma Bill Profilet, diretor regional da Boeing para programas de participação industrial.
O grande obstáculo nesses planos vem dos próprios EUA. Historicamente, o país resiste a transferir tecnologia para os compradores de equipamentos militares fabricados por empresas americanas, o que a transforma em uma espécie de azarão nesse páreo. Embora a FAB exija transferência total de tecnologia, especialistas consideram pouco provável que os EUA mudem sua política em relação a esse assunto.Só que o país vive um novo momento. Há uma recessão profunda instalada nos EUA. Além disso, o governo de Barack Obama já dá sinais de que irá reduzir os gastos militares americanos. Assim, as vendas externas podem significar a válvula de escape para o aperto no mercado interno. Embora a venda de 36 aviões para o Brasil represente, em dólares, apenas uma pequena fração do contrato que a empresa tem com a Marinha dos EUA (que até hoje já recebeu mais de 380 Superhornets), há uma oportunidade para reduzir custos, transferindo parte da produção de peças e componentes para o Brasil.Além de mitigar seu próprio risco, a Boeing teria a chance de melhorar suas margens sobre cada avião ainda a ser entregue - inclusive aqueles que ela ainda entregará para os EUA. "Para nós, as exportações são vitais, pois estendem a vida útil de nossas linhas de produtos, ao mesmo tempo que abrem caminho para que possamos nos beneficiar de melhoras em nossos aviões a um custo baixo", diz Mark Kronenberg, vice-presidente de desenvolvimento de negócios internacionais da Boeing IDS.Os fornecedores criados no Brasil poderiam, ainda, apoiar a área comercial da fabricante. Essa divisão tem sofrido bastante nas mãos de parceiros que não cumprem prazos e especificações. O resultado é um sério atraso no 787, seu novo projeto civil, quase dois anos fora do prazo.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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