quarta-feira, 4 de março de 2009

DEFEITO EM ALTÍMETRO INFLUI EM ACIDENTE AÉREO NA HOLANDA

Caixa-preta aponta que medição de altitude inadequada provocou queda repentina de velocidade no pouso. Investigadores holandeses revelaram nesta quarta-feira, 4, que um altímetro defeituoso teve papel importante na queda de um avião da Turkish Airlines que provocou a morte de nove pessoas na semana passada em Amsterdã. A agência de segurança em transportes da Holanda informou que o avião estava em procedimento de aterrissagem conduzido por piloto automático e que o problema com o altímetro, um artefato responsável pela medição da altitude, provocou perda repentina de velocidade antes do pouso.O Boeing 737-800 viajava com 135 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes, quando caiu, no último dia 25, em um campo a cerca de um quilômetro da cabeceira da pista do aeroporto de Schiphol, Amsterdã, momentos antes da aterrissagem. O investigador chefe Pieter van Vollenhoven revelou que o altímetro do avião acidentado já havia apresentado problemas duas vezes antes. A Boeing foi instruída a alertar seus clientes para o problema, prosseguiu.O avião estava a cerca de 700 metros de altura quando "o altímetro esquerdo repentinamente registrou uma mudança de altitude" negativa de dois metros. "Ele não apenas registrou isso, como passou a informação para o sistema automático de pilotagem", explicou Van Vollenhoven. Ele observou que não é incomum pousar uma aeronave no piloto automático.De acordo com os diálogos registrados na cabine de comando, os pilotos perceberam o problema no altímetro, mas não consideraram que o problema comprometesse a segurança do voo e nada fizeram, prosseguiu Van Vollenhoven. A injeção de combustível para os motores foi então reduzida e o avião perdeu velocidade, desacelerando até ficar perto de parar no ar a cerca de 150 metros de altitude, quando o sistema de alerta avisou os pilotos."Pelos dados da caixa preta, parece que os pilotos imediatamente injetaram combustível, a pleno vapor, mas era tarde demais para recuperar", prosseguiu. Piloto e copiloto estavam entre os mortos na tragédia.
Fontes: Agência Estado / Associated Press

ANAC LIBERA VOOS NO SANTOS DUMONT


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em reunião de quatro horas, decidiu revogar a portaria nº 187 que limitava os voos entre capitais a partir do Aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio, permitindo apenas operações de ponte área, com origem e destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A decisão foi tomada pela diretoria colegiada da agência e a publicação da revogação da regra, que valia desde março de 2005, deve sair até o fim desta semana.Segundo a assessoria de imprensa da Anac, com a revogação da portaria, será feita uma reunião com as companhias aéreas interessadas em operar no Santos Dumont. Este é o caso da novata Azul, que obteve nesta segunda-feira uma decisão liminar favorável em segunda instância para voar no Santos Dumont. A empresa aérea brigava na Justiça para voar entre Viracopos, em Campinas (SP), e o Santos Dumont. Além da Azul, outras empresas menores estão interessadas, como Webjet e OceanAir, que apoiaram a abertura do terminal.O governador do Rio, Sergio Cabral, reagiu indignado ao comentar a autorização para que o Aeroporto Santos Dumont volte a operar vôos de longa distância e prometeu retaliação . Ele declarou guerra à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que acusou de ceder à pressão da empresa Azul, e prometeu retaliar com elevação de impostos e até a suspensão das licenças ambientais para o funcionamento do terminal. Antes da decisão, o prefeito Eduardo Paes disse que lutaria para impedir novos voos no Santos Dumont.O Santos Dumont tem atualmente capacidade para operar 23 movimentos por hora (entre pousos e decolagens), mas realiza cerca de 15 por hora. Agora, a agência vai publicar a decisão no Diário Oficial da União, até sexta-feira. Estima-se que as novas rotas estarão disponíveis para os usuários detro de 50 dias. Segundo a agência, há espaço para pelo menos oito novos voos por hora no aeroporto, que é disputado por ser localizado próximo do centro e da zona sul do Rio A agência afirma que o terminal tem um alto percentual de ociosidade, mesmo nos horários de pico. Atualmente, o maior índice de utilização do Santos Dumont é pela manhã e no fim da tarde. A estimativa é de que, em 50 dias, devam ser iniciados voos do aeroporto para Campinas, Belo Horizonte, Vitória, Salvador e Brasília.A decisão contrariou pressões políticas do Governo do Estado e da Prefeitura do Rio, que temem o esvaziamento do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), que se encontra em processo de concessão para a iniciativa privada com vistas a Copa do Mundo de 2014 e a candidatura do Rio para sediar as Olimpíadas de 2016.

Fonte: O Globo - Foto: Simone Marinho (O Globo)

POLICIAIS COLOMBIANOS MORREM EM ACIDENTE DE HELICÓPTERO



Quatro membros da polícia antidrogas da Colômbia foram encontrados mortos nesta terça-feira dentro de um helicóptero, que caiu em uma zona na fronteira com o Equador e o Peru, informou o general Alvaro Caro, diretor da polícia."Infelizmente, o helicóptero que havia desaparecido de manhã (nesta terça-feira) foi encontrado caído a aproximadamente 10 quilômetros do município de Villa Garzón, no departamento de Putumayo (sul). Todos os ocupantes foram encontrados mortos", disse Caro à imprensa.Morreram no acidente o piloto, o co-piloto e dois policiais, cujas identidades não foram reveladas.O general indicou ainda que as causas do acidente estão sendo investigadas.O helicóptero, um modelo Huey II, era utilizado em missões de transporte de erradicadores de cultivos ilícitos, segundo um comunicado divulgado pela Força Aérea.O último contato feito pelo helicóptero foi à 01H25 local desta terça (06H25 GMT), e foi considerado desaparecido a partir do meio-dia, de acordo com o comunicado.O departamento de Putumayo possui grandes extensões de plantações de coca, que, segundo as autoridades colombianas, são protegidas por guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Fonte: AFP

EMIRADOS ENCOMENDAM 16 AVIÕES MILITARES AOS EUA POR US$ 2,9 BILHÕES


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça-feira uma encomenda de 16 aviões de transporte militar às construtoras americanas Boeing e Lockheed Martin por um valor total de 2,9 bilhões de dólares.A Boeing fornecerá à força aérea do país quatro C-17, um avião de transporte gigante, como parte de um contrato de 4,8 bilhões de dirhams (1,3 bilhão de dólares), anunciou o general Obeid al-Ketbi, porta-voz do salão de armamento IDEX 2009 que acontece em Abu Dhabi.Já a Lockheed Martin venderá 12 aviões de transporte C-130J por 5,9 bilhões de dirhams (1,6 bilhão de dólares).

fonte: AFP

EMBARER ANALISA PARTICIPAR DA RENOVAÇÃO DA FROTA DA AEROLINEAS ARGENTINAS


A Embraer analisa participar da renovação da frota da Aerolineas Argentinas como medida para driblar a crise financeira que também afeta o setor de fabricação de aviões.Em entrevista ao jornal argentino "Clarín", o novo vice-presidente da empresa para a América Latina, Luis Hamilton Lima, considerou que a região, e particularmente a Argentina, pode ser um dos maiores mercados para os aviões comerciais e até militares da empresa."O mundo está em um momento de inflexão e as empresas aéreas não estão fora disso. É óbvio que os diretores revisam a demanda em função das previsões de transporte de passageiros. Os anos de 2009 e 2010 serão de transição na economia mundial", disse.Porém, Lima vê na crise uma "grande oportunidade" para a Embraer. Segundo ele, a firma conta com o produto ideal para um mercado em retração, já que pode "substituir aeronaves de maior porte e adequar a oferta de assentos à demanda."Em países como Argentina, Brasil e México, com grandes distâncias, as companhias aéreas não perderão tráfego doméstico", comentou o diretor da firma, que tem os Estados Unidos como seus maiores clientes - com 60% da produção."Neste contexto, a Argentina é muito importante porque a Aerolineas Argentinas deve renovar sua frota de aeronaves na transição ao Governo argentino. Há um potencial de substituição que podemos realizar", explicou.O Governo argentino reconheceu que manteve contatos com a Embraer desde o ano passado. Ainda há a possibilidade de a firma brasileira abrir uma instalação para fabricar peças na província de Córdoba, no centro da Argentina, com ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)."A Embraer entra perfeitamente porque nossas aeronaves atendem uma faixa de mercado diferente à da Airbus. É uma faixa de 76 a 120 assentos. Em rotas de alta densidade é melhor um avião com maior capacidade, mas nossos aviões são complementares: permitem aumentar as freqüências onde a demanda é menor", apontou.Embraer mira renovação da frota da Aerolineas

fonte: EFE

DASSAULT SONDA PARCEIROS BRASILEIROS


Independentemente de vir a ganhar o processo de escolha da FAB para a compra dos novos aviões caça, o consórcio francês que integra as empresas Dassault, Thales e Snecma prepara-se para ter no Brasil uma base de abastecimento. O grupo está no país em busca de fornecedores. E ontem apresentou o projeto Rafale, a aeronave de combate que está sendo oferecida ao Brasil. Hoje os franceses se reunirão reservadamente com empresas brasileiras interessadas em formar parcerias. As alianças servirão tanto para eventual fornecimento em linha de produção no Brasil como para exportação de componentes para a Europa.A MBDA, fabricante europeia de mísseis, já fechou acordo com duas brasileiras, a Avibras e a Mectron, ambas no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, onde está instalada a Embraer. Essas três empresas já estão desenvolvendo um novo míssil que será feito no Brasil, segundo o diretor de vendas da MBDA, Patrick de La Ravelière.O grupo liderado pela Dassault no consórcio que disputa o novo caça brasileiro também já fala sobre a possibilidade de ter uma linha de montagem do Rafale no Brasil e de atingir uma nacionalização de componentes de até 70%, dependendo do volume de encomendas da Força Aérea Brasileira. Além desse grupo, estão no páreo para a compra do novo caça a americana Boeing e a sueca Saab. A expectativa é de que a FAB feche a compra de até 36 caças ainda no segundo semestre.O grupo francês tenta tirar proveito da associação estratégica entre Brasil e França, assinada entre os dois governos no fim do ano passado, para atrair favoritismo para seu projeto. E embora o Rafale ainda não tenha sido o escolhido pela FAB, os franceses decidiram investir pesado nos contatos com empresas brasileiras. Para isso, elaboraram uma extensa e detalhada apresentação do projeto.Com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o grupo preparou um encontro de dois dias. Ontem reuniu cerca de 90 empresas e associações brasileiras e francesas. Cada empresa terá no segundo dia do encontro, hoje, acesso a detalhes do que é possível obter com a parceria.Os franceses dizem que garantem aos futuros parceiros a transferência de tecnologia e volume de produção. Em troca, querem garantias de preço baixo e cumprimento de prazos de entregas. Aos brasileiros foi oferecida a possibilidade de fornecer toda a espécie de componentes, de aviônicos e peças para motores até itens de estrutura do avião.O Rafale é um bimotor que já está em serviço na Força Aérea e Marinha da França, incluindo campos de batalha no Afeganistão. A aeronave foi concebida para levar uma variedade de armas, que vai de canhão a mísseis de longo alcance, e dispõe de sensores com radar de varredura eletrônica. Os fabricantes contam com 120 encomendas das Forças francesas, sendo que 68 já foram entregues. Um contrato de mais 60 aeronaves está sendo negociado com o Ministério da Defesa da França. "Isso garante a produção para um período além de 2020", destaca o representante da Rafale International no Brasil, Jean-Marc Merialdo.A proposta para aquisição pelo governo brasileiro da nova geração de aeronaves de combate é conhecida como programa F-X2. O programa F-X na versão original terminou no início de 2005 sem nenhuma encomenda. Embora a retração econômica já tenha sido cogitada no mercado como eventual justificativa para o governo brasileiro novamente adiar a compra, Merialdo diz estar confiante.O executivo afirma, no entanto, não ter controle sobre as necessidades de financiamento necessárias para a FAB concluir a aquisição. O grupo francês não revela valores, mas segundo o mercado, dependendo da configuração, a encomenda pode chegar próxima de US$ 2 bilhões.Merialdo diz que 36 aviões já é uma quantidade suficiente para instalar uma linha de produção para o Brasil. Ele também afirma que a transferência de tecnologia para o país seria feita não apenas para a Embraer, a maior empresa do setor no Brasil, como também outras empresas do país.Com receita anual de ? 4 bilhões, a Dassault é um grupo familiar que, além de aviões comerciais (linha executiva Falcon) e de defesa, é proprietário de empresas diversificadas, como o jornal francês "Le Figaro" e uma vinícola (Chateau Dassault). A Snecma, do grupo Safran, faz motores e a Thales produz radares e aviônicos.

fonte: Valor Online

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