sexta-feira, 10 de abril de 2015

EMBRAER ENTREGA 40º JATO EXECUTIVO PHENOM 300 À NETJETS

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A Embraer Aviação Executiva entregou na semana passada (dia 02 de Abril) o 100º jato da família Phenom produzido em Melbourne, na Austrália, apenas três anos desde que a primeira aeronave saiu da linha de montagem desta unidade. A aeronave comemorativa, um ‘Phenom 300 Signature Series’, foi entregue à NetJets, empresa norte-americana do grupo Berkshire Hathaway, e vai integrar a frota europeia da conhecida companhia de jatos executivos, razão porque adquiriu o registo português CS-PHF. No fim-de-semana seguinte a NetJets recebeu mais um avião semelhante, que ficou com o registo CS-PHG, e que será o sétimo aparelho deste modelo a integrar a frota da NetJets Europa.

“A entrega do 100º Phenom fabricado em Melbourne confirma que nossos clientes apreciam aeronaves revolucionárias, como o Phenom 300”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente da Embraer Aviação Executiva. “É com grande satisfação que entregamos este Phenom 300 comemorativo à NetJets, o que reforça o valor da nossa parceria estratégica”.

A NetJets e a Embraer assinaram um acordo de compra de 50 jatos Phenom 300, mais 75 opções, em Outubro de 2010. O valor total do contrato pode superar mil milhões de dólares norte-americanos, caso todos os direitos de compra sejam convertidos em pedidos firmes. Em Dezembro de 2014, um acordo para converter 10 opções de compra de Phenom 300 Signature Series foi assinado por ambas empresas. Até ao momento, a Embraer entregou 40 aviões Phenom 300 Signature Series à NetJets. Estas aeronaves operam na frota da companhia, para clientes dos EUA e da Europa.

“O Phenom 300 Signature Series tem provado ser um sucesso no atendimento das nossas expectativas, e ainda mais importante, das expectativas dos nossos clientes”, disse Chuck Suma, vice-presidente Senior de Gestão Global de Ativos da NetJets, Inc. “O Phenom 300 é o campeão de vendas da nossa frota, e recebendo a nossa 40ª aeronave, esperamos continuar a trazer mais para a nossa frota”.
A unidade de Melbourne iniciou suas operações em 2011, com a montagem do Phenom 100, e a primeira aeronave foi entregue em Dezembro do mesmo ano. A produção do Phenom 300 nesta unidade teve início em Agosto de 2012, e a primeira entrega ocorreu em Dezembro do mesmo ano.

 NetJets Europa é controlada por uma empresa registrada em Portugal

A NetJets® Inc, uma empresa do grupo Berkshire Hathaway, (controlada pelo norte-americano Warren Buffet, um dos empresários mais bem sucedidos do Mundo) é a líder mundial em aviação privada, com a maior e mais diversificada frota de jatos executivos do mundo. A NetJets nasceu em 1964, como a primeira empresa de gestão de aeronaves e de voos charter. Em 1986, a NetJets foi pioneira no conceito de propriedade fracionada de jatos – oferecendo a clientes individuais e empresas todos os benefícios da propriedade de um jato completo por uma fração do custo. Hoje, a NetJets oferece uma gama completa de soluções de aviação executiva, através dos seus programas nos EUA e Europa, incluindo NetJets Shares™, NetJets Leases™ e o Marquis Jet Card®, que dá acesso à Netjets através de um cartão de 25 horas.

O programa da NetJets para a América do Norte é gerido e operado pela subsidiária NetJets Aviation, Inc., e o programa europeu é gerido e operado pela NetJets Transportes Aéreos SA, um transportador aéreo com sede em Portugal, estando as suas aeronaves registadas neste país.

Nos EUA, a NetJets disponibiliza serviços charter e de gestão de aeronaves através da sua subsidiária, Executive Jet Management, Inc. Na Europa, os serviços charter e de gestão de aeronaves da NetJets, designados como Executive Jet Management Europe, são operados pela NetJets Transportes Aéreos, S. A. Sujeito à obtenção das aprovações regulamentares relevantes, a NetJets vai também oferecer serviços charter e de gestão de aeronaves na China através da NetJets China Business Aviation Limited, uma joint venture entre a NetJets e investidores locais. As empresas NetJets disponibilizam operações de voo em todo o mundo.

fonte/foto/NewsAvia

MONOMOTOR CAI NO MAR DO LEBLON, ZONA SUL DO RIO



Um avião caiu no mar do Leblon, na Zona Sul do Rio, por volta das 9h30 desta sexta-feira (10). A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros. A queda ocorreu a 200 metros da areia, em frente ao posto 12.

O piloto, identificado como Gabriel Carvalho Belchior, 31 anos, e o copiloto, Luiz Felipe de  Mattos Saback, 56, não se feriram. Por volta das 10h17, eles estavam no posto de salvamento prestando depoimento. O copiloto deixou a praia sem falar com a imprensa. Não há informações sobre a causa do acidente.

Segundo o Grupamento de Busca e Salvamento, um helicóptero seguiu para o local. Ainda de acordo com a corporação, o avião estava sendo rebocado por volta das 9h50 por pescadores que estavam no mar, em uma traineira, no momento do acidente. Eles fizeram o primeiro resgate do piloto e copiloto. Depois, bombeiros chegaram ao local.

Segundo bombeiros que estiveram no local, Belchior e Saback relataram que a aeronave, um avião particular, partiu do Aeroporto de Jacarepaguá para um passeio. Quando chegou na altura do Leblon, o piloto sentiu o motor falhar. Ele ia tentar o retorno para o aeroporto, mas quando viu que não seria possível, fez um pouso forçado, tocando a cauda da aeronave na água, num primeiro momento, para amortecer a queda.

O barraqueiro Mucha Dattoli, conhecido como Baiano, contou que foi o primeiro a ver a queda do monomotor. Segundo ele, o avião veio das Ilhas Cagarras em direção à praia, voando muito baixo.
"Deu pra ver qu eles tinham problemas porque o avião estava muito baixo. Parecia até que vinham tomar uma água de coco na barraca. Aí, baixaram na água muito suave. Tinha pouca gente na praia e ninguém viu. [A queda] foi muito de leve. Gritei pelos bombeiros, mas já tinha um barco de pescadores tirando os dois da água. Foi tudo muito rápido coisa de dois minutos. Nunca vi disso na minha vida. O bom é que eles saíram bem", disse o barraqueiro.

Depois de exame médico no posto dos bombeiros, piloto e copiloto foram para a 14ª DP (Leblon) para mais esclarecimentos.



Aeronave foi rebocado ainda na manha desta sexta (Foto: Reprodução/TV Globo)
Aeronave foi rebocado ainda na manha desta sexta (Foto: Reprodução/TV Globo)
fonte/foto/G1
 

EXÉRCITO RUSSO EQUIPA-SE COM OS MAIS MODERNOS DRONES

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Numa exposição de complexos robotizados e complexos com aviões não pilotados, que recentemente se realizou nos arredores de Moscou, os militares manifestaram interesse acrescido para com o exemplar Tu-300.

A variante modernizada do complexo deve ter caraterísticas melhoradas quanto à distância do voo a uma velocidade até 950 quilômetros à hora. O peso do aparelho ao levantar voo é de mais de 3 toneladas, tendo uma massa de carga útil até 1 tonelada. Na variante modernizada do avião planeja-se utilizar um motor de série Yak-40. Como meios ofensivos no Tu-300 podem ser utilizadas bombas de aviação de pequena dimensão, mas com forte poder explosivo e outras munições de aviação comandáveis e não comandáveis.

A companhia Tupolev é bem conhecida na qualidade de criadora e fabricadora de toda uma série de sistemas sem piloto. Neste plano, o período dourado coincide com os anos 70 do século passado, quando foram criados sistemas como o Reis e o Strizh.

O drone Tu-300 Korshun foi criado nos anos 90 e, à época, não tinha análogos no mundo. Porém, devido a uma série de causas, financeiras e organizativas, o projeto não foi realizado, mas pode perfeitamente servir de protótipo para criações posteriores, assinala Denis Fedutinov, redator da página UAV.RU:
"Se se tiver em vista não modernizar o complexo soviético, mas utilizar o que foi feito pelos peritos da companhia Tupolev no campo da aviação não pilotada, nisso há uma semente racional. Na continuação dos trabalhos no campo dos drones, que estão sendo realizados pela Corporação de Construção Aérea Unida (CCAU), é provável que essa experiência seja necessária”.

Além do projeto Tu-300, a companhia Tranzas de Petersburgo continua a trabalhar com drones que têm um peso de cerca de uma tonelada. A empresa Bureau de Engenharia Simonov, de Kazan, prepara a fabricação de uma máquina com uma massa da ordem das 5 toneladas. A duração do voo desses drones pode ir até às 20-30 horas. Porém, não se pode dizer que o aparelho de 5 toneladas será exclusivamente ofensivo, será uma máquina de reconhecimento e ofensiva, assinala Denis Fedutinov.
Este drone ofensivo pode realizar o primeiro voo em 2018. Os trabalhos com o complexo estão em consonância com o gráfico.

A vantagem do drone pesado russo talvez seja a dificuldade de detecção por parte dos radares do adversário. Bem como ele irá atuar a velocidades bastante altas e poderá transportar uma grande carga.

fonte/foto/VozDaRussia

WARBIRDS OF AMERICA


TRÊS AVIÕES DA CONVIASA AVARIADOS DEVIDO A INCIDENTE NUM HANGAR EM MAIQUETIA, VENEZUELA



Três aviões da companhia venezuelana Conviasa chocaram dentro de um hangar de manutenção da empresa aérea nacional, no Aeroporto Internacional Simón Bolivar, em Maiquetia, Estado de Vargas, na passada segunda-feira, dia 6 de Abril, refere esta semana a imprensa de Caracas.
As várias notícias publicadas não citam fontes personalizadas, nem são claras sobre o que terá acontecido. Até agora a companhia aérea ou as autoridades aeronáuticas nacionais não emitiram qualquer comunicado sobre o acontecimento, nem tão pouco esclareceram sobre o que aconteceu, e que tem sido amplamente referido pelas redes socais, nomeadamente pelo Twitter.
As notícias conhecidas, e que se reputam de boa fonte, já que dizem os jornais, que são de trabalhadores aeroportuários, dizem que o choque verificou-se quando era levado para o exterior do hangar o único Airbus A340-200 da Conviasa. Por descuido ou negligência de quem dirigia a manobra a única aeronave de longo curso da companhia terá embatido em outros dois aviões de passageiros, de menor dimensão: um Bombardier CJR e um ATR. São dois aparelhos utilizados em voos regionais no interior da Venezuela.
Não se conhece a extensão dos estragos nas aeronaves, cuja inspecção deve estar a decorrer nesta semana. Fontes não oficiais, mas bem informadas no aeroporto, disseram que as reparações dos três aviões demorarão entre duas a seis semanas.

fonte/NewsAvia

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