sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CHEQUE SUSTADO INVALIDA VENDA DE FAZENDA QUE PAGARIA EX-FUNCIONÁRIOS DA VASP

Valor do cheque sustado era 15% do total do imóvel

A Fazenda Piratininga, cuja venda proporcionaria o pagamento de milhares de credores da empresa aérea Vasp, teve sua venda invalidada hoje. A empresa Conagro Participações, que arrematou o imóvel em leilão na última quarta-feira, sustou o cheque dado em sinal.

A fazenda pertenceu ao empresário Wagner Canhedo Azevedo, ex-dono da falida Vasp, e foi arrematada pelo valor mínimo estipulado pela Justiça do Trabalho de São Paulo - R$ 430 milhões. O valor do cheque sustado era 15% do total do imóvel.

Em face da sustação do cheque, a juíza do trabalho Elisa Maria Secco Andreoni determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresa Conagro, de seu diretor presidente, Francisco Gerval Garcia Vivoni, de Andrea Cristina Nalim Garcia, e dos demais sócios (Conagro Investment LLP e AFGV Participações Ltda).

A juíza ainda determinou o impedimento dessas empresas, e de seus representantes, de licitar perante o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, onde o leilão foi feito. Ela pediu que o Ministério Público Federal e Superintendência da Polícia Federal apurem o ocorrido; e a remarcação de nova data para a alienação judicial do bem. 
 
fonte/AgBrasil
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VÍDEO - ACIDENTE COM FOKKER 50 NO DIA 17 DE JANEIRO DE 2003 - MELILLA


Accidente de Avion en Melilla from ovivar on Vimeo.

PERTO DE FECHAR NA CHINA, EMBRAER VÊ CONCORRENTE CRESCER


Enquanto a fábrica da Embraer na China, aberta há sete anos, vê o fechamento cada vez mais perto, o seu concorrente no país, a estatal Comac, anunciou a encomenda de 240 jatos regionais ARJ21-700 para o mercado local. Com capacidades que variam de 70 a 80 passageiros, os aviões foram desenvolvidos por outra estatal, a Avic (Corporação de Indústria da Aviação da China). É a mesma empresa sócia da Embraer na fábrica em Harbin, no nordeste da China, que será desmontada em março, caso não haja novos contratos.

As encomendas do ARJ21-700 foram feitas pela empresa estatal Chengdu Airlines, que opera voos regionais no oeste do país e tem a própria Comac como acionista. As primeiras unidades devem ficar prontas no ano que vem. Já a fábrica da Embraer vai em sentido contrário: só tem quatro unidades para entregar, que devem estar prontas até o início do ano que vem. Depois, ficará inoperante. São os últimos de um total de 25 aviões ERJ-145 (50 passageiros) para a empresa Hainan Airlines. O pedido original, feito em 2006, era de cem unidades, mas acabou reduzido à metade. Como já não existe mais demanda mundial pelo ERJ-145, a Embraer quer fabricar na China o modelo ERJ-190, para cem passageiros, mas a China até agora não autorizou a produção.

"Nós temos esperado e esperado e esperado", disse Luiz Carlos Aguiar, diretor-financeiro, à agência Dow Jones. A demora de Pequim tem sido vista como parte do incentivo da China à sua nascente indústria no setor, que tem projetos em várias frentes e é uma das prioridades do do governo nacional. Na categoria do ERJ 190, a Avic está desenvolvendo um novo modelo, ARJ21-900, com capacidade para 110 passageiros. O parceiro da estatal chinesa nesse projeto é a canadense Bombardier, concorrente da Embraer.

O principal argumento da Embraer é que as estatais chinesas serão incapazes de atender a demanda por jatos regionais, que seria de 950 até 2030. Desde que entrou no país, em 2000, a Embraer vendeu 105 aviões, dos quais 77 estão em operação. Numa aparente tentativa de retomar as vendas na China, a Embraer anunciou ontem, na Exposição Aérea de Zhuhai, a mais importante do setor no país, um acordo de financiamento de US$ 1,5 bilhão com o braço de leasing da Avic.

fonte/FolhaSP/foto/XiangyuZhang
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JATO LEGACY DO ACIDENTE DA GOL CHEGA AOS ESTADOS UNIDOS


A aeronave Legacy 600 permanecerá em Cleveland por três meses para reparos

O jato executivo Embraer Legacy 600 que colidiu com um Boeing 737 da Gol sobre a floresta amazônica no Brasil em 2006 chegou aos Estados Unidos após mais de 4 anos parado na Base Aérea do Cachimbo, no Brasil, aguardando a investigação.

A colisão ocorrida numa altitude de 37.000 pés em 2006 ocasionou a morte de 145 pessoas que estava a bordo do 737 e danificou o jato Legacy, mas a tripulação conseguiu efetuar um pouso de emergência da Base Aérea do Cachimbo, onde a aeronave permaneceu até o dia 19 desse mês. O incidente iniciou uma briga diplomática internacional e uma discussão legal, fazendo com que os dois pilotos do Legacy ficassem detidos no Brasil por quase dois meses.

A aeronave Legacy estava efetuando o voo de translado para os EUA e havia recém sido entregue nova para o cliente norte americano, e foi declarado como perda total pela seguradora. Ela foi então adquirida por outro cliente norte americano, o qual contratou a empresa de reparo Constant Aviation, de Cleveland, para consertar e retornar ela aos EUA.

O jato executivo Embraer Legacy 600 chegou no dia 19 de novembro na unidade da Constant Aviation do Aeroporto Internacional Cleveland Hopkins depois de mais de quatro anos no Brasil

A aeronave passou por vários reparos estruturais incluindo a troca do estabilizador horizontal, o qual, juntamente como winglet esquerdo, foram danificados na colisão. O Legacy ficou parado ao sol por 18 meses, os quais exigiram, entre outras coisas, a troca de todos aviônicos. Foram feitos intensivos testes boroscópicos para verificar a validade e funcionamento dos motores. A fuselagem passou no teste de corrosão que não detectou nenhum sinal de ferrugem.

Foram necessárias 10 pessoas e três semanas de testes e análises para ter certeza que a aeronave estava segura para poder voar novamente.

fonte/foto/Cavok/MundoAviacao
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AIR FRANCE RESPONSABILIZA AIRBUS POR DEFEITO NO AVIÃO QUE CAIU EM 2009

Paris, 26 nov (EFE).- A Air France pretende transferir a responsabilidade judicial à Airbus por um suposto defeito na aeronave que caiu no dia 1º de junho de 2009, quando cobria a rota Rio de Janeiro-Paris, revelou o jornal "Libération" nesta sexta-feira.

O jornal francês publicou um relatório elaborado pela Air France e entregue no final de setembro à juíza que investiga o acidente na França. Nele, a companhia aérea detalha que a Airbus teria negligenciado os alertas sobre os incidentes que a empresa aérea vinha verificando com as sondas "Pitot".

Essas sondas, que medem a velocidade e são fabricadas pela companhia francesa Thales, não funcionaram quando o avião caiu no Atlântico após terem ficado cobertas por uma camada de gelo. A Air France alega que os aparelhos já tinham apresentado o mesmo tipo de problemas em cerca de 15 ocasiões nos dez meses que precederam o acidente em outros de seus aviões e afirma ter advertido a Airbus.

No documento entregue à juíza Sylvia Zimmermann, o advogado da companhia francesa, Fernand Garnault, se queixa que os inúmeros avisos enviados ao fabricante ficaram "sem recomendações nem soluções permanentes que resolvessem esse problema", apesar do "caráter crítico e da periculosidade dos defeitos".

Garnault justifica a pertinência do relatório pelo "caráter injusto" dos ataques feitos à Air France por parte das famílias das vítimas e dos pilotos, que criticam o fato de não ter sido "feito nada" para resolver os problemas com as sondas.

De acordo com as mensagens trocadas entre a Air France e a Airbus divulgadas pelo "Libération", a companhia alertou o fabricante do avião pela primeira vez no dia 30 de julho de 2008, após ter constatado dois incidentes em maio e julho daquele ano.

Em setembro de 2008, a empresa fez outro alerta, no qual dizia que os inúmeros casos ocorridos em quatro meses representavam "uma grande inquietação para Air France".

A Airbus confirma que "a causa fundamental (dos incidentes) é o bloqueio da sonda "Pitot", devido a uma rápida acumulação de cristais de gelo", mas tranquiliza o cliente insistindo que as sondas "cumprem ou superam as exigências regulamentares".

O fabricante desaconselha a troca das sondas da Thales pelas da americana Goodrich porque não haviam sido feitos testes e não seria possível substituí-las em todos os aviões, e propõe utilizar um novo modelo também da Thales.

Após o acidente, as autoridades europeias da segurança aérea decidiram substituir as sondas da Thales pelas da Goodrich.

O relatório da Air France é uma manobra que integra os procedimentos judiciais que devem culminar no estabelecimento de responsabilidades e na fixação de indenizações para as famílias das vítimas.

A Justiça brasileira já opinou no caso de uma delas e condenou a Air France a pagar R$ 2,64 milhões. No Brasil há cerca de 40 processos abertos, e outros tantos nos Estados Unidos, onde os tribunais chegam a estabelecer indenizações de até R$ 9,2 milhões por pessoa.

O Governo francês anunciou nesta quinta-feira que em fevereiro iniciará uma nova operação de buscas pelos restos do avião da Air France, a quarta a ser efetuada.

Nas três primeiras, foram recuperados alguns restos do avião e 50 corpos, mas não as caixas-pretas do aparelho, fundamentais para esclarecer as circunstâncias do acidente.

Em suas conclusões preliminares, os investigadores apontaram que o problema das sondas de velocidade pode ter influído na queda do avião, mas que esse motivo por si só não permite explicar a tragédia. 

fonte/EFE/MSN
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Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...