sexta-feira, 24 de maio de 2013

BANDA DEAD KENNEDYS ACUSA TAM DE PERDER INSTRUMENTOS EM VOO

 A segunda passagem da lendária banda punk norte-americana Dead Kennedys tinha tudo para ser memorável. Mas incidentes ocorridos ao longo da pequena turnê de quatro shows, que passou por Curitiba (PR), Americana (SP), Recife (PE) e São Paulo (SP), acabaram transformando o giro para o quarteto em algo para se esquecer.

Isso porque os integrantes da banda viram guitarras e um baixo sumirem de um dos voos que pegaram com a TAM, responsável pelo transporte do Dead Kennedys ao longo de toda a turnê. Em sua página no Facebook, o quarteto pede ajuda a seus fãs e seguidores para recuperar os instrumentos. 

"Eles perderam guitarras de East Bay Ray e meu baixo que eu tinha há 40 anos e com o qual toquei em praticamente todos os shows do Dead Kennedys desde 1978", escreveu o baixista Klaus Fluoride, criticando a empresa por ter, antes do sumiço final, continuamente perdido os instrumentos ao longo de todo o giro, o que obrigou os punks a pedir equipamentos emprestados de outras bandas. 
"De alguma forma, os instrumentos foram perdidos ou roubados do sistema de bagagens da TAM", lamentou, postando uma foto de seu baixo e prometendo divulgar em breve imagens das guitarras do colega East Bay.


Em comunicado enviado ao Terra, a TAM afirmou ter realizado "todos os esforços possíveis para localizar a bagagem da banda e está em contato com os clientes em busca de uma solução para o caso".
"A empresa reforça que, em caso de violação, danos, extravio ou qualquer anormalidade com a bagagem, o passageiro deve procurar um de seus funcionários antes de deixar a sala de desembarque. 
Esse funcionário registra a ocorrência no Relatório de Irregularidade de Bagagem (RIB) e fornece cópia desse documento ao passageiro", completou.


A TAM tem, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), 30 dias para encontrar os instrumentos. Caso não tenha sucesso dentro do prazo, a companhia deve enviar proposta de indenização aos passageiros.

EM PRIMEIRA AÇÃO CONJUNTA DE DRONES, POLÍCIA FEDERAL E FAB APREENDEM DROGAS NA FRONTEIRA


Em uma ação inédita, os drones (veículos aéreos não tripulados – ou vants, na sigla em português) da Força Aérea Brasileira e da Polícia Federal começaram a voar juntos para reprimir crimes na fronteira do Paraná com o Paraguai.

O G1 acompanhou nesta quinta-feira (23) uma operação na base da PF em São Miguel do Iguaçu, a 40 km de Foz de Iguaçu, de onde partiram dois drones da FAB e um da PF para vasculhar a fronteira. Com câmeras infravermelhas e sensores térmicos, os drones têm permitido o monitoramento de suspeitos de tráfico, fazendo com que policiais em terra abordem os carros e as embarcações após a visualização.
 
Nesta quinta, o tempo fechado não permitiu muitos voos e os aviões fizeram apenas uma identificação de áreas na fronteira para mapeamento. Mas na terça-feira (22), quando os drones começaram a operar conjuntamente pela primeira vez, os militares e os policiais dividiram o espaço aéreo sobre o Lago de Itaipu, cercando completamente a área. A ação resultou na apreensão de cerca de 200 kg de maconha, segundo o chefe do Centro de Inteligência e Análise Estratégica da PF, Disney Rossetti


A PF não diz se a droga estava em uma embarcação ou em um carro, pois não fornece informações sobre investigações em andamento.

A ideia é que o teste conjunto de drones da PF e da FAB possa ser expandido de forma ininterrupta nas fronteiras, em especial no Norte do país, afirma o delegado Rossetti. A ação integrada permite que “alvos”, como a polícia denomina quadrilhas sob investigação, possam ser monitorados diuturnamente. Isso porque se o drone da PF precisar voltar para a base para reabastecer, o da FAB pode “rendê-lo” e continuar seguindo os suspeitos.


“Estamos unindo forças e compartilhando conhecimento. A PF tem um know-how de agir como polícia e usamos os vants neste sentido, como arma de inteligência. O uso de vants ainda é novo para todos nós”, diz Rossetti.

O coronel Donald Gramkow, comandante do Esquadrão Hórus, a tropa da FAB que voa com os drones no Brasil, destaca a união das instituições. “Os vants têm finalidades diferentes e nós também possuímos conhecimentos e empregos diferentes. Somos militares de uma força armada, formados para a guerra. Eles são policiais, possuem uma formação de inteligência. Como estamos atuando há mais tempo, nossos pilotos, que são pilotos de caça e outros aviões também, já adquiriram uma técnica que pode ser compartilhada sobre como atuar com segurança."

Gramkow diz que os aviões não tripulados têm um fator surpresa. “Com o vant, a gente pode ver os suspeitos, acompanhar os criminosos, descobrir coisas sem que eles, em terra, nos vejam”, acrescenta.

'Disputa'
A PF e a FAB, que usam aviões de empresas concorrentes, negam que haja uma eventual disputa entre as corporações. “Não há briga nenhuma entre os vants da PF e da FAB. Isso nunca houve. A ideia do trabalho conjunto é para gerar padrões de atuação. Eles são militares, têm uma visão diferente. Nós temos uma visão policial. Eu tenho quatro pilotos formados para o vant, todos são pilotos comerciais também. 

Os três pilotos deles que estão aqui são pilotos de caça. Aqui é a oportunidade para nossos pilotos conversarem, trocarem experiências que podem gerar um padrão de atuação para o futuro, para os grandes eventos”, diz o coordenador do projeto vant da PF, Álvaro Marques.
 
Apesar de serem de empresas concorrentes, tanto os drones da PF como os da FAB são israelenses. A PF opera dois drones Heron, da Israel Aeroespace Industries (IAI), que pesam até 1.100 kg e possuem autonomia de até 36 horas. Mas como possui apenas uma central de controle em solo, que recebe as imagens captadas e retransmite para um centro de controle em Brasília, a PF não tem capacidade de colocar os dois aviões voando ao mesmo tempo.

Já a FAB opera quatro drones do modelo Hermes, da Elbit, com autonomia média  de 16 horas e peso de 450 kg. Na operação, porém, apenas dois são empregados.

Mecânicos e técnicos de ambas as empresas israelenses conversam e participam, nos bastidores, do teste, comparando o desempenho dos drones.

“A primeira coisa que queríamos descobrir era se, voando juntos, um não interferia no outro. Os vants possuem radares e antenas para que possam transmitir as imagens, em tempo real, para nossa base de controle em solo. Com o vant da FAB e o nosso próximos no ar, constatamos que não havia problemas, que a integração era perfeita”, diz Álvaro Marques.

“Outro teste que fizemos era para o caso de perda do link (chamado pela FAB de “enlace”), que permite que o piloto em terra veja e controle o vant. Se, por acaso, os três vants voando (os dois da FAB e um da PF) perdessem o contato com o solo ao mesmo tempo, o que podia acontecer? Como faríamos para eles voarem em segurança e pousarem sem cair ou se chocar no ar? Combinamos que cada um voltaria para a pista por um lado de uma cabeceira. E deu tudo certo”, acrescenta Marques.

Antes de ser agente da PF, Marques foi militar da Força Aérea e colega do coronel Gramkow na academia militar que forma os oficiais. “Fomos colegas e somos amigos. Aqui é de piloto para piloto, não tem competição”, afirma.

fonte/foto/G1/TahianeStochero

AVIÃO ATERRISSA DE BARRIGA APÓS FALHA DE TREM DE POUSO, EM PORTO SEGURO, BAHIA


Um avião de pequeno porte, usado como táxi aéreo, fez um pouso forçado na tarde desta quinta-feira (23), no aeroporto de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, devido a problemas no trem de pouso dianteiro da aeronave, segundo informou o 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros



Devido à falha, o avião sobrevoou a região por cerca de 1h25 com o objetivo de eliminar combustível para possibilitar um "pouso de barriga" e evitar um possível incêndio. Ninguém ficou ferido. Em entrevista à TV Santa Cruz, o Corpo de Bombeiros informou que no momento do incidente estava a bordo apenas o comandante da aeronave. O grupamento relatou que o trem de pouso dianteiro não estava travando. 

O Corpo de Bombeiros ajudou na operação de pouso espalhando espuma na pista para evitar formação de chamas. A empresa de táxi aéreo não quis falar com a imprensa. Segundo os bombeiros, a situação aconteceu com um monomotor P-32 Rl. A aeronave tinha saído de Prado, também no extremo sul da Bahia, para Porto Seguro.

fonte/foto/G1/MidiaNews


ACIDENTE DE HELICÓPTERO NA VENEZUELA




Um helicóptero da Polícia Nacional Bolivariana, registro PNB-8302, Eurocopter BO-105, ano 1983, série S-616,  caiu  às 07:15, de quinta-feira, na região conhecida de "O Pomar ".

No acidente morreram os 5 tripulantes.

fonte/foto/rescate

VIAJAR DE AVIÃO A PARTIR DE NATAL DEMORA E CUSTA MAIS

fonte/foto/TribunaDoNorte


Quem resolve viajar a partir de Natal precisa estar preparado: vai gastar mais tempo e dinheiro em viagens aéreas, do que se saísse por Recife, Fortaleza e Salvador, principais concorrentes  do turismo potiguar. O custo com passagem para um trecho saindo de Natal é em média R$ 339,00. Passageiros que saem de Brasília ou de São Paulo gastam em média R$ 200 por trecho de viagem. A média é similar a de Salvador, R$ 210. 

Karina Lopes reclama da demora para fazer conexõesKarina Lopes reclama da demora para fazer conexões

Os dados são da pesquisa Redes e fluxos do território Ligações Aéreas divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto levantou 135 cidades que têm voos diretos e listou 76 locais, dos mais caros aos mais baratos. Embora os dados da pesquisa sejam de 2010, o cenário atual não é muito distante, segundo analistas e operadores do setor. Com a perda de malha aérea ocorrida em março, quando companhias aéreas como a TAM e a Gol reduziram o número de voos partindo de Natal, “a situação só se agravou”, avalia o diretor do Natal Convention Bureaux, George Costa.

“A estratégia comercial de reduzir assentos e aumentar o preço do bilhete deixa ainda o consumidor sem opções,  não há  a concorrência de horários e mais empresas operando”, diz Costa. O reflexo é a perda de turistas. As compras de última hora, sobretudo as estimuladas por promoções na rede hoteleira, que representam cerca de 10% no período de baixa estação - tem migrado para os estados vizinhos, diz ele. “O fator decisivo que pesa é o aéreo, muito mais caro aqui”, observa. Numa simulação aleatória, em um site de vendas, a passagem com destino a São Paulo em dia de semana e horário comercial é encontrada por R$ 1,2 mil saindo de Natal, enquanto de Recife e Fortaleza são comercializadas por R$ 790 e R$ 840.

O empresário  Marcelo Soares do Nascimento, de 30 anos, que aguardava ontem para embarcar para a Itália, conta que as despesas para ir a São Paulo, de onde retornou há uma semana, se assemelham ao pago para ir a Europa. “É muito caro e o serviço não é bom”, conta. A opinião é partilhada pela estudante Cinara Oliveira de Freitas, 18, que esperava para embarcar para a capital paulista.

O custo elevado, segundo o analista do IBGE Ivanilton Passos, se deve a elevada centralização da rede urbana na capital, alto custo de serviços no setor de turismo e a existência de um único aeroporto, além da distância com os grandes centros. “As cidades maiores possuem um fluxo maior de passageiros por isso os custos reduzidos”, observa.

Políticas de redução do ICMS do combustível adotadas por estados do Sul e Sudeste também influenciam no preço das passagens. “Estamos, o trade turístico potiguar, buscando esse subsídio para que o RN possa ser mais atrativo”, defende  Diassis.

Demora

Sobre o tempo de viagem, o estudo aponta a dificuldade e a demora que passageiros  enfrentam, sobretudo em cidades menores, como Natal. A capital potiguar tem o pior desempenho entre as quatro concorrentes e  o  segundo pior desempenho, junto com Maceió e Teresina, das capitais nordestinas.

Alex RégisMarcelo Soares: transporte aéreo é caro e de baixa qualidadeMarcelo Soares: transporte aéreo é caro e de baixa qualidade

A cabeleireira paulista Karina Lopes, 29, conta que em novembro passado, a conexão somada ao atraso no voo a deixou das 20h às 5h do dia seguinte, presa no aeroporto. “E não há qualquer estrutura de apoio para a espera. Ficamos jogados”, afirma. Para a turista alemã Katlen Längle, que chegou ontem a Natal, a espera se deve as dimensões continentais e não é restrita ao Brasil. Outros países europeus também tem dificuldades em operar as malhas apesar de distancias menores.

O RN só tem voos diretos para São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza. Para qualquer outro destino é preciso se submeter a escalas e conexões, dependendo do destino e horário (que podem influenciar no valor da tarifa, quanto maior o tempo de duração mais baixo o valor), o tempo perdido em conexão é superior ao tempo embarcado.

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