quarta-feira, 18 de maio de 2011

CORPOS DE VÍTIMAS DE ACIDENTE AÉREO NO PARÁ SÃO ENCONTRADOS



Três tripulantes permaneciam desaparecidos desde sábado (14).
Equipe encontrou cabine do avião no fundo de rio a 400 km de Belém.


A equipe de resgate que procurava pelo avião que caiu no sudeste do Pará encontrou, na tarde desta quarta-feira (18), os corpos das três vítimas que permaneciam desaparecidas desde o dia do acidente, no sábado (14).

Segundo Helton Morais, comandante das operações e major do Corpo de Bombeiros do estado, a equipe reiniciou as buscas às 7h30 desta quarta-feira e, por volta das 12h, os mergulhadores detectaram objetos estranhos ao tato em certa área do afluente Mojuzinho, a 400 quilômetros de Belém, em localidade onde o Rio Moju se estreita. À reportagem do G1, Morais disse que o aparelho de sonar não foi empregado nesse momento em especial das buscas.

"Encontramos os três corpos dentro da cabine, ainda envolvidos pelos cintos de segurança, num estado de decomposição orgânica avançada, mas a estrutura dos corpos não apresentava qualquer dilaceração aparente", descreveu Morais.

Segundo o major, quase 40 pessoas estavam envolvidas na força tarefa, incluindo bombeiros, Aeronáutica e Exército. Moradores próximos também colaboraram nas buscas. "O relato do primeiro ribeirinho que viu a queda, o 'Chico da Cabeça Grande', foi fundamental, pois a partir do que ele contou, em cruzamento com o GPS, que chegamos à área de buscas", disse.

Os corpos das vítimas foram conduzidos à delegacia do município de Breu Branco, onde seriam reconhecidos pela família. Ainda não se confirmaram as causas do acidente.

fonte/G1
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FALTA DE CAIXA-´RETA EM AVIÃO REDUZ AS CHANCES DE ACIDENTE SER ESCLARECIDO


queda avião (Foto: Divulgação Polícia Militar) 
Destroços de avião foram encontrados entre os municípios de São Pedro e Águas de São Pedro (Foto: Divulgação Polícia Militar)
 
O avião que caiu e deixou quatro mortos em São Pedro, a 192 km de São Paulo, na segunda-feira (16) não tinha caixa-preta. Segundo o presidente do aeroclube de Piracicaba, Fernando Pavan, a ausência do equipamento que registra dados sobre o voo irá dificultar a descoberta das causas do acidente. Em aeronaves como o bimotor que caiu, um Sêneca, é comum não haver caixa-preta.

As investigações sobre o acidente começaram efetivamente na manhã desta quarta-feira (18). As informações colhidas serão mantidas em sigilo até a conclusão da investigação, prevista para durar 90 dias. Pavan disse, entretanto, que é possível que nesse prazo o laudo não avance no sentido de esclarecer o motivo do acidente.

Ele explicou que, na ausência da caixa-preta, serão avaliados pela perícia os restos da aeronave. Pode haver dificuldade, no entanto, de localizar peças intactas. Militares que participaram do resgate e localização dos destroços disseram que, na ocasião, não foi possível visualizar partes grandes do bimotor que caiu em uma área de mata fechada.

Investigações
"Existe uma gama muito grande de fatores que podem ter contribuído para essa ocorrência", disse o presidente do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), tenente coronel Ricardo Crespo, que investiga o caso.
Crespo afirmou que vários são os pontos que precisam ser investigados para que se possa chegar a uma conclusão. "O abastecimento da aeronave, condições meteorológicas na rota, a infraestrutura aeroportuária de São José do Rio Preto, onde o avião fez a parada, as condições de operação do aeroclube de Piracicaba, ao qual pertencia a aeronave."
De acordo com o instituto de meteorologia, não é possível precisar como estavam as condições climáticas no momento do acidente. Entretanto, pelos dados e informações levantadas pelo instituto, não havia registro de chuva ou neblina na região onde o avião caiu.
"A partir de uma série de informações obtidas com o Seripa nós temos condição de começar a trabalhar para verificar e estabelecer o motivo, a razão disso ter acontecido", afirmou o delegado responsável pelo caso, Wilson Sabino da Silva.
O presidente do aeroclube de Piracicaba disse que Jean Carlos Capelin, de 30 anos, era o aluno que estava no comando da aeronave no momento do acidente. Capelin tinha as horas de voo necessárias para ser piloto privado e completava as horas para virar piloto comercial.
O corpo do instrutor de voo Job de Oliveira, de 36 anos, foi sepultado na manhã desta quarta-feira (18) no cemitério Vila Rezende, em Piracicaba. Os alunos que estavam na aeronave não eram da região. O corpo de Jean Carlos Capelin, de 30 anos, seguiu para São José do Rio Preto. Já o corpo do aluno Diego Pereira da Costa, de 25 anos, foi levado para Taguatinga (DF). Rodrigo Matos Gomes, de 27 anos, será encaminhado para Recife (PE), onde mora a família.
"Não tenho uma vírgula para falar de nenhum deles. Eram pessoas maravilhosas. Você percebia que eles eram profissionais de extrema dedicação", disse o amigo das vítimas e aluno do aeroclube, Frederico Elias. O clima de comoção tomou conta de todos no aeroclube.

fonte/G1
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VÍDEO - O PILOTO SURTOU - MUITO LEGAL

ÍNDIA RECUSA CAÇAS AMERICANOS E CONTRARIA O GOVERNO OBAMA


A relação entre EUA e Índia, cultivada por Washington para contrabalançar a ascensão da China, foi estremecida com a decisão de Nova Déli de descartar os jatos militares americanos F18 (foto acima) em sua nova aquisição de caça-bombardeiros.

O embaixador americano em Déli, Thimothy Roemer, se disse "profundamente decepcionado". O anúncio veio cinco meses depois da visita em que o presidente Barack Obama apoiou a candidatura indiana a uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

O caso tem semelhança com a disputa para a encomenda dos 36 novos caças da FAB (Força Aérea Brasileira). O F18 da Boeing é um dos três finalistas nessa concorrência, com o Rafale francês e o Gripen sueco.

Na Índia, serão adquiridos 126 bombardeiros. O país é tradicional comprador de armas da Rússia, mas o MiG-30 russo também foi descartado e a disputa será decidida entre o Rafale e o Eurofighter Typhoon, desenvolvido por Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha.

Em artigo para a Al Jazeera, o ex-chanceler indiano Shashi Tharoor lista duas razões para a eliminação do F18 da competição.

O Rafale e o Typhoon teriam superioridade tecnológica e se adaptariam melhor às condições de clima e topografia da Caxemira - disputada com o Paquistão e um dos possíveis locais de utilização dos jatos.

Além disso, os EUA seriam um parceiro pouco confiável para a transferência de tecnologia e o suprimento de peças. "O país já suspendeu encomendas contratadas, impôs sanções contra amigos e inimigos (incluindo a Índia) e voltou atrás na entrega de produtos militares", escreve Tharoor.

O mesmo motivo é alegado pelos que se opõem à compra do F18 pelo Brasil. A Embraer foi impedida de vender seu Super Tucano à Venezuela porque o avião tem peças americanas.

Além de excluídos da concorrência dos caças, os EUA enfrentam dificuldade para concluir a venda à Índia de reatores para energia nuclear. Os americanos querem ser excluídos de responsabilização criminal em caso de acidentes. 
 
fonte/FolhaSP/UOL

NOVO AEROPORTO DE BOGOTA DEVERÁ SER EM SABANA, AO CUSTO INICIAL DE US$ 375 MILHÕES

O diretor da Aviação Civil, Santiago Castro, anunciou que o projeto de um novo aeroporto alternativo ao  Aeroporto Internacional Eldorado está em andamento pela Organização com os primeiros estudos sobre o terreno onde poderia ser localizado, bem como a definição o custo inicial das obras. 
 
O debate sobre o problema do congestionamento do Eldorado de Bogotá nos últimos anos, foi dado mais um passo para uma possível solução para o anúncio feito pelo diretor da Aerocivil, e o início dos estudos para uma novo aeroporto. De acordo com funcionário, o custo da aquisição de terras e construção de uma primeira pista equivaleria a 375 milhões dólares.

Castro disse que o aeroporto seria na região da Sabana em Bogotá e esclareceu que as opções estudadas no passado para melhorar ou ampliar o aeroporto de Villavicencio Flandres, não estão cobertos por este novo projeto, porém esses aeroportos poderiam estão sendo estudados para servirem como terminais de carga.

Sobre a localização do novo aeroporto, o funcionário não deu detalhes, mas durante seu discurso no passado Air Transport Forum na Colômbia organizado pela ATAC, Castro anunciou a impossibilidade técnica de expansão dos aeroportos existentes no Cerrado e deu a luz em uma localização possível para o novo aeroporto a norte do Cerrado. Mas não foi especificado qualquer município, nem definido especificamenteo  local.

Posible ubicación del nuevo aeropuerto para Bogotá | Aviacol.net El Portal de la Aviación ColombianaEsta localização possível para o novo aeroporto alternativo em Bogotá foi apresentado pelo director da Aerocivil durante o I Fórum de Transporte Aéreo, na Colômbia. (Foto: Pablo Andrés Ortega Chavez)

A Base Aérea Madrid, localizada a aproximadamente 14 km a sudoeste do aeroporto de Eldorado é usado exclusivamente pela Força Aérea Colombiana, tem uma pista de 1.800 metros, mas o eixo entra em conflito com as pistas do aeroporto Eldorado. Enquanto o aeroporto de Guaymaral , localizado a cerca de 15 quilômetros de Eldorado e que  tem uma pista de 1.700 metros, não seria viável, devido à sua localização entre montanhas, e não obedece as normas de segurança para aproximação de aeronaves.

O novo aeroporto seria concebido para a aviação geral e o Estado,   e que serviria apenas as operações do aeroporto Eldorado e carga. No entanto, Castro disse que é preciso considerar, primeiro, se as operações aéreas da Presidência da República  passaria para o novo aeroporto. Eldorado iriaa operar em conjunto com o serviço comercial de passageiros e de carga, aviação geral e de operações militares.


O novo aeroporto pode não deve estar pronto antes de 2014, ano em que as instalaçõesdo Eldorado estariam saturadas.
fonte/AviaçãoColombiana
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MÍSSIL BRASILEIRO MAR-1 É INTERGRADO EM CAÇAS DO PAQUISTÃO



O Paquistão recebeu um lote de mísseis anti-radiação brasileiros MAR-1 e está integrando o armamento em suas aeronaves de caça JF-17, Mirage III e Mirage V ROSE. É o que afirma reportagem da IHS Jane’s, uma das mais importantes publicações sobre defesa do mundo.


O Paquistão adquiriu em 2008 um lote de 100 mísseis anti-radiação MAR-1, fabricado pela empresa brasileira Mectron, pelo valor de 85 milhões de euros. A reportagem do editor Robert Hewson informa ainda que as entregas teriam começado já em 2009. Em junho do ano passado, o Defesa Brasil noticiou com exclusividade a vinda de um C-130 paquistanês à São José dos Campos-SP, onde fica a sede da Mectron.

A venda de mísseis ao Paquistão é tratada como segredo de Estado. Rumores dão conta de que a venda teria causado mal estar nas relações entre Brasil e Índia, grande parceira do Brasil e inimiga do vizinho Paquistão. Por isso, as negociações são tratadas com absoluto sigilo. Por força de contrato, Mectron - que recentemente teve 50% de suas ações adquiridas pela Odebrecht - FAB ou qualquer autoridade do governo brasileiro não comentam sobre a venda destes mísseis.

fonte/Cavok/MundoAviação/foto/Divulgação
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MÃE E FILHA SÃO IMPEDIDAS DE VOAR POR SEREM "PESADAS DEMAIS"

Duas mulheres americanas foram impedidas de embarcar em um avião da companhia aérea Southwest Airlines por causa do seu peso. Kenlie Tiggeman e sua mãe, Joan Charpentier, ouviram de um funcionário da companhia, diante de outros 100 passageiros, que eram "gordas demais para voar".

A companhia aérea pediu desculpas pelo incidente, que aconteceu no domingo de Páscoa, dia 24 de abril, durante uma conexão que a mãe e a filha fariam em Dallas.

Tiggeman, uma estrategista política que mora em Nova York, contou a experiência no seu blog, em que relata suas tentativas de perder peso.

Ela, que já chegou a pesar cerca de 180 kg, perdeu mais de 55 kg nos últimos 2 anos com uma dieta rigorosa e uma meta de mil minutos de exercícios por mês.

"Eu estive em pelo menos 50 voos e nunca experimentei o desrespeito público, a humilhação e a discriminação flagrante a que fui submetida ontem à noite, no meu voo da Southwest Airlines", disse no blog.
 
Passagem extra
Segundo Kenlie Tiggeman, ela e sua mãe estavam na fila do embarque quando um funcionário da companhia aérea as abordou, dizendo que elas não poderiam embarcar sem comprar uma passagem extra.
"Eu perguntei a ele quais eram as restrições de peso da companhia aérea e ele disse que não sabia, mas que nós éramos muito pesadas para voar", disse a estrategista política ao canal de televisão americano WDSU.
A política da companhia para passageiros com sobrepeso estipula que os clientes que não cabem entre os braços dos acentos - uma distância de 43 centímetros - devem comprar uma passagem extra, para terem direito a duas cadeiras.
"Eu sei que tenho muito peso a perder, mas eu definitivamente não sou muito pesada para voar. Faço isso o tempo inteiro, em voos nacionais e internacionais, e nunca fui abordada desta maneira", afirmou Tiggeman.
No relato que faz em seu blog, ela conta que uma terceira mulher também foi abordada pelo mesmo motivo.
As três eventualmente conseguiram ocupar seus lugares no avião - sem problemas de espaço - depois da intervenção de uma supervisora da companhia.

Desculpas
De acordo com o canal WDSU, de Louisiana, Estado natal de Tiggeman e onde mora sua mãe, uma porta-voz da Southwest Airlines disse que os funcionários são treinados para falar discretamente sobre estes assuntos com os passageiros.
No entanto, mãe e filha dizem que a conversa sobre seu sobrepeso ocorreu em frente a outros 100 passageiros, e incluiu perguntas sobre o tamanho das roupas que elas usavam.
"Foi o pior dia de toda a minha vida. Eu me senti envergonhada e humilhada", disse a mãe, Joan Charpentier.
As três mulheres receberam cupons para descontos em passagens no local e desculpas dos funcionários, que foram gravadas no celular de Kenlie Tiggeman e publicadas na internet.
O relato no blog também chamou a atenção de um executivo da companhia, que entrou em contato para desculpar-se e oferecer mais cupons de desconto.

fonte/BBCBrasil/Terra
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MUSEU TAM RESGATA AERONAVE DA VASP


São Paulo, 17 de maio de 2011 – O Museu TAM (www.museutam.com.br), em breve, terá o Boeing 737 (PP-SMA) da extinta companhia aérea VASP em seu acervo. “Há muito tempo somos cobrados para salvar as aeronaves que se deterioram lentamente em alguma praça ou aeroporto. O maior apelo sempre foi para o Boeing 737 da VASP, que foi o primeiro desse modelo a voar no País. Estamos orgulhosos por poder restaurar e preservar essa peça tão valiosa para a aviação comercial brasileira”, comemora João Francisco Amaro, presidente do Museu TAM.

A aeronave deve ser removida do aeroporto de Belo Horizonte/Confins ainda neste ano e transportada até o Museu por via rodoviária. “Ainda não sabemos como a restauração será feita nem quanto tempo vai durar, mas já podemos convocar como voluntários os antigos mecânicos da VASP para nos ajudar nesta gigantesca tarefa”, declara João Amaro.

O Museu TAM
Localizado em São Carlos, no interior paulista, o museu é a realização do sonho dos irmãos Rolim e João Amaro de preservar a história da aviação. A coleção do Museu TAM, que reúne o maior acervo de aviação do mundo mantido por uma companhia aérea, começou com duas aeronaves: um Cessna 140 e um Cessna 195. Hoje, já são mais de 70 aviões em exposição, sendo que dois chegaram há pouco tempo. É o caso do Hawker Siddeley HS-125 (bimotor a jato doado pela FAB – Força Aérea Brasileira) e do Roloff-Unger RLU-1 Breezy Pusher (réplica do famoso ultraleve norte-americano montado nas oficinas do Museu TAM).
Além das aeronaves, são atrações o espaço TAM Kids, o simulador de voo, a área que explica o funcionamento dos equipamentos que impulsionam os grandes jatos, os 60 uniformes antigos da aviação, e o espaço Rolim, que conta a história e a trajetória da TAM e de seu fundador. O museu (Rodovia SP 318, km 249) tem ainda um auditório utilizado para palestras, conferências e eventos culturais.


Contato: (16) 3306-2020.


Funcionamento: quarta-feira a domingo, das 10h às 16h (entrada autorizada até as 15h).

Coordenadas para quem quiser ir de avião
: Latitude 21º 52´ 35´ ´ S e Longitude 047º 54´ 12´ ´ W.



Ingressos: R$ 25, com meia entrada de R$ 12,50 para estudantes e idosos de 60 a 65 anos. Idosos a partir de 65 anos e crianças até 6 anos não pagam. Aceitam-se cartões de crédito (American Express, Diners, Mastercard e Visa) e cartões de débito.


Estacionamento e wi-fi gratuitos.

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EXÉRCITO E INFRAERO FIRMAM CONVÊNIO PARA OBRA DE NOVO TERMINAL NO AEROPORTO DE CUMBICA

O Exército assinou nesta segunda-feira (16) um convênio com a Infraero para iniciar as obras de expansão do aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Estão previstas as construções de um novo terminal de passageiros e pátio de aeronaves.

A previsão é que o serviço seja executado em 28 meses, a contar a partir da assinatura do convênio, segundo a Infraero (empresa que administra os principais aeroportos do país).


A terraplanagem deve mexer com um volume de 1,3 milhão de metros cúbicos de terra, o equivalente a 76,5 mil caminhões carregados, de acordo com a Infraero. 


Esse é o segundo convênio do Exército com a Infraero envolvendo o aeroporto de Guarulhos. Desde junho de 2010, os homens das Forças Armadas trabalham em melhorias nas pistas que já existem no aeroporto. Com o novo convênio, o atual canteiro de obras deve ser expandido, mas a Infraero não soube informar a data específica.


A obra para construção do terceiro terminal é estimada em R$ 716 milhões. A previsão de conclusão é novembro de 2013. A obra é considerada estratégica para atender a crescente demanda do setor e receber com padrões mínimos de conforto para a Copa de 2014. Cumbica é o aeroporto mais movimentado do país - em 2009, recebeu cerca de 21 milhões de passageiros.


O consórcio MAG, liderado pelo escritório Biselli & Katchborian Arquitetos Associados, de São Paulo,
assinou contrato com a Infraero para projetar a construção do terceiro terminal de passageiros do aeroporto de Cumbica.

A licitação internacional vencida pelo consórcio MAG foi lançada em junho de 2009. Ao todo, 24 empresas, todas nacionais, retiraram o edital. Muitas acabaram se associando, formando sete consórcios. O vencedor vai receber R$ 22,6 milhões para projetar o terceiro terminal de Cumbica.

Além do saguão de passageiros, o projeto também deve incluir a construção do viário de acesso; pátio de estacionamento de aeronaves; instalação da rede de queroduto (dutos para o transporte de querosene de aviação) e obras complementares.

fonte/R7

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