quarta-feira, 8 de abril de 2015

GREVE DOS CONTROLADORES AÉREOS FRANCESES CANCELAM 40% DOS VOOS

A autoridade francesa da aviação civil ‘solicitou’ às companhias aéreas que anulem preventivamente 40% dos seus voos de/para aeroportos do país programados para HOJE, quarta-feira, dia 8 de Abril, devido à greve convocada pelo maior sindicato de controladores aéreos (SNCTA).

A informação da Direção Geral de Aviação Civil de França (DGAC) reproduzida pela imprensa francesa começa por assinalar que poderão ocorrer “perturbações” a nível nacional devido à greve, acrescentando que nesse sentido solicitou às companhias a redução em 40% do seu programa de voos e que apela para os passageiros se informarem antecipadamente junto das companhias aéreas.

A DGAC acrescenta que ao fim da manhã de quarta-feira avançará com a expectativa do impacto da greve para a quinta-feira, segundo dia do primeiro de três períodos de greve anunciados pelo SNCTA.
No total o Sindicato Nacional dos Controladores de Tráfego Aéreo (SNCTA) marcou nove dias de greve, além desta quarta e quinta-feira, também nos dias 16 a 18, e, depois, de 29 de Abril a 2 de Maio.

O sindicato tinha inicialmente convocado greve para 24 de Março, mas suspendeu a ação na sequência do acidente aéreo com um A320 da Germanwings nos Alpes Franceses em que pereceram 150 passageiros e tripulantes.

A imprensa especializada francesa noticia que na sequência da suspensão da greve ocorreram negociações entre o SNCTA e a autoridade aeronáutica francesa que, no entanto, não conduziram a resultados satisfatórios na óptica do sindicato.

O sindicato contesta “a obstinação” das autoridades aeronáuticas franceses em não lhe concederem margem de negociação e diálogo, designadamente em matéria de abordagem das “mutações necessárias e desejáveis” para a sua atividade.

O sindicato diz que essa atitude conduziu o controlo de tráfego aéreo em França a um “déficit tecnológico sem igual na Europa”.

fonte/NewsAvia

ENCONTRADA CAUSA PROVÁVEL DO ACIDENTE DA AIR ALGERIE

Swiftair MD-83 EC-LTV_900

Os reguladores do setor da aviação deverão emitir novas recomendações na sequência das investigações do acidente com um avião da Air Algerie, no Mali, em Julho de 2014. O MD-83 perdeu o controlo depois de atingido por gelo, ao atravessar uma tempestade, estando o sistema de degelo desligado. De acordo com a agência francesa de investigação de acidentes na aviação, o Bureau d’Enquêtes et Analyses (BEA), que está ajudar o Mali a investigar este acidente, o MD-83 aparenta ter entrado em dificuldades depois dos sensores que medem a pressão na entrada dos motores terem ficado bloqueados com gelo. Quando o avião entrou numa tempestade, o piloto automático pensou que a potência era demasiado elevada e reduziu os motores abaixo do nível necessário para manter a velocidade de cruzeiro àquela altitude, dando início a uma cadeia de eventos que o fez perder o controlo do aparelho.


Swiftair  acidente 2 - Photo AFP

O trabalho dos investigadores foi prejudicado pelo facto do cockpit voice recorder (VCR), a “caixa negra” que registra os sons e as vozes na cabine, ter ficado danificado. Passaram meses a reconstruir os parâmetros dos motores a partir do gravador de dados do MD-83 operado pela empresa espanhola Swiftair. A análise dos dados indicia que a tripulação não ativou o sistema de degelo que protege os sensores de entrada de ar dos motores. À medida que descia em direção ao solo, o avião rolou subitamente para a esquerda e caiu quase a pique, matando 116 pessoas. Segundo o BEA, a “caixa negra” dos dados não fornece qualquer informação sobre a tomada de medidas por parte da tripulação para recuperar a entrada em perda do avião, mas a investigação continua e um relatório final é esperado em Dezembro.

fonte/foto/NewsAvia

ANAC NOTIFICA AZUL POR VAZAMENTO DE FORMOL EM AVIÂO

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) notificou nesta terça-feira (7) a Azul Linhas Aéreas a prestar esclarecimentos sobre o suposto vazamento de formol que teria ocorrido no voo 2421. De acordo com a bailarina Marcella Gozzi, de 28 anos, o líquido tóxico e inflamável foi derramado nas malas de alguns passageiros que estavam na aeronave que seguia de Belo Horizonte (MG) para Campinas(SP) na madrugada de quinta-feira (2). Após o recebimento do ofício, a empresa terá dez dias para comprovar que não houve irregularidades às normas de aviação civil. Se confirmada a infração, ela poderá ser autuada e multada.

Na sexta-feira (3), a passageira que fez a denúncia retornou ao aeroporto para fazer uma manifestação do ocorrido junto à Anac. No entanto, a agência informou ainda, que mesmo antes do documento feito por Marcella, já tinha conhecimento do caso, por isso, paralelamente está coletando informações junto aos envolvidos para verificar o que de fato aconteceu.

A Azul informou ao G1 que segue investigando o caso relatado pela passageira e que ainda não foi notificada oficialmente pela Anac.

Vazamento de formol
A passageira relatou que o líquido tóxico e inflamável foi derramado nas malas de algumas pessoas que estavam no voo 2421. De acordo com Marcella, o cheiro forte do formol já podia ser sentido dentro da aeronave, além de uma ardência nos olhos.

Uma atendente viu, a gente abriu a mala na frente dela e ela viu que tava tudo molhado. Inclusive, ela foi para o ambulatório do aeroporto porque passou mal na hora".
 
No entanto, segundo a jovem, ao retirar a bagagem na esteira, ela afirma ter ouvido alguns passageiros relatarem que as malas estavam molhadas.

Ela conta que pegou a mala e foi para o carro com a mãe.  Após duas tentativas de ficar dentro do veículo e começar a passar mal, decidiu voltar para o aeroporto.

"Já não tinha quase ninguém no aeroporto. Uma atendente viu, a gente abriu a mala na frente dela e ela viu que tava tudo molhado. Inclusive, ela foi para o ambulatório do aeroporto porque passou mal na hora. Ninguém conseguia ficar perto da mala", destaca.

No entanto, a jovem conta que quando foi denunciar o problema, ficou sabendo que funcionários da Azul que retiravam as cargas da aeronave estavam passando mal por causa do formol. "Aí, eles mesmo acionaram a brigada de incêndio. A funcionária que me atendeu explicou que o líquido derramado na aeronave foi água, e que na bagagem de algum passageiro tinha formol. Alguém despachou formol e isso se espalhou e deve ter misturado com a água", afirma.

Passageira teve peças íntimas expostas em aeroporto (Foto: Marcella Gozzi/ Arquivo pessoal) 
Passageira teve peças íntimas expostas em
aeroporto (Foto: Marcella Gozzi/ Arquivo pessoal)
 
Segundo a bailarina, após constatar o problema com a sua mala, a Azul disse que poderia apenas enviar a bagagem para ser higienizada.

Sem ressarcimento
Marcella destaca ainda que não foi ressarcida do prejuízo e do risco a que foi exposta, além do constrangimento de ter todas as suas peças íntimas expostas no aeroporto. Ela ressalta que a empresa não queria nem relatar os bens que estavam na mala, já que esse não seria um procedimento padrão e que isso só foi feito após muita insistência.
"É impossível 20 ml de formol ter causado isso. Eles viram que tava na aeronave. Falaram que a minha foi mais atingida porque tava do lado de quem tava levando. Eu disse se ela [atendente] 'sabia que a venda e uso de formol é proibido?' Formol é inflamável, podia ter explodido o avião", finaliza.

Investigação
A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, que administra o local, informou na sexta-feira que o manuseio de bagagens é de responsabilidade das companhias aéreas. E informou que só se responsabiliza pela estrutura, como o funcionamento das esteiras.

De acordo com o aeroporto, há uma equipe médica para atender os passageiros, mas nenhum atendimento foi registrado no dia da ocorrência. Apesar disso, os bombeiros foram chamados, fizeram análise do líquido e identificaram que o produto não seria nocivo para a saúde.

Passageira afirma que mala estava com formol (Foto: Marcella Gozzi/ Arquivo pessoal) 
Passageira afirma que mala estava com formol (Foto: Marcella Gozzi/ Arquivo pessoal)
 
fonte/foto/G1

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