sábado, 13 de abril de 2013

ATUALIZADO - ACIDENTE COM BOEING DA LION AIR EM BALI FOI DURANTE APROXIMAÇÃO, CAIU NO MAR ANTES DE ATINGIR A PISTA


AVIÃO DA TAP BATE EM TORRE DE ILUMINAÇÃO DO AEROPORTO JK, BRASÍLIA,NÃO HOUVE FERIDOS

foto/ElzaFiuza

                                                   Foto/CorreioBraziliense

Uma aeronave da companhia áerea TAP bateu uma parte da asa esquerda, chamada de winglet, em uma torre de iluminação do Aeroporto Juscelino Kubitschek, neste sábado (13/4), enquanto taxiava na pista de desembarque. O Consórcio Inframerica confirmou o incidente, mas não há pessoas feridas dentro do avião.

Segundo o consórcio, a responsabilidade do pouso e da parada completa da aeronave é da Aeronáutica, que vai divulgar uma nota sobre o ocorrido no começo da noite de hoje. A Inframerica disse ainda que a pista por onde passou o avião era pequena para o porte da aeronave.

O próximo voo da empresa portuguesa, que sairia para Lisboa às 16h45, foi cancelado. Ainda não há confirmação se o voo será realizado neste domingo (14/4). Os passageiros que moram em Brasília serão informados pelo celular sobre a data e horário da viagem. Já os que não moram na capital, a companhia aérea providenciou hospedagem em hotéis da cidade.


fonte/CorreioBraziliense

BOEING DA LION AIR SAI DA PISTA E CAI NO MAR NA INDONÉSIA





Um avião da companhia aérea Lion Air com 101 passageiros e sete tripulantes aterrissou no mar neste sábado (13), após ultrapassar a pista do aeroporto da turística ilha indonésia de Bali. Relatos iniciais, segundo a agência de notícias Reuters, informavam que pelo menos 16 pessoas haviam sido levadas para o hospital com ferimentos e em estado de choque, mas não se sabe se estavam em estado grave.

Segundo a companhia e o governo indonésio, todos os passageiros e a tripulação sobreviveram ao acidente.

De acordo com Edward Sirait, porta-voz da Lion Air, havia 101 passageiros e sete tripulantes a bordo. Informação anterior era de que 172 passageiros estavam na aeronave.

O avião, um Boeing 737-8GP(WL), registro PK-LKS, realizando o voo JT-904, que procedia de Bandung (BDO/WICC), na vizinha ilha de Java e que deveria aterrissar no aeroporto internacional de Denpasar (DPS/WADD) às 15h locais (4h de Brasília), ultrapassou a pista por motivos ainda desconhecidos, indicou a agência de aviação civil da Indonésia.

As primeiras imagens do acidente mostram uma fratura na fuselagem à altura das asas do avião, que ficou boiando a cerca de 200 metros do final da pista de aterrissagem.

Metars:
WADD 130830Z 10008KT 9999 SCT017 29/25 Q1007 NOSIG
WADD 130800Z 10009KT 9999 FEW017CB SCT017 30/26 Q1007 NOSIG
WADD 130730Z 15006KT 110V270 9999 FEW017CB SCT017 30/25 Q1007 NOSIG
WADD 130700Z 09006KT 9999 BKN017 30/26 Q1007 NOSIG
WADD 130630Z 16003KT 090V190 9999 BKN017 30/25 Q1007 NOSIG
WADD 130600Z 18007KT 9999 BKN016 30/25 Q1007 NOSIG
WADD 130530Z 18008KT 9999 SCT015 FEW016CB 30/26 Q1008 NOSIG
WADD 130500Z 19005KT 150V210 9999 BKN015 30/25 Q1008 NOSIG

 

fonte/foto/ASN/AvHerald/G1/AgInternacionais
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RÚSSIA MOSTRA SEU HELICÓPTERO MAIS FAMOSO NO BRASIL



mi-26t

RIA Novosti

A exposição internacional de tecnologias aeroespaciais e de defesa (LAAD Feira de Defesa e Segurança) foi aberta no Brasil. De 9 a 12 de abril, no Rio de Janeiro, os principais fabricantes do mundo vão mostrar as suas conquistas e realizações mais recentes. A parte russa da exposição é uma das mais significativas.

A participação da Rússia da exposição técnico-militar no Brasil já é tradição. Neste ano, o seu pavilhão é três vezes maior do que nos anos anteriores. Apenas a empresa estatal de exportações de material bélico, Rosoboronexport, apresenta mais de 200 modelos de armas e de equipamento militar para todos os tipos de tropas. Latino-americanos não escondem o seu interesse na defesa aérea russa. Por isso, os russos trouxeram ao Brasil quase tudo que é exportado da Rússia. Entre os objetos expostos está o complexo modernizado Pechora-2M e o complexo naval Palma. Está exibido também um novo projeto na área de defesa - o sistema antiaéreo Paraná, o desenvolvimento e produção conjunta do qual a Rússia está planejando organizar com o Brasil.

No âmbito da aviação é apresentado, antes de tudo, pelos helicópteros. Os latino-americanos conhecem e amam helicópteros russos de combate e de carga. Desta vez, no Rio, além dos modelos conhecidos atualizados será exibida uma novidade única, disse o assessor de imprensa da holding Vertolyoty Rossii (Helicópteros da Rússia) Alexei Mikheev.

"A exposição contará com a presença de extra-pesados como o Mi-26T. É o único helicóptero russo que pode transportar dentro da fuselagem e também na suspensão da parte externa até 20 toneladas de carga. Assim, demonstrando o recorde mundial absoluto na capacidade de carga entre helicópteros de transporte de massa. Grande parte da exposição da empresa é dedicada a esta máquina . Esperamos que os operadores regionais possam aprender mais sobre todos os modelos da empresa Vertolyoty Rossii e que estas máquinas estejam na demanda no continente sul-americano."

Na LAAD, grande atenção é dedicada também às invenções promissoras no campo da aviação e aeroespacial. Os empresários da Roscosmos colocam grandes esperanças na exposições comerciais do Rio, disse o representante da Agência Espacial Federal Alexei Kuznetsov.

"Durante a exposição planejamos ter conversações com a Agência Espacial Brasileira, bem como encontros com delegações estrangeiras para aprofundar a cooperação no campo das atividades espaciais. A Exposição russa no Rio de Janeiro é uma das mais representativas. Estão apresentas lá maquetes de naves espaciais, tais como Mikhail Lomonosov, Universidade-Tatiana, Canopus-V, Glonass-K, Spektr RG, bem como maquetes de transportadores de foguetes da família Soyuz e outras amostras interessantes."

A exposição internacional de tecnologias aeroespaciais e de defesa no Brasil realiza-se a cada dois anos e é um dos eventos-chave da indústria na região.

fonte/VozDaRussia

RÚSSIA-BRASIL: DOS HELICÓPTEROS PARA OS CAÇAS DE QUINTA GERAÇÃO ???



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T-50
© aviasalon.com

A Rússia e o Brasil intensificam a sua cooperação técnico-militar. Durante a exposição LAAD 2013 se está planejando discutir a possibilidade de desenvolver em conjunto sistemas antiaéreos, assim como aumentar a exportação de armamento russo para o Brasil.

América Latina – uma entrada cautelosa

Os helicópteros russos são populares na região, na América Latina eles podem ser encontrados praticamente em todos os países, desde o México até à Argentina. Eles são muito usados por países como o Peru, a Venezuela e Cuba, tendo também aparecido nos últimos anos nos principais países da região – no Brasil e na Argentina.

A cooperação técnico-militar da Rússia com os países da América Latina já se desenvolve há bastante tempo, mas a sua escala tem sido bastante limitada. A situação começou a se alterar nos anos 2000 graças à cooperação com a Venezuela, que continua a ser o parceiro mais importante da Rússia nessa região. Entretanto, foram também concluídos pequenos contratos com outros países, do Uruguai ao Brasil.

Os primeiros contratos com o Brasil datam de meados dos anos 2000, quando esse país recebeu sistemas portáteis de mísseis terra-ar russos Igla no valor de 20 milhões de dólares. Em 2009, foi assinado um contrato para o fornecimento de 12 helicópteros de combate Mi-35 por mais de 200 milhões de dólares. Já no final de 2012, se chegou a um acordo para a instalação no Brasil de uma unidade de montagem de helicópteros Mi-171 e de um centro de assistência aos Mi-35. Nos próximos tempos é esperada a assinatura de um contrato de fornecimento de sistemas antiaéreos, os complexos de artilharia e mísseis Pantsir e mais sistemas móveis Igla, num total de um bilhão de dólares.

Além disso, também o empreendedorismo brasileiro se começou a interessar pelo material russo. Em dezembro de 2012, o fabricante russo Helicópteros da Rússia (Vertolety Rossii, em russo) firmou um contrato para o fornecimento em 2015 de 7 helicópteros Ka-62 à empresa brasileira Atlas Táxi Aéreo, com opção de compra para mais 7 aparelhos. É de referir o fato de este ser o primeiro contrato de exportação de aparelhos Ka-62, cuja produção em série deverá ter início apenas em 2014.

O T-50 para o Brasil será uma realidade aguardada?
O potencial de cooperação aeronáutica da Rússia com o Brasil não se esgota nos helicópteros. Uma das intrigas principais dos últimos anos são os resultados do concurso para o fornecimento de caças à Força Aérea Brasileira. Ele já dura há 10 anos com periódicas interrupções. O concurso para a compra de caças para a FAB segundo o programa F-X foi anunciado em 2001 e cancelado em 2005. Em 2008, ele foi retomado como F-X2 e voltou a ser interrompido em 2010. No concurso participaram, nas diferentes fases, o caça norte-americano Boeing F/A-18E/F Super Hornet, o francês Dassault Rafale, o sueco Saab JAS 39 Gripen NG e o europeu Eurofighter Typhoon.

Durante algum tempo, a Rússia tentou entrar no concurso com o caça Su-35S, mas essa tentativa não teve sucesso. Entretanto, muitos especialistas referem o interesse brasileiro relativamente ao caça de quinta geração T-50. A aquisição desse aparelho com a instalação da montagem no Brasil poderia aumentar consideravelmente as capacidades da FAB e da indústria aeronáutica brasileira.
A possível aquisição pelo Brasil do T-50, ou de uma versão desse avião especialmente desenvolvida para esse país, já está a ser discutida há algum tempo e o aparelho russo tem hipóteses de sucesso: de fato, este é o único caça de quinta geração que o Brasil poderá receber num futuro previsível. Entretanto, e considerando o crescimento do potencial econômico desse país, um avião deste tipo não seria nenhum luxo supérfluo, especialmente numa atual situação política pouco previsível.

Essa aquisição estaria dentro da lógica geral do reequipamento das Forças Armadas brasileiras, que visa desenvolver capacidades de uma potência de primeira linha tais como uma aviação de convés e uma frota de submarinos nucleares. Um avião de quinta geração, na atual situação, seria não só um elemento de prestígio, mas também um meio dissuasor. Ele poderá ser muito útil no caso de o desenvolvimento da economia brasileira e a defesa dos seus interesses criarem um antagonismo político entre o Brasil e alguma das principais potências mundiais.

fonte/VozDaRussia

AVIÃO SOLAR É UM TRUNFO AMBIENTAL AINDA SEM APLICAÇÃO PRÁTICA







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EPA

O avião monolugar Solar Impulse, que funciona exclusivamente a energia solar, irá partir, em princípios de maio, para um novo voo experimental. Em dois meses ele deverá atravessar os EUA de costa a costa, de oeste para leste, da região de São Francisco para o estado da Virgínia.

Estão previstas várias escalas, inclusivamente em Nova York. As capacidades do avião serão assim testadas antes da realização de um projeto ambicioso – um voo à volta do mundo em 2015.

Já foi comprovado que o avião solar é capaz de realizar voos intercontinentais. No ano passado, o Solar Impulse percorreu uma distância pouco ambiciosa entre Espanha e Marrocos. Já há 3 anos, ele estabeleceu um recorde de 26 horas de voo ininterrupto. O perito da revista Aviatransportnoe Obozrenie (Revista dos Transportes Aéreos) Alexei Komarov descreve da seguinte forma esse avião:
"O avião consiste numa estrutura leve cuja superfície está completamente coberta com placas solares. Ele possui motores elétricos e baterias que acumulam energia a partir dos painéis solares durante o dia, devolvendo-a durante a noite. O avião é lento, tem uma velocidade até cem quilômetros por hora, por isso os seus voos de grandes distâncias demoram muito tempo".

O Solar Impulse pesa o mesmo que um automóvel normal, apesar de ter uma envergadura de asas como um Airbus A-380 de 500 toneladas. As suas grandes dimensões e a pequena capacidade de carga são o seu "pagamento" pela utilização da energia solar gratuita. Ele nem tem espaço para um copiloto. Será que esse tipo de veículos, aparentemente inúteis, faz algum sentido? Eis a opinião de Alexei Komarov:
"Os desenvolvedores desse avião sempre sublinharam que não é seu objetivo demonstrar e obter algum efeito prático imediato com esse aparelho. Eles querem sobretudo dar entender ao mundo que se está a descobrir uma nova área que, por agora, é tecnologicamente imperfeita e impossível de aproveitar em aviões de série e na aeronáutica em geral. No entanto, já há algumas perspetivas".

À medida que estes aparelhos, praticamente silenciosos, se vão aperfeiçoando, eles poderão atrair as atenções dos militares, é a previsão do editor da revista Air Fleet Vladimir Karnozov.

"Por enquanto não se vê nenhuma utilidade para a aviação tripulada nesses aparelhos. Também não se percebe muito bem a sua utilidade num futuro próximo. Essa tecnologia, no entanto, se se continuar a desenvolver, poderá ser muito interessante para a aviação não-tripulada. Existe uma necessidade de drones capazes de se manterem no ar por muito tempo em patrulhamento de áreas. Em geral, a temática da utilização da energia elétrica nos automóveis, submarinos, etc. tem um grande interesse por ser uma tecnologia do futuro".

Por enquanto é difícil dizer onde se poderá utilizar veículos movidos a energia solar. Os atuais automóveis solares ainda têm muito pouca potência e transportam com dificuldade apenas o condutor. Porém, a experiência do Solar Impulse irá de qualquer forma acrescentar dados à base científica. Se os seus criadores o utilizam para recordes e para a sua autopromoção, isso só por sim não tem nada de mau, diz Vladimir Karnozov.

O projeto é promovido por dois suíços: o empresário André Borschberg e o balonista Bertrand Piccard, o primeiro a realizar um voo de circum-navegação em balão. Não é por acaso que surge a ideia de repetir esse voo, desta vez com o conceito de um avião "solar". Ainda não foi esclarecido se será o próprio Piccard a pilotar o avião dentro de dois anos. Só se sabe que para esse voo serão selecionados pilotos capazes de não dormir durante cinco dias. Para aguentar esse períodos eles serão ensinados a realizar auto-hipnose e meditação.

fonte/VozDaRussia

TRABALHADORES DA TAP SÃO OS MAIS BARATOS DAS LOW COST DA EUROPA

Um estudo sobre a produtividade de 18 das principais companhias aéreas da Europa mostra que a portuguesa TAP tem dos trabalhadores mais baratos do sector no Velho Mundo, uma vantagem financeira que contudo é anulada pelas baixas receitas da transportadora: são pouco mais de 225,7 mil euros por empregado, o pior registo entre as 18 companhias analisadas e que compara com a média de 315,6 mil euros.

O levantamento foi realizado pela CAPA - Centre for Aviation, empresa especializada em estudos sobre o sector, e agora divulgado. “Depois da Wizz Air, a TAP Portugal e a Flybe apresentam o mais baixo custo por empregado, a rondar os 48 mil euros”, salienta a CAPA. Os custos com pessoal incluem o salário e os impostos e contribuições sobre o mesmo. A húngara Wizzair e a inglesa Flybe, que surgem imediatamente antes e depois da TAP, são duas transportadoras low cost. Na análise a estas contas, a CAPA conclui mesmo que a “TAP Portugal mostra assim que nem todas as companhias de bandeira pagam altos ordenados”.

Já na Ryanair os custos por trabalhador chegam aos 49 mil euros e na easyJet aos 70,4 mil euros, para destacar as duas low cost mais conhecidas da Europa e com forte presença em Portugal. A SAS é a transportadora com os mais altos custos por empregado: 104 mil euros. Em média, nas 18 companhias analisadas pela CAPA, o trabalhador médio de uma transportadora aérea na Europa custa mais de 65 mil euros.

As contas da CAPA partem da divisão dos custos com pessoal de cada empresa pelo seu total de colaboradores, sendo no caso da companhia portuguesa utilizados valores de 2011, já que é uma das empresas que mais tempo leva a disponibilizar os resultados.

Pior receita por empregado As contas da CAPA mostram também que a TAP, apesar de apresentar dos custos por trabalhador mais baixos das 18 companhias analisadas, é das empresas em que os custos com pessoal saem mais caros medidos face às receitas. A companhia portuguesa gasta o equivalente a 21,5% das receitas com o pessoal, segundo a CAPA, o sétimo valor mais alto entre as transportadoras analisadas. A Wizzair, única com custos por empregados mais baixos que a TAP, gasta apenas 6,5% das suas receitas com o quadro de pessoal.

Num terceiro ângulo de estudo da produtividade das companhias, a CAPA mostra que a TAP é a companhia que menos receitas consegue gerar por empregado, com 225 mil euros, contra a média europeia, superior a 315 mil euros. “No fundo da tabela está a TAP Portugal, que gera apenas 225 mil euros em receitas por empregado, o que sugere que há espaço para melhorias, seja pela actual administração seja pelo futuro dono, caso o processo de privatização volte a avançar”, aponta a CAPA.

fonte/ioonline

AVIÃO CAI EM ALTO MAR









São Tomé - Uma aeronave proveniente da Namíbia despenhou-se domingo último (7) no alto mar em São Tomé e Príncipe, a nove milhas do aeroporto da cidade capital.

O aparelho do tipo Beachcraft 1900 deveria fazer uma escala técnica em São Tomé às 16 horas e 13 minutos (TMG) rumo ao Ghana, mas na altura a torre de controlo perdeu o contacto com o piloto e o único ocupante do avião devido ao mau tempo na sequência de fortes chuvas acompanhadas de ventos impetuosos e de relâmpagos.

Segundo uma fonte a que a PANA teve acesso, foi aberto um inquérito orientado pela aviação civil internacional que pretende conhecer a verdadeira causa do acidente.


fonte/AngolaPress

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