terça-feira, 2 de dezembro de 2014

SATÉLITE CBERS 4 ACOPLADO AO LANÇADOR NA CHINA

CBERS 4: satélite a bordo

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  A coifa que abriga o satélite sino-brasileiro Cbers-4 foi acoplada ao veículo lançador Longa Marcha-4B na sexta-feira (28/11) na base de Taiyuan, na China. O lançamento está marcado para domingo (7).
As equipes do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast, na sigla em inglês) realizam os últimos preparativos para o lançamento do quinto satélite do Programa Cbers (sigla para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).

De acordo com o Inpe, o novo satélite terá exatamente as mesmas especificações técnicas que o Cbers-3. Serão quatro câmeras de videomonitoramento em resolução melhor do que as instaladas em modelos anteriores. Ao todo, o equipamento pesa mais de duas toneladas e tem vida útil programada para quatro anos.

Em órbita, o Cbers-4 margear o Brasil, China e países da América do Sul, mas também poderá fazer registros de outras regiões do planeta. Entre suas principais atribuições está o monitoramento do desmatamento na Amazônia.

O investimento neste quinto exemplar do programa Cbers deve permanecer o mesmo aplicado no Cbers-3, cerca de R$ 160 milhões. A participação na construção permanece dividida em 50% para a China e 50% para o Brasil.

fonte/AEB/INPE/PEspacial

VERGONHA.....CADEIRANTE SE ARRASTA POR ESCADA DE AVIÃO PARA PODER EMBARCAR

 
Katya Hemelrijk da Silva, 38, executiva de uma grande empresa de
cosméticos e mãe de dois filhos, teve de se arrastar ao longo de 15 degraus
para conseguir embarcar em uma aeronave da Gol, na madrugada desta
segunda-feira (1°), em Foz do Iguaçu (PR).
 
Vítima de uma doença genética rara conhecida como "síndrome dos ossos de
cristal", a osteogenese imperfeita, que deixa os ossos muito frágeis, Katya é
cadeirante e precisava de um equipamento especial para entrar no avião com
segurança, o que não estava disponível.
 
Ela seguia com o marido, Ricardo Severiano da Silva, para São Paulo, onde
mora e trabalha, após um final de semana de passeio no Paraná.
Quando os aeroportos não possuem pontes de embarque –plataformas
elevadas que chegam até a porta do avião–, o acesso de pessoas com
deficiência ou mobilidade reduzida deve ser realizado em cadeiras especiais
que escalam os degraus ou mesmo em ambulifit (veículo equipado com
elevador).
 
"Ofereceram para me carregar no colo, o que não aceitei. É uma humilhação e
há risco de me machucar com gravidade, de quebrar uma perna por me pegarem de forma errada.
Como não havia condições dignas para que eu
embarcasse, subi por conta própria. Fui me arrastando, de bumbum", disse
Katya.
 
Segundo a executiva, foi dada a ela a opção de esperar por cerca de quatro
horas até que um equipamento de auxílio estivesse pronto para o uso, o que
ela não aceitou.
 
Ela esperou que todos os passageiros embarcassem, vestiu uma calça com
tecido leve e enfrentou a subida, que durou cerca de cinco minutos, sob os
olhos de uma tripulação "incrédula e apavorada" com a atitude.
 
"Tenho responsabilidades como qualquer outra pessoa. Começo a trabalhar às
8h, tenho meus filhos para cuidar. Não poderia me dar ao luxo de esperar até
que encontrassem uma solução."
 
Além da roupa suja e uma chuva de olhares curiosos, Katya afirma ter ficado
com dores nas pernas.
 
OUTRO LADO
A Gol informou que o seu equipamento de embarque não estava disponível e
que tentou, sem sucesso, consegui-lo com outras empresas.
 
A companhia afirmou que ofereceu "alternativas" à cliente, que optou por
subir as escadas sozinha. "A Gol lamenta o ocorrido e tomará as medidas
necessárias para evitar que casos como este voltem a acontecer."
 
A Infraero, que administra o aeroporto de Foz do Iguaçu, informou que
"procedimentos de embarque e desembarque são responsabilidade das
empresas aéreas".
 
A partir do ano que vem, segundo a empresa, haverá melhorias nesses
procedimentos, com a aquisição de 15 ambulifits. O aeroporto paranaense
será beneficiado.
 
fonte/foto/FolhaSP

FERNANDO MORAIS FALA SOBRE NOVO LIVRO

O escritor Fernando Morais em entrevista no SindCT. Foto: Claudio Vieira
O escritor Fernando Morais em entrevista no SindCT. Foto: Claudio Vieira

Em visita ontem a São José dos Campos, o escritor Fernando Morais falou sobre o livro que vai escrever sobre a história da cidade, principalmente contando os avanços tecnológicos obtidos após a instalação do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Segundo ele, o que instigou a curiosidade foi a elaboração da obra sobre o Marechal Casimiro Montenegro, um dos fundadores do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

“O Montenegro cruzou a minha estrada e me deu a oportunidade de abrir os olhos para o programa espacial brasileiro”, disse após visitar o Inpe, em uma passagem rápida pelo SindCT (Sindicato da Ciência e Tecnologia), na Vila Adyanna.

Ao lado do presidente do SindCT, Ivanil Elisiário Barbosa, Morais foi abastecido com preciosas informações sobre o setor, inclusive dados preocupantes sobre o futuro da categoria pelo fato da maior parte dos servidores do Inpe estarem prestes a se aposentarem.

“Até 2016, 50% dos servidores estarão aposentados. A maior parte não tem para quem passar os conhecimentos”, disse o sindicalista.

Voltando ao livro, Fernando Morais afirmou que muitos jovens hoje viajam em aviões produzidos na Embraer sem saber.
“Estou aprendendo muito para contar a história da aventura espacial brasileira. Como autor gosto mais de gente do que de coisas. É um presente e estou muito alegre em poder ajudar pessoas a entender este Brasil que pouca gente conhece”.

Escritor exalta ação do PT no governo
Ao citar a distribuição de renda iniciada pelo governo Lula (PT) por meio do Bolsa Família, o escritor Fernando Morais afirmou ontem que o Brasil “vive uma revolução sem mortes ou torturas”. “O governo está tirando dos ricos e dando para os pobres. Hoje, milhões de pessoas estão tendo 3 refeições por dia. É uma revolução sem dar nenhum tiro”, disse.

fonte/OVale

GRUPO PARANAENSE PLANEJA AEROPORTO DE R$ 3,5 BILHÕES

O governo federal recebeu neste ano um pedido de autorização para construção e exploração de um grande aeroporto privado próximo a Ponta Grossa, no interior do Paraná (a 75 km de Curitiba). Com foco na movimentação de cargas, o empreendimento da Companhia Aeroportuária Campos Gerais (CACG) teria investimentos totais calculados em R$ 3,5 bilhões. Mas o projeto já encontra entraves.
Nos planos dos controladores, o aeroporto seria construído em uma área de 50 quilômetros quadrados e integraria os sistemas rodoviário e ferroviário. Ficaria na divisa dos municípios de Palmeira e Ponta Grossa e ainda abrigaria uma área alfandegária. A ideia do grupo é que as empresas instaladas na área do terminal importem componentes sem impostos. De acordo com informações da CACG, o empreendimento está em fase de licenciamento ambiental.
Estão previstas pelos idealizadores do projeto quatro etapas de obras. Na primeira, seriam construídas duas pistas de pousos e decolagens e instalação dos sistemas de segurança, pátios de estacionamentos de aeronaves, armazéns e hangares para cargas, além de um terminal de passageiros "para atender à demanda inicial". O terminal, em longo prazo, teria quatro pistas de operação simultânea para pousos e decolagens, com 3,5 quilômetros de extensão cada, com capacidades para receber as maiores aeronaves comerciais do mundo, como o Airbus A380.
Os controladores apresentam o projeto dizendo que ele será o maior terminal de cargas e passageiros da América Latina e que pode alcançar um tráfego de 750 mil pousos e decolagens por ano. O aeroporto de Guarulhos (SP), atualmente o maior do país, tem cerca de 300 mil pousos e decolagens anuais.
Mas transformar o projeto em realidade pode não ser uma tarega fácil. Os controladores do aeroporto fizeram a solicitação à Secretaria de Aviação Civil (SAC) em agosto na modalidade "outorga de aeródromo civil público por meio de autorização". Nesses moldes, o empreendimento é liberado apenas para certos voos, como os executivos e de táxi aéreo. Em agosto, a documentação começou a ser analisada pela SAC.
Neste mês, o procurador federal Moises Rubbioli Cordeiro, chefe adjunto da assessoria jurídica junto à SAC, emitiu parecer afirmando que o plano de negócios está baseado na operação de uma atividade (voos regulares de cargas e passageiros) não permitida para aeroportos privados sob regime de autorização.
A regulamentação para aeroportos que operem voos regulares está sendo discutida na esfera federal, com envolvimento tanto do Palácio do Planalto como de parlamentares do Congresso. Por enquanto, aeroportos privados que movimentem voos comerciais regulares não podem ser liberados.
Os grupos Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também estão interessados na nova regulamentação. Ele têm planos para construir o Novo Aeroporto de São Paulo (Nasp), empreendimento de R$ 5 bilhões, com capacidade para 50 milhões de passageiros ao ano (mais que Guarulhos, que atualmente comporta 42 milhões).
Além do problema da legislação, o parecer emitido pelo procurador federal sobre o aeroporto dos Campos Gerais apontou problemas na apresentação de documentos sobre a propriedade do terreno onde o empreendimento seria erguido.
O Valor entrou em contato com o presidente da Companhia Aeroportuária Campos Gerais, Edison Morozowski, que não concedeu entrevista até o fechamento desta edição.

fonte/ValorEconomico

SÃO BERNARDO MONTA POSTO PARA FORNECEDORES DAS FORÇAS ARMADAS


São Bernardo do Campo dá mais um passo para inserir as empresas da região na cadeia de fornecimento da área de defesa. O Ministério da Defesa atendeu a pedido da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Turismo (SDET) do município, feito há dois anos, para instalar no Paço Municipal uma AgCat-C (Agência de Catalogação Complementar) para prestar serviços a potenciais fornecedores das Forças Armadas. A inauguração do posto está prevista para o segundo semestre de 2015.
Representantes do Ministério da Defesa, o coronel Nelson Kenji, gerente do Centro de Catalogação das Forças Armadas (Cecafa), e o capitão de Fragata Luiz Gomes de Oliveira, também chefe de catalogação do Cecafa, entregaram ao secretário da SDET Jefferson José da Conceição minuta com orientação normativa referente às instalações da AgCat-C.
"Trata-se de um reconhecimento estratégico e que inseriu a região na geografia da indústria de defesa", disse Jefferson.
A AgCat-C é empresa privada responsável pela compilação dos dados técnicos, além de fazer o cadastro e qualificar produtos e serviços para fazer parte de uma catalogação sob responsabilidade do Cecafa.
Para o coronel Nelson Kenji, São Bernardo já um é polo da indústria de defesa. Os olhares se voltaram para a região desde que a presidente Dilma Roussef anunciou, em 2013, a escolha do modelo Gripen, da sueca Saab, para renovação da Força Aérea Brasileira (FAB) e que veio com o anúncio da instalação de uma fábrica em São Bernardo para produção de partes dos componentes dos caças.
A atual gestão municipal se destaca no esforço regional para adensamento da cadeia produtiva de defesa. Entre as várias ações, foram realizados workshops com as Forças Armadas, empresários e instituições de ensino; inauguração do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB); viagens do prefeito Luiz Marinho e o secretário Jefferson à Suécia, articulações do Arranjo Produtivo Local (APL) de Defesa, entre outras. "Com a escolha do Gripen é importante que esta atividade (de catalogação) esteja no local onde está sendo feita parte da aeronave", explicou o coronel Kenji.
AGÊNCIA - A catalogação é um conjunto de tarefas, normas e levantamento de dados técnicos para identificação e organização de informações sobre produtos e serviços. É o primeiro passo de uma empresa para se tornar fornecedora das Forças Armadas e ter seus produtos incluídos no Sistema OTAN de Catalogação, concebido para proporcionar aos países signatários da Organização do Tratado do Atlântico Norte uma maneira padronizada para identificar, classificar e codificar itens de suprimento para a indústria de Defesa.
Além de São Bernardo, a AgCat-C terá um posto na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Embraer e na Avibrás.

fonte/PortalDoABC

AZUL PASSA A OPERAR JATOS AIRBUS E VAI BRIGAR COM TAM E GOL


Voo da Azul durante pouso no aeroporto de São José. Foto: Claudio Vieira Voo da Azul durante pouso no aeroporto de São José. Foto: Claudio Vieira

Maior operadora de jatos comerciais da Embraer no Brasil, a companhia aérea Azul vai dar uma guinada de rumo e passará a operar jatos maiores, da Airbus, com capacidade para transportar até 174 passageiros.

A Azul anunciou a compra de 35 aviões A320neo, a nova geração de jato de um corredor da europeia Airbus .

A empresa vai incorporar mais 28 jatos da Airbus por meio de contrato de arrendamento com a AerCap e com a Gecas. As aeronaves serão incorporadas à frota da aérea entre 2016 e 2023. Com a decisão, a Azul passará a disputar mercado com a TAM e a Gol.

A Azul planejava expansão no mercado regional, com base no plano do governo federal para apoiar esse segmento.

No entanto, a Medida Provisória 652 que criava o programa de apoio à aviação regional expirou no dia 24 de novembro sem ter sido apreciada pelo Congresso Nacional.

A Azul poderá rever a intenção de comprar jatos da Embraer. A companhia tem um total de 82 E-Jets em operação e mais 11 pedidos em carteira. Em julho deste ano, a Azul anunciou a intenção de comprar 30 E195-E2, da nova geração de jatos da Embraer, com opção de levar mais 20.

Em nota, a Azul informou que não comentaria o assunto, “pois está em período de silêncio determinado pela lei brasileira, devido à apresentação, na data de hoje (ontem), dos pedidos de registro de companhia aberta e de oferta pública de distribuição de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador e fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, e na SEC (Securities Exchange Commission), órgão regulador norte-americano”.

Embraer. A Embraer informou que “a família de aeronaves E-Jets é adequada para muitas rotas e regiões no Brasil e existem muitas oportunidades a serem exploradas. Continuamos explorando diversos mercados com uma boa penetração e liderança no segmento de 70-130 assentos.”

Saiba mais
Mudança
Azul vai dar uma guinada no seu plano de expansão e passará a operar aviões da Airbus

Jatos
A companhia aérea é a maior operadora de jatos comerciais da Embraer no Brasil e maior operadora do E195 do mundo

Compra
Em julho deste ano, a empresa anunciou a compra de 30 E195-E2, da nova geração com opção de levar mais 20


fonte/foto/OVale

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