terça-feira, 4 de janeiro de 2011

AVIÃO DA PASSAREDO SOFRE PANE E RETORNA PARA O AEROPORTO DE SALVADOR

250Image via Wikipedia

Passageiros de um voo da empresa 'Passaredo' tiveram um grande susto na tarde desta terça-feira (4) depois que uma das turbinas da aeronave sofreu uma pane.

O voo, que saiu de Salvador com destino a São Paulo, teve de retornar ao aeroporto internacional de Salvador. A aeronave ficou por quinze minutos na pista.

Os passageiros foram transferidos para outros voos e já embarcaram. A aeronave vai passar por uma inspeção para detectar o problema.

fonte/correio24horas
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TAM TEM MAIS DA METADE DOS VOOS ATRASADOS

InfraeroImage via Wikipedia

RIO - Passageiros da TAM vivem um dia de perturbações em aeroportos de todo o país. A maior companhia aérea brasileira liderava os atrasos, com mais da metade dos voos domésticos fora do horário (51,1%) entre meia-noite e 15h. Nas rotas internacionais, a companhia tinha índices ainda maiores: 17 dos 28 voos, ou 60,7%, atrasados. 

A Webjet, que vem registrando altos percentuais de atraso nas últimas semanas de dezembro, aparece em segundo lugar, com 45,6% dos voos domésticos atrasados. Já a Gol registrava 76 de 518 voos (14,7%) dentro do país atrasados e 19,2% de seus 26 voos internacionais atrasados. 

De acordo com a Infraero, estatal que administra os aeroportos, 27,7% dos voos domésticos saíam com atrasos superiores a 30 minutos ou 439 voos em um total de 1587. Os cancelamentos em todas as companhias aéreas atingiam 5,3% dos voos domésticos. Já nos voos internacionais, 27,6% de 116 estavam atrasados e outros sete haviam sido cancelados. 

fonte/OGlobo
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VÍDEO - COMÉDIA COM A ROTINA DOS F-86 SABRE

AVIÃO DA TAM SOFRE PANE NO TREM DE POUSO

Serviços de emergências do Aeroporto Afonso Pena foram acionados na noite de ontem


Um pane hidráulica em uma Airbus A320 da TAM causou pânico entre os passageiros que chegavam ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em curitiba. O fato ocorreu na noite desta segunda-feira (3) e foi necessário o acionamento dos serviços de emergências do aeroporto.

A aeronave, que decolou de Londrina, fez todos os procedimentos de segurança, sobrevoando a região para gastar o combustível antes de pousar. Segundo informações no portal R7, o pouso ocorreu de modo normal e várias viaturas do Corpo de Bombeiros aguardavam a finalização da aterrisagem na pista do aeroporto.

O aeroporto chegou a ser fechado por aproximadamente meia hora, enquanto o Airbus gastava o combustível antes da tentativa de pouso. Para sorte de todos, todos os comandos funcionaram e o avião pousou em segurança.

Nem a TAM ou a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) informaram o número de passageiros a bordo, ou se alguém enfrentou problemas de saúde na aeronave.

fonte/BemParana
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VALKYRIE XB-70 - O BOMBARDEIRO EXPERIMENTAL COM A MELHOR PERFORMANCE DE TODOS OS TEMPOS





O Valkyrie foi um avião que estava décadas à frente de seu tempo. Carregava sua carga de bombas a três vezes a velocidade do som, e levou a engenharia aeronáutica dos início dos anos 60 muito além do que se acreditava ser possível. Ele chegou a ser proposto como o primeiro bombardeiro de propulsão nuclear do mundo – mas a complexidade pagaria seu preço.

O enorme B-52 Stratofortress era o bombardeiro estratégico de longo alcance dos EUA na década de 50, usado para levar as armas nucleares a qualquer lugar do mundo. O Pentágono pediu um substituto, um bombardeiro que pudesse viajar a altitudes altíssimas, carregar bombas nucleares e permanecer no ar por longos períodos. Ele também precisaria ter velocidades extremas para escapar de jatos interceptadores, a maior ameaça aos bombardeiros de longo alcance na época. Como ninguém achou que os motores a jato comuns poderiam produzir potência suficiente para atender todos os requisitos, as primeiras pesquisas concentraram-se na instalação de um reator nuclear no avião.

Isto não foi apenas um plano hipotético – o Convair B-36 Pacemaker tinha um reator nuclear funcional e voou em várias missões de testes na metade dos anos 50, muitas com o reator em atividade. Um imenso disco de chumbo separava o reator do compartimento da tripulação e o cockpit era revestido com chumbo. Os voos de teste foram usados principalmente para determinar os efeitos da radiação no avião e a capacidade de proteger a tripulação – o B-36 nunca foi realmente movido pelo reator. Os soviéticos fizeram um experimento similar usando um Tupolev Tu-119.

Assim, os primeiros projetos do que acabaria se tornando o XB-70 pedia um avião que usasse energia nuclear. Este ramo da pesquisa acabou se tornando um beco sem saída, parte porque as pesquisas e os custos de projeto eram enormes, parte porque alguém finalmente decidiu que colocar um reator nuclear em um avião militar (“sempre construído pelo preço mais baixo”, como exigem as leis em relação ao que é público) era uma receita para um desastre realmente terrível.



As vantagens do reator nuclear seria o tamanho compacto e a ausência dos enormes tanques de combustível convencional. Sem ele, como um avião de grande porte conseguiria voar rápido o bastante e ainda carregar combustível suficiente para sua missão? Depois de descartar uma solução que usava enormes tanques auxiliares repletos de combustível enriquecido com boro (HEF – High Energy Fuel), os engenheiros norte-americanos chegaram a uma ideia brilhante: usar o efeito aerodinâmico da velocidade supersônica a seu favor. A ideia chave é chamada sustentação por compressão.

As ondas de choque que se formam nas bordas dos aviões supersônicos podem empurrar o avião para cima se as formas forem projetadas corretamente. Particularmente em grandes altitudes, onde o ar é rarefeito, isso resultaria em uma grande economia de combustível. O projeto final do Valkyrie usou imensas pontas de asa que dobravam-se para baixo para formar um “túnel” sob a fuselagen, canalizando e direcionando as ondas de choque. O resultado foi um avião capaz de viajar a Mach 3 em direção ao alvo e ainda reservar combustível suficiente para voltar para casa.



À primeira vista o Valkyrie não parece ser um avião desenvolvido no fim dos anos 50/começo dos anos 60. As asas delta, o canard (asa frontal auxiliar) avançado e longo e o formato esguio parecem mais algo dos anos 80 ou 90. Na verdade, uma vez que determinaram que o avião era fisicamente viável, os engenheiros precisaram encontrar ou desenvolver materiais que pudessem suportar tal desempenho. Eles não tinham compostos avançados em fibra de carbono para trabalhar. Em vez disso, o corpo do Valkyrie é feito de aço inoxidável. Uma fina pele cobre uma camada tipo colmeia que não somente é forte, mas também dissipa o calor gerado pelo voo supersônico. Algumas superfícies usam também uma liga especial conhecida como René 41.

Dois Valkyries foram construídos e largamente testados ao longo dos anos 60. Infelizmente, outras inovações tecnológicas invalidaram a razão da existência do Valkyrie. Na época o motivo era operacional: os caças-interceptadores já não eram mais a principal ameaça aos bombardeiros. Os mísseis antiaéreos (SAM) haviam tornado-se eficientes o bastante para abater aviões mesmo que estivessem voando a grandes altitudes e altas velocidades. Para piorar, o Pentágono não precisava mais de bombardeiros de longo-alcance para as armas nucleares. Eles tinham ICBMs (mísseis balísticos impossíveis de serem interceptados na época) para fazer o trabalho sujo. Logo o XB-70 nunca foi produzido em série. Os dois protótipos voaram dezenas de testes, e estes testes foram a base dos sistemas de alta velocidade e altitude desenvolvidos nos anos seguintes. O SR-71 Blackbird, o bombardeiro B-1B e outras aeronaves militares podem traçar suas origens no XB-70 Valkyrie.

 


Infelizmente a história do XB-70 não teve um final feliz. Em 1966 durante uma sessão de fotos aereas depois de um voo de testes, um caça F-104 atingiu a asa direita do XB-70 número 2. O caça “rolou” por cima do Valkyrie, danificando as duas asas e estabilizadores verticais antes de explodir. O Valkyrie perdeu o controle e caiu. O piloto Al White conseguiu se ejetar, mas ficou gravemente ferido, enquanto o copiloto Carl Cross acabou morrendo, assim como o piloto do F-104. O vídeo abaixo mostra uma série de fotos tiradas na ocasião e retrata a colisão, explosão e a queda do Valkyrie.



fonte/Jalopnick
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TAM E WEBJET ESTÃO COM MUITOS ATRASOS HÁ UMA SEMANA




Apesar de não ter sido publicado nada aqui no Melhores Destinos nos últimos dias, estamos acompanhando a situação dos voos e dos aeroportos todos os dias.

Desde os últimos dias de dezembro até hoje a TAM e a Webjet estão com um percentual altíssimo de voos atrasados. No final de dezembro a Webjet estava superando a TAM, mas desde que o ano virou a TAM tem sido a líder em atrasos, e não é algo pontual. Estamos acompanhando as estatísticas todos os dias e a situação se repete.

No dia 2 a TAM teve mais de 49% dos voos atrasados enquanto a Webjet teve 48%. Ontem, dia 3, a TAM teve quase 60% dos voos atrasado enquanto a Webjet teve 40%. Hoje a situação parece que será ainda pior, nesse momento a TAM já tem mais de 42% dos seus voos atrasados (+7% cancelados), a Webjet 35% e durante o dia a situação normalmente vai piorando.

Em todos esses dias a situação de todas as outras companhias foi bem diferente. Portanto, aquela história de sempre que o motivo é a chuva não faz muito sentido. É claro que as chuvas contribuem sim para o atraso nos voos nesse época do ano, mas o motivo certamente não é apenas esse. É bom deixar claro que as outras companhias também estão com atrasos, mas são números bem mais baixos.

O pior é saber que essas pessoas compraram passagens caríssimas para viajar no período próximo ao reveillon e estão tendo esse tratamento.

Além do percentual de voos atrasado ser alto, o tempo médio dos atrasos também tem sido grande.

Não custa lembrar que em janeiro de 2010 a TAM teve o mesmo problema e na época o motivo foi a troca do sistema de checkin.
Estamos de olho e vamos continuar atualizando com as novidades.

Blog - ONDE ANDA A FISCALIZAÇÃO DA ANAC ????


fonte/Melhores Destinos/PortoGente

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