segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

VÍDEO - SERVIÇO DE RAMPA DA PASSAREDO EM TRÊS MINUTOS, CUIABÁ

ASSOSSIAÇÃO BRASILEIRA DE PARENTES E AMIGOS DAS VITIMAS DE ACIDENTES AÉREOS MOVE AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONTRA A INFRAERO


A ABRAPAVAA Associação Brasileira de Parentes e Amigos das Vitimas de Acidentes Aéreos, acaba de Protocolar na Justiça Federal de São Paulo, AÇÃO CIVIL PUBLICA contra a INFRAERO, a fim de obrigá-la a sanear todas as irregularidades existentes no Aeroporto de Congonhas, antes de praticar qualquer ato referente aos novos empreendimentos planejados para a Copa de 2014 já divulgados e os não divulgados ainda pela imprensa.

Há anos o Aeroporto de Congonhas funciona irregularmente, sem a Licença Ambiental de Operação (LAO). Somente no final do ano de 2008, após a Infraero receber uma multa de R$ 10 milhões de reais, foi que a mesma apresentou o EIA/RIMA ( Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) do Aeroporto de Congonhas, estudo esse, imprescindível para a concessão de tal licença, hoje obrigatória, após publicação do Decreto Federal n. 4.340 de 22 de agosto de 2002, em seu artigo 34 que diz: “impõe aos empreendimentos já instalados e em operação, sem as respectivas licenças ambientais, a obrigação de requerer regularização junto ao órgão ambiental competente, mediante licença de operação corretiva ou retificadora.”

Para que o Aeroporto de Congonhas receba a LAO, a INFRAERO deverá cumprir as 100 Exigências fixadas na RESOLUÇÃO 130/CADES/ 09, órgão da SVMA – Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, que aprovou o EIA/RIMA em questão, publicado na página 27 do Diário Oficial do Município de São Paulo em 25 de novembro de 2009.

A ABRAPAVAA entende que, esta Ação Civil Publica, é o único caminho para obrigar a INFRAERO a cumprir tais exigências e assim sanar todas as irregularidades em Congonhas, tendo em vista sua inércia diante das penalidades administrativas já sofridas.

Entendemos também que, somente a ordem judicial de cumprimento de todas as 100 exigências emitidas, com estipulação de multa diária expressiva, poderá compelir a INFRAERO a regularizar o aeroporto mais importante do País e assim, atender aos anseios da sociedade civil, principalmente no que se refere à segurança dos usuários e moradores do entorno.

Maiores informações:

. Sandra Assali – Presidente da ABRAPAVAA – (11) 5041.3781 e 9204.1324
. Site da Associação: www.abrapavaa.com.br

fonte/foto/NoticiasSobreAviação

ALTA FLORESTA ESPERA AVAL DA ANAC PARA AMPLIAR OFERTA DE VOOS

Alta Floresta espera o aval da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para seu aeroporto operar com voos de médio e grande portes. O município já dispõe do caminhão AP 2 (incêndio aeroportuário), um dos requisitos mínimos para realizar pousos e decolagens no período noturno e também avançar no nível de segurança 2 para 5. Agora, o poder público corre contra o tempo para cumprir as readequações necessárias e ser autorizado a ampliar as atividades.

Conforme explica a secretária de Indústria e Comércio, Célia Castro, são duas frentes priorizadas pela cidade. A primeira diz respeito ao aspecto tarifário, isto é, que mensura as condições do aeroporto no quesito segurança, estrutural. É preciso mostrar que a atual planta oferece suporte para atender o usuário (embarque, desembarque), tem sinalização adequada, bem como outros fatores observados pela União.

A segunda engloba a transição na categoria de segurança para nível 5. Além do AP 2 recentemente militares do Corpo de Bombeiros e agentes da Guarda de Trânsito passaram por um treinamento promovido pela diretoria de engenharia da Aeronáutica em Sinop e foram capacitados a atuar em ocorrências envolvendo aeronaves.

A conclusão deste procedimento já representou benefícios para as cidades que possuem a unidade de combate à incêndio pois, a partir de agora, terão condições de pleitear novos voos. Conforme o poder público, com o caminhão e profissionais capacitados o município já atendeu aos requisitos básicos para efetivar a mudança de categoria. Célia Castro explica que Alta Floresta está readequando sua seção contra incêndio no aeroporto e efetuando a compra dos equipamentos que serão utilizados pelos militares no serviço.

O próximo passo, acrescenta a secretária, é mostrar para a Anac, mediante projeto, como funcionará o aeroporto. Ou seja, 24 horas, 12 horas bem como a forma em que ficará organizada a segurança. Atualmente, apenas uma empresa aérea opera em Alta Floresta, com o funcionamento do terminal aeroportuário realizado das 6h à meia-noite. A secretária mostra otimismo na conquista da nova autorização da Anac. "Dando o aval já podemos operar com vôos de médio e grande portes", salienta.

Fonte: Só Notícias

AEROPORTO DE SANTA MARIA, NOS AÇORES, SEM COMBUSTÍVEL PARA ABASTECER VOOS DE AJUDA HUMANITÁRIA AO HAITI



O aeroporto de Santa Maria, nos Açores, "esgotou a capacidade" de fornecimento de combustível, o que está a afectar as escalas técnicas dos voos de transporte de ajuda humanitária para o Haiti, disse hoje à Lusa fonte da GALP.

A situação, disse Pedro Marques Pereira, foi originada pelo "aumento dos pedidos de escala técnica", originado pela situação no Haiti, agravada pelo atraso na chegada a Santa Maria do navio que abastece de combustível o aeroporto desta ilha açoriana.

Por essa razão, o porta-voz da GALP salientou que os aviões que atravessam o Oceano Atlântico com ajuda humanitária para o Haiti "estão a ser avisados" para realizarem escalas técnicas no aeroporto de Ponta Delgada.

fonte/Agência Lusa/EPA

PANE OBRIGA PILOTO A FAZER POUSO DE EMERGÊNCIA EM IBIPORÃ, PARANÁ



Uma pane obrigou um piloto de helicóptero a fazer um pouso de emergência em uma área rural de Ibiporã, Norte do Paraná. Por sorte, ninguém ficou ferido. O pouso ocorreu por volta das 20 horas de domingo, no sítio Fukuda, onde há diversas plantações. A propriedade fica localizada em Água do Tupi, área rural de Ibiporã (em destaque no mapa acima).

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a ocorrência foi registrada como uma “queda de helicóptero”. O piloto Mário Cézar Ramineli, de 53 anos, e a passageira Ana Paula Ramos, de 24 anos, levaram apenas um susto. Segundo o boletim da polícia, os dois saíram do acidente “ilesos”.
 
fonte/Jornal de Londrina

UM MORTO E TRÊS FERIDOS EM ACIDENTE NA BASE AÉREA DE MONTIJO, PORTUGAL


Um morto e três feridos graves. Este é o resultado de um acidente ocorrido ao final da manhã desta segunda-feira na Base Aérea do Montijo.

Segundo fonte das Relações Públicas da Força Aérea, o acidente envolveu viatura de Assistência e Socorro (Bombeiros da Força Aérea). Inicialmente, quatro elementos ficaram gravemente feridos e um deles acabou por não resistir, falecendo.

Os três bombeiros feridos foram transportados por um helicóptero do INEM para três hospitais diferentes de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, fonte do INEM esclareceu que o ferido ventilado é um homem que será transportado num helicóptero do INEM para o Hospital de Santa Maria.

No mesmo helicóptero segue também uma mulher de 26 anos, que sofreu um traumatismo facial e que irá para o Hospital de São José.

A terceira vítima é um homem que sofreu um traumatismo num braço e que deverá seguir para o Hospital Curry Cabral num helicóptero da Força Aérea Portuguesa.

O acidente está em fase de inquérito, sendo que Força Aérea não quis revelar em que circunstâncias aconteceu ou se outro veículo esteve envolvido.

fonte/tvi24

MÉDICOS SEM FRONTEIRAS DENUNCIA QUE 5 AVIÕES NÃO CONSEGUIRTAM ATERRISSAR NO HAITI


 

A ONG Médicos Sem Fronteiras, que está atendendo e operando milhares de feridos pelo terremoto no Haiti, denunciou hoje que cinco de seus aviões, que transportavam ajuda considerada "vital", não puderam aterrissar em Porto Príncipe e foram desviados a Santo Domingo.

"Tentamos por intermédio de todos os canais possíveis, os Estados Unidos (cujos soldados controlam o aeroporto da capital haitiana), a ONU e as autoridades haitianas, que permitissem a aterrissagem desses cinco aviões, mas foram desviados para Santo Domingo", disse o coordenador de emergências da MSF no Haiti, Benoit Leduc.

Em entrevista coletiva telefônica, Leduc afirmou que este fato "atrasou em pelo menos 48 horas" a chegada de material vital para os feridos que se amontoam nas ruas de Porto Príncipe e nas estruturas montadas pela MSF.

Dois dos aviões transportavam novas equipes da MSF para o Haiti, e os outros três transportavam material cirúrgico, remédios e outros equipamentos, como um hospital.

"Os dois últimos aviões foram desviados ontem sobre o aeroporto de Porto Príncipe, apesar de termos recebido garantias que poderiam aterrissar", assinalou Leduc.

O coordenador assinalou que o pessoal da MSF não consegue atender e operar os inúmeros feridos.

"Há muitas amputações, muitas operações cirúrgicas e nos faltam meios e remédios essenciais", assinalou.

Desde o terremoto do dia 12 de janeiro até o momento, a MSF já atendeu 3 mil pessoas e superou as 500 cirurgias, algumas delas em plena rua.

Segundo observam nas ruas, Leduc disse que "não estão realizando ações de distribuição", e o povo segue desesperado em meio as crescentes pilhagens e violência.

fonte/EFE/G1

INCIDENTE DEIXA 3 FERIDOS NO AEROPORTO DE PORTO PRÍNCIPE

Pelo menos três americanos ficaram feridos em um incidente nesta segunda-feira no aeroporto de Porto Príncipe, segundo informou o canal "CNN".

Por enquanto, não há detalhes sobre o fato, que ocorreu no aeroporto e sobre o qual inicialmente se pensava que tinha deixado dezenas de feridos.

A "CNN" indicou em seu site que o número não é tão alto como se pensava, que os três feridos estavam sendo atendidos e que não corriam risco de morte.

O aeroporto de Porto Príncipe se tornou o centro de recebimento de ajuda humanitária para as vítimas do terremoto da terça passada.

As tropas americanas conseguiram há poucos dias voltar a pôr em funcionamento o aeroporto, que agora recebe cerca de 100 voos diários sem interrupção durante as 24 horas do dia.

fonte/EFE /EPA

VÍDEO DO INCIDENTE COM AVIÃO IRANIANO NA SUÉCIA

AVIÃO SAI DA PISTA E SE ACIDENTA NA RÚSSIA

O trem de pouso do nariz do Boeing 737-524(WL), prefixo VQ-BAC (msn 27321), da UTair Aviation, entrou em colapso no Aeroporto Internacional Moscou-Domodedovo (DME/UUWW), na Rússia, neste sábado (16), provavelmente como resultado de derrapagem na pista, em fase ainda desconhecida de operação.

Segundo informação do Blog Seattlepi.com, a aeronave partiria para o voo UT-367 com destino ao Aeroporto Rostov-on-Don (ROV/URRR), ao lado do rio Don, a apenas 46 km do mar de Azov. Não houve feridos.

fonte/Blog Seattlepi.com / ASN /foto/Alex Beltyukov - RuSpotters Team (Airliners.net)

AVIÃO IRANIANO SAI DA PISTAS COM MOTOR EM CHAMAS NA SUÉCIA


Um Airbus da companhia aérea Iran Air com 173 pessoas a bordo saiu da pista e só parou cerca de 150 metros adiante, com a turbina esquerda em chamas, informou neste domingo (17) um porta-voz do aeroporto de Estocolmo.

O acidente aconteceu no sábado (16), quando a aeronave se preparava para decolar com destino a Teerã, realizando o voo IR-762. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

O Airbus A300B4-605R, prefixo EP-IBB, parou na neve após sair da pista de aeroporto em Estocolmo; nenhum dos 173 passageiros ficou ferido.

Aparentemente, o avião perdeu várias peças de seu motor quando se dirigia para a pista de decolagem.

As autoridades suecas abriram uma investigação para determinar o ocorrido.


FAB RETOMA BUSCA POR HELICÓPTERO NO AMAZONAS, MAS INTERROMPE DEVIDO AO MAU TEMPO





O helicóptero desaparecido fotografado em Santarém (PA) - Clique na foto para ampliá-la

A Força Aérea Brasileira (FAB) tentou retormar na tarde deste domingo (17) os trabalhos de busca a um helicóptero que desapareceu no final da tarde de sexta-feira entre Manaus e Lábrea, no sul do Amazonas. No entanto, a operação precisou ser interrompida novamente por falta de visibilidade. Pela manhã, uma aeronave de resgate chegou a sobrevoar o local, mas precisou voltar para Porto Velho (RO).

O piloto e um mecânico estavam a bordo do helicóptero HB-350B Esquilo (ICAO: AS50), prefixo PT-HLE. A empresa de táxi aéreo JVC, dona da aeronave, disse que o sinal da aeronave parou de ser transmitido por volta das 17h30 de sexta, próximo a Canutama

A assessoria de imprensa da FAB informou, nesta tarde, que uma base de operação foi montada em Lábrea para facilitar os trabalhos de busca. É lá onde estão pousados um helicóptero e uma aeronave Bandeirante, que saíram por volta das 15h15 de Campo Grande para participar dos trabalhos de busca.

fonte/G1 /foto/MarceloCastro

TERMINAIS MINEIROS SERÃO PILOTO



Os aeroportos Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH, Carlos Drummond de Andrade, no Bairro Aeroporto, na Região da Pampulha, e Carlos Prates, no bairro de mesmo nome, na Região Noroeste de Belo Horizonte, serão os primeiros a ganhar um estudo da Área de Segurança Aeroportuária (ASA). Com isso, vai ser dado o pontapé inicial do trabalho encabeçado pelo Ministério Público na definição do raio de 13 a 20 quilômetros de distância de segurança para que haja ocupação das áreas no entorno dos terminais aéreos. No caso de Confins, um projeto como esse ganha mais importância, visto que o terminal é vizinho de uma área de proteção ambiental federal, a APA Carste de Lagoa Santa, onde foram encontradas algumas centenas de artefatos paleontológicos e arqueológicos de grande importância para entender a história de ocupação dos homens na região e também nas Américas, há mais de 11 mil anos.

O pior quadro de acidentes envolvendo aeronaves e pássaros no Brasil é no Aeroporto Antônio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. Ali ao lado há um lixão e a Baía de Guanabara, que atraem diversas aves. O risco de incidentes envolvendo aves é de 8,2 a cada 1 mil movimentações aéreas, segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Os aeroportos de Minas estão em situação melhor, o que não significa estar longe do perigo. Confins tem índice de 2,08 por mil movimentações.

De acordo com o gerente de Defesa Vegetal do Instituto Mineiro de Agropecuária, Thales Fernandes, o aeroporto está localizado no cinturão verde da Região Metropolitana de BH, rodeado de propriedades rurais, desde pequenas culturas agrícolas a criações de animais. “Não há grandes empreendimentos rurais, mas temos avicultores e suinocultores”, afirma. No entanto, ele ressalta que as carcaças dos animais são prato cheio para pássaros de várias espécies, principalmente os urubus. Outro problema é o depósito inadequado de lixo na cidade de Vespasiano, distante menos de 20 quilômetros do aeroporto.

Na capital, a proximidade do Aeroporto Carlos Prates com o aterro sanitário da BR-040, no Bairro Califórnia, na Região Noroeste, é sinal de perigo. Ali, o índice de colisões com aves é de 1,28. Mesmo desativado, o depósito recebe a visita sistemática dos urubus. “A segurança de voo é uma das razões de ele ser desativado”, afirma o subsecretário de Gestão Ambiental Integrada, Ilmar Santos. Situado ao lado da Lagoa da Pampulha, onde há registro de avistamento de mais de 120 espécies de aves, o aeroporto da Pampulha tem índice de perigo aviário de 1,66.

fonte/Estado de Minas/Portal UAI

AERONÁUTICA QUER MAIS SEGURANÇA NO AEROPORTO DE CONFINS, MINAS GERAIS


Em dois anos, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande Belo Horizonte, e outros aeroportos brasileiros, vão começar a ser equipados com um novo modelo de precisão de pouso e decolagem por satélite. O projeto está nas mãos do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), do Comando da Aeronáutica, que não antecipa detalhes do plano, assim como a Infraero, que administra os terminais aeroportuários brasileiros. Segundo o diretor-técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), Ronaldo Jenkins, a maior precisão no controle do tráfego aéreo é de fundamental importância para a segurança dos pousos e decolagens das milhares de centenas de voos em todo o país, principalmente em dias de más condições meteorológicas. “O Decea já tem projeto e orçamento para adoção desse procedimento de subida e descida. Entre 2012 e 2018, vai instalar em todos os aeroportos do país uma rede de satélite”, diz.

O anúncio de um projeto como este não poderia vir em melhor hora. A falta de instrumento de precisão para pousos em uma das cabeceiras do aeroporto em Confins tem comprometido a operação do terminal. Como os pilotos não conseguem enxergar a pista em dias de muita chuva, são obrigados a arremeter e seguir para outra cidade. Os transtornos para os passageiros e os prejuízos para as companhias aéreas têm se tornado cada vez mais comuns desde a transferência de voos do aeroporto da Pampulha para Confins, em 2003, e a ocorrência frequente de transtornos climáticos, como temporais, principalmente nesta época do ano, ajuda a piorar a situação.

De acordo com especialistas em aviação ouvidos pelo Estado de Minas, entre 10% e 15% dos aviões que chegam a Confins não conseguem descer. “Isso gera um transtorno para os passageiros, prejuízo para o governo, que deixa de arrecadar, e para as companhias aéreas. O que é usado hoje, na maioria dos aeroportos, é um equipamento – o Instrument Landing System (ILS) – que permite que o piloto faça a aproximação e o pouso da aeronave em maior segurança em condições meteorológicas desfavoráveis. Em Confins, há apenas um desses, em uma das cabeceiras. Se o aparelho fosse instalado na outra cabeceira, muitos voos nãoseriam alternados”, avalia o comandante Rodrigo Ribeiro, representante do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) em Belo Horizonte.

A maior preocupação é que a situação do terminal aéreo da Grande BH piore com o crescente movimento. Em 2003, primeiro ano de transferência dos voos da capital para o município vizinho, passaram por Confins 364 mil pessoas. Ano passado, o número de embarque e desembarque bateu mais de 5 milhões de passageiros. Às vésperas da Copa do Mundo 2014, em 2013, o fluxo deve chegar a 9 milhões de viajantes, segundo estudo encomendado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) de Minas à Changi Airports Internacional, empresa de consultoria indonésia.

Tecnologia cara

Atualmente, só uma das duas cabeceiras de Confins, denominada 16, conta com o ILS. Mesmo com o céu carregado de nuvens, esse aparelho é capaz de dar as coordenadas ao piloto para que ele possa chegar a 200 pés (60 metros) da pista e consiga avistar a área de pouso. De acordo com Ronaldo Jenkins, o ILS não é implantado pelo alto custo do aparelho. “É uma tecnologia cara: são US$ 2 milhões (R$ 3,5 milhões). Por esse motivo, Confins não é o único aeroporto sem o ILS nas duas cabeceiras”, justifica. Apesar de caro, o aparelho, segundo pilotos, seria um importante aliado na operação da cabeceira 34, que conta com instrumentos de pouso, mas não tão precisos. Afinal, embora a cabeceira 16 seja usada em 80% dos casos, quando o vento muda de direção, as movimentações aéreas passam a ser feitas na pista alternativa. Isso ocorre, geralmente, quando há mau tempo.

“O aparelho da 34 só leva o avião até 400 pés (120 metros). Se você não vê a pista, tem que voltar. Se o tempo piora um pouco, ninguém pousa. Com o ILS, provavelmente isso não ocorreria. Grandes aeroportos, como Guarulhos e Galeão já têm essa tecnologia nas duas cabeceiras”, diz o comandante Ribeiro, que é categórico quanto ao futuro de Confins. “Depende do aumento da pista e da colocação do ILS. Pousar com segurança de voo não tem preço. Se você fala que vão pousar 20 jatos por hora com 150 pessoas, eu falo que um só bastaria para justificar a compra do ILS.”

Para o piloto de linha aérea de avião e helicóptero Deusdedith Carlos Reis, professor de segurança de voo do curso de ciências aeronáuticas da Universidade Fumec, a falta do ILS na cabeceira 34 de Confins é um desconforto. “Do ponto de vista econômico, para as empresas também seria ótimo. Se não tiver condições para pousar em Confins, o avião tem que ir para o Rio ou para São Paulo. Não tem jeito nem de ir para a Pampulha, pois não há balcão de atendimento das companhias”, explica. Sem poder descer, a alternativa do piloto é arremeter. “Os aviões têm que estar preparados para isso, é uma regra de voo. O comandante arremeter não é perigoso, é ato de segurança.” Segundo Ronaldo Jenkins, a possibilidade de trocar o investimento que deveria ser feito no ILS pelo projeto do satélite é grande. “O satélite é uma tecnologia que sai mais barato e é tão eficiente quanto o ILS”, explica.

Fonte/Estado de Minas/Portal UAI

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