terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ANAC NEGA PEDIDOS PARA PROCESSOS DE CONCESSÃO DE AEROPORTOS

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) negou, nesta terça-feira, cinco pedidos de impugnação do edital de leilão dos aeroportos de Brasília, Campinas e Guarulhos, que passarão para o controle da iniciativa privada ainda neste ano. A tentativa de contestar o edital é uma das fases da licitação, que segue agora para a parte principal: o leilão, marcado para a próxima segunda-feira, dia 6 de fevereiro, na Bovespa, em São Paulo.

O consórcio vencedor da licitação será o que oferecer o maior valor pela outorga dos aeroportos. Em dezembro do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou novos lances mínimos para o leilão, mas que não serão adotados no edital. Segundo o TCU, o valor mínimo para o aeroporto de Brasília deveria passar de R$ 75,5 milhões para R$ 761 milhões. Para Campinas e Guarulhos, os lances deveriam passar de R$ 521 milhões para R$ 1,7 bilhão e de R$ 2,2 bilhões para R$ 3,8 bilhões, respectivamente. 
 
O leilão para os três aeroportos vai acontecer simultaneamente e os interessados podem concorrer em todos os certames, mas a mesma empresa ou consórcio só pode obter a outorga de um dos terminais. Vai prevalecer o lance de maior valor. As concessionárias terão 18 meses para construção e deverão entregar os aeroportos prontos até dezembro de 2013, seis meses antes da Copa do Mundo.
 
As empresas que vão administrar os terminais terão concessão de 20 anos a 30 anos, com base na rentabilidade de cada aeroporto. Pelo edital, a Infraero poderá ter até 49% de cada um dos terminais nos três aeroportos e poder de veto em decisões estratégicas. Os três terminais atualmente respondem por 30% dos passageiros, 57% das cargas e 19% das aeronaves do tráfego aéreo brasileiro.
 
fonte/Terra

FRANÇA ANUNCIA VITÓRIA DE SEU CAÇA NA ÍNDIA E AUMENTA CHANCES NO BRASIL

Rafale de l'Escadron de Chasse 1/7 ProvenceImage via Wikipedia
O governo francês anunciou nesta terça-feira que a Índia escolheu o caça Dassault Rafale na megaconcorrência para o fornecimento de 126 aviões à Força Aérea do país. 

Ainda faltam detalhes antes da assinatura, mas a vitória anunciada é um grande golpe para a fabricante francesa e aumenta consideravelmente as chances do Rafale na disputa pelo fornecimento de 36 caças à FAB (Força Aérea Brasileira). 

Isso porque o Rafale sempre foi um caça com problemas de escala industrial. Até hoje, ele perdeu todas as disputas internacionais em que concorreu, sendo operado exclusivamente pela Força Aérea e Marinhas francesas. Até aqui, haviam sido encomendados 294 unidades, o que não garantia o futuro do modelo sem uma venda externa. 

O problema sempre apontado foi o alto preço do avião na venda e em operação. No caso da Índia, estima-se que serão gastos mais de US$ 11 bilhões --o que dá um custo relativamente baixo, de menos de US$ 90 milhões por avião e pacote de armas e tecnologia. 

No caso brasileiro, até porque a encomenda é menor, o valor ofertado supera os US$ 200 milhões por unidade --mas é uma estimativa de antes de a concorrência ter parado, no começo do governo Dilma Rousseff. O negócio aqui é estimado em até US$ 8 bilhões. 

Na Índia, o Rafale derrotou o Eurofighter Thyphoon, feito pelo consórcio europeu EADS. No Brasil, disputa com o Boeing F-18 (EUA) e Saab Gripen (Suécia). 

Mas como disse o secretário de Comércio Exterior francês, ainda é cedo para comemorar. "Nós ganhamos o contrato, mas ainda falta concluir certos detalhes. A essa altura, quero ser prudente; estamos em uma fase de negociação exclusiva", disse Pierre Lellouche. 

fonte/FolhaSP
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