sábado, 7 de fevereiro de 2009

FUSÃO MIG AVIA/SUKOI

Se na década de 60-70, os caças soviéticos mais comuns eram os MiG - tanto que a dada altura “MiG” no cinema se tornou sinónimo de “caça soviético” - a verdade é que a partir da década de 80, a “Mig Avia“, herdeira do antigo bureu de desenho Mikoyan & Gurevich entrou em dificuldades financeiras. Os descendentes do fabuloso Sukhoi SU-27 são ainda hoje dos melhores aviões do mundo mas os dois melhores aviões MiG de sempre, o MiG-29 Fulcrum e o MiG-31 Foxhound estão hoje claramente ultrapassados pelo que melhor a Sukhoi tem fabricados nos últimos anos.A sobrevivência da MiG esteve até em causa na década de noventa, sendo salva in extremis pelas realização de atualizações em aparelhos da força aérea russa e búlgara. Hoje, a MiG não partilha com a Sukhoi do seu estrondoso sucesso exportador e a sua capacidade para sobreviver está novamente posta em causa… Recentemente, a MiG perdeu o concurso para um novo treinador avançado para a força aérea russa, vendo o seu MiG-AT ser batido pelo Yak-130. As recentes vendas de MiG-29 para o Sudão e de 28 MiG-29SMT pela força aérea russa de foram assim verdadeiros balões de oxigénio para uma fábrica que luta pela sobrevivência e podem explicar a imoralidade da venda (o Sudão é um país governado por islâmicos radicais que massacram no Darfur o seu próprio povo).
O “Skat” um projeto de um UCAV da MiG… agora absorvido pelo novo consórcio.Perante esta situação e uma crescente dívida que já é superior a 1,6 biliões de dólares, temos agora sinais de que o governo russo poderá estar a cozinhar uma fusão entre a Sukhoi e a MiG. Pelo menos é o que indica a nomeação de Mikhail Pogosyan como presidente da MiG e diretor geral da Sukhoi… simultâneamente.Aquilo que mais erodiu o prestígio da MiG foi a péssima qualidade dos seus serviços de pós-venda. Os indianos em particular sofreram especialmente com problemas de peças e com a baixa qualidade das peças de reposição da MiG e isso explica em parte a elevada taxa de avarias e de aviões perdidos na força aérea indiana. Isso mesmo foi reconhecido implicitamente por Pogosyan ao identificar a área de “pós-venda” como o principal foco da sua atenção na MiG durante os próximos. No entretanto, é praticamente certo que o novo consórcio aeronáutico vai proceder a despedimentos massiços, já que há certamente muitas redundâncias entre a MiG e a Sukhoi… Nada bom para um país como a Rússia que está a sentir muito severamente os efeitos da crise financeira mundial e onde a queda dos preços do petróleo teve já um efeito estrondoso nas receitas do Estado (e logo, nas encomendas de aviões de combate que este poderá fazer nos próximos anos).
fonte: Quintus

SUBMARINO NUCLEAR FRANC6ES SE CHOCA CONTRA OBJETO SUBMERSO

O submarino nuclear francês "Le Triomphant" se chocou "no início da semana" com "um objeto submerso", mas pôde chegar a sua base de Ile Longue (oeste da França), informou nesta sexta-feira o ministério da Defesa."A parte dianteira do submarino ficou danificada, mas o incidente não deixou feridos nem colocou em risco a segurança nuclear", destacou a assessoria da marinha francesa em comunicado.O objeto era "provavelmente um contêiner", frisou.Depois da colisão, o submarino voltou por seus próprios meios à base de Ile Longue, onde chegou nesta sexta-feira, especificou a mesma fonte à AFP.A França conta com quatro submarinos nucleares com lança-mísseis e outros seis submarinos de ataque com propulsão nuclear.
fonte: AFPO

TREINO DA FORÇA AÉREA LUSA SIMULA EM PORTUGAL CENÁRIO AFEGÃO

A Força Aérea Portuguesa tem feito um exercício tático que simula em território nacional um cenário semelhante ao do Afeganistão, envolvendo cerca de 400 militares e a participação de todos os ramos das forças armadas.
O exercício, que começou em 19 de janeiro, denomina-se “Real Thaw 09” (descongelamento real 09), e é da responsabilidade do Comando Operacional da Força Aérea, mas planejado e executado pela esquadra de aeronaves F16 301 Jaguares, sediada na Base Aérea nº 5 (BA5), de Monte Real, Leiria.
“É o mais importante exercício nacional”, revelou quinta-feira aos jornalistas o comandante do grupo operacional da BA5, João Pereira, destacando, também, a importância de, pela primeira vez, estar se operando o “targeting pod”.
“Trata-se de um equipamento que se coloca no F-16, que emite um feixe laser que atinge o alvo no chão. A bomba olha para o feixe, mesmo que este se mova, até atingir ao alvo”, descreveu o militar.
Por sua vez, o comandante da esquadra de aeronaves F16 301 Jaguares, Carlos Lourenço, lembrou que o exercício “não existe na Europa”, embora “numa escala maior” seja realizado nos Estados Unidos da América.
“É simular um cenário semelhante ao do Afeganistão em território nacional”, observou.
Neste dia, a operação, desenvolvida ao minuto, passava por resgatar, no aeródromo de Seia, zona onde se desenvolveu grande parte deste exercício, um piloto cujo F16 tinha sido abatido pelas forças inimigas no dia anterior.
A descrição do exercício, assim como as condições meteorológicas previstas, foram os temas dos “briefings” realizados pela manhã e que antecederam a operação durante a tarde.
A ação passou, primeiro, pela colocação de militares em terra, destacando-se os controladores táticos, seguindo-se o lançamento de paraquedistas, responsáveis pela segurança ao local, e a aterrissagem de um avião com uma equipe médica e membros que garantiam a segurança do avião.
Depois, os helicópteros Allouette, com o piloto que havia se ejetado no dia anterior, e, ainda, dois F-16, munidos de armamento para a eventualidade de ser usado se alguém se aproximar do local de salvamento.
Diariamente, estão envolvidos no exercício cerca de 250 militares, nove estrangeiros: seis norte-americanos e três dinamarqueses.
“Tudo o que implicar uma operação nossa, em princípio é dentro de um conjunto de forças aliadas e nós temos que ter essa experiência de voar com os outros”, declarou o major Carlos Lourenço.
Por outro lado, apontou as “vantagens” da realização de uma operação destas em território nacional, como “o bom tempo”.
“Na Europa, eles nestes meses de Inverno não voam muito, têm dificuldades em fazer missões”, afirmou o comandante, frisando ainda as características da ação: “É um exercício chamativo, porque replica cenários reais que estão a acontecer agora”.
Segundo o militar, “os pilotos precisam de fazer estas missões para conseguirem qualificações” de forma a atuarem, por exemplo, no Afeganistão.
“Neste momento, em termos operacionais, estamos capacitados para voar e para assumir qualquer missão dentro da Otan, mesmo que seja de liderança”, garantiu ainda o comandante da esquadra de aeronaves F16 301 Jaguares.
O exercício, que se prolonga até dia 12, prevê, na próxima semana, a participação da Marinha.
fonte : Lusa

AVIÃO CAI EM RIO COM 20 PASSAGEIROS EM MANACAPURU - AMAZONAS

O Corpo de Bombeiros localizou e tenta retirar do rio Manacapuru, afluente do rio Amazonas, o avião que caiu na tarde deste sábado com 20 passageiros. Quatro pessoas --entre elas uma criança-- sobreviveram à queda. O avião saiu de Coari (AM) com destino a Manaus. Inicialmente, a Polícia Civil informou que o avião havia caído no rio Negro.
De acordo com a Manaus Aerotáxi, empresa proprietária do avião, a aeronave partiu do aeroporto de Coari mas, com o mau tempo, pediu autorização para o centro de controle aéreo de Manaus para retornar ao aeroporto de onde partiu. O centro autorizou a volta da aeronave, que desapareceu do sinal de comunicação.
Por volta das 14h (horário local), o avião, um Bandeirante PT-SEA, teria tentado pousar em uma pista abandonada na comunidade de Santo Antonio, em Manacapuru, que fica próxima ao rio, segundo o oficial de comunicação do Corpo de Bombeiros do município, capitão Helyanthus Borges. De acordo com a Aeronáutica, o avião caiu a 500 metros da pista.
Os quatro sobreviventes, segundo o capitão, estavam em assentos na cauda do Bandeirantes. Os demais ficaram presos na aeronave, que afundou no rio. No site da empresa, a aeronave aparece com capacidade para 16 passageiros ou 1.500 kg de carga. De acordo com a assessoria da Manaus Aerotáxi, o Bandeirante é de uma nova frota da empresa e teria capacidade para transportar 20 pessoas.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros já localizaram a aeronave e a corporação tenta içar o avião.
Os sobreviventes foram identificados como Brenda Dias Morais, 21, Eric Evangelista da Costa Pessoa, 23, Yan da Costa Liberal, 9, e Ana Lúcia Reis Láurea, 43. Elas foram encaminhadas para o hospital Lázaro Reis, em Manacapuru.
Um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) foi enviado ao local para auxiliar nas buscas. De acordo com o comando, as condições do tempo dificultam o trabalho de resgate. O Comando da Aeronáutica já iniciou as investigações para identificar a causa do acidente.
fonte: Folha Online/Carolina Farias

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