sexta-feira, 31 de março de 2017

BIMOTOR CAI EM SOROCABA


Ao menos duas pessoas morreram após a queda de um avião de pequeno porte no bairro de Novo Horizontino, em Sorocaba, no interior de São Paulo, em um local próximo da cabeceira da pista do aeroporto da cidade. Segundo informações dos policiais militares presentes, o corpo de um casal foi encontrado entre os escombros do avião. O incidente ocorreu no início da tarde desta sexta-feira (31), e a aeronave explodiu após a colisão com o chão. Bombeiros e o corpo médico também estão no local.

O avião, um modelo bimotor turbohélice, tem prefixo PP-EPB. O acidente ocorreu às 14h52, segundo informações do Corpo de Bombeiros da cidade, em local de difícil acesso. As buscas por possíveis sobreviventes continuam. Segundo informações dos bombeiros, o avião vinha de Manaus, mas não se sabe qual era seu destino final, e teria caído assim que decolou do Aeroporto de Sorocaba. A aeronave ficou poucos minutos no ar antes de ir ao chão.

fonte/foto/RedeTV/RedesSociais/JetPhotos

Dados da aeronave

MATRÍCULA: PPEPB

Proprietário:
ITAPARA SPORT FISHING LTDA-ME
CPF/CGC:

Operador:
ITAPARA SPORT FISHING LTDA-ME
CPF/CGC:

Fabricante:
PIPER AIRCRAFT
Modelo:
PA-42
Número de Série:
42-8001035
Tipo ICAO :
PAY3
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MLTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 2 MOTORES TURBOHELICE
Peso Máximo de Decolagem:
5080 - Kg
Número Máximo de Passageiros:

Tipo de voo autorizado:
IFR Noturno


Categoria de Registro:
PRIVADA SERVICO AEREO PRIVADOS
Número dos Certificados (CM - CA):
13715
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
131114


Data de Validade do CA:
14/10/20
Data de Validade da IAM:
260817
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 31/03/2017 17:26:02

PARTE DA FROTA DA LINHAS AÉREAS DE MOÇAMBIQUE NÃO REÚNE CONDIÇÕES DE VOO, GOVERNO RECONHECE


 
Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações do Governo da República de Moçambique, reconheceu nesta quinta-feira, dia 30 de março, a existência de dificuldades operacionais e estruturais na companhia aérea nacional de bandeira LAM (Linhas Aéreas de Moçambique). 
 
Durante uma visita às instalações da transportadora aérea, cujo capital social é detido maioritariamente pelo Estado de Moçambique, a governante verificou que quatro dos sete aparelhos comerciais da empresa estão sem voar devido a problemas de manutenção.

“A bandeira da LAM deve ser a segurança. Se o equipamento não reúne condições, mesmo que seja um mínimo detalhe, é importante estar em terra, e primeiro resolver o problema para garantirmos uma viagem segura aos nossos passageiros”, justificou, a propósito, a vice-ministra Manuela Rebelo, que também reconheceu a existência de problemas estruturais na companhia.

“Temos estado a constatar alguns problemas nos voos. Atrasos, adiamentos e alguma reclamação do nosso público-alvo, não porque o Governo não soubesse que a LAM tem alguns problemas”, disse Manuela Rebelo, que apontou a falta de equipamento como um obstáculo premente para a mais antiga operadora do espaço aéreo do país. A governante visitou as instalações da companhia, no Aeroporto de Mavalane, em Maputo, precisamente na sequência de uma série de incidentes que ocorreram na companhia, nomeadamente avarias técnicas e diversos atrasos e cancelamentos de voos que têm suscitado o protesto dos passageiros e um ambiente de desconfiança entre os clientes do transporte aéreo.

Na sua edição desta quinta-feira, o ‘Notícias de Maputo’, principal jornal impresso de Moçambique, destaca as avarias que se têm verificado em aviões da LAM e cita declarações do diretor técnico da companhia, Pascoal Bernardo: “Os técnicos estão no terreno a trabalhar e logo que recebermos as peças vamos pôr as aeronaves a voar”. “Dentro de dois a três dias, teremos o material necessário e garantimos que os aviões voltam a operar”, garantiu.

Face às deficiências e falta de resposta da companhia nacional, proibida de voar no espaço europeu, por não cumprir com a regulamentação comunitária, nomeadamente, quanto a questões de segurança, Manuela Rebelo disse aos jornalistas nesta quinta-feira, após a visita à sede da LAM, que o espaço aéreo em Moçambique está livre para que outras companhias aéreas o explorem, “bastando para o efeito seguirem os procedimentos legais”.

Presentemente a LAM e a MEX, sua subsidiária para o transporte inter-provincial, são as únicas companhias regulares certificadas para transporte aéreo regular em Moçambique, o que lhes confere uma posição de monopólio. O mercado está aberto, mas a situação econômica do País não tem permitido o aparecimento de novos operadores aéreos. Alguns empresários têm manifestado o seu desagrado face à enorme burocracia e demora com que decorrem os processos de licenciamento de novas companhias, o que já tem levado alguns investidores a desistirem da ideia.

fonte/ foto/NewsAvia

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