quarta-feira, 9 de maio de 2012

FALTAM 15 DIAS PARA EAB 2012


AVIÃO DE PASSAGEIROS SUPERJET SUKHOI 100-95 EM VOO DE DEMONSTRAÇÃO ESTÁ DESAPARECIDO NA INDONÉSIA


Um avião Superjet Sukhoi 100-95, matrícula RA-97004 realizando um vôo de demonstração em Jacartaa (Indonésia) com 44 pessoas a bordo, desaparecu em rota, perto do Monte Salak e Bogor, 36 nm sul de Jacarta.

A aeronave não apareceu em Jacarta ou em qualquer outro aeroporto da região.

Nenhum sinal do ELT foi localizado até o momento.

Autoridades da Indonésia informaram que a aeronave estava em rota a 10.000 pés perto de Mount Salak quando a tripulação pediu e foi liberado para descer para 6.000 pés, esta foi a última transmissão por rádio recebida.


Contato radar foi perdido quando a aeronave estava efetuando uma curva à direita descendente cruzando 6.200 pés. A operação de busca foi montada e iniciada, os primeiros voos de busca ainda não encontraram qualquer vestígio da aeronave.

Monte Salak tem 2.211metros//7254 pés de altura, nas proximidades  o Monte Gede é 2.958 metros / 9.705 pés de altura.

A estação meteorológica local em Bogor relatou visibilidade em 9000 metros aumentando para 10.000 metros na leitura seguinte, a temperatura em 31 graus C, ponto de orvalho de 25 º C, umidade de 70% e ventos de 5 nós de nordeste, sem precipitações. De manhã, a estação meteorológica relataram baixa visibilidade em torno de cerca de 2000 metros.



fonte/AvHerald
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ATUALIZADO - HELICÓPTERO DA POLÍCIA CIVIL CAI A 30 KM DE PIRANHAS


por Julianna Adornelas, com Wanda Oliveira (DM.com.br) - 22h08

Um he­li­cóp­tero da Po­lícia Civil caiu, na tarde desta terça-feira (8/5), em uma fa­zenda em Pi­ra­nhas (GO), a 30 quilô­me­tros da ci­dade. As pri­meiras in­for­ma­ções é que es­tavam na ae­ro­nave oito pes­soas, entre eles, cinco de­le­gados da Po­lícia Civil e o prin­cipal sus­peito da cha­cina de Do­ver­lândia (GO).

A ad­mi­nis­tra­dora So­lange Du­arte, pa­rente de uns do donos de uma fa­zenda pró­ximo onde o he­li­cóp­tero caiu diz com ex­clu­si­vi­dade ao Diário da Manhã que es­teve no local do aci­dente por volta das 17h e viu um corpo  e al­gumas pernas car­bo­ni­zadas. As ví­timas se­riam da ae­ro­nave que caiu  na re­giao do Bu­caina, pró­ximo o cór­rego In­daiá a 30 km de Pi­ra­nhas. O aci­dente acon­teceu a 17 km  às mar­gens da BR-158, com sen­tido a Bom Jardim de Goiás, na re­gião Su­do­este do Es­tado. De acordo com So­lange, pe­daço da hé­lice do he­li­cóp­tero está perto do cór­rego. O pre­feito de Pi­ra­nhas, Sa­muel Ro­dri­gues, in­forma ao DM que já en­viou para o local uma equipe mé­dica e am­bu­lân­cias do SAMU para pres­tarem as­sis­tência a Po­licia Civil e aos Bom­beiros.

Dados  extra ofi­ciais  in­dicam que es­tavam  no he­li­cóp­tero os de­le­gados Antônio Gon­çalves , Elvis Almir Car­rasco, Jorge Mo­reira, Vi­ní­cius Ba­tista. O As­sessor da Po­lícia Civil, Norton Luiz Fer­reira, in­formou que o ae­ro­nave teria pas­sado por uma re­visão na se­gunda-feira (7/5).

O As­sessor está reu­nido com o se­cre­tário de Se­gu­rança Pú­blica e Jus­tiça do Es­tado, João Fur­tado, e de­finem neste mo­mento quais serão as me­didas à serem to­madas pelos ofi­cias no local do aci­dente.
(21:55: Texto atu­a­li­zado com in­for­ma­ções da Agecom):A Se­cre­taria de Se­gu­rança Pú­blica e Jus­tiça di­vulgou os perfis dos pas­sa­geiros que es­tavam no he­li­cóp­tero Koala, que ex­plodiu nas pro­xi­mi­dades de Pi­ra­nhas, a mais de 300 quilô­me­tros de Goi­ânia. A ae­ro­nave caiu na Fa­zenda do Boi.  O he­li­cóp­tero saía de Do­ver­lândia, onde os de­le­gados e pe­ritos fa­ziam a re­cons­ti­tuição da cha­cina em que sete pes­soas foram de­go­ladas. A in­ves­ti­gação do aci­dente está a cargo do Centro de In­ves­ti­gação e Pre­venção de Aci­dentes Aé­reos e é acom­pa­nhada pelos de­le­gados Ale­xandre Pinto Lou­renço, ad­junto da De­le­gacia Es­ta­dual de Ho­mi­cí­dios e Kleyton Ma­noel Dias, ad­junto da De­le­gacia Es­ta­dual de Re­pressão a Furtos e Roubos de Veí­culos Au­to­mo­tores.

Pes­soas que es­tavam no he­li­cóp­tero: 
1.​Antônio Gon­çalves Pe­reira dos Santos
De­le­gado de Po­lícia Civil desde 1982 - Su­pe­rin­ten­dente de Po­lícia Ju­di­ciária
Po­li­cial Civil desde 1969, quando foi ad­mi­tido para o cargo de In­ves­ti­gador.
Idade: 64 anos
Na­tu­ra­li­dade: Pedro II - Piauí
Es­tado Civil: Ca­sado
Nú­mero de Fi­lhos: 3 fi­lhos
2.​Bruno Rosa Car­neiro
De­le­gado de Po­lícia Civil desde 2004 - Chefe-ad­junto do Grupo Ae­ro­po­li­cial
Idade: 32 anos
Na­tu­ra­li­dade: Goi­ânia - GO
Es­tado Civil: Sol­teiro
Fi­lhos: não tinha
3. Fa­biano de Paula Silva
Pe­rito Cri­minal desde 2000 - Odon­tó­logo – Lo­tado em Iporá
Idade: 37 anos
Es­tado Civil: Se­pa­rado
Nú­mero de Fi­lhos: 4 fi­lhos
4. Jorge Mo­reira da Silva
De­le­gado de Po­lícia Civil desde 1982  – Ti­tular da De­le­gacia Es­ta­dual de Re­pressão a Roubos de Cargas
Idade: 53 anos
Na­tu­ra­li­dade: Porto Na­ci­onal - To­can­tins
Es­tado Civil: Di­vor­ciado
Nú­mero de Fi­lhos: 2 fi­lhas
5. Marcel de Paula Oli­veira
Pe­rito Cri­minal desde 2010 – Far­ma­cêu­tico Bi­oquí­mico – Lo­tado em Qui­ri­nó­polis
Idade: 31 anos
Es­tado Civil: Sol­teiro
Fi­lhos: não tinha
6. Os­valmir Car­rasco Me­lati Jú­nior 
De­le­gado de Po­lícia Civil desde 2000 –  Chefe do Grupo Ae­ro­po­li­cial
Idade: 38 anos
Es­tado Civil: Ca­sado
Nú­mero de Fi­lhos: 3 fi­lhos
7.​Vinícius Ba­tista da Silva
De­le­gado de Po­lícia Civil desde 2010 – Ti­tular da De­le­gacia de Iporá
Idade: 33 anos
Na­tu­ra­li­dade: Goi­ânia - Goiás
Es­tado Civil: Ca­sado
Nú­mero de Fi­lhos: 1 
8. Apa­re­cido  de Souza Alves 
Sus­peito da morte de sete pes­soas na ci­dade de Do­ver­lândia
Idade: 22 anos (Fim da atu­a­li­zação)

fonte/DM

"HOJE VAI FAZER UMA SEGUNDA MATÉRIA"

Delegado “brinca” com repórter de O HOJE durante reconstituição de crime em Doverlândia e acaba prevendo desastre com helicóptero
cejane pupulin, taynara borges, camila cecílio e angélica queiroz

Em 09/05/2012, 01:51

Durante a segunda parte da reconstituição da chacina em que sete pessoas foram esgorjadas em uma fazenda de Doverlândia, a reportagem de O HOJE, presente no local, foi convidada para fazer uma viagem para vista aérea no local da chacina. Antes de decolar, o piloto e delegado Osvalmir Carrasco teria afirmado à repórter Cejane Pupulin ao delegado Ronaldo Pinto Leite, do Grupo de Repressão a Narcóticos (Genarc), que havia um vazamento na aeronave. Repórter e delegado não sabem dizer se era brincadeira. No entanto, o delegado e superintendente da Polícia Judiciária (SPJ), Antônio Gonçalves, brincou com a mesma repórter: “Hoje vai fazer uma segunda matéria, porque esse helicóptero vai cair. Essa vai ser a manchete”. E sorriu.

Antônio, de brincadeira, previa o maior acidente aéreo da história de Goiás. Apenas dez dias depois de registrar a pior chacina já ocorrida no Estado. Por volta das 15h40, enquanto voltavam da segunda etapa da reconstituição das sete mortes ocorridas em Doverlândia no último dia 28 de abril, oito pessoas são vítimas da queda do helicóptero da Polícia Civil (PC). A bordo estavam cinco delegados, dois peritos criminais e o assassino confesso da chacina. Nenhuma morte é confirmada, mas as esperanças de que algum deles tenha sobrevivido é quase nula.

A aeronave caiu na Fazenda Rancho Alegre, a 30 km do município de Piranhas, pouco depois de decolar de Doverlândia, trazendo a Goiânia o assassino e a equipe que realizou a reconstituição do crime. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgou os nomes dos oito tripulantes. São eles: delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos, superintendente da Polícia Judiciária; delegado Bruno Rosa Carneiro, chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial; delegado Osvalmir Carrasco Melati Júnior, chefe do Grupo Aeropolicial; delegado Jorge Moreira da Silva, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Roubos de Cargas; delegado Vinícius Batista da Silva, titular da delegacia de Iporá; perito criminal Marcel de Paula Oliveira, lotado em Quirinópolis; perito criminal Fabiano de Paula Silva, lotado em Iporá; e o acusado Aparecido de Souza Alves. Os peritos Marcel e Fabiano são primos.

A aeronave, um helicóptero do modelo AW 119 MKII-Koala, de propriedade da Polícia Civil, foi adquirido pelo Estado no ano de 2010 pelo valor de R$ 7 milhões e só começou a operar no ano passado. De acordo com a PC, ele era pilotado por homens – Osvalmir Carrasco e Bruno Carneiro – “treinados e experimentados”, e teria passado por uma revisão na segunda-feira, um dia antes deste último voo. O helicóptero teria seguro total, que cobria aeronave e tripulantes, e não possuía mais do que 400 horas de voo.

Testemunhas
Primeiras informações, prestadas por testemunhas locais, dão conta dos estragos provocados pela queda. De acordo com o titular da delegacia de Piranhas, Diogo Rincon, após a explosão “não sobrou nada do helicóptero”. “Alguns peões da fazenda viram quando a aeronave começou a rodopiar e cair, causando a explosão”, afirma. Ele diz que foi possível identificar apenas três corpos, sendo que um estava decapitado e os outros totalmente carbonizados.

Desde o fim da tarde de ontem, equipes se mobilizam pelas buscas e pela realização da perícia no local do acidente. Por volta das 17 horas, homens do Corpo de Bombeiros de Goiânia embarcaram para realizar o isolamento da área e iniciar as buscas pelos corpos. A operação de resgate, iniciada ontem, está sendo chefiada pelo comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Carlos Helbingen Júnior, que está no local desde o final da tarde de ontem. Para esta manhã, é esperada a chegada do secretário de Segurança Pública e Justiça (SSPJ), João Furtado de Mendonça Neto. Outros municípios também auxiliarão, como é o caso dos bombeiros de Rio Verde, que irão montar um centro de comandos para funcionar como base para as equipes que trabalham na fazenda. Homens já se encaminham ao local levando geradores de energia.

Fazendeiros usaram água de córrego em auxílio
GleiderMoraes, 28, é comerciante em Piranhas e filho do dono da fazenda Rancho Alegre. Estava na porta do imóvel quando ouviu um barulho estranho, olhou para o céu e afirma ter visto peças se soltarem do helicóptero da Polícia Civil. Ele correu na direção do acidente e a aeronave caiu em queda livre, reta, segundo Gleider. A partir daí, ouviu barulhos parecidos com“pipocar de tiros”.

Versão parecida é contada por Edmar Vilela, 48, proprietário da Fazenda do Boi, vizinha ao local do acidente. Ele vacinava seu gado quando ouviu o barulho, viu o helicóptero fazendo piruetas e sumindo. Edmar e Gleider estiveram no local logo após a queda do helicóptero. Viram a aeronave carbonizada em seu interior, muitas roupas e corpos destroçados. Foram ao córrego Bocaína, a poucos metros do local do acidente, e pegaram água para tentar apagar o fogo ocasionado pela queda da aeronave. As buscas pelos corpos, pelo Corpo de Bombeiros, continuaram por toda a madrugada.

fonte/OHoje
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FAB ENCONTRA PISTAS CLANDESTINAS EM TERRAS INDÍGENAS


A Força Aérea Bra­si­leira acaba de lo­ca­lizar dez  pistas clan­des­tinas de avião, abertas no in­te­rior de terras in­dí­genas, na re­gião norte da Amazônia. Esses ae­ro­portos im­pro­vi­sados são usados por tra­fi­cantes de drogas, con­tra­ban­distas de armas e ga­rim­peiros, se­gundo as pri­meiras in­for­ma­ções for­ne­cidos pelos mi­li­tares.

A lo­ca­li­zação dos ae­ro­portos ocorreu dentro da Ope­ração Ágata 4, que está sendo de­sen­vol­vida pelas Forças Ar­madas desde o dia 2. Ela abrange toda a fron­teira norte do País.

Até agora não foi in­for­mada a lo­ca­li­zação exata dos ae­ro­portos clan­des­tinos. Sabe-se, porém, que os dois mais mo­vi­men­tados serão des­truídos nos pró­ximos dias.

As terras in­dí­genas ocupam uma área apro­xi­mada de 108 mi­lhões de hec­tares, o que cor­res­ponde a quase 13% do ter­ri­tório na­ci­onal. Desse total, 98% são terras lo­ca­li­zada na Amazônia Legal, que abrange os Es­tados de Rondônia, Acre, Ama­zonas, Ro­raima, Pará, Amapá, To­can­tins, Mato Grosso e parte do Ma­ra­nhão.

fonte/AgEstado/DM

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WEBJET COBRA POR ÁGUA EM VOO ENTRE RIO DE JANEIRO E BRASÍLIA, RECLAMA LEITOR

O biomédico Ricardo Donizeti de Oliveira conta que ficou insatisfeito com um aspecto do serviço de venda a bordo da Webjet em voo entre o Rio de Janeiro e Brasília. 

Para o leitor, a empresa aérea não deveria cobrar a água oferecida durante o voo. "Dificultar a hidratação de passageiros em viagens aéreas é, no mínimo, contraindicado do ponto de vista da saúde do viajante. A hidratação é medida preventiva importante para a redução da ocorrência de trombose"

Oliveira considera a medida inadequada e acha que a empresa aérea não deveria tirar vantagem econômica em casos como esse.

RESPOSTA
A Webjet afirma estar seguindo uma tendência da indústria da aviação mundial ao optar por cobrar pelos produtos oferecidos a bordo e diz que gostaria de contar com a compreensão dos clientes. 

fonte/FolhaSP
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...